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Tempo gasto jogando pode influenciar comportamento de crianças

Por em 3 de abril de 2015

videogame

Há vários anos temos discutido a importância dos jogos violentos no comportamento das crianças e as vezes tenho a sensação de que nunca teremos uma resposta concreta sobre o assunto. Ainda assim, alguns pesquisadores continuam tentando acabar com esse mistério e os últimos a divulgarem um estudo neste sentido foi um grupo da University of Oxford.

O que chama a atenção nesta pesquisa é que de acordo com o seu resultado, o que poderia afetar realmente a maneira como os pequenos se relacionam com outras pessoas não é o tipo de game que elas jogam, mas sim o tempo que dedicam a eles.

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Quem deve vigiar o que crianças jogam, os pais ou a escola?

Por em 31 de março de 2015

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Vou contar uma coisa a vocês: embora eu venha de uma geração que cresceu jogando Mortal Kombat, eu concordo que deve ter sim limite do que as crianças e jovens devem ou não jogar, baseado em sua faixa etária. Importante frisar entretanto que essa é uma tarefa que cabe aos pais ou aos guardiões do menor, responsáveis diretos pelo bem-estar e formação dos mesmos.

Isso posto, não consigo compactuar com a decisão de algumas escolas do Reino Unido, que vão denunciar pais “negligentes” à polícia por deixarem os pequenos jogarem títulos não adequados.

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Por violência, ministra turca ameaça proibir o Minecraft

Por em 13 de fevereiro de 2015

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Se pedirmos para qualquer jogador com o mínimo de experiência elaborar uma lista com os títulos que considera mais violentos, tenho quase certeza que nenhum deles citará o Minecraft.

Idolatrado pela molecada, para muitos pais o sandbox é uma espécie de porto seguro, já que enquanto eles tiverem construindo coisas no mundo virtual, estarão longes de Grand Theft Autos, Call of Dutys e qualquer outro título que costuma estampar manchetes relacionadas a crimes.

Porém, a ministra de políticas sociais da Turquia, Aysenur Islam, não pensa desta maneira e após receber uma mensagem de um jornalista local dizendo que no jogo recebíamos pontos por matar outras pessoas, ela decidiu iniciar uma investigação que poderá banir o título no país.

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Hatred recebe a temida classificação “Adult’s Only”

Por em 19 de janeiro de 2015

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Desde o seu anuncio o jogo Hatred indicava que teria produção e lançamento cercados por polêmicas. Desde o suposto apoio a um grupo radical até o banimento do Steam, o que resultou num posterior pedido de desculpas feito por Gabe Newell, a criação da Destructive Creations tem conseguido aquilo a que se propôs: chamar a atenção pela violência gratuita.

Agora o título que nos colocará na pele de um psicopata que inicia uma cruzada genocida volta às manchetes, mas por causa da classificação etária dada pelo órgão responsável nos Estados Unidos, a ESRB. O que tem chamado a atenção é que o título recebeu o selo Adult’s Only, mesmo não tendo conteúdo sexual e isso é tão raro que apenas outro jogo foi classificado desta maneira, o Thrill Kill, que vale dizer, nunca foi lançado.

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Dev de Hotline Miami 2 diz a australianos: “pirateiem o game”

Por em 16 de janeiro de 2015

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A Devolver Digital gosta de se meter em polêmica. Primeiro foi o ocorrido com Luftrausers, o game da Vlambeer que ela distribuiu que fazia claras referências à Alemanha nazista e colocava os aliados como os vilões do jogo. Não muito depois foi a vez de Hotline Miami 2: Wrong Number ser alvo de pesadas críticas devido não só à violência exagerada, mas também devido uma cena que sugere estupro (a abertura do game; há um contexto, mas mesmo assim é algo desagradável e já aviso: se você se ofende, nem veja).

Não é de se estranhar portanto que a Austrália tenha chutado o game de seu país, justamente por essa cena. Só que o desenvolvedor chefe da Devolver Jonatan Söderström quer que todos joguem, o que o levou a recomendar os australianos a apelarem para a Locadora.

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Hatred, violência gratuita e o medo da Epic Games

Por em 17 de outubro de 2014

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Nas últimas horas um jogo chamado Hatred ganhou as manchetes de muitos sites, mas da pior maneira possível. Idealizado pelos poloneses da Destructive Creations, o game foi descrito por seus criadores como “um shooter de visão isométrica com uma perturbadora atmosfera de assassinatos em massa, onde o jogador assumirá o papel de um antagonista de sangue frio cheio de ódio pela humanidade.

Interpretar vilões em videogames não é uma novidade, mas então o que estaria causando tanta comoção? Pois a resposta está no assustador trailer de divulgação do jogo que tem sido apontado como um “simulador de assassinatos” e caso não esteja interessado em ver cenas bem fortes, vou deixar aqui a apresentação feita pela protagonista, para que você entenda a proposta do título.

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Que novidade… apresentador diz que Watch Dogs é “cartilha hacker”

Por em 2 de junho de 2014

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E parece que a discussão de que “games incitam a violência e influenciam os jovens” não vai acabar nunca. Sem muita surpresa, o mais novo alvo daqueles que adoram utilizar os jogos como bodes expiatórios de tudo que acontece de errado no mundo é Watch Dogs, que foi lançado na semana passada. Em seu programa de TV, o apresentador norte-americano Glenn Beck afirma (sem base nenhuma) que o game “ensina os jogadores como serem hackers na vida real”.

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