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Kit de Ferramentas para enfrentar qualquer terremoto (ok, ao menos se informar)

Por em 7 de abril de 2014
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Efeitos de um tremorzim na Nova Zelândia. Acredite… se puder.

Terremotos são a maior lição de humildade que o Homem pode passar, em segundos todas as nossas maravilhosas obras arquitetônicas, toda nossa engenharia vai pro saco quando a Terra resolver dar uma ajeitadinha nas placas tectônicas.

Curiosamente as pessoas normais acham que Terremotos e Tsunamis surgiram em 2004, quando na verdade apareceram bem antes: terremotos foram criados para o filme de 1974 com Charlton Heston e tsunamis são obra de James Cameron, em O Segredo do Abismo[citation needed].

Esses fenômenos, ao menos para quem está de longe, são fascinantes, assim como a quantidade de informação disponível. Se para se informar sobre terremotos você depende de portais, estações de TV ou algum idiota no Twitter, está papando mosca. Vamos conhecer alguns serviços que você pode acessar sem medo, com informações puramente científicas, nada de HAARP, Illuminati e outras bobagens.
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Rain, o jogo que foi modificado por um terremoto

Por em 24 de março de 2014

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Em 2011 acordamos com a notícia de que o Japão havia sido duramente atingido por um dos piores terremotos de sua história recente e além daquele desastre ter afetado profundamente a vida de milhares de moradores do país, ele também fez com que a produção de alguns jogos tomassem um rumo bastante diferente do planejado inicialmente.

O caso mais conhecido relacionado a catástrofe foi o do MotorStorm: Apocalypse, que devido sua temática semelhante acabou tendo seu lançamento adiado e durante a Game Developers Conference realizada na última semana, Ken Suzuta e Yuki Ikeda, respectivamente produtor e diretor do Rain, revelaram que o jogo também sofreu com aquele terremoto.

De acordo com Suzuta, inicialmente o título seria muito mais sombrio e deveria passar uma sensação maior de solidão, obrigando os jogadores a se esgueirar pelos cenários para evitar o confronto com um monstro que os ameaçaria. Porém, quando o dia 11 de março chegou e o país foi sacudido pelos tremores de terra, o jogo deixou de ser tão importante e a equipe perdeu o interesse em criar algo tão deprimente.

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Sensor de terremotos? Em breve teremos uma app pra isso

Por em 30 de setembro de 2013

 

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Apesar de termos tecnologias de ponta capazes de detectar terremotos, o sistema atual ainda não tem um grande alcance principalmente por descaso dos governos, que geralmente não se preocupam em instalar sistemas de aletas antecipados e contra-medidas, diferente do que ocorre no Japão e todo mundo viu o que um país preparado é capaz de fazer. Quem não possui o apoio de cima é obrigado a se virar, como no caso do garoto chileno que usou um Arduino e criou um bot que detecta e tuíta tremores.

Entretanto um artigo publicado na última semana Bulletin of the Seismological Society of America sugere uma solução simples para criar uma rede ampla de detecção de tremores: utilizando smartphones.

O artigo diz que o acelerômetro dos aparelhos é ideal para coletar dados em tempo real de terremotos de magnitude cinco ou superior quando o smartphone está próximo do epicentro. Os cientistas especulam que modelos equipados no futuro com acelerômetros mais sensíveis (o que seria essencial) seriam capazes de formar uma rede sísmica urbana, enviando para as autoridades em tempo real informações sobre qualquer tremor com segundos de antecedência.

O projeto é inspirado na rede da Universidade de Stanford, que liga sismógrafos a computadores de voluntários para criar uma rede similar, mas a vantagem desse projeto é que ele será muito mais barato e acessível, já que os smartphones estão cada vez mais baratos e uma rede de grande alcance pode ser muito útil para uma situação de emergência ao detectar um terremoto, em que segundos fazem toda a diferença e um sistema de alerta do governo não se faz presente.

Fonte: The Verge.

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Google Street View atualiza imagens do Japão dois anos após tsunami

Por em 4 de setembro de 2013

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É muito pouco provável que haja algum leitor do Meio Bit que não se recorde da catástrofe natural que ocorreu no Japão em março de 2011, quando milhares de pessoas perderam as suas vidas, outras milhares nunca foram encontradas e dezenas de milhares de desabrigados após um terremoto de magnitude 8,9; seguido de tsunami, devastar a costa nordeste do país.

Em junho do mesmo ano, o Google enviou carros do Street View para registrarem os estragos gerados pelo desastre e, no começo deste ano, uma nova rodada de captura de imagens foi feita na mesma região. Nesta quarta-feira, a empresa anunciou a disponibilização das novas imagens, que foram captadas ao longo dos últimos meses. Segundo o Google, o objetivo da empresa não era o de simplesmente registrar a destruição, mas fazer um “antes e depois” mostrando a capacidade de recuperação do Japão.

