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Wii U será lançado oficialmente no Brasil em 26/11. Preço? É melhor se sentar…

Por em 7 de novembro de 2013

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Definitivamente ser fã de videogames no Brasil não é uma tarefa fácil, ainda mais quando se é fã da Nintendo. O Wii U foi lançado ano passado e desde então, a data de seu lançamento oficial por aqui sofreu um atraso atrás do outro, chegando ao cúmulo do presidente da Nintendo of America Reggie Fils-Aime dizer que a culpa se deve ao fato do Brasil não ter estrutura para fabricar o console. Eu até engoliria essa se a Microsoft não fabricasse o Xbox One aqui, mas não é o caso. Isso sem contar o fato dela ter cancelado sua participação na Brasil Game Show 2013.

Entretanto, como tanto a Sony quanto a Microsoft reconheceram que o Brasil tem um grande potencial, a casa do Mario acordo e resolveu finalmente agendar o lançamento oficial do Wii U em terras tupiniquins. O console entrará em pré-venda na madrugada de 08 para 09/11 e será vendido apenas em lojas virtuais. O lançamento oficial será no dia 26/11.

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emDestaque Hardware Nintendo

Satoru Iwata fala da relação da Nintendo com third parties: “não seguimos o que os outros fazem”

Por em 5 de novembro de 2013

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Ao que tudo indica o Wii U entrou no paradoxo Tostines, que quase vitimou o PS Vita: não tem jogos porque não vende e não vende porque não tem jogos. Ao se arriscar lançando um hardware levemente superior ao Wii e que não consegue ir muito além das capacidades técnicas da atual geração, a empresa vem perdendo o apoio de third parties uma após a outra, o que não impede a Big N de lançar jogos próprios excelentes.

Uma das possibilidades seria fazer o que outras empresas como Sony e Microsoft fazem, ao oferecer bônus em dinheiro ou guerras de preço para atrair desenvolvedores, mas para o presidente e CEO da Nintendo Satoru Iwata, isso é algo que a empresa nunca fará: imitar a concorrência.

Durante recente Q&A com investidores, Iwata respondeu diversas dúvidas acerca da filosofia da empresa, entre elas a relação dela com third parties, e o que ele como CEO faria para atraí-las. Iwata respondeu que a Nintendo não fará nada diferente do que ela já faz hoje, vai basicamente se manter no mesmo caminho, se concentrando em seu jogos próprios e não vai correr atrás de softhouses como seus adversários, algo que segundo o finado Hiroshi Yamauchi, é algo que não faz parte do DNA da empresa:

Em termos de como vemos o nosso relacionamento com as editoras third parties, acho que é natural que haja uma diferença entre as editoras que possuem recursos para o desenvolvimento de software como a Nintendo, para construir uma linha de softwares própria e as editoras que não possuem. Desde que o ex-presidente Yamauchi faleceu, tenho pensado no que ele nos ensinou no final, e suas palavras “a pior coisa que podemos fazer no mundo do entretenimento é seguir o que os outros estão fazendo” atingiram meu coração em cheio.

Imitar os outros é o tipo de lógica que a Nintendo evita ao máximo e nós certamente não temos uma atitude negativa para fortalecer os laços com third parties. Utilizar os mesmos métodos que outros fabricantes só levaria às mais simplistas abordagens competitivas, tais como guerras de preço ou oferecer dinheiro, que nunca terminam. Gostaríamos de ter uma abordagem única e própria para construir relacionamentos sustentáveis com as nossas third parties.

Nota-se que a posição da Nintendo é a mesma desde que lançou o Wii U: “este é nosso console, se quiser desenvolver esses são os termos, não espere vantagem nenhuma”. É compreensível o porquê de muitas empresas não quererem trabalhar com a Nintendo: o hardware é limitado, estando ao nível de um XBox 360 ou PS3.

A questão aqui é: a Nintendo pretende manter um bom relacionamento com as third parties, mas não vai bajular ninguém.

Sobre a nova geração, Iwata respondeu que a Nintendo também não está preocupada por uma simples questão de foco: sua empresa mira em jogos e softwares para toda a família (como ela sempre fez), enquanto o PS4 e o Xbox One seriam voltados para jogadores hardcore. Em suma, para Iwata quem compra um Wii U ou um 3DS o faz principalmente para jogar títulos da Nintendo, não por games AAA. Ele ainda adiantou que a Nintendo lançará inúmeros jogos em breve “visando toda a família: pais, avós e crianças”. Podemos citar dois bem díspares que ilustram bem essa diversidade: Super Mario 3D World e Bayonetta 2.

