EA está trabalhando em um jogo “estilo Assassin’s Creed”

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Ao longo dos anos a Electronic Arts montou um portfólio invejável (e matou algumas franquias também, é verdade), mas você já reparou que uma empresa deste porte, com tantos anos de estrada, não possui nenhuma grande produção do gênero de “ação com mundo aberto”? Nenhum jogo como um Grand Theft Auto ou um Assassin’s Creed? Pois a promessa é de que logo isso irá mudar.

Quem falou sobre essa nova investida da EA foi Blake Jorgensen, CFO da editora que participou da UBS Global Technology Conference e que revelou que a responsável pelo projeto será Jade Raymond, produtora que na época em que estava na Ubisoft foi uma das responsáveis pela criação do Assassin’s Creed e que hoje comanda o Motive Studios.

Nós nunca operamos realmente neste maior gênero dos games, que é dos jogos de ação. É o gênero dos jogos no estilo do Assassin’s Creed; com mundos mais abertos, mais voltados para o single-player do que para o multiplayer. Esta não é uma área em que já operamos. Recentemente contratamos a Jade Raymond, que esteve por trás da franquia Assassin’s Creed para a Ubisoft e ela criará um jogo de ação para nós em seu estúdio que estamos construindo neste momento em Montreal. Então existe bastante empolgação em torno do gênero de ação

A vontade de ter um grande jogo com essas características já havia sido mencionada no mês passado pelo vice-presidente Patrick Soderlund e acredito que utilizar a experiência de Raymond poderá ajudar muito a EA a atingir este objetivo. A tarefa certamente não será das mais fáceis, mas imagino que dinheiro não será o problema neste caso.

O interessante é que embora a EA realmente não tenha algo neste estilo, eles já lançaram alguns jogos de mundos abertos, como por exemplo os da franquia Mercenaries, os dois The Godfather e o The Saboteur. Além disso, na época em que Jade Raymond foi contratada a empresa disse que ela trabalharia com a Visceral Games na criação de um Star Wars, então será que é isso o que a editora está planejando?

Particularmente acho que o ideal seria a Electronic Arts ter uma franquia própria, algo que ela pudesse explorar tranquilamente pelo tempo que quisesse, com a liberdade que desejar e sem ter que se preocupar com contratos de licenciamento, mas será que sou o único a gostar da ideia de um Star Wars de mundo aberto?

Fonte: Videogamer.

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Autor: Dori Prata

Pai em tempo integral do pequeno Nicolas, enquanto se divide escrevendo para o Meio Bit Games, Techtudo e Vida de Gamer, tenta encontrar um tempinho para aproveitar algumas das suas paixões, os filmes, os quadrinhos, o futebol e os videogames. Acredita que um dia conseguirá jogar todos os games da sua coleção.

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