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Hatred, violência gratuita e o medo da Epic Games

Por em 17 de outubro de 2014

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Nas últimas horas um jogo chamado Hatred ganhou as manchetes de muitos sites, mas da pior maneira possível. Idealizado pelos poloneses da Destructive Creations, o game foi descrito por seus criadores como “um shooter de visão isométrica com uma perturbadora atmosfera de assassinatos em massa, onde o jogador assumirá o papel de um antagonista de sangue frio cheio de ódio pela humanidade.

Interpretar vilões em videogames não é uma novidade, mas então o que estaria causando tanta comoção? Pois a resposta está no assustador trailer de divulgação do jogo que tem sido apontado como um “simulador de assassinatos” e caso não esteja interessado em ver cenas bem fortes, vou deixar aqui a apresentação feita pela protagonista, para que você entenda a proposta do título.

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Que novidade… apresentador diz que Watch Dogs é “cartilha hacker”

Por em 2 de junho de 2014

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E parece que a discussão de que “games incitam a violência e influenciam os jovens” não vai acabar nunca. Sem muita surpresa, o mais novo alvo daqueles que adoram utilizar os jogos como bodes expiatórios de tudo que acontece de errado no mundo é Watch Dogs, que foi lançado na semana passada. Em seu programa de TV, o apresentador norte-americano Glenn Beck afirma (sem base nenhuma) que o game “ensina os jogadores como serem hackers na vida real”.

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Frustração nos games seria o gatilho para comportamentos violentos

Por em 9 de abril de 2014

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Os jogos violentos fazem com que as pessoas tenham comportamentos agressivos. Você certamente já ouviu essa afirmação em muitos lugares, mas de acordo com um estudo realizado pelo Oxford Internet Institute e pela University of Rochester, de Nova York, na verdade é a incapacidade de ultrapassar objetivos que faz com que as pessoas se tornem violentas após uma partida.

O estudo não está dizendo que conteúdo violento não afeta os jogadores, mas nossa pesquisa sugere que as pessoas não jogam games violentos para se sentirem agressivos. Ao invés disso, a agressão decorre do sentimento de não estar no controle ou da incompetência enquanto estiver jogando,” explicou o professor Richard Ryan, co-autor da pesquisa. “Se a estrutura do jogo ou o seu design de controles frustra a satisfação, não é o conteúdo violento que leva ao sentimento agressivo.

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Ah, a ironia… senador que criticou a violência dos games é preso por associação ao tráfico de armas

Por em 27 de março de 2014

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Você pode até não ligar o nome à pessoa, mas certamente já ouviu falar do senador dos Estados Unidos Leland Yee. O político e terapeuta infantil vinha defendendo há alguns anos um endurecimento do governo contra jogos violentos, com o discurso de que “menores expostos a jogos violentos estão mais suscetíveis a experimentar o sentimento de agressão, e por isso de exibirem comportamentos antissociais e agressivos“.

Ele foi o autor de uma lei que previa a proibição desse tipo de jogos, mas acabou defendendo de forma curiosa os jogadores ao criticar a NRA que para varia colocou a culpa da tragédia de Sandy Hook no cinema, música e videogames. Claro, não passou muito tempo e ele deu aquela esfriada nos ânimos dos jogadores, deixando claro que ele só criticou a Associação Nacional do Rifle por ela não ter apoiado seu projeto.

Só que no melhor estilo karma is a bitch, bitch o senador Yee acabou metendo os pés pelas mãos da melhor maneira possível: ele foi preso pelo FBI devido acusações de corrupção, lavagem de dinheiro e associação ao (não ria!) comércio ilegal de armas. a NBC diz que vários outros foram presos numa mega operação do Bureau, em que descobriu que Yee possui ligações com o mercado de armas de Hong Kong através de outros acusados.

O mais divertido nessa história é saber que Yee, enquanto defendia status de bom moço defensor de um país sem armas nos games ganhava rios de dinheiro (que ele teria utilizado para financiar sua campanha para secretário de defesa) vendendo armas. Se condenado ele pode pegar até 100 anos de prisão.

