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Digital Drops Blog de Brinquedo

1001 videogames (+ 10)

Por em 10 de janeiro de 2014

No natal passado eu ganhei da minha mãe o 1001 Videogames Para Jogar Antes de Morrer, livro que tinha uma enorme curiosidade de conhecer e após dar uma rápida folheada nele para procurar alguns dos jogos que mais gosto, qual foi minha surpresa ao perceber que muitos clássicos foram esquecidos (ou teriam sido propositalmente deixados de lado?).

Oras, listas são sempre assim, com muitas escolhas com as quais não concordamos e a ausência de nossos favoritos, porém, estamos falando de uma quantidade absurda de citações e por isso acho indesculpável que eles tenham ignorado alguns dos mais populares – e importantes – títulos da indústria.

Pensando nisso, resolvi fazer uma lista com 10 jogos que acho que deveriam estar no livro e minha aqui intenção não é desmerecer o trabalho das pessoas que contribuíram para sua elaboração, mas sim lembrar alguns dos melhores games que tive o prazer de conhecer.

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Backbone também queria fazer um novo Streets of Rage

Por em 8 de maio de 2013

Olha, eu até já perdi as contas da quantidade de vezes que ouvi falar sobre a criação de um novo jogo para a excelente série Streets of Rage e quem resolveu revelar uma nova tentativa nesse sentido foi Arvin Bautista, um ex-funcionário da Backbone Entertainment.

De acordo com o artista, em algum momento do passado o estúdio que ficou conhecido por trabalhar em remakes como o Super Street Fighter II Turbo HD Remix e 1942: Joint Strike propôs à Sega o renascimento não só do beat ‘em up, mas também de outro clássico do Mega Drive, o ESWAT e coube a ele criar algumas artes conceituais para ambos os títulos.

Pelo o que Bautista revelou, os games deveriam ser lançados apenas digitalmente através da Xbox Live e PlayStation Network, mas não ficou claro se eles ainda estão em produção ou se, assim como aconteceu com vários outros remakes do Streets of Rage, também foram cancelados.

O que mais me espanta é perceber como deve estar sendo difícil convencer a Sega de que a franquia merece um novo capítulo, mesmo com tantos pedidos por parte do público e será mesmo que é assim tão complicado criar um jogo que consiga estar a altura dos originais?

Bom, se a resposta for positiva, então que a detentora dos direitos ao menos permita a criação de um remake em HD, assim como a própria Backbone fez com o Street Fighter II e em todo caso, continuo achando que a Sega perdeu uma excelente oportunidade de contratar o pessoal responsável pelo Streets of Rage Remake, aproveitando assim o trabalho que os caras já tinham feito e logo depois lançando oficialmente aquela ótima homenagem.

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[via SEGA Nerds]

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Vídeo mostra como estava ficando o remake do Streets of Rage

Por em 5 de dezembro de 2012

Existe uma grande quantidade de jogos e séries que ficaram perdidos no tempo, com os detentores dos direitos autorias se negando a dar ouvido aos fãs que clamam por continuações ou remakes e neste quesito, talvez nenhuma empresa consiga superar a Sega.

Embora tenha uma enorme quantidade de marcas outrora bastante populares, a empresa japonesa não tem mostrado muito interesse em lançar um novo Alex Kidd, Shadow Dancer ou Decap Attack, mas é inegável que o principal esquecido o Streets of Rage.

O beat ‘em up sempre aparece em qualquer lista sobre os remakes mais desejados e um detalhe que poucos conhecem é que por duas vezes um novo jogo quase foi feito. Uma desses criações estava a cargo da extinta GRIN e agora ficamos sabendo que o outro estava sendo produzido pela Ruffian Games, desenvolvedora do fraco Crackdown 2.

Previsto para ser lançado digitalmente, o game acabou sendo cancelado pela Sega, mas a autenticidade do vídeo abaixo foi comprovada por Sean Noonan, ex-funcionário do estúdio. Nele é possível ver como o trabalho estava ficando e embora eu ache que o game devesse utilizar a boa e velha visão lateral, tenho que admitir que ele estava ficando mais interessante do que eu poderia imaginar, especialmente em relação ao visual.

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Novos Strider e Streets of Rage estiveram perto de existir

Por em 23 de fevereiro de 2012

Depois de terem trabalhado no remake do Bionic Commando e nas adaptações para os games dos filmes Wanted e Terminator: Salvation, a GRIN acabou fechando suas portas em 2009 e pouco depois eles ganharam uma certa atenção ao contarem ao mundo que estavam trabalhando num projeto chamado Fortress, que seria um spin-off da série Final Fantasy, mas agora ficamos sabendo que muito mais coisas estavam sendo feitas no braço da empresa em Barcelona.

