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Cientistas acham cauda de dinossauro preservada em âmbar. Com penas e tudo.

Um cientista chinês pesquisando em um mercado de âmbar achou uma pedra com nada menos que o primeiro espécime preservado de uma cauda de dinossauro com penas, ossos e tecido mole.
A parte triste é que para isso, 99 milhões de anos atrás, um filhotinho teve que morrer… 🙁

2 anos atrás

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Eu sei, eu sei, a Ciência tradicional ocidental patriarcal colonizadora ainda tem muito o que evoluir antes de se tornar inclusiva e igualitária como disciplinas que definem que Biologia é uma construção social, mas até lá só nos resta ela.

Essa ciência, que nos deu os dinossauros e ficamos tão felizes resolveu, baseado em nada mais que investigação, fatos e dados factuais, que os gloriosos lagartos do trovão eram mais próximos de aves do que de, bem, lagartos.

Aos poucos foram aparecendo mais provas: a última foi encontrada em Myanmar por Xing Lida, um paleontólogo chinês que deveria ter mais que fazer em vez de destruir os sonhos de incontáveis crianças.

Em uma pedra de âmbar vendida em uma feira, ele achou o que os comerciantes diziam ser uma planta, mas era a cauda de um pequeno dinossauro. Com direito a penas.

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Note que as formigas que foram capturadas junto são virtualmente idênticas às modernas, pois formigas assim como o pessoal que frequenta o grupo da sua família no WhatsApp não acreditam nessa bobagem de Evolução.

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Já o tal pequeno dinossauro, bem, suas penas são semelhantes mas mais primitivas que as modernas, e batem certinho com as previsões de evolução das penas.

O fragmento de cauda é de um bebê-dinossauro.

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Não este.

Na verdade um filhotinho da família dos Coelurosaurios, tipo este aqui:

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O bichinho era do tamanho de um pardal, adulto chegaria a 3 metros de altura, mas o coitado nunca teve essa chance. Com poucos dias de vida, 99 milhões de anos atrás ele provavelmente explorava o mundo próximo de seu ninho quando ficou preso na seiva que escorria de uma árvore. Talvez o stress o tenha matado. Hoje pedaços de sua cauda, penas, ossos e tecidos moles são tudo que restou. Uma pedra de âmbar de 6,5 gramas.

Morto, mas não esquecido. O que foi classificado como o Achado de uma Vida está sendo avidamente estudado, e o primeiro trabalho já foi publicado na Current Biology, com o título A Feathered Dinosaur Tail with Primitive Plumage Trapped in Mid-Cretaceous Amber.

Essa é a realidade, meninos e meninas. Esqueçam o T-Rex, o futuro é do Pavão Misterioso. Bem, ao menos o bicho aí de cima é fofinho.

Fonte: CNN.


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