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Um Assassin’s Creed nos dias atuais? Não, obrigado

Por em 22 de julho de 2013

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Mesmo não sendo um dos maiores entendedores da franquia Assassin’s Creed, posso dizer que uma das coisas que mais que agrada nela são as ambientações. Como um grande apaixonado por história, ter a oportunidade de visitar cidades antigas é um dos aspectos que me fascinam nos títulos da Ubisoft e por isso fiquei um tanto – na falta de uma palavra melhor – preocupado ao saber que a editora não descarta a possibilidade de um dia lançar um capítulo que se passe nos dias de hoje.

Sempre há essa chance, mas uma das grandes atrações da série é seu ‘turismo’ histórico,” revelou o roteirista Darby McDevitt. “Eu acho que a Shogunato é uma época legal, mas não cabe a uma pessoa decidir e independente do que fizermos, será algo legal.

Vale lembrar que a série já passou pelas Cruzadas, pela Renascença e pela América Colonial, com o próximo lançamento visando as batalhas travadas pelos piratas e além da sugestão feita por McDevitt, que se refere ao Japão feudal, outro indicativo de para onde um futuro Assassin’s Creed irá é a Índia, já que a franquia ganhará uma revista em quadrinhos que trará como protagonista um personagem chamado Arbaaz Mir e se passará no país durante o século 19, quando estava sobre o domínio dos ingleses.

Particularmente gosto de ambas as localizações, principalmente a japonesa, mas eu também não acharia nada mal se eles optassem por situar as próximas histórias no Egito, numa das antigas civilizações americanas ou mesmo na Segunda Guerra, mas por favor Ubisoft, não me saia com um Assassin’s Creed que se passe hoje em dia ou ainda pior, no futuro.

[via Gamespot]

emMiscelâneas

Ubisoft afirma que só apostará em potenciais franquias

Por em 16 de julho de 2013

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Não há como negar que para as grandes desenvolvedoras a indústria de games está se tonando um ambiente cada vez mais perigoso. Talvez nunca tenha existido uma período tão arriscado para se investir na criação de um jogo de grande porte, o que faz com que toda decisão deva ser bastante calculada e por isso a Ubisoft já deixou claro que não apostará em títulos em que ela não enxergue potencial de serem transformados em franquias, ou em bom português, que rendam inúmeras continuações.

A revelação foi feita por Tony Key, vice-presidente de vendas e marketing, ao ser questionado sobre transformar o Watch Dogs em uma série e fazer ambiciosas previsões sobre o futuro lançamento.

É sobre isso que todos os nossos jogos são; nós nem teríamos começado a fazê-lo se não pensássemos que poderia começar uma franquia com ele. Não há mais como atirar e guardar a arma – é muito caro.

Nós sentimos que estamos numa boa posição com o Watch Dogs, mas até que ele se torne o maior jogo do ano, não estaremos satisfeitos. O Watch Dogs para nós é uma franquia porque estamos tocando em algo que as pessoas se importam, ainda mais após o escândalo do programa PRISM.

É claro que não serei estupido a ponto de dizer que é ultrajante pensar em uma empresa que visa o lucro e por isso não gosto de me posicionar contra o lançamento de sequências, afinal, se elas estão sendo feitas é porque existe demanda. Porém, como não olhar para casos como o da Quantic Dream, que por diversas vezes afirmou que não trabalharia numa continuação para o Heavy Rain e da Sony, que nunca lhes forçou a isso?

O que quero dizer é que me incomoda um pouco essa ideia de que um jogo só fará sucesso se for pensado como uma longa série e por mais que eu entenda que isso pode diluir o investimento, não acho positivo vermos pequenas variações de um mesmo tema/mecânica chegando ao mercado há cada 12 meses.

[via GamesIndustry]

emIndústria

Beyond Good & Evil 2 na atual geração poderia acontecer, mas não conte com isso

Por em 3 de julho de 2013

Beyond Good & Evil

O criador de Rayman Michel Ancel já havia confirmado que Beyond Good & Evil 2 seria lançado apenas para PS4 e Xbox One, mas como o processo de desenvolvimento vem se arrastando desde 2008, há quem ainda acredite que o game pode aparecer na atual geração de consoles. Ancel  não descarta isso totalmente, mas admite que adaptá-lo para PS3 e Xbox 360 não seria uma tarefa fácil.

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emMiscelâneas

Site da Ubisoft sofre ataque; nomes de usuários e senhas foram comprometidos

Por em 3 de julho de 2013

Rayman Legends

A Ubisoft informou nesta terça-feira que um dos seus sites foi atacado por hackers, e que dados pessoais dos usuários dos serviços online da empresa, tais como nomes de usuários, endereços de e-mail e senhas encriptadas foram comprometidas.

