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Adivinhe porque o Wii U e o Vita não receberão o NfS: Rivals

Por em 23 de outubro de 2013

Need for Speed: Rivals

No dia 19 de novembro será lançado o próximo capítulo da série Need for Speed e quem possui um PlayStation Vita ou um Wii U já deve estar sabendo que o o Rivals não aparecerá nessas plataformas. Mas quer saber porque a EA optou por ignorar esses videogames? O diretor Craig Sullivan explica:

Honestamente, este não é o tipo de coisa sobre a qual eu goste tanto de falar. Nós tivemos muito trabalho adicional na versão do Wii U e tivemos muitos caras trabalhando nessas coisas, sabe?

O Most Wanted não vendeu tanto, em termos do mercado do Wii U. Eu adoraria que tivesse acontecido, porque colocamos muito esforço nele, acredite. Eu adoraria que as vendas tivessem sido maiores do que foram e o mesmo serve para o Vita.

Tal preocupação é compreensível. Embora mais de 200 pessoas tenham trabalhado no Need for Speed: Rivals, não podemos esquecer que o game também aparecerá nos consoles da próxima geração e como Sullivan bem disse, o natural é que esses profissionais se dediquem às plataformas com maior potencial de vendas.

Além disso, há de se dizer que o game rodará na Frostbite 3, engine que ainda não foi adaptada para o Vita ou para o Wii U e como esse NfS está sendo produzido pela Ghost Games, novo estúdio da editora localizado na Suécia, é óbvio que eles tentarão correr o menor risco possível.

É uma pena que tais aparelhos ficarão sem mais um grande lançamento, mas olhando pelo lado comercial, eu não culpo os envolvidos.

Fonte: TheSixthAxis.

emNintendo Sony

Para Ancel, inovação é a força e a fraqueza da Nintendo

Por em 16 de outubro de 2013

wii-u

O game designer Michel Ancel concedeu uma entrevista à revista oficial da Nintendo e nela o criador do Rayman apontou aquilo que considera o ponto forte e ao mesmo tempo fraco da fabricante, a inovação.

A principal força e maior fraqueza da Nintendo, é a inovação. Como companhia ela assume muitos riscos. Poucas pessoas entendem que essa inovação envolve assumir riscos, porque você não controla tudo no mercado.

Hoje as maiores surpresas parecem vir da Nintendo. As pessoas podem gostar ou não dessas surpresas, mas elas são um fato. O Miiverse foi uma surpresa, o GamePad foi uma surpresa. O que virá a seguir? Eu mal posso esperar!

Pois na minha opinião Ancel está corretíssimo. Goste ou não da Nintendo, não há como negar que eles estão sempre propondo coisas novas, algumas que se mostraram bem sucedidas, outras nem tanto. Se pensarmos como um executivo ou acionista da Nintendo, essas “invenções” provavelmente são responsáveis por tirar algumas noites de sono, mas olhando para elas apenas como um consumidor, sou obrigado a desejar que continuem aparecendo, mesmo que não seja algo que me agrade tanto, como o 3D do seu atual portátil.

Contudo, eu continuo achando que o principal em um videogame são seus jogos e de nada adianta termos um aparelho muito diferente dos demais, se faltam títulos para os consumidores e penso que é aí que a Nintendo tem errado ultimamente.

Fonte: Nintendo Everything.

emNintendo

Estúdio indie diz que Nintendo aprova partidas entre plataformas

Por em 15 de outubro de 2013

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Na semana passada soubemos de um executivo da Microsoft que deu a entender que o próximo console da empresa poderá ter partidas contra aqueles que estiverem no PC, o que encheu muitas pessoas de esperança.  Essa função é algo que há muito vem sendo prometido, mas de acordo com o pessoal da Ripstone, há uma empresa que parece disposta a permitir isso e vejam só, é exatamente a Nintendo, que costuma ser criticada pelo seu conservadorismo.

