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Digital Drops Blog de Brinquedo

Redator do MeioBit.com internado com overdose de endorfina

Por em 28 de setembro de 2013 - 10 Comentários
Rayman Legends Air Guitar

Rayman Legends Air Guitar

OMFG! Eles fizeram de novo!” Foi mais ou menos essa a minha reação ao jogar a demo de Rayman Legends quando ela pintou na PSN, logo antes de atirar o controle para o lado e sair correndo para comprar uma cópia completa na loja mais próxima (sim, sou desses que colecionam caixas, além do mais você precisa conhecer a internet da minha cidade pra entender). Eu já era fã declarado de Rayman, desde que eu e minha companheira mirim de jogatina descobrimos as infindáveis fases e maneiras de jogar de Rayman Origins. A minha reação foi tão espetacular que só posso dizer que além de terem feito de novo, ainda o fizeram com maestria tal que superaram aquele que para mim era um dos Top 5 jogos de plataforma de todos os tempos.

Todos os elementos principais continuam presentes. Gráficos alucinadamente coloridos com uma direção de arte que vai fazer seus olhos lacrimejarem, música soberba, diversão e jogabilidade na estratosfera. Agora pegue todos esses elementos, coloque no liquidificador do “Will It Blend?”, bata com vontade, coloque mais açúcar, mais pó mágico (X Element) e provavelmente algum pó ilegal que os programadores usaram durante o desenvolvimento, acrescente uma pitada de tudo que há de bom, injete nas suas veias, deixe processar, bata seu sangue no liquidificador de novo, dê uma volta naquela montanha russa irada e beba seu sangue com álcool 120%. Ótimo, agora você sabe o que é este jogo.

Meus amigos, valor de design e produção artística é algo que não falta nessa sequência, Rayman Legends é ainda mais polido, refinado e avançado esteticamente que o antecessor. Quando penetramos (ui!) a fundo na sua deslumbrante jogabilidade e nos deixamos surpreender pela magia que aflora em cada golpe no adversário, salto e queda, vemos que qualquer interação gera uma reação em cadeira e o mais legal é tentar descobrir todo esse funcionamento milimetricamente planejado.
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emAnálises Destaque Sony

Ancel fala sobre como as máquinas podem ajudar no desenvolvimento de games

Por em 12 de setembro de 2013 - 2 Comentários

Beyond-Good-&-Evil-2

Entre os game designers que mais admiro está Michel Ancel, criador da série Rayman e mente por trás do excelente Beyond Good & Evil. Tendo comandado a equipe que desenvolveu a UbiArt Framework, engine que deu vida aos Rayman Origins e Legends, e que em breve nos trará o promissor Valiant Hearts: The Great War, o francês concedeu uma entrevista à Edge onde fala sobre como os computadores estão facilitando a produção de jogos.

Nós visitamos os estúdios da Weta Digital [responsáveis pelos filmes O Senhor dos Anéis] na Nova Zelândia e descobrimos que estavam trabalhando próximos aos programadores para evitar que muitos trabalhos repetitivos fossem feitos pelos humanos.

Acho que é muito interessante ver o quanto você pode integrar e colocar a inteligência artificial em ferramentas para poder ordenar que o computador faça coisas. É uma maneira muito interessante de trabalhar, ver quando e como os humanos estão envolvidos na criação [e onde o computador assume].

Mesmo sem entrar em detalhes, Ancel falou que eles estão fazendo pesquisas para permitir que jogos mais complexos tirem proveitos dessa técnica, fazendo com que ela possa ser utilizada, por exemplo, no desenvolvimento do Beyond Good & Evil 2 e como ele comanda a menor equipe dentro da Ubisoft, isso poderia lhes dar mais tempo para se dedicarem a elementos criativos do game.

A meu ver, isso não significa que um dia teremos uma espécie de Skynet criada apenas trabalhar na produção de games, já que é improvável que uma máquina seja capaz de substituir a criatividade humana, mas se é possível as colocar para realizar tarefas em que podemos ser substituídos, então que isso sirva para amenizar um dos maiores problemas da indústria atualmente, que é o alto custo de produção de games.

emIndústria

Valiant Hearts: The Great War, o novo jogo dos criadores do Rayman Legends

Por em 10 de setembro de 2013 - 4 Comentários

Valiant-Hearts

Eu costumo dizer que um dos jogos mais bonitos dessa geração é o Rayman Origins e para confirmar que são capazes de criar direções artísticas belíssimas e que a UbiArt Framework é uma excelente engine para jogos em duas dimensões, a Ubisoft Montpellier anunciou seu próximo e promissor projeto, o Valiant Hearts: The Great War.