Pode ser que essa estratégia acabe por transformar o Wii U num console exclusivo de games da Nintendo, mas a empresa não parece se preocupar: mesmo que seu público se reduza, a parcela de fãs que permanecerá fiel parece ser o suficiente. Resta saber se eles manterão as finanças da empresa.

Fonte: Nintendo.

emCultura Gamer Nintendo

BigN diz porque novo Mario 3D não terá multiplayer online

Por em 28 de outubro de 2013

Super Mario 3D World

Ultimamente a Nintendo parece estar fazendo questão de passar a imagem de que atua em um universo paralelo, ignorando quase que completamente mercados em expansão e por incrível que pareça, até deixando o multiplayer online de lado.

Um título que fará isso é o Super Mario 3D World, próxima aventura do encanador que aparecerá no Wii U e que mesmo tendo as partidas com outros jogadores como foco, só permitirá que façamos isso localmente.

Então, para explicar o motivo desta limitação, Shigeru Miyamoto deu a seguinte explicação:

Embora as partidas online sejam tecnicamente possíveis para nós, simplesmente não é nosso foco neste momento. O que realmente queríamos fazer era criar algo que as pessoas pudessem experimentar completamente enquanto jogam confortavelmente com outros que estejam perto delas e isso é algo que decidimos que seria melhor para o Pikmin e também para o Mario.

Agora, esta resposta pode mudar em uma década, se houver um jogo futuro onde por exemplo, não achemos que seja importante podermos olhar para a cara da pessoa com quem estamos jogando, então poderemos focar mais em uma função online.

Tudo bem, eu até entendo a intenção e como alguém que cresceu encarando meus “adversários” frente a frente, concordo que um multiplayer local é muito mais divertido que pela internet, contudo, não consigo deixar de pensar que é um erro ignorar tal função atualmente em um jogo assim. O ideal seria jogarmos num mesmo ambiente? Ok, mas não impeçam as pessoas de se divertirem com seus amigos, mesmo que eles estejam do outro lado do mundo.

Fonte: VG247.

emNintendo

A Nintendo e sua estranha visão sobre o Brasil

Por em 28 de outubro de 2013

 Reggie, o fanfarrão

Com a maior feira de games da América Latina acontecendo no Brasil esta semana, uma pergunta continua sem resposta: por onde anda a Nintendo? Seja da maneira ideal ou apenas importando seus consoles, o fato é que tanto Microsoft quanto a Sony estão apostando no nosso país, enquanto que a BigN… bom, a explicação de Reggie Fils-Aime para não terem trazido o Wii U para cá diz muito sobre a maneira como nos vêem.

Primeiro o presidente da Nintendo of America jogou a culpa no governo brasileiro e sua ridícula política de impostos, o que convenhamos, é compreensível e acredito que ninguém está satisfeito com a quantidade de taxas que pagamos e principalmente, com o retorno que nos é dado.

Apesar do console da Nintendo custar no Brasil muito mais do que é cobrado nos Estados Unidos, mesmo que por vias não oficiais, Fils-Aime afirmou que a América Latina possui um enorme potencial, mas o que me deixou incrédulo foi a sua explicação para não fabricarem o Wii U em nossas terras.

De acordo com o executivo, eles já estudaram essa possibilidade algumas vezes, mas sua empresa percebeu que faltam indústrias capazes de produzirem seus consoles no Brasil, o que sinceramente, é uma das coisas mais absurdas que já ouvi em se tratando de videogames.

Eu não sou o tipo de pessoa que pode ser considerada patriota, mas dizer que não temos condições de fabricar um Wii U ou um 3DS? Oras, até o Xbox One está sendo produzido por aqui, sem falar no PlayStation 3, no Xbox 360 e vejam só, no iPad, que é montado no Brasil pela Foxconn, mesma empresa que fábrica os produtos da Nintendo, só que em Taiwan.

Eu até entenderia se Reggie Fils-Aime usasse a pirataria como motivo, mas dizer que não há como fabricar seus videogames por aqui? Então me diga cara Nintendo, o que vocês tem feito para incentivar o nosso mercado? Cobrar o dobro ou até o triplo pelos jogos vendidos digitalmente para o 3DS? Lamentável.

Fonte: Bloomberg.

emNintendo

Parcerias poderão trazer novos remakes ao Wii U

Por em 25 de outubro de 2013

The Legend of Zelda: The Wind Waker HD

O lançamento do The Legend of Zelda: The Wind Waker HD parece ter sido mesmo uma jogada acertada da Nintendo, fazendo inclusive com que o Wii U vendesse bem mais do que normalmente e diante de uma recepção tão positiva, Shigeru Miyamoto já disse que há boas chances de que outros títulos recebam o mesmo tratamento, embora o foco da empresa esteja em jogos novos.

