Games
Games
Digital Drops Blog de Brinquedo

Funções sociais do PS4 seriam pedido da Ubisoft

Por em 28 de fevereiro de 2013

dori_ps4_27.02.13

Durante o anúncio do PlayStation 4 ficou evidente que um dos focos da Sony é fazer com que o console se torne o mais social possível, incentivando fortemente a interação entre os usuários e de acordo com Yves Guillemot, CEO da Ubisoft, a sua empresa pode ser considerada uma das responsáveis por essa estratégia.

Queremos a parte social, queremos que todas as coisas que existem no PC sejam possíveis nos consoles. Queremos as capacidades móveis para partidas curtas e a possibilidade de jogar em qualquer lugar que estejamos,” declarou o executivo, que ao ser questionado sobre gráficos melhores, afirmou que eles são importantes e acrescentou:

“A outra parte que vem crescendo rapidamente é a social – todas as conexões – o fato de que você pode atualizar seu conteúdo rapidamente… tudo isso são coisas que queremos que eles tragam. Nós realmente pressionamos para que essas coisas fossem feitas, porque pensamos que será isso que tornará essa uma boa geração.

Guillemot explicou que é normal as fabricantes pedirem opiniões às desenvolvedoras, perguntando o que elas gostariam de ver um novo aparelho e embora uma decisão desse porte não seja tomada baseando-se apenas num pedido, a ideia parece ter agradado a Sony porque no fundo essa socialização poderá fazer com que os próprios jogadores façam propagandas dos jogos.

O engraçado é que já vi algumas pessoas reclamando da possibilidade de transmitir o que estivermos jogando e muitas outras que acham inútil publicarmos no Facebook as conquistas que obtivemos nos jogos, mas como nada disso é algo obrigatório ou que atrapalhe a diversão, acho que qualquer novidade é bem vinda e se hoje as redes sociais já fazem parte de nossas vidas, porque não permitir que os próximos consoles aproveitem melhor a principal caraterísticas desse serviços, que é aproximar as pessoas?

[via Polygon]

emSony

Loja da Ubisoft passa a vender jogos de outras empresas

Por em 20 de fevereiro de 2013

dori_upl_20.02.13

A investida das editoras no ramo de distribuição digital pode não ter mostrado a qualidade que muitos esperavam, com as lojas da EA e da Ubisoft muitas vezes sendo alvo de críticas, mas essas empresas parecem longe de desistir e agora sabemos que a companhia francesa passará a vender títulos de outras desenvolvedoras no Uplay.

Entre as parceiras podemos dizer que apenas duas gigantes marcaram presença, a própria Electronic Arts e a Warner Bros., mas muitos outros estúdios menores já contam com seus jogos na loja, como a Bohemia Interactive, a Telltale Games e a 1C Company, com a expectativa de que novos nomes sejam adicionados em breve e eles também aproveitaram para revelar que o Origin passará a vender jogos da Ubisoft.

Temos trabalhado nisso há bastante tempo,” declarou Stephanie Perotti, diretora do serviço. “Lançamos a nossa loja e queríamos ter certeza de que ofereceríamos uma boa experiência desde o início, então trabalhamos tanto na configuração técnica quanto na negociação com parceiros.

Provavelmente alguém surgirá dizendo que o trabalho não foi bem feito e que a vinculação dos jogos da Ubisoft ao Uplay serve mais para incomodar do que para trazer algum benefício, mas se tem algo em que eles acertaram, na minha opinião foi ao implementar um sistema que premia o jogador pelas conquistas alcançadas, com os pontos ganhos podendo ser trocados por itens como papéis de parede ou mesmo DLCs.

Acho que no fim das contas a concorrência é sempre bem vinda, embora há muito me incomode essa falta de unificação presente no PC. Comprar um jogo numa loja e não poder registrá-lo em outro serviço é algo muito ruim, sem falar na descentralização dados achievements e é por isso que eu lamento todos os dias o fato do Games for Windows Live não ter vingado.

continue lendo

emComputadores

Ancel clama pelo lançamento do Rayman Legends

Por em 13 de fevereiro de 2013

Algumas decisões tomadas pelos executivos das grandes empresas são tão estranhas que por mais que tentemos encontrar explicações, elas são difíceis de engolir. Um desses casos é a perda de exclusividade do Rayman Legends, antes previsto apenas para o Wii U.

