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South Park: The Stick of Truth vai atrasar na Alemanha e Áustria. Adivinha por quê?

Por em 5 de março de 2014

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A Austrália ter censurado South Park: The Stick of Truth era algo até esperado. A bem da verdade o sistema de classificação que permitiu jogos adultos só existe no papel. Tanto Saints Row IV quanto State of Decay, dois games classificados como 18+ foram banidos. Na prática, qualquer game com algo mais violento ou inadequado do que um game PG-13 é podado sem misericórdia.

Só que no caso de South Park outros países também não entenderam a proposta do jogo. Assim como aconteceu na Austrália, alguns minigames que envolviam sondas anais e outras passagens mais pesadas foram podadas do game em versões distribuídas na Europa, Oriente Médio e África. Na Europa elas foram substituídas por uma imagem de uma estátua fazendo Facepalm, com a bandeira da UE ao fundo e uma descrição da cena, no estilo do humor característico da série. Ao todo sete passagens foram cortadas; na Austrália a imagem exibida é de um coala chorando.

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Rainbow 6: Patriots ainda vive, mas…

Por em 16 de dezembro de 2013

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Quem gosta de um bom jogo de ação tática provavelmente ficou bastante empolgando com o anúncio do Rainbow 6: Patriots, o que aconteceu no final de 2011, mas depois de um longo período sem informações sobre a produção, aquilo que já se ensaiava parece que realmente irá acontecer: O jogo não deverá aparecer no Xbox 360 e PlayStation 3.

Tínhamos uma equipe principal, eles tinham uma boa visão. Começaram a fazer o jogo e ele não estava funcionando, então tiveram que começar de novo,” explicou Laurent Detoc, presidente da Ubisoft America. “Existe um grupo editorial na Ubisoft, um grande grupo, muito influente. Se o jogo não é bom o suficiente, eles dizem que não está bom o suficiente. Na maioria das vezes as equipes dizem, ‘sim, nós sabemos’. Mas algumas vezes elas continuam em uma direção em que você diz, ‘não, isso não irá funcionar.’

O Raibown teve que ser refeito. Agora ele contará com o benefício dos novos consoles, se e quando for lançado. Este é um dos exemplos em que quando você tenta e não funciona, tenta novamente. Se não funciona, não traremos o jogo para vocês.

Quer dizer, me parece claro que o alto escalão da editora queria que mudanças fossem feitas em relação ao game, mesmo contra a vontade do pessoal da Ubisoft Montreal, estúdio responsável pelo desenvolvimento, o que fica ainda mais evidente ao notarmos que três dos principais envolvidos no projeto o abandonaram.

Se a canetada dos executivos fará com que o jogo seja melhor, talvez nunca saibamos, mas o fato é que sempre me incomodo com este tipo de decisão, pois acho que o mérito ou insucesso de um jogo deveria caber apenas a aqueles que o idealizaram, mesmo sabendo que isso é um tanto utópico quando se trata de um projeto deste porte e que envolve tanto dinheiro.

Fonte: IGN.

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The Division e a impressionante engine Snowdrop

Por em 10 de dezembro de 2013

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Não há nada que eu odeie mais do que criar muita expectativa em relação a um jogo e se eu já estava bastante empolgado com o The Division, jogo da Ubisoft que promete dar uma sacudida nas partidas online, posso dizer que agora não vejo a hora de colocar logo as mãos nele.

Tudo porque no final de semana passado eles liberaram um vídeo que mostra um pouco da engine em que o título está sendo feito, a Snowdrop e um post no blog oficial da editora detalha um pouco do que ela permitirá que seja feito no jogo.

Para o estúdio responsável pelo game, a Massive, o grande mérito da nova engine está na maneira como ela lhes permite fazer as coisas de maneira mais inteligente e três pilares são fundamentais para que isso aconteça, sendo eles a descentralização de poder, o que eles dizem permitir que os artistas, animadores e designers façam seu trabalho de maneira mais rápida; o tempo real, que como o nome diz, é a possibilidade de fazer mudanças também mais rapidamente e a diversão, conceito que visa tornar não só o produto final divertido, mas também o seu desenvolvimento.