Fonte: NBC.

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Assassino norueguês quer acesso a games melhores… na prisão!

Por em 17 de fevereiro de 2014

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Pode ser que você não se lembre do nome Anders Breivik, mas certamente recordará que em julho de 2011 o norueguês iniciou uma onda de assassinatos que tirou a vida de 77 pessoas, a maioria delas adolescentes que participavam de encontro na ilha da Utøya.

Como aparentemente foram juristas legisladores brasileiros que elaboraram a justiça do país escandinavo, por tais atos covardes e completamente inaceitáveis, o extremista foi condenado a apenas 21 anos de prisão e agora, para mostrar toda a sua indignação com as condições da prisão em que se encontra, onde afirma estar sendo tratado como um animal, ele enviou uma carta à imprensa em que se declara um ativista dos direitos humanos e ameaça iniciar uma greve de fome.

No texto Breivik lista 12 exigências para que não leve seu plano adiante e entre elas estão melhores condições para suas caminhadas diárias e o direito de se comunicar mais livremente com pessoas de fora da cadeia, porém, o que mais revolta é a parte em que fala sobre videogames.

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O que incomoda mais nos games, o sexo ou a violência?

Por em 3 de fevereiro de 2014

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Há muito deixou de ser novidade os videogames conviverem com acusações de que são formadores de psicopatas, o que aparentemente não tem feito com que as desenvolvedoras deixassem de abordar o assunto, mas você já reparou como o sexo ainda é um tema que muitos estúdios evitam tratar em seus jogos?

Pois o assunto acabou virando um excelente artigo publicado Rory Appleton no blog Corrupted Cartridge, onde o autor questiona a hipocrisia dos americanos (e porque não, dos brasileiros?) que não parecem se incomodar em ver pessoas desmembradas em games e filmes, mas se mostram profundamente ofendidas ao assistir um casal fazendo sexo ou até com um personagem que apareça despido na tela.

Appleton toca num ponto interessante e que sempre defendi, que é o conteúdo sexual não ser utilizado gratuitamente, mas que é inegável que em determinados momentos ele se faz necessário para incrementar a história, mas mesmo assim os envolvidos na criação e principalmente o órgão responsável pela classificação etária – a ESRB – parece não levar isso em consideração ao avaliar um título, praticamente exigindo que os estúdios removam qualquer conotação sexual para que a criação não recebe o temido selo “Adults Only”.

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Faça uma m****, use essa camiseta e jogue a culpa no GTA

Por em 19 de setembro de 2013

gta-shirtCom a chegada do Grand Theft Auto V às lojas, todos nós sabemos que será apenas uma questão de tempo até que o jogo seja acusado de ter influenciado algum maluco a cometer os crimes mais bárbaros e para ajudar a botar ainda mais gasolina nesta fogueira, a Teespring está vendendo uma camiseta que na minha opinião, é de gosto bastante duvidoso.

Trazendo em sua estampa a frase que pode ser traduzida como “O GTA me fez fazer isso”, a camiseta custa US$ 13 e para ser produzida, é necessário que pelo menos 150 pedidos sejam realizados, número que está perto de ser alcançado.

De acordo com a descrição do produto, “As pessoas dizem que os videogames nos fazem cometer coisas que não deveriam ser feitas e para mandar uma mensagem a elas, use essa camiseta exclusiva e sempre que fizer uma boa ação, mostre a mensagem aos haters.

Ok, a ideia pode até ser boa, mas acho que este é o tipo de piada que está longe de ser tão engraçada quanto os autores gostariam e uma provocação desnecessária. Além disso, quanto tempo demorará até que alguém cometa um crime e apareça na imprensa com algo assim, só para depois tentar se livrar da culpa a jogando nos games?

Enfim, respeito a opinião de quem gostou, mas eu passo.

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