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emGoogle Internet

No espaço ninguém pode ouvir você gritar, a não ser que você seja um mega-terremoto

Por em 11 de março de 2013

GOCE orbit is so low that it experiences drag from the outer edges of Earth's atmosphere. The satellite's streamline structure and use of electric propulsion system counteract atmospheric drag to ensure that the data are of true gravity.</p><br /><br />
<p>Credits: ESA - AOES Medialab

A GOCE – Gravity Field and Steady-State Ocean Circulation Explorer é um satélite, mas chamarei no feminino pois é uma das máquinas mais parecidas com uma nave espacial que já lançamos. Na verdade ela é como uma nave espacial “deveria” se parecer, não um balde glorificado que são nossas cápsulas atuais.

Lançada em 2009 pela Agência Espacial Européia, seu objetivo é mapear com precisão inédita o campo gravitacional da Terra, que não é perfeito, visto que a Terra não é uma esfera no vácuo, só parece uma. Variações como montanhas, depósitos minerais, formações submarinas provocam variações no campo, alterando a órbita de qualquer satélite. Para melhorar a precisão das medições, a GOCE voa baixo, orbitando a 260 km de altitude, onde ainda há ar, em uma densidade desprezível mas suficiente para que a nave seja aerodinâmica e use aletas de estabilização.
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emCiência

O fim do mundo foi anteontem (em Minas Gerais)

Por em 21 de dezembro de 2012

Como alguns de vocês devem saber, eu estou morando em Los Angeles. E a Califórnia é muito bem conhecida por ter bastante terremoto. Comunicando-me com minha mãe que está em Recife, eu contei para ela (brincando, claro) sobre o “fim do mundo em 2012”. Hoje ela me ligou para avisar sobre o terremoto que aconteceu em Minas Gerais, chuva em São Paulo e um suposto vulcão na Rússia. Acidentes naturais acontecem todos os dias, nós apenas não prestamos atenção à eles.

Lendo um livro: “How To Get Ideas” do Jack Foster, dá para se ter uma noção do que eu estou falando. Em uma parte do livro ele diz: “Se você quer comprar um carro X, você passará a ver mais freqüentemente este carro X. Isso significa que só por que você demonstrou interesse nesse carro, o número dele aumentou? Não, os carros sempre estiveram ali, você apenas não enxergava-os”. Ocorre basicamente o mesmo com desastres naturais: por conta da atenção da imprensa, é criado todo um circo de terror em volta daquela história. A mídia deveria servir para informar as pessoas e não assustá-las.

O que aconteceu em Minas Gerais pode ter sido um caso bem isolado. Bom lembrar que todos nós estamos em cima de gigantes placas tectônicas. Algumas são mais suscetíveis à colisões, resultando em terremotos e vulcões, enquanto outras possuem leve ou moderada atividade. E sabe o que é mais engraçado? Eu peguei uma imagem em um blog chamado Gnosis Online, cujo assunto é: Fim dos Tempos.
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emGeologia Segurança

Twitter lança serviço para ajudar vítimas de desastres no Japão

Por em 26 de setembro de 2012

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Para muitas pessoas o Twitter se tornou a maneira ideal de bisbilhotar a vida dos outros (desconhecidos ou famosos) ou mesmo de servir como um canal de contato com empresas, porém, alguns perceberam que o serviço pode ser de grande ajuda em casos de desastres, fazendo com que a informação seja compartilhada rapidamente. De olho neste grupo uma equipe do Twitter situada em Tóquio lançou há alguns dias uma novidade muito interessante para os japoneses, o Lifeline.

Como o país é conhecido por viver sob o risco de terremotos, maremotos e ataques devastadores de seres gigantes, agora os moradores do arquipélago poderão encontrar facilmente quais contas deverão seguir em caso de alguma emergência tendo apenas que procurar por seus CEPs no twitter.com. Desta forma os usuários encontrarão outras pessoas que estejam falando sobre algum incidente que tenha acontecido nas redondezas, assim como contas mantidas pelo governo, veículos de comunicação, empresas de gás, água e eletricidade.

Infelizmente por enquanto a novidade está disponível apenas no Japão, mas o plano é de que o Lifeline seja levado a outras partes do mundo e acredito que algo assim poderia ser fundamental, por exemplo, para vários habitantes do Rio de Janeiro, que em poucos meses voltarão a sofrer novamente com deslizamentos e enchentes, e saber para onde ir após ter pedido quase tudo, por qual rua seguir ou onde a situação está pior, pode ser o que o manterá essas pessoas vivas.

[via Twitter Blog]

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