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Pior Coréia usando Kinect para patrulhar fronteiras

A Pior Coréia tentou licitar um sistema caríssimo de monitoração da Zona Desmilitarizada, na fronteira com o Norte. Eis que um programador entrou no meio de circuito e ofereceu uma solução milhões de dólares mais barata, usando… Kinect. Por essa o Glorioso Rotundo Líder não esperava.

6 anos atrás

Tanto a Melhor quanto a Pior Coréia gastam uma quantidade apreciável de seu orçamento com defesa, mas por ser uma democracia mal ou bem o Sul precisa prestar contas. Por isso correm atrás de soluções mais baratas e mais eficientes, como robôs-sentinela da Samsung. Agora algo mais em conta ainda, para desespero das empresas que tentaram faturar uma concorrência de US$ 50 milhões e não conseguiram, pois seus sistemas não superaram a solução apresentada:

Kinect.

Jae Kwan Ko, programador MVP da Microsoft desenvolveu um protótipo de monitoramento para a Zona Desmilitarizada entre as duas Coréias. Como o Kinect enxerga no escuro e tem sensor de profundidade, já sai em vantagem. Outro problema que os concorrentes não tinham resolvido já vem de fábrica sanado: o Kinect ignora animais, detectando (inclusive via batimentos cardíacos, na nova versão) somente humanos.

japadokinect

É simples, evita falsos-positivos que em um galpão seria um incômodo mas no caso das Coréias pode desencadear uma guerra nuclear, é barato e como o SDK está disponível, muito simples de implementar.

Ele já avisa que a próxima versão detectará batimento cardíaco e temperatura corporal, tornando impossível a passagem de espiões da Melhor Coréia, pois eles nunca assistiram Predador.

Fonte: KTK.

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