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Porque o ZombiU poderá ser o melhor jogo do lançamento do WiiU

Por em 21 de setembro de 2012

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Eu tenho visto muitas pessoas falando pela internet que estão um pouco decepcionadas com o Wii U por acharem que o console não possui muitos título exclusivos de peso para seu lançamento, algo do que não discordo totalmente, porém, isso pode acabar deixando uma brecha para que a Ubisoft transforme o seu ZombiU em um enorme sucesso.

Além de ter gráficos muito bonitos, o jogo tem se destacado por aparentemente fazer um ótimo uso do controle/tablet do novo console, o que de acordo com o diretor criativo do game, Jean-Phillipe Caro, permitiu que eles adotassem uma abordagem diferente dos jogos de terror mais populares do mercado, como o Resident Evil.

Eles estão seguindo o mercado, que está indo em direção de jogos mais voltados para a ação. O Call of Duty está guiando o mercado e todo mundo está indo para o mercado do Call of Duty.

Quando fomos trabalhar com a Nintendo, tínhamos duas telas para criar uma nova experiência. Quando estávamos fazendo o Killer Freaks, descobrimos que ali não era um bom lugar para os jogadores sentirem o potencial do console e as duas telas, porque eles precisavam olhar para uma delas e depois para outra e o movimento não era natural. Por isso decidimos adotar uma ritmo mais lento.

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emNintendo

Segundo designer do Assassin’s Creed III, Easy mode pode arruinar um jogo

Por em 7 de setembro de 2012

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E se de um lado temos o responsável pelo Dark Souls estudando a possibilidade de fazer com que seu jogo se torne mais acessível, do outro temos a opinião de Alex Hutchinson, designer chefe do Assassin’s Creed III, que durante uma entrevista criticou duramente a ideia das desenvolvedoras incluírem modos mais fáceis nos games para fazer que um número maior de pessoas possa aproveitá-los.

Muitos jogos tem sido arruinados pelo easy mode. Se você tem um shooter onde devemos nos proteger atrás de objetos e muda para uma dificuldade mais branda, não precisará utilizar a proteção, é como se tivesse quebrado o game. Você faz um jogo que é essencialmente a pior versão possível dele. É como se pegasse um livro e dissesse, ‘Você quer a versão fácil ou a complicada?’

É claro que o problema se agrava por estarmos falando de uma mídia onde a habilidade do usuário deve ser levada em conta, ao contrário de um filme ou livro e embora eu concorde que a variação de dificuldade possa alterar consideravelmente a experiência, não gosto muito da ideia de fazer com que os não gostam muito de títulos mais desafiadores não possam aproveitar este ou aquele jogo.

Ter nas mãos um game que funciona como um passeio pelo parque pode fazer com que ele se torne entediante rapidamente e até mesmo passar uma imagem equivocada do que os criadores planejaram, mas no fim acho que o melhor é deixar que o consumidor decida se quer ter algum desafio ou apenas sentar diante da TV e deixar que tudo passe diante dos seus olhos sem praticamente lhe exigir algum reflexo. Só não vale reclamar depois que o jogo não tem muita graça.

[via Edge]

emIndústria

Ubisoft diz ter desistido do DRM que exigia conexão com internet

Por em 5 de setembro de 2012

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Talvez nenhuma editora tenha sido tão criticada quanto a Ubisoft pela utilização de DRM em seus jogos, sendo o pior deles aquele que nos impede de jogar quando a conexão cair e depois de tantas reclamações, a empresa francesa confirmou ter abandonado essa prática.

Nós ouvimos o feedback dos usuários e desde junho do ano passado nossa política para todos os jogos de PC é de exigirmos apenas uma única ativação online quando você instala o jogo. A partir daí você é livre para jogar offline,” explicou Stephanie Perotti, diretora mundial para jogos online.

A executiva então usou o Assassin’s Creed III para ilustrar seu comentário, dizendo que aqueles quiserem encarar a campanha principal do game não precisarão estar conectados na internet, algo que só será exigido quando formos jogar o multiplayer, obviamente. Além disso, o título poderá ser instalados em quantos computadores quisermos, eliminando assim outro tipo de DRM muito criticado, aquele onde um game só permitia um limitado número de ativações.

É como dizem, antes tarde do que nunca, mas acho que eles ainda terão que encarar um longo caminho até conseguir apagar a péssima imagem criada perante os consumidores e acredito que esse processo poderia ser acelerado se eles lançassem atualizações que eliminassem esse terrível DRM dos jogos que o receberam, algo que se não me engano, não aconteceu com todos.

[via Rock, Paper, Shotgun]

emComputadores

Ubisoft diz que Assassin’s Creed 3 ainda possui alguns segredos

Por em 24 de agosto de 2012

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Você já reparou em como de um tempo para cá as empresas não tem tido muito pudor de mostrar trechos importantes das campanhas principais dos jogos? Isso claramente é uma maneira de tentar conquistar os jogadores, mas aí chegamos a casos como o do Battlefield 3, onde a EA praticamente divulgou todos os grandes momentos do modo single player, nos deixando assim quase que sem nenhuma grande surpresa enquanto jogávamos.

Outra companhia que parece estar cometendo o mesmo erro é a Ubisoft, que semana após semana revela algum trailer do Assassin’s Creed 3 mostrando algo grandioso, mas segundo Alex Hutchinson, diretor criativo do jogo, ainda há muitas surpresas guardadas sobre a produção.

Temos vários segredos ainda, especialmente no início do jogo. Há algumas horas no começo do jogo da qual ainda não falamos, nenhuma delas foram vistas e acho que vocês ficarão bastante surpresos – especialmente os fãs da série e pessoas procurando uma história forte.

