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Digital Drops Blog de Brinquedo

Eis que surge um crossover oficial entre Sonic e Zelda

Por em 27 de março de 2014

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Quando a briga entre as fabricantes de consoles se resumia a Nintendo e Sega, todos nós, moleques no auge de nossa inocência e ignorância em relação a maneira como grandes empresa funcionam, costumávamos bradar por aí que nunca veríamos os personagens das duas companhias em um mesmo jogo. O que não poderíamos imaginar é que um dia a toda poderosa casa do Sonic ruiria e as antes inimigas mortais enxergariam na situação uma ótima maneira de ganhar alguns trocados juntas, acabando assim com as convicções de toda uma geração.

Tudo bem, ver essa outrora impossível mistura há muito deixou de ser novidade, mas então surge a Sega com uma ideia que nem nos sonhos poderíamos imaginar: um DLC para o Sonic Lost World onde o ouriço azul se vestirá de Link e visitará uma fase baseada na tão adorada série The Legend of Zelda.

Conhecido como The Legend of Zelda Zone, o estágio poderá ser baixado gratuitamente por aqueles que possuem o jogo para Wii U e ao contrário do que aconteceu em um conteúdo adicional baseado no Yoshi’s Island, este se parecerá mais como uma mini-aventura, deixando a velocidade de lado e colocando o jogador para explorar o lugar.

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emNintendo

A antiga Hyrule vista pelos olhos do Link

Por em 24 de fevereiro de 2014

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Durante muito tempo eu acreditei na ideia de que transformar uma série das antigas em um jogo em primeira pessoa nunca daria certo, aí veio a Retro Studios e me apresentou o Metroid Prime. Mas se com a caçadora de recompensas mais famosa da galáxia isso funcionou, será que outro clássico da Nintendo, o The Legend of Zelda, também poderia seguir o mesmo caminho?

Bom, até pelo estilo do jogo, é difícil imaginar que essa migração resultaria em algo decente, mas um sujeito conhecido como Ubiquitron resolveu fazer um teste e baseando-se primeiro capítulo da série, criou uma demo para ser utilizada com o Oculus Rift. Surpreendentemente, o resultado ficou bem legal.

Ainda em estágio beta, no momento o ZeldaVR só possui o mapa do mundo e o primeiro calabouço, porém, a intenção do autor é adaptar todo o game e disponibilizar gratuitamente a versão final ainda no mês de março, o que me parece um prazo bastante apertado.

Resta saber agora se a Nintendo não colocará seus advogados para trabalhar, mas até que isso aconteça, o jogo pode ser obtido nesta página e você precisará do óculos de realidade virtual para testá-lo.

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emComputadores Nintendo

Nintendo revela Zelda no estilo Dynasty Warriors

Por em 19 de dezembro de 2013

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Algumas pessoas talvez tenham que conferir o calendário para terem certeza de que não foi uma brincadeira de abril, mas pode acreditar, a Nintendo aproveitou uma apresentação pela internet para fazer aquela que pode ser a maior surpresa do ano: a franquia The Legenda of Zelda ganhará um capítulo nos mesmo moldes de outra série bastante popular, a Dynasty Warriors.

Conhecido por enquanto como Hyrule Warriors, título que deverá mudar até o seu lançamento, o jogo será lançado para o Wii U e além da inusitada mistura de estilos, chama a atenção o fato de que ele não será desenvolvido pela BigN, mas pela Tecmo Koei.

Contando com um Link mais adulto, neste jogo imagino que uma das principais características dos outros Zeldas não deverá estar presente, que são os elaborados calabouços onde devemos utilizar diversos itens para solucionar os quebra-cabeças que nos são propostos e como pode ser visto no trailer abaixo, o foco estará nas batalhas contra uma legião de inimigos.

Vale dizer que o presidente da BigN, Satoru Iwata, fez questão de afirmar que este não será um título da série principal e que eles continuarão trabalhando em algo mais tradicional separadamente, com a expectativa de que o Hyrule Warriors seja lançado no Japão durante o próximo verão e pouco depois nos Estados Unidos.

Como grande fã da série The Legenda of Zelda, eu sinceramente ainda não consegui chegar a uma conclusão sobre a novidade. Por um lado acho legal eles estarem aproveitando a marca para lançar algo bem diferente, mas por outro estou me esforçando para não olhar para ele e ver algo como um mero caça-níqueis. Talvez pense assim por não conhecer muito a franquia Dynasty Warriors, mas neste momento só consigo pensar no Shigeru Miyamoto se revirando no túm… Não, pera!

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emNintendo

Reação ao Wind Waker fará Nintendo ser mais cuidadosa com próximos Zeldas

Por em 8 de novembro de 2013

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A série The Legend of Zelda sempre foi apontado por não trazer muitas inovações em sua mecânica, com cada jogo sendo bastante parecido com os anteriores, mas se tem um aspecto da franquia que a Nintendo nunca teve medo de experimentar, é a direção artística.

Entre as muitas tentativas que a empresa fez, uma que causou mais polêmica foi o capitulo Wind Waker e se hoje o seu remake é apontado como um “salvador” do Wii U, com seu estilo desenho animado sendo elogiado por muitas pessoas, na época em que ele apareceu no GameCube, foi alvo de duras críticas e de acordo com o produtor Eiji Aonuma, isso tem feito com eles tenham mais cuidado.

Encontramos uma enorme quantidade de problemas devido ao salto drástico que tomamos com o Wind Waker. Acho que seremos mais cuidadosos no futuro, mas se encontrarmos uma nova abordagem que não apenas os desenvolvedores, mas os jogadores possam apreciar, então acho que iremos querer inovar novamente. Mas ainda não encontramos essa abordagem.

