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O garoto de 12 anos que largou a escola e virou game designer

Com apenas 12 anos, garoto deixa a escola e se torna um game designer, com seu primeiro jogo já podendo ser adquirido para dispositivos Android e iOS.

5 anos atrás

Sam-Smith

Num primeiro momento, Sam Smith pode parecer um garoto como qualquer outro da sua idade. Aos 12 anos o britânico é um grande apaixonado por videogames e um dos seus sonhos era se tornar game designer.

O que chama a atenção na história do moleque é que ele não esperou para colocar seus planos em prática e depois de começar a brincar com uma linguagem de programação chamada Small Basic, ele passou a utilizar o GameMaker: Studio e sua primeira criação já pode ser encontrada na App Store e no Google Play.

Conhecido como Spacepants, o jogo vendido por US$ 1 pode ser descrito como um endless runner, onde devemos tentar chegar o mais longe possível e devido a sua grande dificuldade, há quem o compare ao Dark Souls. Porém, o interessante mesmo são os bastidores da sua criação.

Filho de um programador, o garoto disse que gostaria de criar um jogo onde pudéssemos andar pelas paredes, porque considera isso legal (?!) e após utilizar um programa gratuito para desenhar as animações, ele precisou de dois meses para chegar ao resultado final, contando apenas com um pouco de ajuda do seu pai e agora o game tem feito um relativo sucesso nos dispositivos portáteis.

Contudo, há um detalhe na vida de Sam que tem gerado alguma polemica. Há cerca de três anos os seus pais resolveram tirá-lo da escola, tudo porque o menino não conseguia se adaptar a rotina do lugar. Segundo ele, era muito difícil manter-se focado nas aulas, chegando até a cair no sono algumas vezes e percebendo que aquilo não estava indo bem, a decisão foi tomada.

Porém, isso não significa que o garoto ficou sem estudar, já que por um bom tempo diversas pessoas ficaram responsáveis por lhe passar algumas disciplinas, mas hoje a situação é diferente, pois ele estaria tirando todos os seus ensinamentos da criação de jogos, daqueles que estão a sua volta e da internet.

Ao ser questionado se acredita mesmo que criar jogos pode dar ao menino a educação que precisa, o pai de Sam disse que o tempo responderá, mas disse estar convicto de que os jogos são as melhores ferramentas de ensino.

Bom, mesmo me considerando uma pessoa aberta a novas formas de ensino e sendo um duro crítico quanto a maneira como somos ensinados nas escolas, especialmente no Brasil, para ser sincero não sei se concordo com uma atitude tão radical e acho que no futuro ele poderá sentir falta de muitas coisas que só aprendemos na escola, entre elas a interação social.

Fonte: GamesBeat.

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