Ambientado durante a Primeira Guerra Mundial, o diretor de áudio Yoan Fanise disse que este não será um jogo sobre a guerra, mas sobre humanos em uma guerra e em se tratando do visual, o adventure lembrará uma revista em quadrinho, com todas as ilustrações sendo feitas feitas a mão pelo diretor Paul Tumelaire.

Nele acompanharemos cinco personagens de diferentes nacionalidades durante o conflito e que terão seus destinos ligados de alguma maneira. Na minha opinião, a simples descrição de cada um deles já serve para me deixar intrigado, afinal teremos uma enfermeira belga, um piloto inglês, um voluntário americano, um francês responsável por descascar batatas em um campo de concentração alemão e um soldado daquele país, que por sua vez é apaixonado pela filha do francês. Ah, entre eles ainda haverá um bondoso cachorro que parece ter papel fundamental na história.

Tendo como fonte de inspiração algumas cartas que foram trocadas durante aquele período, para ajudar a incrementar essa atmosfera artística que rodeia o jogo, Fanise disse que a ideia da equipe é fazer com que o denso enredo seja contado de uma maneira simples, assim como vemos nos filmes de Charlie Chaplin, com a alternância dos personagens que controlaremos acontecendo constantemente.

Previsto para ser lançado em 2014, Valiant Hearts: The Great War terá versões para PC, PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360 e Xbox One e não sei quanto a você, mas já entrou na minha lista de futuras aquisições.

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emComputadores Microsoft Sony

Estágios que faltam na versão de PS Vita de Rayman Legends serão lançados via DLC grátis

Por em 6 de setembro de 2013 - 1 Comentário

Rayman Legends

Depois de todo sururu causado pelo atraso de Rayman Legends para Wii U, a última coisa que a Ubisoft queria era se envolver em outra confusão. Mas como nada está tão ruim que não pode piorar, a desenvolvedora se atrapalhou com o desenvolvimento da versão do PS Vita, o que faria o lançamento atrasar.

A solução foi cortar o Invasion Mode, modo desafio que contém 28 fases, mas como o departamento de Recursos Humanos estava de folga, não avisaram ninguém.

Óbvio que os jogadores que adquiriram o jogo não gostaram nem um pouco, ainda mais porque a Ubisoft afirmou com todas as letras que a versão teria tudo que suas contrapartes nos consoles e PC possuem. Em outras palavras, ela mentiu.

Porém foi um caso de descuido mesmo. Não muito depois da chiadeira justificada se espalhar o gerente de comunicações Gary Steinman veio a público dizer que o conteúdo que falta será introduzido via um DLC gratuito, e explicou os motivos:

“Devido um período de desenvolvimento mais longo do que o esperado, nós não pudemos incluir o Invasion Mode – essencialmente segundas versões dos estágios de Rayman Legends – na versão do PS Vita.

 

Entretanto nós confirmamos que o modo será adicionado através de um patch gratuito, em data ainda a definir.”

No fim das contas a versão do portátil da Sony terá seus estágios faltando adicionados em breve, mas a pergunta que fica é: a Ubisoft já sabia disso, então por quê cargas d’água a empresa não avisou isso ANTES do lançamento de Rayman Legends, deixando os jogadores descobrirem da pior maneira?

Fonte: CVG.

emComputadores Microsoft Nintendo Sony

Versão de Rayman Legends para PS Vita possui 28 estágios a menos

Por em 3 de setembro de 2013 - 1 Comentário

rayman-legends

Quando a Ubisoft anunciou em maio que o PS Vita também receberia uma versão de Rayman Legends, ela deixou bem claro que o game viria com todo o conteúdo das versões caseiras e PC, que foi anunciada posteriormente.

Hoje o game finalmente está disponível para o portátil além do Wii U (após inexplicáveis sete meses de atraso), PS3, Xbox 360 e computadores, entretanto jogadores do Vita começaram a relatar no fórum do NeoGAF que a versão possui menor fases, especificamente 28 estágios speed-run, chamados de “Invasion”.

Ainda que a versão inclua cinco estágios exclusivos controlador via touch com o personagem Murfy e duas roupas extras, fica evidente que a Ubisoft mentiu ao dizer que o jogo estaria completo no portátil da Sony, quando de fato não é o que acontece. A título de comparação, em todas as outras versões a quantidade máxima de Lums (aqueles bichinhos amarelos que influem no ranking das fases) que podem ser coletados são 700. No PS Vita, 615.

