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Polícia japonesa confisca 1.500 sapatos-câmera de tarados voyeur

Outro dia, outra história do Japão envolvendo sacanagem. Dessa vez a polícia prendeu um sujeito vendendo tênis com câmera para fotografar calcinha. Agora a melhor parte: conseguiram a lista de clientes e estão visitando os cidadãos, sugerindo veementemente que entreguem os sapatos-de-tarado.

4 anos atrás

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O Japão é um país incrível em diversos aspectos. Mesmo assolado com furacões tsunamis terremotos e kaijus, mesmo com um passado belicoso e sendo odiados por todos os vizinhos, os japoneses conseguiram criar uma sociedade invejável, com respeito aos mais velhos, paixão por ciência e tecnologia e admiração pelo trabalho. As duas explicações mais prováveis são que ou os japoneses são aliens ou visitantes de um futuro utópico, quase Star Trek.

O que não bate é que no meio disso tudo são o povo mais sexualmente complicado do planeta. Os japoneses têm perversões que escandalizariam qualquer sueca de revistinha idem. Lembre-se, as máquinas vendendo calcinhas usadas de colegiais não são uma lenda urbana. Essa sexualidade reprimida estoura, claro, na mão das mulheres, que entre milhares de preocupações (incluindo tentáculos) precisam andar se protegendo de tarados que gostam de fotografar suas… partes. O problema é tão grave que há patrulhas nas estações de metrô e celulares são legalmente obrigados a fazer barulho quando batem fotos.

Agora a polícia de Kyoto prendeu um sujeito, dono de uma loja de sapatos (não era o Al Bundy) que vendia os Tosatsu Shoes, isso aqui:

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Basicamente é um tênis com uma câmera e um controle-remoto. O sujeito chega perto da vítima, enfia o pé até conseguir um bom ângulo e clica. Sem flash, imagino. Foi com um desses que aquele técnico CSI foi preso, no começo do ano.

Cada par era vendido ao equivalente a R$ 662,60. Entre 2012 e 2014 os empreendedores tarados venderam 2.500 pares desses tênis. A polícia conseguiu uma lista de 1.500 compradores, agora estão batendo na porta desses pervertidos e delicadamente sugerindo que entreguem o equipamento. Quanto ao dono da loja, recebeu uma multa de R$ 11 mil.

Assusta saber não só que o produto existe, mas que milhares de sujeitos não só achem uma boa idéia como estão dispostos a investir um valor razoável comprando esse tipo de coisa.

De resto, talvez seja a preguiça falando, mas a internet está lotada de material educativo cobrindo todas as áreas da perversão humana. É mesmo necessário produzir o próprio material?

Fonte: UPI.

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