Review Samsung T27A950: Isso é uma TV, um monitor ou a Angelina Jolie em forma de display?
A primeira coisa que se nota ao tirar o monitor da caixa é que ele é realmente bonito.
Graças a tela retroiluminada por LED, a TV é bastante fina – a espessura da tela é a mesma de um HTC Magic, que tem 14mm.
Um detalhe no lado direito liga a tela à base, que além de apoio, é onde as conexões ficam.
Falando nelas, o T27A950 tem duas portas HDMI (uma chamada de DVI, e nessa porta não há entrada de áudio), duas portas USB, duas entradas de antena, uma saída de fone de ouvido, entrada de áudio (um conector P2, igual ao de fones de ouvido), entrada para cabo de rede (RJ45) e uma entrada para vídeo componente bastante curiosa – ele usa um formato próprio da Samsung (um adaptador vem na caixa) para ocupar menos espaço na TV em si.
Como se pode notar, é um monitor sem entradas DVI ou VGA. Claro, dá pra ligar um cabo DVI usando um adaptador para HDMI, mas não uma entrada direta. E eu até concordo com a morte do conector VGA – com mais de duas décadas, ele já passou várias vezes da idade em que tecnologias morrem. Mas ainda assim, muitos notebooks hoje em dia ainda possuem apenas essa saída…
LG anuncia TV de 84”, 3D 4K de resolução e que custará todo o dinheiro do mundo
Não é uma graça? Fininha, elegante, custa uma fortuna mas deixaria os amigos morrendo de inveja. Excelente aquisição pro quarto, pra sala e num mundo perfeito até pra cozinha. Mas chega de falar da japinha. Essa TV da LG é uma monstruosidade, 84 polegadas dá 2m13cm de diagonal.
Na parte de controles ela vem com reconhecimento de voz, controle convencional, uma tal rodinha (que deve ser kibada dos iPods) e algo chamado Magic Gesture, que envolve acelerômetros. CALMA, ainda não é sua TV Kinect.
Tentando cavoucar o que resta do hype do 3D ela tem aqueles circuitos que “convertem” uma imagem 2D para 3D, tem Som 3D, 3D Zoom, blá blá blá.
Na parte de imagem essa belezoca tem 4 cores por pixel, mas provavelmente não é CMYK, LEDs que emitem luz preta não são fáceis de encontrar (EU SEI!). O painel, com 4mm de espessura (fora a caixa, muito provavelmente) tem resolução 4K, ou 3820 x 2160. Se você fizer as contas isso dá 4 vezes a quantidade de pixels em uma tela FullHD, e aí que reside o problema.
Não adianta ter 4 vezes mais pixels se a TV usará 4 pixels para representar UM pixel da imagem FullHD. Não há nenhuma fonte de conteúdo comercial transmitindo em 4K. Não há BluRays em 4K, nem TV a cabo. TUDO, TUDO que uma pessoa normal ligar a essa tv será no máximo em FullHD, 1920×1080.
Qual o sentido de pagar MUITO caro por uma tecnologia que nem de longe será aproveitada? A única argumentação que justifica a compra dessa TV é a japinha estar inclusa no pacote.
Fonte: TF
iPad se tornará mais caro que uma TV de 42”–ou: TV de 42” se tornará mais barata que um iPad
Dá para ler a notícia das duas formas, depende para que time você torce. O fato é que as televisões no mercado americano estão ficando cada vez mais baratas. Estima-se que o preço média de uma TV de 42 polegadas nos EUA fique, no final do ano na casa de US$578,00, ou R$954,27 segundo o Google.
Isso é ABAIXO do preço de um iPad 2 WIFI de 32GB, e BEM abaixo de um iPad 2 3G de 64GB, que sai a US$829,00.
A projeção é que por volta de 2015 uma TV de 42” custe algo em torno de US$350,00, bem mais que um iPad 2 WIFI de 16GB. Como a Apple tem a tradição de lançar novos produtos e manter o preço antigo, é provável que não seja um iPad 2 WIFI de 16GB, claro, mas um iPad 6. aí vale.
O truque é o “aí vale”. Um componente fundamental do preço de um produto é a percepção do público. O HP Touchpad era um mico a US$600,00 mas um excelente produto a US$100,00. Dá para sobreviver (não foi o caso) se a percepção do consumidor se iguala a um valor superior a seu custo de fabricação.
As fabricantes de TVs estão sofrendo com isso, pois embora seu custo de produção seja baixo, a percepção do público é de que essas televisões não devem custar quase nada, isso aperta as margens e quase nenhum fabricante está conseguindo sequer lucrar, daí a tentativa de criar o hype dos modelos 3D, e reverter essa tendência.
Outros tablets no mercado afetarão essa política de preço da Apple? Bem, se o mercado de desktops, notebooks, monitores, netbooks, MP3 players e celulares serve de indicação… não.
De resto eu adoro a idéia de uma TV de 42 polegadas por menos de miu reau, já sei o que encomendar quando o próximo amigo viajar pros EUA e perguntar se quero que traga alguma coisa.
Fonte: Bloomberg
Mix de TV com Internet: Quem poderia imaginar de onde viria o dinheiro…

Da série “Como diria Zagallo: É estranho. É estranho” essa história é também uma dica é para aspirantes a fazendeiros, brothers e outros candidatos à participação em reality shows.
