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Nintendo quer facilitar adaptação de jogos de celular para o Wii U

Por em 7 de maio de 2013

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O jornal The Japan Times afirma ter ouvido de uma fonte confiável que a Nintendo, na sua incansável luta para tirar o Wii U do fundo do poço, parece estar com uma carta na manga e se a pessoa estiver correta, a tática da empresa seria conquistar os estúdios que desenvolvem para celular e fazer com que eles levem suas criações para o novo console.

O desespero, se é que podemos chamar, da fabricante seria tão grande que ela teria feito algumas modificações no sistema do Wii U para facilitar a vida de quem cria jogos para dispositivos móveis, inclusive distribuindo um programa que torna esse processo de conversão o mais simples possível e assim um game que roda num smartphone também poderia ser aproveitado no videogame.

A ideia por traz da estratégia é clara, fazer com que alguns dos maiores sucessos dos tablets e celulares apareçam no Wii U, teoricamente fazendo com que as vendas aumentem e assim a empresa apague um pouco a imagem de que está com um enorme pepino nas mãos e que embora ainda seja cedo para garantir isso, pode acabar se transformando em um dos seus maiores fiascos.

Na minha opinião tudo o que a Nintendo tem feito – ou seja, quase nada – para salvar o Wii U é válido, mas o que o console realmente precisa é de jogos. Não jogos para celular, pois acredito que ninguém investirá num Wii U para jogar Angry Birds, mas títulos de peso que nos façam desejar ter o aparelho em nossas casas e a menos que uma grande reviravolta aconteça nos próximos meses, está difícil de acreditar que eles aparecerão em grande quantidade, pelo menos não por parte das desenvolvedoras externas.

emNintendo Rumores

Samsung revela Galaxy Tab 3, novo tablet de 7 polegadas

Por em 29 de abril de 2013

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Dizer que a estratégia da Samsung é cobrir todos os form factors possíveis, de modo a atender os perfis mais diversos de usuários é chover no molhado (ficou meio evidente após o lançamento da linha Galaxy Mega), por isso não é tão surpreendente que mal tendo lançado o Galaxy Note 8.0, o tablet de tamanho reduzido destinado a concorrer diretamente com o iPad Mini, a empresa anuncie agora terceira geração de seu primeiro e mais bem sucedido modelo, o Galaxy Tab de 7 polegadas.

Suas especificações são um tanto modestas: o Galaxy Tab 3 conta com processador dual core de 1,2 GHz; armazenamento interno de 8 ou 16 GB dependendo da versão (expansíveis até 64 GB, provavelmente via micro-SD), câmeras traseira e frontal de 3 e 1,3 megapixels respectivamente, uma bateria parruda de 4.000 mAh e virá com o Android 4.1 Jelly Bean. A tela é o ponto fraco do conjunto, um display TFT com resolução WSVGA, apenas 1024×600 pixels (169 ppi, contra 216 do Nexus 7). A quantidade de memória RAM não foi informada.

A Samsung pretende lançar o modelo Wi-Fi globalmente já em maio, enquanto que o modelo com 3G está programado para junho. Considerando o hardware mais modesto ele será provavelmente vendido na faixa de preço próxima ao Nexus 7, já que o Note 8.0 de 16 GB custa US$ 399 lá fora (60 dólares a menos que o iPad Mini 4G de mesma capacidade).

Fonte: TNW.

emGoogle Hardware

HP lança tablet Slate 7 por US$ 170

Por em 26 de abril de 2013

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Enfim parece que a HP deu uma dentro. Nos próximos dias ela começará a enviar o Slate 7, a tentativa da empresa de finalmente lançar um tablet de verdade após o fiasco retumbante do Touchpad.

