Game of Thrones também ganhará um MMO

Por: em 01/03/12 na(s) categoria(s): MMO


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Primeiro foi um jogo de estratégia em tempo real, em breve será um RPG e ainda este ano os fãs da franquia Game of Thrones deverão ter a oportunidade de aventurar-se em um MMO baseado no universo criado por George R. R. Martin.

Com previsão de entrar em fase de testes durante o outono do hemisfério norte, o jogo desenvolvido pela Artplant (Battlestar Galactica Online) rodará através do navegador e usará a engine Unity, o que sugere a adoção do modelo Free-to-Play, mas por enquanto teremos que esperar até a semana que vem para conhecer mais detalhes, quando a editora Bigpoint Games fará uma apresentação durante a Game Developers Conference.

Confesso que ao saber que se tratava de um browser game logo pensei em algo mais simples, mas a julgar pela imagem acima, o jogo não ficará devendo nada às grandes produções e se os responsáveis nos permitirem fazer parte de qualquer família e disponibilizarem bastante conteúdo, acho que teremos uma ótima opção no mercado quando ele for lançado.

Como várias empresas parecem ter os direitos para produzir jogos baseados na marca, minha maior dúvida é se tantos lançamentos não podem acabar atrapalhando as vendas, embora sejam produções com estilo um tanto distintos.

[via Eurogamer]

Gerente da Unity Technologies “defende” pirataria

Por: em 03/10/11 na(s) categoria(s): Indústria


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Não é nenhuma novidade que a pirataria não é bem vista pela maioria das pessoas da indústria do entretenimento, mas para John Goodale, gerente da divisão asiática da Unity Technologies, responsável pela engine Unity, foram as cópias ilegais que os ajudaram a ter um crescimento de quase 259% no continente.

A pirataria pode ser uma maneira de semear o mercado. Ninguém nunca dominará completamente o problema da pirataria, mas nós certamente podemos mudar isso para tirarmos vantagem e acho que é o que fizemos na China.

Na China, com toda a franqueza, o que guiou muito do nosso crescimento foi a pirataria. Mesmo com uma versão pirateada da Unity nós podemos ter algum lucro com nossos consumidores, como por exemplo através da Asset Store. Não é algo que toleramos, mas também não é algo que perseguimos super-agressivamente.

O executivo no entanto afirma que a migração de muitas pessoas para os games que são jogados em celulares e através de navegadores também teve forte influência nesse crescimento e a aceitação da Unity é tão grande que hoje grandes companhias como a Sega, Konami e EA já a utilizam.

[via Edge]

Com a interface Unity como padrão, Ubuntu 11.04 “Natty Narwhal” chega à versão final

Por: em 29/04/11 na(s) categoria(s): Análise, Linux, Meio Bit, Open-Source


Até mesmo para quem não acompanha de perto a cena Linux, as drásticas mudanças trazidas pela Canonical ao Ubuntu 11.04 “Natty Narwhal” chamam muito a atenção.

A versão final do sistema saiu ontem e, contrariando alguns rumores, os planos iniciais foram mantidos e a Unity, novíssima interface de usuário, vem ativada por padrão — a secundária, GNOME 2.x, entra em ação caso o hardware não consiga dar conta da Unity ou o usuário a prefira.

Ubuntu 11.04: Unity faz sua estreia como shell padrão.

Ubuntu 11.04: Unity faz sua estreia como shell padrão. (Clique para ampliar)

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FPS com gráficos incríveis roda via navegador

Por: em 19/03/11 na(s) categoria(s): Web Games


Ok, talvez isso seja um estúpido preconceito da minha parte, mas a primeira coisa que costuma vir a minha cabeça quando leio “o jogo roda direto do browser”, é que se trata de algo mais casual e com gráficos simples, mas há algum tempo tenho reparado que esses títulos podem ter uma qualidade gráfica impressionante, principalmente os que utilizam a engine Unity e um ótimo exemplo disso é o jogo BeGone.

Apesar de contar com uma jogabilidade não muito complexa, oferecendo poucas armas e apenas um mapa, o jogo parece uma versão incompleta do Counter Strike, onde dois times se enfrentam até que o último sobrevivente de um deles caia ou o tempo acabe. Com tão pouco a se fazer dentro do game, acho difícil que ele consiga entreter o jogador por muito tempo, mas quem gosta de FPSs provavelmente irá querer entrar nele, nem que seja só para mostrar a um incrédulo amigo que gráficos assim podem ser visualizados num navegador.

Mesmo não podendo brigar com os grandes nomes do gênero, o game possui bastante potencial, principalmente por se tratar de uma versão beta e que segundo a desenvolvedora, irá melhorar consideravelmente com o tempo. Eles ainda precisam deixar a jogabilidade mais precisa e adicionar mais profundidade ao game, mas depois de vê-lo rodando, fiquei me questionando se essa nova “plataforma” não seria mais um prego no caixão dos consoles.

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Novo site mostra um pouco do Gnome 3

Por: em 19/01/11 na(s) categoria(s): Linux, Meio Bit, Open-Source


A partir da próxima versão do Ubuntu, a 11.04 “Natty Narwhal”, o Gnome dará lugar à Unity como interface gráfica padrão do sistema. Ele poderá ser selecionado ainda, bem como a versão 2D-peso-pena da Unity, e a novíssima versão 3, prometida para abril, pode ser um bom motivo para mudar o que a Canonical determina como padrão no seu Linux para seres humanos.

Visão geral do Gnome 3.

Visão geral do Gnome 3. (Clique para ampliar)

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Unity e Light: as novidades do Ubuntu para hardware pequeno

Por: em 11/05/10 na(s) categoria(s): Linux, Meio Bit, Open-Source


Algumas semanas após o lançamento do Ubuntu 10.04 LTS, codinome “Lucid Lynx”, os trabalhos para a próxima, 10.10, “Maverick Meerkat”, já estão a todo vapor. Já vimos a criação do menu global para a Netbook Edition do sistema, e agora, novamente trazidas por Mark Shuttleworth, temos novidades sobre Unity e Light.

Unity é, nas palavras de Shuttleworth, uma “nova experiência de desktop”. Criado a partir de detalhados estudos de interface, faz uso mais inteligente do padrão de telas atual, widescreen, e provê soluções inteligentes para melhor uso do espaço disponível, especialmente em netbooks, onde as telas são bem reduzidas, com no máximo 10″.

No Unity, a barra inferior presente hoje no Ubuntu foi movida para a esquerda, ganhou botões maiores próprios para uso com os dedos, e contendo programas mais usados no dia-a-dia. Combinado com o menu global, o ganho de área visual vertical é, segundo a Canonical, grande.

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