Além de um novo capítulo para a franquia Silent Hill, ex-funcionários revelaram que o estúdio estava envolvido na criação de novos jogos de duas antigas franquias que fizeram muito sucesso durante a década de 90 entre os donos de um Mega Drive e que são velhos sonhos daquelas pessoas, Strider e Streets of Rage. O site espanhol AnaitGames, responsável pela descoberta, inclusive publicou uma série de fotos dos jogos e ao olhar para as do beat ‘em up da Sega, até fiquei feliz por ele não ter sido terminado.

Isso mostra que os caras, além de terem uma extrema habilidade para convencer as empresas as lhes darem o direito de produzir games sobre algumas de suas principais marcas, também tinham o dom de estragar tudo depois, levando ao cancelamento dos projetos, mas o mais importante nessa história é que se Capcom e Sega cogitaram reviver esses títulos, talvez isso ainda volte a acontecer e um dia vejamos um novo SoR, mas que seja melhor do que a GRIN planejou.

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[via Eurogamer]

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As 5 músicas de games que mais me marcaram

Por em 12 de janeiro de 2012

Por ser uma forma de entretenimento extremamente ligada à visão, muitas vezes os jogadores estão mais preocupados se um game tem gráficos capazes de levar os consoles ao limite e acabam esquecendo de um aspecto de extrema importância na criação da atmosfera dos jogos, a trilha sonora.

Pensando nisso, resolvi fazer uma listinha com algumas músicas que me lembrassem rapidamente dos seus respectivos jogos e não sei dizer ao certo se os cinco escolhidos são títulos antigos porque naquela época jogávamos por mais tempo, o que facilitava a impressão daquelas faixas no nosso cérebro, ou se o motivo foi porque a limitação técnica dos 8 e 16-bits obrigavam o compositor a ser mais criativo, mas seja como for, aposto como as músicas que citarei trarão boas lembranças a muita gente.

Antes de irmos aos escolhidos, só quero mencionar que abaixo de cada imagem tem um player com a música escolhida e aproveito para dizer que meu intuito aqui não foi apontar qual música é melhor ou pior.  Sei também que muitos outros temas ficaram de fora, por isso peço que utilizem os comentário no final do post para dizer quais músicas mais lhes marcaram e fica o aviso, não me responsabilizo caso você fique assobiando essas obras-primas durante o resto do dia.

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O remake não-oficial do Streets of Rage

Por em 4 de abril de 2011

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Mesmo já tendo sido uma das principais empresas do mundos dos games e contar com um portfólio invejável, salvo raras exceções como o Shinobi para o Playstation 2 ou os jogos do Sonic, a Sega tem preferido não dar ouvido aos fãs e prefere não criar novas versões para vários de seus clássicos, como Alex Kid ou Streets of Rage. Depois de aguardar por muito tempo, um grupo resolveu trabalhar em cima de um remake do lendário Beat ‘em up e após oito anos dedicados ao projeto, a versão final foi disponibilizada.

Os envolvidos alegam não terem usado engenharia reversa e nenhuma linha do código original, baseando-se apenas na interpretação visual e eu ousaria dizer que caso tivesse sido lançado pela Sega, esse Streets of Rage Remake seria certamente considerado a versão definitiva da série, reunindo alguns dos principais aspectos da franquia e oferecendo aos fãs 8 finais, 19 personagens jogáveis, 93 estágios no modo principal (incluindo alguns novos), 64 inimigos, músicas e sprites refeitos e uma grande quantidade de modos, incluindo um onde poderemos fazer o nosso próprio jogo.

Ou seja, um trabalho bastante profissional que certamente poderia ser vendido por algumas dezenas de dólares e que muita gente pagaria sem pensar duas vezes. Ainda não tive muito tempo para jogar, mas percebi uma falha logo após explodir um barril, que fez com que o game ficasse muito rápido e acredito que outros bugs existam, o que seria até natural, mas só de ver o belo efeito de sombra nos personagens ou seus reflexos nas janelas do cenário e descobrir que trouxeram algumas novidades à jogabilidade, mas mantendo a essência do SoR, já posso dizer que se trata de um download obrigatório. Só é uma pena que não exista a possibilidade de jogarmos com outros amigos através da internet.

[com dica do @delta2kbr]

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