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Hackers ressuscitam porções online do Wii e do DS

Por em 26 de maio de 2014

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Conforme havia sido prometido, a Nintendo desligou na semana passada os servidores que nos permitiam jogar online diversos títulos para Wii e DS, matando a diversão de todos aqueles que ainda aproveitavam alguns jogos desses aparelhos, mas pelo jeito a situação está sendo revertida.

Graças a um grupo de pessoas que se dispuseram a manter tanto o console quanto o portátil funcionando pela internet, agora podemos jogar novamente as porções online dos títulos que muitos acreditavam que nunca mais teriam acesso ou até a alguns a DLCs e o melhor, o processo para fazer isso é relativamente simples.

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Vendas nos US&A: em março, Titanfall foi líder mas PS4 continua no topo sem qualquer ameaça

Por em 18 de abril de 2014
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Ele se esforçou, mas o XBO ainda não viu a queda do Titã da Sony (Crédito: VG247)

Não é surpresa que o jogo que mais se destacou em março foi Titanfall e não somente na crítica: aquele FPS online com robôs gigantes e exclusivamente multiplayer, desenvolvido pelos criadores do fenômeno Call of Duty, liderou o ranking das vendas de jogos nos Estados Unidos (e muito provavelmente no Reino Unido também).

Graças a Titanfall e ao belo marketing de pacotes generosos com o Xbox One, a Microsoft também pôde comemorar os cinco milhões de consoles enviados às lojas de todo o mundo no mês passado. Uma pena, para a BigM de Redmond, que a oitava geração de consoles não se resuma aos 500 dólares cobrados pelo XBO: consoles mais baratos como o Nintendo Wii U e PlayStation 4 continuam com base instalada mundial maior. No caso do console da Sony, bem maior.

Enquanto em fevereiro o PS4 comemorava 6 milhões de consoles vendidos no mundo e o XBO ficava de 4, em março a situação permanece a mesma com o console da Sony mantendo essa significante diferença de 2 milhões de consoles a mais na oitava geração: agora são 7 milhões de lares no mundo que contam com ao menos um PlayStation 4. Lembrando que o PS4 está disponível em 72 países, enquanto o XBO ainda não passou dos 20.

Embora representem mercados e valores bem diferentes, o tio Laguna não duvida que o PS4 vá ultrapassar neste mês de abril a base instalada do PlayStation Vita.

O primeiro e excelente console portátil da Sony, lançado em 2012, teve o azar de ser lançado num mercado onde leva surra após surra do Nintendo 3DS mas milagrosamente ainda conseguiu chegar ao patamar mundial dos 8 milhões vendidos (agradeçam aos fãs japoneses dos portáteis Sony).

Falando no mais famoso acessório do PS4, o ranking norte-americano de hardware dedicado a jogos ficou assim em março (dados do NPD Group):
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Nintendo recusou parceria com criadores do Skylanders

Por em 17 de abril de 2014

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A Nintendo muitas vezes é apontada como uma das empresas mais inovadoras da indústria, mas as vezes tenho a sensação de que isso faz com que alguns executivos a considerem superior, os fazendo perder algumas oportunidades de negócios que poderiam ser fantásticos.

Um ótimo exemplo disso foi a revelação feita por Fred Ford, co-fundador da Toys for Bob, que caso você não conheça, é o estúdio responsável pela série Skylanders. Segundo ele, o jogo foi idealizado tendo a Nintendo em mente, então resolveram se reunir com os executivos da NoA para ver se teriam interesse em financiar o projeto, mas…

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emDestaques Games Nintendo

Activision vai remover todos os DLCs da série Guitar Hero das lojas digitais em abril

Por em 20 de março de 2014

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Foi bom enquanto durou. A Activision havia cancelado a série Guitar Hero em 2011, alegando desgaste da fórmula. A bem da verdade a culpa foi dela mesma: por pura ganância ela inundou as lojas com inúmeras versões do jogo, o que fez com que os jogadores enjoassem rapidinho da série. Até mesmo a série Rock Band foi afetada, e o título mais recente da série é Rock Band Blitz, um jogo que sequer utiliza instrumentos. No fim das contas o gênero evoluiu para uma variante mais técnica, representada exclusivamente por Rocksmith.

Ainda que não houvessem mais jogos recentes, donos dos títulos ainda poderiam adquirir DLCs pontualmente. Podiam do verbo “acabou”. A Activision anunciou ontem que a partir do dia 1º de abril (isso não é piada) todos os DLCs das diversas versões de Guitar Hero, bem como seus spin-offs Band Hero e DJ Hero deixarão de ser oferecidos.  A versão mobile para iOS também deixará de ser vendida, pondo um fim definitivo da série iniciada pela Harmonix há quase uma década atrás, em 2005.

Quem quiser adquirir tanto  game mobile quanto as músicas é melhor correr, pois a Activision está vendendo todos com 50% de desconto até o fim do mês. Passado o período a empresa promete que os servidores serão mantidos, portanto não há risco do jogador ficar impossibilitado de baixar seus arquivos.

