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Sony: “gostaríamos de ter um portátil como o Nintendo 3DS, mas ao menos nosso PS4 é líder”

Por em 16 de março de 2014
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Oitava geração, uma verdadeira Killzone (Crédito: Polygon)

Parece que a Microsoft ganhou força nos Estados Unidos: se em janeiro o XBox One vendeu metade do número de consoles PlayStation 4 vendidos naquele mercado, ao menos em fevereiro a lacuna foi bem menor. Segundo a própria Microsoft, o console de 8ª geração dela vendeu o equivalente a 90% do que o principal console Sony conseguiu vender nos Estados Unidos.

Se a Microsoft afirma que conseguiu vender 258 mil unidades do XBO nos Estados Unidos em fevereiro, podemos calcular que o PS4 vendeu 285 mil consoles em tal disputado mercado. O pessoal do NPD observou que devido à diferença de preço, o console da Microsoft lucrou mais que o da Sony, ou seja, a receita do XBox One foi maior que a do PlayStation 4.

A Microsoft acha que a pré-venda de Titanfall e do bundle correspondente foram algumas das razões desse sucesso comercial dela. Na lanterninha da oitava geração, a plataforma Wii U vendeu pouco mais de 80 mil consoles. Se considerarmos as vendas totais mundiais, o PS4 lidera com base instalada de 6 milhões de consoles, contra 5,5 milhões do Nintendo Wii U e 3,9 milhões de XBO.

Ao considerarmos que tanto o PS4 quanto o XBox One foram lançados em novembro e o Wii U já tinha um ano de estrada, podemos prever que o PlayStation 4 vai liderar a oitava geração de consoles seguido de perto pelo XBox One. Em lugares como o Canadá, a procura pelo console da Sony tem sido tanta que lojistas cogitam aumentar o preço do PS4 para manter os estoques. Lei da oferta e da procura. Mesmo com esse maldito capitalismo, ainda há esperança para a Nintendo?
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Sony e Panasonic prometem que o Archival Disc alcançará capacidade de até 1 TB

Por em 10 de março de 2014

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Em meados de 2013 Sony e Panasonic revelaram uma parceria que pode fornecer uma opção interessante para quem precisa realizar backups de grandes quantidades de dados: a proposta seria desenvolver uma nova mídia óptica capaz de armazenar no mínimo 300 GB de dados, no intuito de ser o sucessor do Blu-ray.

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BOMBA! Jack Tretton deixa presidência da Sony

Por em 6 de março de 2014

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Enquanto boa parte da indústria e dos jogadores voltam sua atenção para a situação complicada da Nintendo, a Sony segue perdendo forças propondo mudanças drásticas e depois de revelar cortes em vários setores, como a venda da linha Vaio ou o fechamento de várias lojas nos Estados Unidos, uma reestruturação na sua diretoria começa a se orquestrar.

Pegando todos de surpresa, a empresa anunciou que Jack Tretton, presidente e CEO da Sony Computer Entertainment America, deixará seu cargo no dia 31 de março, numa decisão que eles alegam ter sido tomada em comum acordo. Com isso, quem assumirá a posição será Shawn Layden, então vice-presidente executivo e COO da mesma divisão.

Trabalhar na SCEA pelos últimos 10 anos foi a experiência mais gratificante da minha carreira,” declarou o executivo em um comunicado oficial. “Mesmo sentindo profundamente a falta do talento da equipe da SCEA e a paixão demonstrada diariamente por nossos fãs, estou muito empolgado em começar o próximo capítulo da minha carreira. Quero agradecer os funcionários, parceiros e clientes por seu comprometimento incansável à marca PlayStation e, é claro, aos fãs que nos levaram a um novo patamar de inovação e entretenimento ao longo das últimas duas décadas. Deixo o PlayStation em uma posição de considerável força e o futuro será ainda mais brilhante para a Nação PlayStation.

