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Nintendo puxa a tomada de vários serviços do Wii

Por em 1 de julho de 2013

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A Nintendo avisou e cumpriu: nesta segunda-feira, a casa do Mario descontinuou uma série de serviços menores do Nintendo Wii que não afetarão quem costuma jogar online, mas ainda assim essa decisão será motivo de muita chateação por parte dos devotados donos do console.

Os serviços que foram derrubados do telhado são os seguintes:

  • Nintendo Channel (notícias do mundo Nintendo);
  • News Channel (canal de notícias);
  • Forecast Channel (previsão do tempo);
  • Everybody Votes Channel (canal de enquetes);
  • Check Mii Out Channel (serviço de compartilhamento de Miis);
  • WiiConnect24 (serviço de troca de dados).

Desses, o mais sentido será o fim do WiiConnect24, sistema que permitia troca de dados entre amigos. Games que possuíam o recurso foram inexoravelmente capados. Serviços de terceiros, asim como a Wii Shop Channel, não foram afetados.

Em abril a Nintendo divulgou uma nota anunciando o cancelamento dos serviços; na ocasião ela  agradeceu os clientes, e acrescentou: “pedimos desculpas para aqueles que usam esses serviços, e pedimos a sua compreensão.”

Agora que o foco da Nintendo está no Wii U e no 3DS, manter os serviços online de seu console anterior, por mais que ele tenha sido um sucesso é um gasto que a empresa não pode se dar ao luxo de manter neste momento, dado que seu novo console não está vendendo muito bem. Minha preocupação nessa história é esse tipo de atitude em desativar serviços online vire lugar comum nesta geração (nós já sofremos bastante quando uma empresa fecha os servidores de seus jogos online), já que ninguém gosta de ter recursos de seus games eliminados devido a uma nova política de uma determinada empresa.

Fonte: CVG.

emIndústria Nintendo

Que tal comprar essa linda reprodução do cartucho de Earthbound Zero para NES que nunca existiu?

Por em 1 de julho de 2013

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Tanto a Nintendo quanto o criador da série Shigesato Itoi não pretendem dar continuidade à série Mother, nem tampouco localizar o primeiro e terceiro jogos. Para se ter uma ideia o lançamento de Earthbound para o Wii U só se deu porque os fãs do ocidente encheram o saco da companhia. Sobre Mother 4 Itoi foi seco e categórico: “muri” (impossível).

Se a Nintendo não apóia, os fãs se mexem. Tanto a coletânea Mother 1+2 quanto Mother 3, títulos do Game Boy Advance foram traduzidos pelos fãs, assim como a ROM do jogo original do Famicom, conhecido por aqui informalmente como Earthbound Zero. É com base nesse game que a Rose Colored Gaming lançou um kit simplesmente lindo contendo a ROM traduzida, que vem num sensacional cartucho falso do NES e um estojo característico.

O cartucho possui o globo símbolo da série na frente e atrás que pode ser pressionado, além do título talhado na carcaça. O kit no momento está esgotado e não há informação de preços, mas a Rose Colored Gaming prometer “produzir quantos e pelo tempo que for possível”.

Eu particularmente fiquei emocionado pelo capricho que esses artistas tiveram ao criar o cartucho, o que demonstra uma atenção aos fãs ocidentais da série Mother que a Nintendo vem negligenciando há anos, infelizmente. Quando disponível eu diria que mesmo não sendo oficial, é um item que merece estar na prateleira de qualquer gamer que se preze, de preferência ao lado desse lindo Nintendinho em homenagem ao Mega Man.

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Fonte: Joystiq.

emCultura Gamer Museu Nintendo

Soul Saga, JRPG inspirado em games clássicos consegue financiamento no Kickstarter

Por em 1 de julho de 2013

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Quem acompanhou a quarta e a quinta geração de videogames deve ter jogado toneladas de JRPGs no Mega Drive, SNES, PSOne e Sega Saturn. Além dos medalhões da época como Final Fantasy, Phantasy Star, Ys e Shining Force, apareceram muitos games de outras produtoras que fizeram bastante sucesso, como Grandia, Suikoden, as séries Star OceanBreath of Fire e Tales, Wild Arms, Legend of Dragoon e Xenogears.

Pagando um tributo aos games dessa época, uma pequena desenvolvedora chamada Disaster Cake (na verdade um cara só, o desenvolvedor Mike Gale) lançou uma campanha no Kickstarter para um game entitulado Soul Saga, dito por ele “uma declaração de amor aos JRPGs clássicos”. O game trará elementos de puzzle e um sistema de combate no estilo de Final Fantasy X, com suas próprias características.

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emComputadores Cultura Gamer Nintendo Sony

Angry Birds Trilogy chegará ao Wii e Wii U em agosto

Por em 27 de junho de 2013

A produtora Activision anunciou que o jogo Angry Birds Trilogy será lançado para o Wii e Wii U, com vendas iniciando no dia 13 de agosto. Trata-se de um pacote com três jogos da franquia, que inclui Angry Birds, Angry Birds: Seasons e Angry Birds: Rio.

