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Microsoft demite mais 2.100 funcionários em todo o mundo

E as cabeças continuam a rolar: segundo round de demissões da Microsoft cortam mais 2.100 vagas em todo o mundo

5 anos atrás

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E o bicho continua pegando feio na Microsoft. O CEO Satya Nadella está promovendo uma verdadeira revolução na companhia, e já havia avisado anteriormente que remédios amargos seriam adotados para adequar a empresa à nova realidade do mundo em que está inserida hoje. Portanto era evidente que mais cabeças rolariam: nesta quinta-feira, além dos mais de 12 mil funcionários da Nokia dispensados, mais 2.100 colaboradores foram desligados de Redmond.

Este é na verdade o segundo round das demissões previstas pela Microsoft, de um total de 18 mil postos de trabalho que serão cortados em todo o mundo. De forma dura e sem clemência, a empresa demitiu quase a totalidade dos antigos funcionários da Nokia, que foram absorvidos quando da fusão da empresa. Como a negociação foi concluída e na prática a divisão mobile da empresa finlandesa não mais existe, era evidente que sua mão-de-obra não seria mantida e Redmond repassaria a responsabilidade pela hoje Microsoft Mobile para seu pessoal já presente na companhia. Triste, mas é assim que o mercado de trabalho funciona.

A Microsoft está cortando funcionários dispensáveis em praticamente todos os setores da companhia. A meta é reduzir cerca de 20% do efetivo de Redmond, e a divisão de Sistemas Operacionais capitaneada por Terry Myerson vem sendo uma das mais afetadas, o que dá a entender que Nadella tem uma visão completamente diferente dos caminhos que a plataforma Windows (seja desktop, tablet ou mobile) deve percorrer de agora em diante, e em teoria não mais precisaria de um grande pessoal envolvido.

No total o primeiro round dispensou 13 mil funcionários. Com mais 2.100 indo embora agora, restam mais 2.900 cabeças que serão cortadas até julho de 2015, isso se Nadella não julgar o número de demissões insuficiente para manter a Microsoft no que ele julga o rumo certo. Evidentemente que isso terá um reflexo nos lucros da companhia, mesmo que os gastos com as demissões fiquem em torno de US$ 1,1 e US$ 1,6 bilhão, o que mostra que o conselho está exercendo grande influência em Nadella para que ele gere lucro rápido, algo que é fortemente apoiado pelo VP de Dispositivos e Serviços Stephen Elop.

Fonte: ZDN.

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