Apesar de custar apenas US$ 169,99; ele possui alguns features legais e outros nem tanto assim, mas justificariam o preço 30 dólares abaixo dos concorrentes diretos, o Nexus 7 e o Kindle Fire HD:

Especificações:

  • Processador ARM Cortex-A9 dual-core de 1,6 GHz;
  • 1 GB de memória RAM;
  • 8 GB de memória interna, expansível via micro-SD;
  • display de 1024×600 pixels;
  • câmera traseira de 3 megapixels e frontal VGA;
  • conexão via Wi-Fi, Bluetooth e micro-USB;
  • sistema de som da Beats Audio;
  • Android 4.1 Jelly Bean.

Talvez seja a última chance da HP entrar no mercado de tablets após a sucessão de pataquadas homéricas do Touchpad: entre ter um ciclo de vida de apenas 49 dias, ser vendido a preço de banana e ter o código do webOS aberto para atrair seus compradores, estimulando-os a desenvolverem para a HP, apenas para quando lançado o Open webOS não ser compatível com o Touchpad.

No fim das contas a LG comprou o webOS para instalá-lo em TVs e a comunidade mantém o Open webOS com suporte da gigante coreana, mas ele tem menos de 1% de mercado. A impressão que se tem é que a HP é uma bagunça, e quando o chairman executivo se deixa fotografar usando hardware da concorrência, talvez seja mesmo.

Então boa sorte à HP, porque ela vai precisar.

Fonte: HP via Engadget.

emGoogle Hardware

Exclusivo do Walmart, Nexus 7 chega ao Brasil por R$ 999 [UPDATE]

Por em 25 de abril de 2013

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Essa chegou totalmente de surpresa: a partir de hoje, 25/04/2013, o Nexus 7 será oficialmente vendido no Brasil, a princípio exclusivamente pelo site da rede Walmart, pelo preço de R$ 999.

Após meses de negociações entre a ASUS e Google onde ambas não chegavam num acordo sobre o preço e forma de distribuição, a a ASUS resolveu ao menos vender o estoque que já estava no país parado. O preço é R$ 300 mais barato do que o valor que algumas lojas chegaram a anunciá-lo no fim de janeiro (e rapidamente retiraram do ar), mas como ele veio sem subsídios do Google, ainda está bem distante dos US$ 200 praticados lá fora (isso se você conseguir encontrar um).

O modelo oferecido é o de 16 GB de armazenamento, que conta com o processador Tegra 3 da nVidia (para desespero do Laguna), 1 GB de RAM e tela de 7 polegadas com resolução de 1280×800 pixels (216 ppi).

Apesar de considerar que ele chegou no mercado brasileiro com um preço razoável, não sei se ele é uma boa opção de compra se considerarmos que seu sucessor está a caminho.

Em todo caso, se você acha interessante (eu sinceramente estou na dúvida), é só seguir esse link e comprá-lo-o. :)

UPDATE às 17:45 – segundo algumas informações apuradas pelo Tecnoblog, não houve acordo entre Google e ASUS nem mesmo agora: o Walmart teria comprado todo o estoque de aparelhos importados pela empresa asiática que estava parado no Brasil e o estaria vendendo como acha que deve, tirando o Google da jogada completamente.

Ou seja: ganham ASUS e Walmart, perdem Google e o consumidor, porque se o tablet der problema, quem assume a garantia? E haverá resposição? ASUS e Google não tocam mais no assunto Nexus 7, então sobrou para a rede varejista, cuja inbox estava cheia e as tentativas de contato voltaram, por incrível que pareça.

Fonte: Info.

emGoogle Hardware

ASUS lança novos produtos no Brasil como o Fonepad e o notebook Taichi, de duas telas

Por em 24 de abril de 2013

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Em evento realizado ontem, a ASUS lançou no mercado brasileiro diversos novos produtos, dentre os quais dois merecem destaque: o notebook/tablet Asus Taichi e o Fonepad, um tablet de 7 polegadas para concorrer com a linha Galaxy Note e o iPad Mini (se ele no Brasil estivesse).