Como os jogos da série Assassin’s Creed possuem uma duração bem maior do que a de um FPS e por se tratarem de títulos de mundo aberto, tendo a acreditar nas palavras de Hutchinson, mas repito, acho que seria bom se algumas desenvolvedoras guardassem um pouco das surpresas para quando estivermos jogando, porque para mim, não há nada igual a esboçarmos um sorriso ao vermos que os criadores realmente tiveram coragem para fazer aquilo e não é um trailer que costumo ter essa sensação.

[via VG247]

emMiscelâneas

Ubisoft: Pirataria no PC atinge 95% e F2P é a solução

Por em 23 de agosto de 2012

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Durante a Gamescom a Ubisoft anunciou que mais algumas de suas franquias receberão capítulos Free-to-Play, sendo assim marcas como Ghost Recon ganharão a companhia de novos Anno e dois Might & Magics, mostrando que a companhia está dedicada a investir pesado nesse modelo de negócios e um dos motivos seria o combate à pirataria.

Queremos aumentar bastante o mercado de PC e o F2P é a maneira de se fazer isso,” declarou Yves Guillemot, CEO da produtora. “A vantagem do F2P é que você pode conseguir lucro em nações onde não conseguia antes – lugares onde nossos produtos eram jogados, mas não comprados. Agora com o F2P nós ganhamos receita, o que ajuda as marcas a durarem mais.

É uma maneira de nos aproximarmos dos consumidores, de termos certeza de que teremos uma receita. No PC apenas algo entre 5 e 7% dos jogadores pagam pelo F2P, mas normalmente nesta plataforma apenas a mesma quantidade de pessoas pagam de qualquer maneira, o resto são jogos pirateados. A receita que temos das pessoas que jogam é mais a longo prazo, então nós podemos continuar trazendo conteúdo.

Ok, eu sou uma pessoa que critica duramente a pirataria, mas custo a acreditar na proporção mencionada pelo executivo. Em países como o nosso a quantidade de jogos piratas sem dúvida ainda é muito alta, mas com a distribuição digital esse problema me parece ter diminuído consideravelmente e as constantes promoções feitas por serviços como o Steam ajudou muita gente a legalizar suas cópias e por isso acho que 95% é um tanto exagerado.

De qualquer forma, os jogos Free-to-Play podem mesmo ser uma ótima solução para a pirataria, mas continuo querendo ver como eles farão para agradar aqueles que gostam das campanhas multiplayer e penso que ainda há um longo caminho até esse modelo substituir o tradicional, se é que conseguirá fazer isso.

[via GamesIndustry]

emIndústria

Pacote trará 3 Live Arcades da Ubisoft em um disco

Por em 9 de agosto de 2012

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Desde o início do ano vem circulando o rumor de que a Ubisoft estaria planejando lançar em caixinha um pacote que traria três dos seus melhores jogos lançados digitalmente, o Beyond Good & Evil HD, From Dust e Outland, e agora a informação foi confirmada.

A coletânea chegará na Europa no dia 21 de setembro exclusivamente para o Xbox 360 e por enquanto não há informação de um lançamento nos Estados Unidos, nem mesmo o preço que será cobrado, mas é muito provável que fique na casa dos €30.

Particularmente acho um pouco sem sentido esses bundles que trazem fisicamente jogos que começaram a ser vendidos de maneira digital, mas de qualquer forma, é mais uma opção de os adquirirmos e pode ser uma forma de conquistar os que preferem ter versões físicas de seus games.

Seja como for, o fato é que a Ubisoft parece ter escolhido a dedo os títulos desse pacote e na minha opinião, só o BG&E HD já vale a aquisição. Gosto tanto desse jogo que mesmo tendo o remake adquiri a versão para Playstation 2, só para ter a caixinha na estante.

[via Eurogamer]

emDestaques Microsoft

Para criador, primeiro Assassin’s Creed superou os demais

Por em 3 de agosto de 2012

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A série Assassin’s Creed é um daqueles casos interessantes em que o primeiro capítulo foi criticado por várias falhas na sua estrutura, mas cujo conceito foi o suficiente para chamar a atenção de muitos jogadores, gerando várias continuações. Se você é um dos que não conseguiu encarar o game até o seu final devido as missões repetitivas, saiba que para o seu criador, Patrice Désilets, ele ainda é o que nos proporcionou mais liberdade.

Eu gosto do primeiro Assassin’s Creed porque é o mais puro. Há muitas histórias que você pode ter, mas todas elas na sua cabeça. Você tem que criar a sua própria aventura, enquanto que no Assassin’s Creed II nós criamos a aventuras para você e terá que segui-las.

Para mim, o primeiro é um brinquedo incrível. O segundo é um jogo real com regras e missões e é realmente preciso, mas pessoalmente, eu gosto da poesia do primeiro, ele é puro.

Atualmente trabalhando na THQ, Désilets admitiu que ao dar tanta liberdade ao jogador eles acabaram correndo o risco de que não presenciássemos alguns dos melhores momentos da aventura, como por exemplo uma passagem perto de Damasco, onde um sujeito está com 35 soldados diante dele e se o matarmos, aqueles soldados nos perseguirão. Para o game designer, aquilo se tornou a sua pequena história.

Não posso falar muito pois só joguei alguns poucos minutos do primeiro, mas o comentário me fez olhar para o game com outros olhos e agora até fiquei com vontade de me dedicar a ele e ver se consigo viver minhas próprias histórias no Assassin’s Creed.

[via Edge]

emMiscelâneas