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Britânicos estão cada vez mais preferindo gadgets mobile ao invés do desktop

Pesquisa revela que britânicos não consideram mais o desktop o principal equipamento em detrimento a smartphones e tablets

6 anos atrás

desktop-junkyard

Apesar de todos os indícios que o mercado de tablets e smartphones iria engolir o de desktops, já que a evolução que nos permitiu criar dispositivos cada vez menores e mais potentes incentivou um verdadeiro êxodo dos usuários que não precisam de uma máquina para não mais do que acessar e-mails e assistir vídeos. Para essa turma um desktop era visto como um mal necessário, um equipamento alienígena, e o iPad foi meio que sua carta de alforria.

O resultado nós já vimos: o mercado de desktops e notebooks vai despencar até 2017, enquanto o de tablets e smartphones vai crescer bastante. Em uma pesquisa mais recente e localizada, o órgão regulador do Reino Unido Ofcom publicou uma projeção demonstrando diversos comportamentos: a pesquisa questinou diversos usuários sobre qual é o "principal dispositivo para acessar a internet". Em todos os cenários a participação do desktop é pequena:

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Do total de usuários, apenas 28% consideram o desktop o principal equipamento, mas somado com o notebook o número sobe para consideráveis 74%. Mas ao analisar comportamentos distintos a coisa muda de figura: dos que possuem smartphones, 64% ainda consideram notebooks e desktops revelantes (43% e 21%, respectivamente), entretanto quem possui smartphone e tablet ou somente derrubam a participação do desktop no cenário para apenas 15%, e 34% ainda consideram o notebook relevante. Para quem usa notebooks a importância do desktop só se reflete em 17% dos usuários, mas obviamente 61% dos usuários consideram seus laptops a principal ferramenta para acessar a internet.

Mas o que acontece? Os usuários de tablets já consideram seus dispositivos o bastante. Um tablet Android, dependendo do modelo é um investimento justicificável a ponto do pai de família compra um para cada membro da família e não um PC que ficará estático na sala de estar.

Claro, o mundo pós-PC não significa sem-PC: o desktop apenas deixará de ser um equipamento para todos e se tornará de nicho, reservado a profissionais que precisam de máquinas parrudas para professamento de vídeos, modelagem 3D e etc, ou gamers hardcore que gostam de seus jogos no máximo, uma qualidade que a atual geração de videogames não foi capaz de entregar.

Fonte: TC.

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