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O lugar do Office na nova Microsoft

Na era da nuvem e dos dispositivos móveis, a Microsoft aposta forte no seu mantra de sempre: o Office como o centro de tudo.

5 anos atrás

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Tio Bill sabe muito…

Em uma recente peça da Microsoft publicada pela Vanity Fair, um comentário do ex-CEO Bill Gates se sobressaiu:

A ideia original de ter grandes desenvolvedores, produzindo software abrangente e o Office como sendo a primeira ferramenta que as pessoas usam em todos os seus dispositivos é tão verdadeira e forte hoje quanto sempre foi.” — Bill Gates

O interessante na citação de Gates é o quão correta e cheia de significado histórico ela é. A Microsoft já produz o Office para Mac por anos, mas quando chegou a hora de lançar a sua suite de produtividade para iPad e Android eles pareceram patinar e correr atrás da máquina por muito tempo. Até que o novo CEO Satya Nadella pegou o leme.

Talvez o mais interessante é ver como Gates colocou o Office exatamente no centro da empresa, talvez até mais do que o Windows. Pode parecer apenas um argumento para gerar controvérsia, mas ele se torna ainda mais preciso se levarmos em conta a política “produtividade através das plataformas” de Nadella.

No momento em que estamos entrando na era do Windows 10, vale a pena termos em mente os seguintes fatos: o custo do Windows por PC está caindo drasticamente e o Office tem se mostrado cada vez mais capitalizável e adaptável em tempos de nuvem e mobilidade.

Se a Microsoft conseguir se manter saudável em ambas as frentes, é bem provável que vejamos o Windows fazer a transição para se tornar algum tipo de serviço. Lembremos que o próprio Gates também comentou que isso não diminui a importância do Windows para a Microsoft. A vitalidade do Windows é uma das maneiras da Microsoft manter a sua fatia do mercado corporativo, que leva o Office a tiracolo.

Sem surpresa nenhuma em se tratando de uma empresa guiada por uma plataforma integrada, as coisas são interligadas.

Fonte: TV.

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