Cientista turco diz que Noé usou celular em sua Arca Nuclear

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Todos conhecem a história… um homem é instruído a construir um barco, levar alguns poucos escolhidos e casais de animais, para salvar os merecedores do grande dilúvio causado pela ira divina contra os atos pecaminosos dos homens. Essa, claro, é a história da Arca de Gilgamesh, ou tantas outras. O mito do Dilúvio vem de histórias babilônicas do século 20 AC, a versão bíblica é kibada de várias outras muito mais antigas.

O que não impede muita gente aparentemente inteligente de levar a história a sério, e acreditar de forma literal que o mundo inteiro foi inundado por 40 dias (spoiler: não foi). Os mitos de dilúvios universais surgem geralmente de inundações locais, mas quando seu mundo se resume a uma aldeia com 40 pessoas, fica fácil imaginar que o mundo todo está sob a água.

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Mais complicado é imaginar como o Doutor Yavuz Örnek conseguiu seu emprego no Instituto de Ciências Marinhas da Universidade de Istambul.

Durante uma entrevista ele explicou usando pura lógica (com certeza tem aquário em casa) como Noé se comunicou com o filho, a 100 km de distância:

Havia grandes ondas de 300 a 400 metros, e o filho de Noé estava a quilômetros de distância. O Alcorão diz que Noé falou com seu filho, mas como eles conseguiram se comunicar? Foi um milagre? Pode ser. Mas nós acreditamos que ele se comunicou com o filho via telefone celular”.

Doutor não ficou nisso. Ele diz que o tal pombo que Noé usou para descobrir se o dilúvio havia passado na verdade era um drone. Ah sim, a Arca na verdade foi construída com chapas de aço, um belo feito para um povo que mal havia entrado na Idade do Bronze, mas whatever.

A tal arca feita de aço seria, claro, pesada demais para usar velas, que de qualquer jeito também não haviam sido inventadas. Como Noé fez para navegar? Segundo o bom doutor, a explicação é simples: a Arca era movida por energia nuclear. Faz sentido, se é bom para o USS Nimitz, é bom para Noé.

Eliminando todas as dúvidas, o Professor Doutor foi bem claro:

Eu sou um cientista. Eu falo pela ciência”.

De alguma forma não me sinto mais tão mal por gastarmos dinheiro público com a Fundação Cacique Cobra Coral.

Fonte: Russia Today.

Autor: Carlos Cardoso

Entusiasta de tecnologia, tiete de Sagan e Clarke, micreiro, hobbysta de eletrônica pré-pic, analista de sistemas e contínuo high-tech. Cardoso escreve sobre informática desde antes da Internet, tendo publicado mais de 10 livros cobrindo de PDAs e Flash até Linux. Divide seu tempo entre escrever para o MeioBIt e promover seus últimos best-sellers O Buraco da Beatriz, Calcinhas no Espaço e Do Tempo Em Que A Pipa do Vovô Subia.

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