Oras, acho que ninguém discordará de que quanto mais pessoas puderem ter acesso ao título, melhor, então porque na semana passada vimos tantas pessoas criticando duramente a Ubisoft por ter anunciado que o jogo seria lançado também para o Playstation 3 e Xbox 360?

Chiliques de fanboys a parte, o grande problema a meu ver é que o título cujo desenvolvimento já se encerrou seria lançado para o console da Nintendo no próximo dia 26 e com a decisão, agora ele aparecerá no Wii U apenas em setembro, só para chegar junto nas três plataformas e não consigo entender porque não dar esta exclusividade temporária aos donos do videogame.

Pois quem também está insatisfeito com a situação é Michel Ancel, criador do personagem e principal responsável pelo jogo. Para mostrar todo o seu desapontamento, o game designer publicou algumas fotos em que aparece ao lado de outros membros da equipe segurando um cartaz onde o Rayman aparece chorando, além de um balão com a expressão “SVP” (por favor) e as frases “Lancem o Rayman. Apoiem a Ubisoft Montpellier.”

Resta saber como a Ubisoft receberá o protesto, repreendendo seus funcionários ou atendendo ao pedido, algo em que não acredito e o mais provável é que no máximo se limitem a fazer o vimos nos últimos dias, prometer uma nova demo para o Wii U.

dori_ray_13.02.13

[via Eurogamer]

emIndústria Nintendo

Ubisoft ainda não desistiu da franquia Prince of Persia

Por em 30 de janeiro de 2013

dori_pop_30.01.13

Eu gosto da Ubisoft. Na minha opinião a empresa francesa tem uma grande quantidade de ótimas franquias, mas mesmo assim tem me irritado um pouco essa sua dedicação um tanto exagerada à série Assassin’s Creed e uma das suas marcas que tem sofrido um pouco com isso é a Prince of Persia.

Tudo bem, o The Forgotten Sands foi lançado em 2010, nem faz tanto tempo e na verdade até hoje não o joguei, mas imagino que mais pessoas estejam estranhando esse hiato e para a alegria daqueles que gostam dos jogos do príncipe malabarista, Yannis Mallat, CEO da Ubisoft Montreal, afirmou que a franquia não foi esquecida.

A gestão de marcas é uma coisa traiçoeira, ela precisa de muita atenção das pessoas. Acho que é justo dizer que, neste momento, a série Prince of Persia deu uma pausa, mas nós dissemos a mesma coisa de outras marcas que de repente reapareceram porque uma equipe se dispôs a fazer um novo jogo.

… As vezes aproveitamos algumas franquias e as vezes lhes damos tempo para respirar e tempo para crescer, ou tempo para descansar. Prince of Persia é tão importante quanto outras franquias da Ubisoft. Assim que tivermos algo para mostrar, nós o faremos.

Tudo isso para não dizer que na verdade eles estão é aproveitando para tirar o máximo que podem do Assassin’s Creed, série que tem um estilo razoavelmente parecido e que se tornou um enorme sucesso comercial, atitude que por sinal é compreensível.

Isso posto, o surgimento de uma suposta nova propriedade intelectual chamada Osiris pode indicar que ainda ficaremos um bom tempo sem ver um novo PoP.

emMiscelâneas

Rumor aponta possíveis compradores das franquias da THQ – Update

Por em 23 de janeiro de 2013

dori_war_23.01.13

Desde que o processo de falência da THQ foi anunciado duas coisas tem despertado a curiosidade dos gamers, quem compraria os estúdios da editora e consequentemente, que rumo teriam os jogos produzidos por eles e embora os detalhes do leilão realizado ontem ainda não tenham sido divulgados oficialmente, algumas informações começaram a surgir na internet.

A primeira delas foi revelada pelo Twitter do blog Distressed Debt, onde eles disseram que a Ubisoft havia adquirido uma das franquias da THQ e logo depois um editor do site Wired garantiu que se tratava do South Park : The Stick Of Truth. O problema é que tal jogo pode nem chegar a ser concluído pois estaria correndo na justiça uma ação contra a THQ feita pelos donos da marca, já que  o contrato entre elas não permitia que o título fosse desenvolvido por um estúdio externo.