Para quem gosta de calcular custo/benefício de jogos de videogame (o que é meio relativo, mas vamos lá), toda essa trilogia permite aproximadamente 140 horas de entretenimento, em 30 episódios e novas fases em cada um dos títulos.

Uma coisa que pode ser um atrativo para quem já joga em smartphones e tablets é que na versão do Wii U, pode-se jogar através do touch screen. Além disso, há o modo de tentar superar a pontuação de outros jogadores online, e a função de troca de imagem entre a TV e o gamepad.

Esperamos que Angry Birds Trilogy traga algum diferencial para os fãs destes consoles, uma vez que este jogo já tinha sido lançado para o Xbox 360 (com Kinect), PlayStation 3 (com Move) e 3DS desde setembro do ano passado, sendo prometido para o Wii e Wii U desde fevereiro deste ano.

Fonte: Activision/YouTube.

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Square-Enix anuncia port de Dragon Quest X para PC, porém apenas no Japão

Por em 24 de junho de 2013

Dragon Quest X

A Square-Enix resolveu mudar todas as regras ao fazer do décimo capítulo da série mãe de todos os JRPGs (e que no Japão sempre fez mais sucesso que Final Fantasy), Dragon Quest X, em um MMORPG. Era uma aposta arriscada, pois a maioria dos fãs sempre gostaram do estilo tradicional da franquia, que permaneceu inalterado por mais de duas décadas. Porém a Square não é boba, e prometeu que as versões de Wii e Wii U receberiam suporte por um longo tempo, chegando a dizer que serão lançadas atualizações por 10 anos, similar ao que ela já faz com Final Fantasy XI, que ainda dá lucro.

Bem, não deu certo. A versão de Wii U vendeu apenas 33 mil cópias na primeira semana, um número ridículo para a série, sendo que a empresa já estava desapontada com as vendas fracas da versão de Wii e a baixa retenção de jogadores pagantes, após o período de 20 dias gratuitos. Para tentar reverter essa situação, a Square-Enix anunciou que o game será lançado também para PCs com Windows, e inclusive já disponibilizou uma ferramenta de benchmark e uma página de inscrição para a fase beta (ambos em japonês).

O game será lançado dia 26 de setembro no Japão e virá em duas versões: um normal que custará 3.990 ienes e e uma edição especial com um controle, por 9.800 ienes. A primeira fase do beta começa em 22 de julho e a segunda fase, em agosto.

Claro, mesmo a Square-Enix não seria louca de criar um Dragon Quest totalmente conectado, ele possui um modo offline limitado, onde o jogador só pode utilizar o humano. Para criar novos personagens é preciso assinar a mensalidade e partir para o modo online.

Como as vendas não foram bem no Japão, a empresa não anunciou nenhum plano sobre um lançamento no ocidente (o que fica meio evidente devido sua ausência da E3), mas se a versão de PC vender bem, talvez ela reconsidere.

Fonte: The Escapist.

emComputadores Indústria MMO Nintendo

Para a Nintendo, Wii U se recuperará com mais games de suas IPs

Por em 21 de junho de 2013

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O Wii U não está muito bem no que diz respeito a suporte de third parties, podendo dizer até que ele caiu no “paradoxo Tostines”: ele não vende por não ter jogos e não tem jogos por não vender bem. Apesar de ter grandes títulos de suas próprias franquias, as desenvolvedoras estão uma após a outra evitando de levar seus lançamentos mais novos ao console, ou por medo de não vender, ou porque o hardware no Wii U não suporta novas engines.

Mas para o núcleo corporativo da Nintendo, a chave para recuperar o Wii U não são mais games de outras desenvolvedoras, mas investir em suas próprias criações.

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emIndústria Nintendo

Segundo CEO da Ubisoft, Rayman Legends não vai vender o suficiente no Wii U

Por em 20 de junho de 2013

Rayman Legends

Tem coisas que não dá para entender, e uma delas é a decisão estapafúrdia da Ubisoft em atrasar o lançamento de Rayman Legends para Wii U. Não critico o game ter se tornado multiplataforma, aliás até dei pulos de alegria pois vou poder escolher onde jogar, PS3, Xbox 360 ou PS Vita, mas a falta de visão da empresa francesa é estranha. O game está pronto, se ele fosse lançado em fevereiro conforme agendado, a Nintendo teria sete meses de exclusividade, o que faria do título um must have, alavancaria as vendas do Wii U e renderia muita grana para ambas empresas.

Porém não é essa a opinião de Yves Guillemot, CEO da Ubisoft. Em entrevista ao site Venture Beat, ele disse que o atraso no lançamento e o port para outras plataformas se deu porque “o game não venderia muito no Wii U”.

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