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Segundo jornal, Amazon vai começar a vender eletrônicos no Brasil na próxima semana

De acordo com informações apuradas pelo Valor Econômico, a Amazon deve iniciar a venda de outros produtos que não livros no Brasil; parceria com varejistas inicialmente seria focada em eletrônicos.

2 anos atrás

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Foram precisos cinco anos, mas ao que tudo indica a Amazon finalmente vai vender outras coisas que não livros, e-books e Kindles no Brasil. De acordo com uma informação apurada pelo jornal Valor Econômico a companhia está pronta para começar a oferecer eletrônicos a partir do dia 18, próxima quarta-feira.

A informação é complementar à dica que a Exame teve em maio: em vez de vender diretamente ao consumidor ela irá focar no Marketplace, oferecendo um meio para que redes varejistas mantenham um canal dentro de seu site. O Mercado Livre já faz isso há algum tempo e se pararmos para pensar, oferecer as mesmas condições para seus parceiros é o certo a se fazer para bater de frente com seu principal concorrente em potencial. Como a Amazon não vendia nada além de livros e hardware relacionado, no Brasil a lojinha de Jeff Bezos não era mais do que uma livraria online.

De acordo com as fontes apuradas, nos últimos 15 dias a Amazon forneceu documentos e orientação a diversos lojistas para que estes configurem seus marketplaces dentro do site brasileiro da Amazon. Num primeiro momento o foco se concentrará em eletrônicos como TVs, smartphones, tablets, câmeras digitais e computadores mas gradativamente o portfólio deverá ser ampliado, oferecendo “toda a variedade de produtos” que já oferece nos Estados Unidos.

É um passo importante até para conter ou ao menos, brigar de frente com o MercadoLivre. Em abril a Amazon permitiu que pessoas físicas, sebos e livrarias começassem a vender livros usados e dobrou a oferta de publicações em português; seu principal rival no Brasil é hoje uma força considerável, conta com depósitos próprios e uma logística extremamente sólida, o que atraiu facilmente a atenção de grandes lojas de departamentos. Hoje a empresa trabalha para ser muito mais do que um site que vende coisas usadas e ao menos por aqui, é muito mais Amazon que a própria Amazon.

Oficialmente a Amazon não se manifestou sobre as informações compartilhadas pelo Valor, logo teremos que aguardar até a próxima semana para descobrir a verdade.

Fonte: Valor Econômico.

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