Isto é certamente possível, mas a maioria dos nossos desenvolvedores estão trabalhando em novos jogos. Gostamos de tê-los trabalhando em coisas novas. Remakes em HD podem ser bons projetos para desenvolvedores parceiros, então é algo que espero poder introduzir no futuro.

Além disso, Miyamoto fez questão de dizer que o importante para eles é que esses remakes não tragam apenas gráficos melhores, aproveitando para adicionar novos elementos na jogabilidade, graças ao controle do Wii U.

Ao contrário do que muitos pensam, o GameCube recebeu vários bons jogos que permanecem desconhecidos da maioria e quem sabe a Nintendo não consiga encontrar alguma empresa dispostas a trazer versões melhoradas de um Metroid Prime, F-Zero GX ou Battalion Wars para o Wii U?

Eu já declarei algumas vezes que sou totalmente a favor do lançamento desses remakes, já que permitem que muitas pessoas tenham acesso a bons jogos em consoles mais poderosos e se o desenvolvimento deles não atrapalhará a criação de coisas novas, como é o que propõe o game designer, como não desejar que isso se torne verdade?

Fonte: CVG.

emNintendo

Adivinhe porque o Wii U e o Vita não receberão o NfS: Rivals

Por em 23 de outubro de 2013

Need for Speed: Rivals

No dia 19 de novembro será lançado o próximo capítulo da série Need for Speed e quem possui um PlayStation Vita ou um Wii U já deve estar sabendo que o o Rivals não aparecerá nessas plataformas. Mas quer saber porque a EA optou por ignorar esses videogames? O diretor Craig Sullivan explica:

Honestamente, este não é o tipo de coisa sobre a qual eu goste tanto de falar. Nós tivemos muito trabalho adicional na versão do Wii U e tivemos muitos caras trabalhando nessas coisas, sabe?

O Most Wanted não vendeu tanto, em termos do mercado do Wii U. Eu adoraria que tivesse acontecido, porque colocamos muito esforço nele, acredite. Eu adoraria que as vendas tivessem sido maiores do que foram e o mesmo serve para o Vita.

Tal preocupação é compreensível. Embora mais de 200 pessoas tenham trabalhado no Need for Speed: Rivals, não podemos esquecer que o game também aparecerá nos consoles da próxima geração e como Sullivan bem disse, o natural é que esses profissionais se dediquem às plataformas com maior potencial de vendas.

Além disso, há de se dizer que o game rodará na Frostbite 3, engine que ainda não foi adaptada para o Vita ou para o Wii U e como esse NfS está sendo produzido pela Ghost Games, novo estúdio da editora localizado na Suécia, é óbvio que eles tentarão correr o menor risco possível.

É uma pena que tais aparelhos ficarão sem mais um grande lançamento, mas olhando pelo lado comercial, eu não culpo os envolvidos.

Fonte: TheSixthAxis.

emNintendo Sony

Para Ancel, inovação é a força e a fraqueza da Nintendo

Por em 16 de outubro de 2013

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O game designer Michel Ancel concedeu uma entrevista à revista oficial da Nintendo e nela o criador do Rayman apontou aquilo que considera o ponto forte e ao mesmo tempo fraco da fabricante, a inovação.

A principal força e maior fraqueza da Nintendo, é a inovação. Como companhia ela assume muitos riscos. Poucas pessoas entendem que essa inovação envolve assumir riscos, porque você não controla tudo no mercado.

Hoje as maiores surpresas parecem vir da Nintendo. As pessoas podem gostar ou não dessas surpresas, mas elas são um fato. O Miiverse foi uma surpresa, o GamePad foi uma surpresa. O que virá a seguir? Eu mal posso esperar!

Pois na minha opinião Ancel está corretíssimo. Goste ou não da Nintendo, não há como negar que eles estão sempre propondo coisas novas, algumas que se mostraram bem sucedidas, outras nem tanto. Se pensarmos como um executivo ou acionista da Nintendo, essas “invenções” provavelmente são responsáveis por tirar algumas noites de sono, mas olhando para elas apenas como um consumidor, sou obrigado a desejar que continuem aparecendo, mesmo que não seja algo que me agrade tanto, como o 3D do seu atual portátil.

Contudo, eu continuo achando que o principal em um videogame são seus jogos e de nada adianta termos um aparelho muito diferente dos demais, se faltam títulos para os consumidores e penso que é aí que a Nintendo tem errado ultimamente.

Fonte: Nintendo Everything.

emNintendo