A revelação foi feita por Phil Gaskell, co-fundador do estúdio, em um ótimo artigo publicado no Eurogamer onde é discutido o futuro dos jogos independentes. Segundo o rapaz, eles contataram a BigN para saber se poderiam utilizar o cross-play em seus jogos e surpreendentemente a resposta foi positiva.

Lançaremos o Pure Chess e o Knytt Underground no final do ano e em relação ao Pure Chess, perguntamos se poderíamos ter multiplayer entre plataformas, esperando que seria a típica plataforma com a qual estou acostumado a trabalhar por 20 anos.

Alguns dias depois eles disseram, ‘sim, sem problema. Você pode ter jogadores de outros consoles jogando contra os que estiverem no Wii U. Você pode ter jogadores de smartphones jogando contra eles. Sem problema.’

Agora o pessoal da Ripstone terá que convencer a Sony a afrouxar as regras, mas Gaskell disse acreditar que a fabricante não criará empecilhos quanto a isso. Contudo, o certo por enquanto é que quando o jogo for lançado, poderemos jogar contra aqueles que estiverem no 3DS, no Wii U, em dispositivos Android ou iOS, o que convenhamos, será sensacional.

Tomara que este seja um dos primeiros passos em direção ao fim desta barreira estúpida e na minha opinião, de todas as inovações que a próxima geração pode nos trazer, acho que a possibilidade de partidas entre plataformas seria uma das melhores.

emNintendo

Nintendo cancela participação na Brasil Game Show 2013

Por em 30 de setembro de 2013

sad-mario

A Nintendo realmente não sabe o que faz da vida. Num momento em que as vendas do Wii U não estão boas e o console perde apoio de third parties uma após a outra, a melhor chance da empresa seria aproveitar a Brasil Game Show 2013, a maior feira de games da América Latina para trazer novidades revelantes não só para o Brasil (que é um mercado em expansão) como para outros países, que tem percebido a importância do evento.

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emDestaques Miscelâneas Nintendo

Redator do MeioBit.com internado com overdose de endorfina

Por em 28 de setembro de 2013
Rayman Legends Air Guitar

Rayman Legends Air Guitar

OMFG! Eles fizeram de novo!” Foi mais ou menos essa a minha reação ao jogar a demo de Rayman Legends quando ela pintou na PSN, logo antes de atirar o controle para o lado e sair correndo para comprar uma cópia completa na loja mais próxima (sim, sou desses que colecionam caixas, além do mais você precisa conhecer a internet da minha cidade pra entender). Eu já era fã declarado de Rayman, desde que eu e minha companheira mirim de jogatina descobrimos as infindáveis fases e maneiras de jogar de Rayman Origins. A minha reação foi tão espetacular que só posso dizer que além de terem feito de novo, ainda o fizeram com maestria tal que superaram aquele que para mim era um dos Top 5 jogos de plataforma de todos os tempos.

Todos os elementos principais continuam presentes. Gráficos alucinadamente coloridos com uma direção de arte que vai fazer seus olhos lacrimejarem, música soberba, diversão e jogabilidade na estratosfera. Agora pegue todos esses elementos, coloque no liquidificador do “Will It Blend?”, bata com vontade, coloque mais açúcar, mais pó mágico (X Element) e provavelmente algum pó ilegal que os programadores usaram durante o desenvolvimento, acrescente uma pitada de tudo que há de bom, injete nas suas veias, deixe processar, bata seu sangue no liquidificador de novo, dê uma volta naquela montanha russa irada e beba seu sangue com álcool 120%. Ótimo, agora você sabe o que é este jogo.