A empresa recomenda a todos os usuários que mudem as senhas de suas contas, pois mesmo que elas possuam criptografia elas podem ser hackeadas. Entretanto a empresa alerta que nenhuma informação pessoal como endereço, telefone ou informações financeiras como números de cartões de crédito vazaram, o que dá uma certa tranquilidade já que ningúem sofrerá cobranças indevidas em seus cartões.

Segundo a Ubisoft, a falha estava em um site que foi explorado pelos hackers para adquirir os dados, mas avisa que já fechou a porteira. Além de mudar suas senhas na uPlay, a Ubisoft recomenda mudar suas senhas em qualquer outro serviço online que compartilhe a mesma senha (um erro amador, mas que acontece muito). Portanto quem utiliza os serviços online da Ubisoft é bom mudar a senha.

Ultimamente os hackers tem estado um tanto quietos e os serviços online de games não sofreram nenhum grande ataque desde a queda da PSN e ataques menores à Xbox Live e ao Steam, durante o mesmo período de tempo em 2011. Entretanto prevenção nunca é demais: senhas difíceis são essenciais além de evitar repetí-las em serviços.

Fonte: DToid.

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Para diretor criativo da Ubisoft, games não precisam ter um final

Por em 2 de julho de 2013

Assassin's Creed IV

Seja sincero: quando foi a última vez que você terminou um grande jogo? E depois de terminá-lo, você voltou a jogá-lo? O fator replay é suficiente para mantê-lo ligado ao jogo por mais tempo? E mesmo que não tenha terminado, você se sentiu satisfeito?

Pode parecer estranho, mas muita gente joga tantos títulos ao mesmo tempo que não consegue finalizar uma boa parcela deles. E quando o jogo tem um replay interessante, um final mataria a sensação de querer prosseguir nele. Para o diretor criativo da Ubisoft Jason VandenBerghe, o final é algo secundário e não é tão necessário quanto se pensa.

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emIndústria

Segundo CEO da Ubisoft, Rayman Legends não vai vender o suficiente no Wii U

Por em 20 de junho de 2013

Rayman Legends

Tem coisas que não dá para entender, e uma delas é a decisão estapafúrdia da Ubisoft em atrasar o lançamento de Rayman Legends para Wii U. Não critico o game ter se tornado multiplataforma, aliás até dei pulos de alegria pois vou poder escolher onde jogar, PS3, Xbox 360 ou PS Vita, mas a falta de visão da empresa francesa é estranha. O game está pronto, se ele fosse lançado em fevereiro conforme agendado, a Nintendo teria sete meses de exclusividade, o que faria do título um must have, alavancaria as vendas do Wii U e renderia muita grana para ambas empresas.

Porém não é essa a opinião de Yves Guillemot, CEO da Ubisoft. Em entrevista ao site Venture Beat, ele disse que o atraso no lançamento e o port para outras plataformas se deu porque “o game não venderia muito no Wii U”.

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Para executivo da DICE, o mercado de shooters militares não está saturado

Por em 17 de junho de 2013

Battlefield 4

Muita gente diz que o gênero dos FPS militares (também conhecido por MMS – Modern Militar Shooter) está saturado, muito por culpa da Activision, que insiste em lançar um Call of Duty religiosamente, todo ano (tal como a Ubisoft anda fazendo com Assassin’s Creed hoje em dia), repetindo o erro que cometeu com Guitar Hero, ao entupir o mercado de games similares até o jogador enjoar. A própria EA provou disso ao rebootar a série Medal of Honor, cujas vendas foram inexpressivas. Mas segundo o produtor executivo da DICE Patrick Back, o gênero ainda possui lenha para queimar.

“Não há muitos shooters militares, para ser honesto. (…) O gênero está saturado? Mesmo? Há dois anos atrás eu concordaria com isso. Mas as pessoas estão se movendo para outros gêneros. Nós permanecemos porque temos mais a fazer com ele. E eu acho que se você fizer um grande jogo, ele será grande, sem dúvidas. Não importa se você tem o título mais legal ou com mais hype”.

Faz sentido. O gênero ainda pode trazer grandes surpresas, como foi o caso de Spec Ops: The Line. Back ainda disse que o novo gênero eleito pelos desenvolvedores são os games de sci-fi,  que segundo ele “ficará saturado e as desenvolvedoras se moverão para outro gênero”. Qualquer semelhança com gafanhotos não é mera coincidência.

Se você analisar os games anunciados na E3 2013, veremos que vários shooters anunciados são futuristas, como Destiny e TitanFall. Segundo Back, a série Halo vem trazendo uma história de ficção científica de qualidade há vários anos, e agora várias desenvolvedoras viram e disseram “ei, isso pode ser legal” e foram atrás (lembrando que Destiny é da Bungie, antiga desenvolvedora de Halo). Portanto pode-se dizer que a DICE não pretende por enquanto produzir um novo Battlefield 2142, isso se não resolver voltar à Segunda Guerra Mundial, gênero que foi ordenhado até secar e agora anda esquecido.

Fonte: The Escapist.

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