Com versões para PC, Xbox One e PlayStation 4, a Ubisoft afirma que este será um jogo feito com uma engine de nova geração e que isso tem lhes dado a oportunidade de criar um mundo mais imersivo e dinâmico.

Se eles conseguirão entregar algo tão bom quanto está parecendo, somente o tempo dirá, mas dê uma olhada no trailer abaixo e me diga se não estou certo ao me empolgar com o The Division.

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Ubisoft diz estar comprometida com jogos para PC

Por em 28 de novembro de 2013

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É relativamente comum vermos os jogos para PC sendo apontados como adaptações porcas daquilo que vemos para os consoles, reclamações que muitas vezes são justificadas, mas uma empresa que promete fazer o possível para que suas produções sejam boas em todos os aparelhos é a Ubisoft.

Em um post no blog oficial da editora, o produtor Sylvain Trottier falou sobre o empenho deles para otimizar o Assassin’s Creed IV nos computadores e como eles não deixarão a plataforma de lado, mesmo com a chegada da nova geração.

Estamos muito orgulhosos da versão do Black Flag para PC. O jogo roda bem em computadores mais fracos e muitos recursos foram adicionados para máquinas de ponta, permitindo que cada consumidor aproveite ao máximo a experiência em seus PCs. Nossa parceria com a nVidia permitiu às nossas equipes de engenheiros trabalharem juntos em uma versão altamente otimizada para PC, o que mostra nosso comprometimento com a plataforma.

É por isso que a Ubisoft possui uma equipe dedicada unicamente a construir a versão para PC do Assassin’s Creed IV: Black Flag, trabalhando em tudo desde a interface até os controle e várias configurações encontradas no PC. Não é verdade que não nos importamos com a otimização no PC. Se não nos preocupássemos com isso, então não teríamos uma equipe tão grande em Kiev dedicada apenas ao PC.

Sem querer fazer aqui o papel de advogado da Ubisoft ou de qualquer outra empresa que desenvolva para computadores, mas imagino o quão complicado deve ser este processo de otimização, já que cada pessoa terá uma configuração diferente e por isso entendo que em um ou outro computador o jogo não tenha um bom desempenho.

Contudo, isso não elimina a frustração ao ver que um título relativamente leve não roda bem em nossa máquina, algo que tem acontecido comigo com o FIFA 14, que algumas vezes funciona muito bem, outras não e sempre que isso acontece, não consigo evitar os xingamentos contras todos os antepassados dos envolvidos na criação do jogo.

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Assassin’s Creed Pirates ganha data de lançamento

Por em 26 de novembro de 2013

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Basta darmos uma olhada nas redes sociais e sites especializados para vermos diversos comentários de pessoas que jogaram o Assassin’s Creed III ou o IV e que consideram as partes onde navegamos como as mais divertidas desses jogos e foi provavelmente de olho nesses consumidores que a Ubisoft anunciou o Assassin’s Creed Pirates.

Desenvolvido pelo estúdio da empresa localizado em Paris, o game exclusivo para dispositivos Android e iOS funcionará como um spin-off para o mais recente capítulo da franquia e agora sabemos que o seu lançamento acontecerá no dia 5 de dezembro, pelo preço de US$ 5.

Nele assumiremos o papel do pirata Alonzo Batilla e assim como acontece no Assassin’s Creed 4: Black Flag, poderemos recrutar membros para nossa equipe, saquear outros navios e explorar o mar do Caribe, tudo para conseguir a maior quantidade possível de tesouros.

Só acho uma pena eles não terem anunciado versões do jogo para PC, consoles e até PlayStation Vita, plataformas onde imagino que ele poderia fazer algum sucesso e mesmo não sendo um grande conhecedor da franquia, acho que investiria neste aí, mas nos dispositivos móveis eu não me animo muito.