Infelizmente é uma pena. Apesar da inundação de títulos do gênero que tivemos no fim dos anos 2010, o que causou a repulsa por parte do público que não aguentava mais outro jogo perecido com os anteriores, não há como negar que a série Guitar Hero era muito divertida e proporcionou horas de peripécias na frente da TV, onde qualquer um podia brincar de ser Jimi Hendrix ou Randy Rhoads. Além disso, títulos dedicados bandas como Aerosmith, Mettalica e Van Halen eram muito legais. Paciência, é a vida que segue.

Fonte: CVG.

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Para Peter Molyneux, Nintendo nunca deve ser subestimada

Por em 20 de março de 2014

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Quantas vezes você ouviu alguém dizer que a Nintendo estava com os dias contados? Tendo encarado muitas dificuldades ao longos de todos esses anos, a fabricante japonesa sempre conseguiu dar a volta por cima e na opinião de Peter Molyneux, mesmo que hoje a empresa passe por um mau momento, não devemos subestimá-la.

O problema com a Nintendo é que eles fizeram um trabalho fantástico de encontrar esses novos jogadores com o Wii e o Wii U meio que fez isso, mas também tentou trazer os jogadores já existentes, então eles perderam um pouco o caminho.

Porém, são pessoas muito inteligentes. Nunca subestime a Nintendo. Eles provavelmente estão próximos do lançamento de um hardware que nos convencerá de que conhecem exatamente o futuro de como os games devem ser.

Mesmo com todas as suas maluquices, Molyneux é uma pessoa que está há muito tempo nesta indústria e por isso sua opinião deve ser respeitada, ainda mais neste caso, onde considero que esteja coberto de razão. Com as vendas do Wii e com todo o sucesso do DS, a Nintendo conseguiu encher seus cofres de dinheiro e imagino que as baixas vendas do seu console atual não serão suficientes para quebrar a empresa.

É verdade que o mercado mudou bastante de uma década para cá, mas se uma empresa conseguiu sobreviver – e até se fortalecer – depois de um Virtual Boy, sem falar na surra que levou com o Nintendo 64 e o GameCube, imagino que seus responsáveis conseguirão aprender com os erros cometidos mais recentemente. O único problema é, até quando a BigN continuará se dando ao luxo de acertar uma vez e errar tantas outras?

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Nintendo lança comercial para lembrar os consumidores que o Wii U é um console novo

Por em 23 de dezembro de 2013

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Quando a Nintendo apresentou o Wii U na E3 2011, muita gente (eu incluso) pensou num primeiro momento que o console se tratava apenas do Gamepad (admita, você pensou também). Obviamente que não se tratava disso, entretanto essa foi a primeira das confusões em que a Nintendo se meteria. Por razões inexplicáveis, o marketing do console não foi claro o suficiente para estabelecer às massas que se tratava de um novo console e não uma atualização do Wii, e não falo pelo nome: denominações semelhantes são regra na indústria desde sempre, vide as linhas PlayStation e Xbox.

O que aconteceu é que como o Wii vendeu muito para um público não-gamer, esclarecer para essas pessoas que o Wii U não é um acessório e sim um sistema completamente novo teria que ser feito da forma mais clara possível. Como? Um simples comercial com um overview da plataforma seria interessante, como a Nintendo está veiculando agora:

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Como os fãs melhoraram o Super Smash Bros. Brawl

Por em 14 de dezembro de 2013

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Uma das principais desvantagens dos consoles em relação ao PC é a quase inexistência de mods, algo que pode aumentar consideravelmente a vida útil de um jogo e em muitos casos, fazer com que ele seja muito melhor do que a versão original.

Então, quando surge algum projeto que se destina a este propósito, os elogios costumam ser extremamente merecidos, como é o caso do Project M. Estando em desenvolvimento há quatro anos, o que os envolvidos fizeram é tão impressionante que beira o inacreditável.

Tudo começou quando a Nintendo, visando conquistar um público mais amplo, fez com que o Super Smash Bros. Brawl tivesse uma dificuldade bem mais suave, o que afastou muitos fãs que se dedicaram por tanto tempo ao jogo anterior da franquia.

Além disso, o título para Wii tinha personagens muito desbalanceados e após descobrirem uma falha que poderia ser explorada através do modo onde criamos estágios no jogo, o grupo começou seu trabalho para torná-lo melhor e sabe o que é a melhor parte disso tudo? Qualquer pessoa pode utilizar a modificação, mesmo que seu console não seja destravado, bastando copiar os arquivos disponibilizados por eles para um cartão SD.

Com a recentemente lançada versão 3.0 do Project M, os jogadores terão acesso a novos estágios, personagens, golpes, animações e até mesmo uma inteligência artificial melhorada, mostrando que este é provavelmente o melhor Super Smash Bros. já feito e veja só, a Nintendo não precisou gastar um centavo para isso.

Eu nunca fui muito fã da franquia, mas depois dessa até fiquei com vontade de lhe dar mais uma chance.

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