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Por violência, ministra turca ameaça proibir o Minecraft

Por em 13 de fevereiro de 2015

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Se pedirmos para qualquer jogador com o mínimo de experiência elaborar uma lista com os títulos que considera mais violentos, tenho quase certeza que nenhum deles citará o Minecraft.

Idolatrado pela molecada, para muitos pais o sandbox é uma espécie de porto seguro, já que enquanto eles tiverem construindo coisas no mundo virtual, estarão longes de Grand Theft Autos, Call of Dutys e qualquer outro título que costuma estampar manchetes relacionadas a crimes.

Porém, a ministra de políticas sociais da Turquia, Aysenur Islam, não pensa desta maneira e após receber uma mensagem de um jornalista local dizendo que no jogo recebíamos pontos por matar outras pessoas, ela decidiu iniciar uma investigação que poderá banir o título no país.

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Hatred recebe a temida classificação “Adult’s Only”

Por em 19 de janeiro de 2015

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Desde o seu anuncio o jogo Hatred indicava que teria produção e lançamento cercados por polêmicas. Desde o suposto apoio a um grupo radical até o banimento do Steam, o que resultou num posterior pedido de desculpas feito por Gabe Newell, a criação da Destructive Creations tem conseguido aquilo a que se propôs: chamar a atenção pela violência gratuita.

Agora o título que nos colocará na pele de um psicopata que inicia uma cruzada genocida volta às manchetes, mas por causa da classificação etária dada pelo órgão responsável nos Estados Unidos, a ESRB. O que tem chamado a atenção é que o título recebeu o selo Adult’s Only, mesmo não tendo conteúdo sexual e isso é tão raro que apenas outro jogo foi classificado desta maneira, o Thrill Kill, que vale dizer, nunca foi lançado.

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Dev de Hotline Miami 2 diz a australianos: “pirateiem o game”

Por em 16 de janeiro de 2015

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A Devolver Digital gosta de se meter em polêmica. Primeiro foi o ocorrido com Luftrausers, o game da Vlambeer que ela distribuiu que fazia claras referências à Alemanha nazista e colocava os aliados como os vilões do jogo. Não muito depois foi a vez de Hotline Miami 2: Wrong Number ser alvo de pesadas críticas devido não só à violência exagerada, mas também devido uma cena que sugere estupro (a abertura do game; há um contexto, mas mesmo assim é algo desagradável e já aviso: se você se ofende, nem veja).

Não é de se estranhar portanto que a Austrália tenha chutado o game de seu país, justamente por essa cena. Só que o desenvolvedor chefe da Devolver Jonatan Söderström quer que todos joguem, o que o levou a recomendar os australianos a apelarem para a Locadora.

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Hatred, violência gratuita e o medo da Epic Games

Por em 17 de outubro de 2014

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Nas últimas horas um jogo chamado Hatred ganhou as manchetes de muitos sites, mas da pior maneira possível. Idealizado pelos poloneses da Destructive Creations, o game foi descrito por seus criadores como “um shooter de visão isométrica com uma perturbadora atmosfera de assassinatos em massa, onde o jogador assumirá o papel de um antagonista de sangue frio cheio de ódio pela humanidade.

Interpretar vilões em videogames não é uma novidade, mas então o que estaria causando tanta comoção? Pois a resposta está no assustador trailer de divulgação do jogo que tem sido apontado como um “simulador de assassinatos” e caso não esteja interessado em ver cenas bem fortes, vou deixar aqui a apresentação feita pela protagonista, para que você entenda a proposta do título.

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Que novidade… apresentador diz que Watch Dogs é “cartilha hacker”

Por em 2 de junho de 2014

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E parece que a discussão de que “games incitam a violência e influenciam os jovens” não vai acabar nunca. Sem muita surpresa, o mais novo alvo daqueles que adoram utilizar os jogos como bodes expiatórios de tudo que acontece de errado no mundo é Watch Dogs, que foi lançado na semana passada. Em seu programa de TV, o apresentador norte-americano Glenn Beck afirma (sem base nenhuma) que o game “ensina os jogadores como serem hackers na vida real”.

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Frustração nos games seria o gatilho para comportamentos violentos

Por em 9 de abril de 2014

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Os jogos violentos fazem com que as pessoas tenham comportamentos agressivos. Você certamente já ouviu essa afirmação em muitos lugares, mas de acordo com um estudo realizado pelo Oxford Internet Institute e pela University of Rochester, de Nova York, na verdade é a incapacidade de ultrapassar objetivos que faz com que as pessoas se tornem violentas após uma partida.

O estudo não está dizendo que conteúdo violento não afeta os jogadores, mas nossa pesquisa sugere que as pessoas não jogam games violentos para se sentirem agressivos. Ao invés disso, a agressão decorre do sentimento de não estar no controle ou da incompetência enquanto estiver jogando,” explicou o professor Richard Ryan, co-autor da pesquisa. “Se a estrutura do jogo ou o seu design de controles frustra a satisfação, não é o conteúdo violento que leva ao sentimento agressivo.

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Ah, a ironia… senador que criticou a violência dos games é preso por associação ao tráfico de armas

Por em 27 de março de 2014

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Você pode até não ligar o nome à pessoa, mas certamente já ouviu falar do senador dos Estados Unidos Leland Yee. O político e terapeuta infantil vinha defendendo há alguns anos um endurecimento do governo contra jogos violentos, com o discurso de que “menores expostos a jogos violentos estão mais suscetíveis a experimentar o sentimento de agressão, e por isso de exibirem comportamentos antissociais e agressivos“.

Ele foi o autor de uma lei que previa a proibição desse tipo de jogos, mas acabou defendendo de forma curiosa os jogadores ao criticar a NRA que para varia colocou a culpa da tragédia de Sandy Hook no cinema, música e videogames. Claro, não passou muito tempo e ele deu aquela esfriada nos ânimos dos jogadores, deixando claro que ele só criticou a Associação Nacional do Rifle por ela não ter apoiado seu projeto.

Só que no melhor estilo karma is a bitch, bitch o senador Yee acabou metendo os pés pelas mãos da melhor maneira possível: ele foi preso pelo FBI devido acusações de corrupção, lavagem de dinheiro e associação ao (não ria!) comércio ilegal de armas. a NBC diz que vários outros foram presos numa mega operação do Bureau, em que descobriu que Yee possui ligações com o mercado de armas de Hong Kong através de outros acusados.

O mais divertido nessa história é saber que Yee, enquanto defendia status de bom moço defensor de um país sem armas nos games ganhava rios de dinheiro (que ele teria utilizado para financiar sua campanha para secretário de defesa) vendendo armas. Se condenado ele pode pegar até 100 anos de prisão.

Fonte: NBC.

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