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emCelulares Portáteis

PS3 e Xbox 360 estão prejudicando notas dos novos consoles, diz Ubisoft

Por em 19 de novembro de 2013

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As primeira avaliações de jogos do PlayStation 4 mostraram que a leva inicial de exclusivos do console está longe do ideal e pelas análises do que estará disponível para o Xbox One, a situação não será muito diferente.

Mas o que poderia estar causando pontuações tão medianas para os títulos dos novos consoles? Dificuldade no desenvolvimento? Aparelhos com baixa capacidade de processamento? Pois na opinião de Tony Key, vice-presidente de marketing e vendas da Ubisoft para os Estados Unidos, o problema estaria nos videogames que por tantos anos nos divertiram.

No momento, todas as editoras estão fazendo a transição de seus recursos de desenvolvimento. Para um jogo como o Assassin’s Creed 4: Black Flag, a maioria das vendas continuarão acontecendo nas plataformas da geração atual. Não podemos fazer uma versão para o PlayStation 4 ou Xbox One que seja tão diferente que não possamos comercializá-las juntas.

Então, por enquanto os desenvolvedores e designers estão focados em criar jogos que funcionem realmente bem em todos os sistemas – mas conforme fizermos a transição de recursos para a próxima geração, será mais difícil fazer isso porque o poder destas máquinas permitirão muito mais criatividade.

Ou seja, trata-se de uma questão de negócios, onde as empresas não querem correr o risco de matar as vendas para o Xbox 360 e PlayStation 3 ao mostrar versões muito superiores para os novos consoles, que ainda por cima precisariam de um grande investimento para serem feitas.

Na verdade isso sempre aconteceu e se olharmos para alguns títulos como o Burnout Revenge, Call of Duty 2 ou o Need for Speed: Most Wanted de 2005, veremos que no 360 eles não eram muito superiores a o que tínhamos no PS2 ou Xbox, portanto considero a situação atual bastante normal.

Fonte: GamesIndustry.

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Criador do The Division reclama da falta de camaradagem nos jogos online

Por em 14 de novembro de 2013

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Na minha opinião, jogar a porção online de boa parte dos títulos é uma tarefa para verdadeiros guerreiros. Mesmo se desconsiderarmos o multiplayer competitivo, onde a habilidade a habilidade e a dedicação de alguns pode tornar as partidas, digamos, irritantes, a menos que você esteja em um jogo cooperativo com um amigo, a chance de encontrar uma pessoa disposta a lhe ajudar tem se tornado cada vez menor e por isso não é tão raro vermos reclamações em relação a isso.

Quem parece concordar com esta falta de camaradagem entre os jogadores é Ryan Barnard, diretor do Tom Clancy’s The Division, jogo que nos colocará num mundo dinâmico e que obviamente, poderá sofrer muito com a atitude tóxica dos seus jogadores.

Um objetivo pessoal que tenho com o The Division é criar novamente uma comunidade. Os jogos perderam isso. As pessoas tem medo de conversar nos games porque serão xingadas por um moleque de 12 anos. Espero que possamos ajudar a criar isso novamente.

A comunidade em jogos online deixou de existir e muito disso se deve ao fato de que tudo o que precisamos fazer é usar o Google ou o Youtube, ou o jogo me mostrar exatamente como fazer alguma coisa. Não há interação entre os jogadores. Pessoalmente quero falar o mínimo possível sobre o jogo antes dele ser lançado, para que as pessoas o joguem, tenham um bom divertimento e descubram as coisas por si mesmas.

O empenho da diretor em não revelar muitos detalhes tem sido tão grande que ele inclusive declarou não ter medo de bater de frente com o departamento de marketing da Ubisoft, o que explica o porque de não termos muitos detalhes da produção.

Quanto a explicação do porque não vermos comunidades se criando em torno dos games, penso que seria muito mais por causa da postura imbecil de boa parte dos jogadores do que pela facilidade de acesso a tutoriais e detonados, e por isso tenho dúvidas se Ryan Barnard e sua equipe terão sucesso nesta missão, infelizmente.

Fonte: OXM.

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