Ainda bem que não passa muito por aqui, mas o Jersey Shore da MTV (um embaraço para qualquer descendente de Italianos) é um típico exemplo de o quão miserável pode ser o nível de conteúdo oferecido na televisão aberta (e na internet também).
Um dos ‘personagens’ principais do grupo de participantes fixos, um tipo reality-novela ainda não suficientemente tosco o bastante (ou ainda não descoberto) para terras canarinhas, se chama Michael Sorrentino e é mais conhecido “The Situation”.
O tal Situação é conhecido por andar por aí mostrando o abdômen bronzeado à spray, soltando pérolas filosóficas no ouvido de qualquer coisa que faça xixi sentado e exibindo o elástico da cueca com a logomarca da Abercrombie & Fitch.
O reality é basicamente o registro editado de um bando de prayboys de Nova Jersey (EUA) que não fazem nada além de ir na lavanderia, brigar e se embriagar em butecos e falar bobagem.
O mais incrivel, páginas e mais páginas, links, vídeos e tweets explodem na rede a cada baboseira feita por alguém da casa; um fenômeno difícil de se compreender.
Cargas que a própria Abercrombie & Fitch, uma marca tradicionalmente abastadinha e popular entre quem não conta mais dinheiro com a mão, se manifestou publicamente de um jeito bastante interessante.
A A&F se ofereceu para pagar uma quantia substancial ‘em dinheiro’ para The Situation não usar mais nenhuma peça de roupa levando o seu nome. Isso mesmo. E não apenas para ele, mas também para qualquer outro integrante do programa.
Segundo a empresa, a última coisa que eles querem é continuar associados – mesmo que indiretamente – ao brother (ou WeTF seja o termo), trazendo à tona uma profunda preocupação com o reflexo negativo que isso tem trazido para a sua operação e acionistas.
O anúncio acabou pegando todo mundo de calças curtas e quebra nitidamente a máxima que diz que até mesmo publicidade negativa é bom para os negócios. Na última noite, o episódio exibido teve uma audiência na televisão norte-americana de 7.2 milhões de telespectadores, tornando-se o programa com maior audiência em todo o país naquele horário.
Um mês atrás, o ‘show’ (filmado em Florença/Itália) atingiu 8.8 milhões de pessoas, batendo os recordes da emissora e sentando servidores internet afora. Isso, sem contar o frufrufru nas redes sociais.
Uma porta-voz da empresa disse:
“Nós estamos profundamente preocupados que a associação do Sr. Sorrentino com a nossa marca possa provocar danos significativos à nossa imagem. Por esta razão oferecemos uma quantia substancial como pagamento à Michael ‘The Situation’ Sorrentino e aos produtores do programa Jersey Shore da MTV, afim de que o personagem use uma outra marca de roupas. Nós também estendemos essa mesma oferta a qualquer um dos outros integrantes do casting e aguardamos urgentemente uma resposta” — A&F, via uma publicação na seção de Relações com Investidores em seu website.
Algumas ondas de manifestação a favor e contra começaram a pipocar aqui e ali nos EUA, para que logo uma grande maioria se formasse ao redor de uma grande divisão: pode um imbecil aceitar ou ignorar tal oferta de uma marca famosa preocupada com sua reputação?
The Situation, que já colocou até DVD de ginástica (The Situation Workout) para vender na rede e também escreveu um livro contando como ‘pegar’ mulheres de baixo Q.I., não confirmou se pára de usar a marca e aceita a grana ou não. Mas está aceitando sugestões pela rede.
Fica a dica para os aspirantes. Você não precisa se matar em provas absurdas para levantar um cascalhinho e ser um imbecil cinco estrelas apenas dentro da ‘casa’. Dá para fazer uma boa massa fora dela também.
Situation fazendo história…
[cardoso] publicar uma foto do Situation. O MeioBit nunca desceu tão baixo.. Que Odin tenha piedade de nós.
Panasonic culpa Hollywood pelo fracasso das TVs 3D
Embora as novas TVs 3D tenham recebido grande investimento em publicidade, não existe por parte do consumidor muita animação pela compra de um desses modelos.
Basta comparar o movimento dos early adopters das telas 3D com aquele visto quando as primeiras telas de plasma foram apresentadas. Naquele tempo, vimos gente pagando praticamente o preço de um carro popular em TVs com péssima qualidade de imagem, anunciadas como “de alta definição” e apresentando resolução de 480p . Um dos pontos altos da picaretagem em larga escala na história do consumo de tecnologia. Muitos compraram e ficaram felizes, mesmo sendo tapeados.
Pac-Man virará programa de TV nos Estados Unidos
Sente saudades das Olimpíadas do Faustão, e curte de montão (ô lôco, meu!) o novo e meio insosso Maratoma? Se sim, prepare-se para o próximo grande game televisivo: Pac-Man. Não é um caso de mera coincidência, é o bom e velho “come-come” ganhando as telas da sua sala de estar!
A Namco Bandai, detentora da marca, uniu-se à Merv Griffin Entertainment para a produção de um game baseado no universo (?) de Pac-Man. Segundo Roy Bank, presidente da divisão de TV da MGE, a nova série será um “evento cheio de energia, grandioso e maluco, parecido com Wipeout”. Wipeout, a propósito, é a versão original do Maratoma.