Vale lembrar que a versão do Vita na Europa foi atrasada em duas semanas e só dará as caras em 13/09, segundo a Ubisoft para “dar o polimento final no game”, e depois dessa é mais provável que o desenvolvimento do port não estava indo muito bem.

Fonte: CVG.

emComputadores Microsoft Nintendo Sony

Ubisoft ainda não desistiu do Vita e do Wii U

Por em 27 de agosto de 2013 - 2 Comentários

rayman-legends

Nos últimos meses temos visto várias desenvolvedoras declararem que não pretendem criar jogos para o Wii U e/ou para o PlayStation Vita, o que pode ser constatado no pequeno número de lançamentos de peso para essas plataformas, mas uma que ainda não desistiu do videogame da Nintendo e do portátil da Sony é a Ubisoft.

Quem falou sobre o assunto durante a Gamescom foi Alain Corre, diretor executivo da empresa francesa:

Ficamos agradavelmente muito surpresos com o empurrão que a Sony deu ao Vita. Diminuir o preço, investir bastante em novas propriedades intelectuais e tentar usar o Vita como uma segunda tela, tudo isso dá muitas vantagens para o futuro do Vita. Estamos de olho neste espaço e nos garantindo de que nossos jogos para o PS4 possam funcionar no Vita, então a experiência global do PS4 será ainda melhor.

Já em relação ao Wii U, Corre disse que existem dezenas de milhões de fãs das marcas da Nintendo por aí e que por isso a fabricante precisa se certificar de levar o console ao maior número possível deles, o que o leva a crer que logo eles serão capazes de vender muito mais aparelhos. Ou seja, talvez esta nem tenha sido a intenção do executivo, mas a impressão passada foi de que a BigN precisa reduzir o preço do seu videogame e caso as vendas não melhorem, será difícil os estúdios se interessarem por ele.

De fato a Ubisoft é uma das empresas que mais apoiam novas plataformas, algo que já se tornou tradição e por isso veremos, por exemplo, a chegada do Rayman Legends tanto para o Vita quanto para o Wii U no dia 3 de setembro e se levarmos em consideração a recepção da mídia, o jogo tem boa chances de figurar entre os melhores desses videogames.

Fonte: IGN.

emNintendo Portáteis Sony

Parceria entre NVIDIA e Ubisoft levará jogos mais bonitos ao PC

Por em 27 de agosto de 2013 - 7 Comentários

assassins-creed-4

Quem costuma aproveitar seus jogos no PC e possui uma placa nVidia ganhou uma boa notícia, pois de acordo com a empresa, uma parceria com a Ubisoft permitirá que os próximos títulos da desenvolvedora – Splinter Cell: Blacklist, Watch Dogs e Assassin’s Creed 4: Black Flag – tenham um visual ainda melhor do que os vistos nos consoles.

Os jogos para PC estão mais fortes do que nunca e a Ubisoft entende que os gamers buscam sempre a melhor experiência visual que um jogo pode oferecer, com as melhores resoluções, as mais fluidas taxas de quadro e as mais recentes inovações do mercado. Trabalhamos em conjunto com a talentosa equipe de criação da Ubisoft ao longo do processo de desenvolvimento dos jogos para integrar nossas tecnologias aos games, tornando cada vez mais real os efeitos gráficos presentes nos jogos para PC,” declarou Tony Tamasi, Vice-Presidente sênior de conteúdo e tecnologia da Nvidia.

Mas o que isso significa para os jogadores? Gráficos que utilizem a técnica de Anti-Aliasing conhecida como TXAA, oclusão de ambiente HBAO+ e tesselação que aproveite o DirectX 11, ou seja, tudo o que for possível para deixar os games visualmente mais bonitos.

Além disso, a nVidia anunciou também a promoção “Equipe-se para Ganhar”, que basicamente dará uma cópia do Splinter Cell: Blacklist Digital Delux Edition a todos que comprarem até o dia 15 de setembro uma GTX780, GTX 770, GTX760, GTX 680, GTX 670, GTX 660 Ti ou GTX 660, o que evidentemente é um ótimo incentivo, já que o game tem sido bastante elogiado.

Um detalhe interessante desta parceria é que ela poderá fazer com que os jogos da Ubisoft para PC não devam em nada aos consoles da nova geração, o que no início é sempre mais complicado, além de pode ser vantajosa para todo mundo e por mais que os gráficos não sejam tudo na produção de um game, não há como negar que se pudermos ter acesso às últimas tecnologias, melhor.

Fonte: nVidia.

emComputadores