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CSI: Calcinha (sim, Japão)

Essa é inacreditável em vários níveis. Sabe o que é mais complicado de engolir do que um policial CSI usar um smartphone no sapato pra filmar as calcinhas de dezenas de colegas? É ele fazer isso e não ser preso. Duvida? Leia…

5 anos e meio atrás

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O Japão tem um problema sério com tarados. A ponto de venderem roupa de baixo à prova de visão de raio-x e com fabricantes de celulares obrigados por Lei a desabilitar modo silencioso das câmeras, para que pervertidos não tirem foto das vergonhas das japinhas, sem que elas percebam.

A polícia de vez em quando faz batidas em casa de colecionadores de calcinhas, montam armadilhas com policias disfarçadas de colegiais (tipo um Anjos da Lei de japinhas. Darei uma pausa para você apreciar esse conceito).

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Provavelmente não é uma policial de verdade.

Toda hora maníacos são presos, mas ninguém contava a astúcia de um canalha de 35 anos, da região de Kagawa. O sujeito era nada menos que um CSI, a especialidade policial mais nobre que existe, capaz de redimir maconheiros, ex-strippers e até serial killers. Esse desnaturado montou um esquema maligno onde um smartphone foi instalado no sapato e rodava um app ilegal de imagens que coletava até vídeos sem alerta sonoro.

Até aí tudo bem, seria estranho e facilmente identificado, mas o canalha utilizou as capas de proteção para não contaminar cenas de crime como forma de esconder o telefone. Ele usou a confiança na nobre posição de CSI para fazer imagens por baixo da saia de 5 mulheres em quatro cenas de crime diferentes.

Quando perceberam e ele foi enquadrado, e alegou que fazia aquilo para “satisfazer seu desejo sexual”. Na casa do sujeito acharam vídeos totalizando 24 japinhas policiais devidamente filmadas lá onde o Sol não brilha.

Agora a parte que deixa de ser Japão e vira Brasil: o tarado não ficou preso.

Foi alegado que como ele filmou as japinhas em cenas de crime e na delegacia, o caso não se enquadrava nas Leis anti-voyeurismo, que falam em “espaços públicos”. As acusações foram retiradas e ele ganhou uma punição ridícula: 3 meses de suspensão. Ao final ele preferiu se aposentar, provavelmente para ter mais tempo de cercar estudantes no parque.

Infelizmente a tecnologia tem esse lado ruim. É triste ver que muitas vezes as Leis não acompanham, mas outras é claramente uma postura de “você está exagerando”, ou “não é comigo tudo bem”. O Japão tem uma cultura algumas vezes extremamente machista e nesse caso isso é gritante.

Até hoje não sei se japoneses são aliens ou viajantes do tempo, só sei que uma cultura tão fascinante deveria se livrar dessas maçãs podres.

Fonte: Yahoo.

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