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Separando meninos dos homens: neo-zelandês está imprimindo um Aston Martin

Apaixonado por modelo raro (e caro) da Aston Martin utiliza uma impressora 3D para recriar a carcaça de seu carro favorito, usando outro veículo para fornecer a parte mecânica

7 anos atrás

aston-martin-db4-printed

Nós já trouxemos as inúmeras maravilhas e projetos controversos que as impressoras 3D estão proporcionando: desde projetos fantásticos de ciência e medicina destinados a melhorar a qualidade de vida até armas de fogo. Entretanto há setores onde em teoria a técnica não é adequada para utilizar o recurso, por exemplo, na indústria automobilística.

Um neo-zelandês chamado Ivan Sentch entretanto ignorou isso em prol de uma paixão, um Aston Martin DB4 Zagato ano 1961 (não é um Bond car, Sean Connery dirigiu um DB5 em Goldfinger). Como a montadora só produziu 1.200 unidades e cada uma delas custa na faixa de um milhão de dólares, adquirir um original estava fora de questão. Ele então resolveu imprimir a carcaça, utilizando uma réplica anteriormente produzida por ele (não via impressão 3D) como fornecedor das partes mecânicas.

Sentch já imprimiu cerca de três quartos das 2.500 peças necessárias para criar a base onde será moldada a carroceria, feita de fibra de vidro (claro, nunca que o carro seria feito de plástico) e gastou cerca de 2 mil dólares até o momento. Ele está utilizando o Studio 3D Max e uma impressora da Solidoodle para produzir as peças. Ainda que se defina como um "nooob" no ramo da impressão de carros (até porque ele deve ser o primeiro a fazer isso) ele não é estranho à criar réplicas de carros, pois já possui uma cópia de uma Ferrari 250 GTO - esse montado com base no Nissan Skyline e que está doando suas partes para o Aston Martin. Entretanto Sentch considera utilizar um motor V12 da BMW.

Como o carrinho acima vai ficar depois de pronto? Algo próximo disto:

aston-martin-db4-zagato

Ainda que criar réplicas de veículos seja algo condenável pelos entusiastas, reconheço que a ideia é bem interessante, ainda mais porque não é todo mundo que pode ter um desses de verdade na garagem.

Fonte: Wired.

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