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Como criar uma geração de garotas de programa (ai zezuiz, ele fez aquela piada!)

Girls Who Code, um programa criado por Reshma Saujani vai expor um milhão de jovens mulheres à ciência da computação até 2020.

5 anos atrás

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Garotas de programa: a iniciativa fundada por Reshma vai expor um milhão de jovens mulheres a ciência da computação até 2020.

Quando Reshma Saujani visitou as escolas de Nova Iorque durante sua campanha para o congresso em 2010, uma das coisas que chamaram sua atenção era a divisão de sexos nos cursos de ciência da computação. Ela visitou escolas no lado leste e encontrou uma sala com cem meninos e nenhuma menina. Visitou outra no Queens e encontrou uma sala com UMA menina.

Com os empregos dependendo cada vez mais do conhecimento em computação, Saujani percebeu que as mulheres estavam na verdade enfrentando uma desvantagem econômica, especialmente olhando em retrospecto e percebendo que a quantidade de mulheres se graduando na área caiu para menos de 1/3 do que era nos anos 1980.

Saujani não venceu aquela eleição, mas o problema continuou a perturbá-la. Depois de dois anos, ela lançou a iniciativa Girls Who Code (GWC), um curso de verão que coloca meninas do ensino médio em companhias como Facebook, Twitter e Amazon. Hoje, o GWC está presente em 19 empresas e inspirou outras iniciativas parecidas, como o Google's Made with Code.

Até agora, 95% das meninas que se graduam tendo passado pelo programa GWC optam por cursos relacionados as ciências da computação na universidade, contra apenas 1% entre as demais. Até 2020, o Ministério do Trabalho norte-americano calcula que existirão 1 milhão de vagas relacionadas com computação a mais que especialistas formados.

Mais do que falar sobre a coisa certa, Saujani está fazendo a coisa certa.

Fonte: PS.

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