Vamos dar uma olhada nas novidades que já estão à venda no Brasil:

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Game D, um belo joystick para o iPad Mini e Nexus 7

Por em 15 de abril de 2013

Não há como negar que os tablets podem ser uma ótima plataforma para games, mas não seria muito bom se eles tivessem botões físicos para melhorar a jogatina? Pois para tentar resolver essa deficiência algumas companhias investem na criação de joysticks que podem ser adaptados a esses aparelhos e acho que a solução encontrada por uma empresa chamada Techdy é a mais elegantes que já vi.

game-d_15.04.13Conhecido por enquanto pelo codinome Game D, a grande sacada do acessório é se encaixar na parte de baixo do iPad Mini e do Nexus 7, da mesma maneira que o joystick do Xperia Play, nos dando até a impressão de que tais tablets já saíram de fábrica com ele.

Outra bela sacada dos criadores do Game D foi permitir que o usuário utilize o controle de outras maneiras, como por exemplo como suporte para assistir filmes, usar o tablet na vertical, o que é essencial para certos jogos ou ainda como uma capa para proteger a tela.

Atualmente a Techdy está tentando conseguir o financiamento do projeto através de uma campanha e durante este período teremos à nossa disposição dois modelos do controle, um mais simples que custa US$ 39 (mais US$ 10 de envio) e funcionará nos dois tablets e outro que nos custará US$ 69, vindo com duas alavancas analógicas, botões iluminados e vibração, mas que só estará disponível para o iPad Mini.

Diante de uma criação tão simples e funcional, minha pergunta é: Se o número de pessoas que usam seus tablets é cada vez maior, porque as fabricantes não adotam algo assim para todos os aparelhos, nem que fosse apenas nos modelos menores?

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emGames Jogos Portáteis

Gartner encarna o Capitão Óbvio e prevê que vendas de desktops vão encolher até 2017

Por em 4 de abril de 2013

Algumas coisas não dá para entender.

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Nos últimos anos todo mundo já percebeu que o mercado de desktops está cada vez menor. Eu mesmo abri mão de um novo conjunto de última geração e comprei um notebook-monstro, e ele é meu desktop, ligado num monitor e conjunto teclado/mouse sem fio.

Tirando usuários hardcore que precisam de máquinas para processamento pesado, como renderização de vídeos, modelagem 3D e similares, ou gamers hardcore que pagam uma fortuna para rodar Bioshock Infinite no máximo (que fica lindo, é verdade, mas meu PS3 me atende nisso), o usuário comum já se tocou que um note ou um ultrabook é mais do que suficiente. Muitos inclusive migraram de vez para o mundo mobile, fazendo de tablets e smartphones as únicas máquinas de que precisam. Lá fora o cenário é um pouco mais drástico, a venda de notebooks tem caído junto com a de desktops.

É por isso que eu acho um tanto sem sentido a projeção da Gartner. Com base na quantidade dos produtos enviados às lojas em 2012, ela desenhou um cenário em que o mercado como um todo terá um crescimento de 34% até 2017, onde os smartphones vão inflar em 70%, porém os desktops e notebooks vão encolher cerca de 20,4%, vendendo quase 70 milhões de unidades menos.

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Como disse, sem novidades. Tablets e smartphones terão um crescimento significativo, e um cenário ideal seria tablets e smartphones se tornarem mais baratos, mas é mais provável que os ultrabooks sejam os mais prováveis de ficarem mais acessíveis.

Já os desktops sofrerão sim uma redução de vendas, mas nem de longe vão sumir do mapa. O cenário pós-PC não significa sem-PC, mas um mercado em que  há diversas opções para o usuário, em que ele terá a liberdade de escolher o dispositivo que melhor lhe atende, sem ficar preso a um hardware de forma desnecessária.

Em tempo: o Gartner também fez uma projeção de sistemas operacionais, onde aponta que o Android vai dominar o mercado e Apple e Microsoft vão disputar o segundo lugar num empate quase técnico. A RIM como sempre vai comer poeira, além de sofrer redução.

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Fonte: Gartner via AllThingsD.

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