Meus amigos, valor de design e produção artística é algo que não falta nessa sequência, Rayman Legends é ainda mais polido, refinado e avançado esteticamente que o antecessor. Quando penetramos (ui!) a fundo na sua deslumbrante jogabilidade e nos deixamos surpreender pela magia que aflora em cada golpe no adversário, salto e queda, vemos que qualquer interação gera uma reação em cadeira e o mais legal é tentar descobrir todo esse funcionamento milimetricamente planejado.
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emAnálises Destaque Sony

Para Nintendo, remake do Wind Waker ajudará a vender consoles

Por em 27 de setembro de 2013

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Quem aí já jogou o The Legend of Zelda: Wind Waker? Felizmente eu tive a oportunidade de encarar o jogo no GameCube e talvez por isso eu não tenha ficado muito empolgado com o anúncio de que o Wii U receberia um remake dele, simplesmente por achar que ele já era muito bonito mesmo sem a alta resolução, mas pelo jeito eu sou uma exceção, pois para a Nintendo, essa nova versão poderá lhes ajudar a vender alguns consoles.

Este é o momento perfeito para os fãs do Zelda descobrirem o Wii U,” declarou Roger Langford, gerente de produto na BigN. “Para muitos fãs da série, esta será a primeira vez que jogarão o Wind Waker e nós estamos tratando o jogo como um lançamento de grande porte.

O Ocarina of Time 3D se saiu muito bem no Nintendo 3DS e estamos visando replicar esse sucesso com o The Wind Waker HD.

Os críticos do Wii U dirão que o desespero da Nintendo é tão grande que a empresa está até apostando numa versão remasterizada de um jogo para alavancar as vendas, mas se pensarmos bem, o comentário faz algum sentido, já que atualmente há um modelo do videogame que vem com uma cópia do jogo ou porque poucas pessoas tiveram um GameCube e embora o Wind Waker rodasse no Wii, não lembro de ter visto alguém dizer que jogou ele neste videogame.

No fim das contas acho que isso ainda é pouco para uma empresa que conta com tantas franquias famosas e penso que no mínimo eles deveriam estar investindo mais em “remakes” de alguns bons jogos do GC, pois pelo menos assim os donos um Wii U teriam algo para jogar.

Fonte: MCV.

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Nintendo aposta nos indies para mudar sua imagem

Por em 13 de setembro de 2013

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Semana passada a Bethesda ganhou as manchetes ao criticar duramente a maneira como a Nintendo teria lidado com os estúdios externos enquanto estava desenvolvendo o Wii U e para acabar um pouco com essa imagem de uma empresa que não escuta seus parceiros, o gerente de desenvolvimento de negócios, Dan Adelman e o gerente sênior de marketing para licenciamento, Damon Baker concederam uma entrevista onde deixam claro como os indies estão ajudando nesta tarefa.

Acho que isso é algo do qual somos culpados ao invés de ser algo do qual queremos nos vangloriar e algo que estamos tentando mudar,” afirmou Adelman. “… Acho que estamos tentando fazer um trabalho melhor para acabar com a ideia de que há algo atrás daqueles portões fechados e que ninguém pode ver o que é.

Já para Baker, um dos objetivos é fazer com que os estúdios percebam que ter seus jogos publicados em plataformas da Nintendo é algo simples e muito mais fácil do que antigamente, mas que ainda há muito a ser feito para que isso aconteça e um dos exemplos é o fato de muitos desenvolvedores independentes ainda acharem que precisam ter um escritório para colocar seus jogos no Wii U ou no 3DS, exigência que foi abolida há meses.

Entre os incentivos que a fabricante tem dado aos indies, foram citados o suporte à engine Unity e o preço cobrado por um kit de desenvolvimento, que segundo Adelman custaria o mesmo que um bom computador, informações que já haviam sido divulgadas pela Nintendo, mas que admite que nem todos as conhecem.

O irônico nesta história é perceber que essa imagem de empresa fechada criou-se justamente numa tentativa da BigN de manter suas plataformas longe das muitas porcarias que inundaram o mercado durante a década de 80, mas o importante é que eles parecem ter consciência de que os tempos mudaram e que é preciso dar espaço aos pequenos estúdios. Só espero que isso não signifique que o Wii U será um consoles apenas de jogos indies, mesmo caminho que o PS Vita ameaça seguir.

emNintendo