Um detalhe que acho interessante na franquia é que em alguns casos a direção artística adotada por eles tem a ver com o enredo. Isso fez com que o Twilight Princess tivesse uma aparência mais sombria, enquanto o Wind Waker seguisse um caminho mais lúdico e desde que a Nintendo continue com esta preocupação, acho que podemos ficar tranquilos em relação ao estilo que os próximos capítulos adotarão.

Fonte: Nintendo Everything.

emNintendo

Parcerias poderão trazer novos remakes ao Wii U

Por em 25 de outubro de 2013

The Legend of Zelda: The Wind Waker HD

O lançamento do The Legend of Zelda: The Wind Waker HD parece ter sido mesmo uma jogada acertada da Nintendo, fazendo inclusive com que o Wii U vendesse bem mais do que normalmente e diante de uma recepção tão positiva, Shigeru Miyamoto já disse que há boas chances de que outros títulos recebam o mesmo tratamento, embora o foco da empresa esteja em jogos novos.

Isto é certamente possível, mas a maioria dos nossos desenvolvedores estão trabalhando em novos jogos. Gostamos de tê-los trabalhando em coisas novas. Remakes em HD podem ser bons projetos para desenvolvedores parceiros, então é algo que espero poder introduzir no futuro.

Além disso, Miyamoto fez questão de dizer que o importante para eles é que esses remakes não tragam apenas gráficos melhores, aproveitando para adicionar novos elementos na jogabilidade, graças ao controle do Wii U.

Ao contrário do que muitos pensam, o GameCube recebeu vários bons jogos que permanecem desconhecidos da maioria e quem sabe a Nintendo não consiga encontrar alguma empresa dispostas a trazer versões melhoradas de um Metroid Prime, F-Zero GX ou Battalion Wars para o Wii U?

Eu já declarei algumas vezes que sou totalmente a favor do lançamento desses remakes, já que permitem que muitas pessoas tenham acesso a bons jogos em consoles mais poderosos e se o desenvolvimento deles não atrapalhará a criação de coisas novas, como é o que propõe o game designer, como não desejar que isso se torne verdade?

Fonte: CVG.

emNintendo

Produtor do Zelda sugere filme interativo sobre a franquia

Por em 16 de outubro de 2013

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A Nintendo não é o tipo de empresa que costuma deixar suas franquias irem para a telona, provavelmente por causa do que fizeram com o Mario, e por isso é surpreendente ouvir Eiji Aonuma, produtor da série The Legend of Zelda, cogitar a hipótese da franquia receber tal tratamento, ainda mais quando ele faz uma curiosa sugestão sobre como deveríamos assistí-lo.

Isso é algo que eu e o Sr. Miyamoto conversamos sobre. Se formos fazer um filme Zelda, se tivermos interesse em fazer isso, acho que o que seria mais importante para nós seria podermos brincar com o formato de um filme, fazendo dele mais interativo, como se você pudesse levar seu 3DS ao cinema e isso o levasse a participar do filme de alguma forma. Não queremos fazer ele da mesma maneira que os outros filmes. Queremos mudar de alguma forma o que um filme é.

Esta não é a primeira vez que algo assim é proposto e alguns se lembrarão que recentemente a Disney lançou uma versão interativa da animação A Pequena Sereia, função adotada também em outras produções do estúdio, entre elas alguns filmes da Marvel.

No caso específico da Nintendo, eu até acho que tal proposta faça um certo sentido, afinal estamos falando de uma empresa de games, mas sinceramente? Não consigo gostar da ideia. Para mim são mídias diferentes e quando entro em uma sala de cinema, a última coisa que desejaria é “brincar” com aquilo que estiver sendo mostrado na tela, mesmo porque acho que isso poderia desviar a atenção daquilo que realmente importa no momento, que é o filme. Se for para ter acesso a extras ou joguinhos, prefiro fazer isso depois que a projeção acabar.

Fonte: Polygon.

emNintendo

Aonuma fala sobre o risco de facilitar muito a vida dos jogadores

Por em 14 de outubro de 2013

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De uns anos para cá tem crescido a discussão sobre os jogos estarem se tornando fáceis demais e para muitas pessoas, os estúdios tem errado ao fazerem tudo para que os jogadores não se sintam perdidos em suas criações.

Quem parece concordar com esta linha de raciocínio é Eiji Aonuma, nome forte da série The Legend of Zelda, que ao falar a um grupo de fãs durante a Comic Con de Nova York, disse o quanto considera essa postura perigosa.

Acho que uma das coisas com que todo desenvolvedor de games deve se preocupar quando coloca algo em um jogo é, ‘As pessoas notarão isso? As pessoas perceberão o que elas devem fazer?’ E nós temos o péssimo hábito de dar muito apoio, de tentar fazer as coisas fáceis para todo mundo, mas cada vez mais tenho pensado que isso não é divertido.

O produtor então revelou que em determinado momento do desenvolvimento do A Link Between Worlds, ele e o diretor discutiram durante três dias devido a inclusão ou não de uma dica do que a pessoa deverá fazer para prosseguir na aventura, culminando na remoção dela. Por isso, ele disse rindo que caso o game tenha uma parte muito difícil, a culpa é toda dele.

Realmente uma das coisas mais legais em um título é quando descobrimos por conta própria a solução para um problema, mas essa moeda tem outro lado e pode se traduzir em frustração. Eu mesmo lembro de algo que aconteceu comigo com o A Link to the Past, quando fiquei travado no outro mundo simplesmente porque não me dei conta de que precisava puxar a língua de uma estátua. Somente meses depois eu descobri isso por acaso, mas como hoje temos um acesso muito mais fácil a tutoriais e detonados, acho que o risco de algo assim acontecer é muito menor.

Fonte: Polygon.

emMiscelâneas Nintendo