Bom, dando continuidade às especulações, aqueles que gostam de jogos de estratégia e estavam preocupados com o futuro das séries Company of Heroes e Warhammer 40,000 ganharam um motivo para comemorar, pois se as informações estiverem corretas, a nova proprietária da Relic Entertainment seria a Sega, dona também da Creative Assembly, estúdio conhecido pela bem sucedida franquia Total War.

Sobra então a Vigil, do Darksiders e que ainda não sabemos detalhes sobre o novo dono e a Volition Inc, responsável pelas franquias Saints Row e Red Faction, e que supostamente teria sido comprada pela Koch Media, empresa proprietária da Deep Silver e responsável pela publicação do Dead Island. Porém, existe a possibilidade de que o jogo de mundo aberto parecido com o Grand Theft Auto tenha sido adquirido separadamente.

Nas próximas horas (ou dias) é possível que alguns desses rumores sejam confirmados ou mesmo desmentidos, mas pelo o que foi dito, qual sua posição em relação a essa troca de comando?

continue lendo

emIndústria Rumores

Franquias da THQ poderão ser vendidas individualmente

Por em 8 de janeiro de 2013

dori_coh_08.01.13

Quando surgiu a notícia de que a THQ havia declarado falência, parecia que só precisaríamos esperar um pouco para ver a conclusão da negociação para a venda dos ativos da empresas, com a Clearlake Capital Group ficando responsável por passar a um comprador anônimo o controle da companhia. Porém, o que muitos não esperavam é que o caso ainda passaria por algumas reviravoltas.

A primeira delas surgiu depois que algumas ações questionaram alguns detalhes do negócio, como o curto tempo que impediria que outras empresas participassem do processo ou mesmo o alto valor da comissão que seria pago à Clearlake Capital. Além disso, existia ainda a desconfiança de que os credores não receberiam sua parte, mesmo com a venda da companhia.

Surgiu então a possibilidade de a venda da THQ ser desmembrada e se a princípio os atuais donos não aceitavam tal ideia, ficou decidido que isso poderá acontecer e dessa forma os interessados poderão adquirir apenas uma ou outra franquia.

Sendo assim, até o dia 15 de janeiro a empresa continuará à venda pelo valor de US$ 60 milhões e caso o negócio não seja concluído, empresas como a Electronic Arts, que já mostraram interesse em comprar algumas criações da THQ, poderão fazer uma oferta em um leilão que acontecerá no dia 22 desse mês e outras que supostamente deverão dar seus lances é a Warner Bros. Interactive e a Ubisoft.

Portanto caros leitores, não se surpreendam caso as suas séries favoritas acabem parando em outras companhias, tomando outros rumos ou até mesmo sejam esquecidas por um bom tempo e o que eu estou realmente curioso para saber é o que acontecerá com os jogos que estão em desenvolvimento no momento, como o Metro: Last Night ou Company of Heroes 2

[via GamesIndustry]

emIndústria

Ghost Recon poderá virar filme

Por em 2 de janeiro de 2013

É bastante comum vermos alguma editora de games afirmando que não deixará uma de suas marcas ser transformada em filme por temerem uma má recepção por parte dos fãs, o que poderia acabar prejudicando seu nome, mas no caso da Ubisoft, isso não parece ser um problema.

Recentemente a companhia francesa criou o Ubisoft Motion Pictures, estúdio responsável por adaptar para o cinema algumas de suas franquias, o que indicava que eles estavam mesmo interessados nesse mercado, mas ainda assim não deixa de ser um tanto surpreendente a forte investida deles na área e após terem anunciado um longa-metragem baseado no Assassin’s Creed e outro no Splinter Cell, chegou a vez de uma adaptação do Tom Clancy’s Ghost Recon ser cogitada.

A informação foi divulgada pelo jornal LA Times, que garantiu que o responsável pela UMP, Jean-Julien Baronnet, está conversando com alguns estúdios de Hollywood que estejam interessados em trabalhar no filme e assim como deverá acontecer com as outras duas adaptações, a empresa estaria ligada diretamente a produção para garantir a integridade do filme.

O engraçado é que das três franquias essa é justamente a que não possui protagonistas memoráveis nem mesmo um enredo muito elaborado, mas a acredito que a sua temática militar e os armamentos futurista mostrados nela poderão fazer com que o filme seja interessante e o curta abaixo serve para termos uma ideia do que podemos esperar.

continue lendo

emCultura Gamer