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MWC 2014: Sony apresenta smartphones Xperia Z2 e M2 e tablet Z2

Por em 24 de fevereiro de 2014

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A MWC 2014 começou a todo vapor. Enquanto grandes anúncios serão realizados durante o decorrer do dia, algumas empresas não quiseram esperar muio e já soltaram suas novidades durante a madrugada, ou até mesmo antes. A Sony foi uma das que não quis perder tempo ou disputar atenção com outras fabricantes, ao anunciar seus novos dispositivos: os smarthpones Xperia Z2 e M2, além do Z2 Tablet.

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Resenha do RoboCop 2014: é, José Padilha fez bonito na refilmagem

Por em 23 de fevereiro de 2014

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A primeira lembrança que o tio Laguna tem do RoboCop de 1987 era o humor negro com o qual o holandês Paul Verhoeven expunha a parte política do enredo, inserindo telejornais que explicavam o contexto: uma decadente cidade de Detroit controlada pelo crime onde uma grande corporação lucraria com a construção de uma nova cidade, utópica, onde robôs manteriam a lei e começariam a substituir os policiais humanos.

Assim como o Alien de 1979, RoboCop não tinha qualquer pretensão de ser um fenômeno cult: era um filme B, puro entretenimento. O marketing e o orçamento da extinta produtora Orion Pictures que o digam. O diretor Verhoeven costurou uma bela sátira num filme de ação com um roteiro bem competente para a época (a montagem lembra muito a linguagem dos quadrinhos) e a bilheteria foi excelente, acompanhando as críticas. Depois RoboCop virou seriado de TV, que veio acompanhado de uma linha de brinquedos e duas seqüências no cinema.

Aliás, a atual Hollywood carece de ideias originais e, na falta de (mais) adaptações de outras mídias, parece ter encontrado outro caminho para o lucro fácil: refazer clássicos. Ainda não tive coragem de dar uma olhada no remake de Total Recall, outro filme que originalmente era dirigido pelo Verhoeven, mas arrisquei assistir ao RoboCop de José Padilha no cinema. Como gostei dos Tropa de Elite, em especial do segundo filme, achei que o diretor brasileiro não ofenderia os fãs do clássico com um remake qualquer. E felizmente foi o que aconteceu.
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Hasselblad HV – muito por pouco, mas com classe

Por em 16 de fevereiro de 2014

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Todo mundo aqui deve conhecer a Hasselblad. A empresa ficou famosa no mundo da fotografia por conta das câmeras de médio formato que fabricava. Assim como hoje todo mundo acha que profissional tem que ter uma full frame, na época do filme fotográfico se você não tivesse uma médio formato seria desprezado por muitos fotógrafos. Mas, o tempo passou e o digital dominou o mercado, forçando empresas tradicionais a se redefinirem. Algumas conseguiram isso com grande mérito (Canon, Nikon), outras quase afundaram pela falta de visão (Kodak) e temos um terceiro grupo que, por falta de conhecimento na área, teve que se aliar a gigantes da eletrônica para trazerem suas câmeras para a nova tecnologia (Leica).

A Hasselblad continua produzindo ótimas (e caras) câmeras de médio formato, mas nos últimos anos tem colocado câmeras de menor porte no mercado, em uma parceria com a Sony. Como a coisa funciona? Simples, a Sony vende o conceito de uma de suas câmeras e a Hasselblad só coloca dentro de um corpo com sua marca, geralmente com um design futurista e um preço absurdamente alto. Aconteceu isso com a Hasselblad Lunar e todo mundo percebeu. Agora temos um novo produto no mercado seguindo essa linha. A Hasselblad HV nada mais é do que a Sony A99 com outro corpo e alguns frufrus bem bacanas. A câmera está equipada com um sensor CMOS Full Frame de 24 megapixels,  capacidade de fazer 10 fotos por segundo no modo contínuo, sistema de foco automático baseado em 19 pontos (sendo 11 em cruz) e gravação de vídeo em Full HD.

Porém, como estamos falando de Hasselblad, algumas “coisinhas” precisam ser diferente. O exterior da câmera possui um design bem arrojado (não necessariamente bonito) e o corpo é todo feito em alumínio revestido de PVD. A câmera vai ser vendida com a lente CZ 24-70mm f2.8, duas baterias e um case resistente a impacto e que pode proteger a câmera de temperaturas extremas (-40ºC até 80ºC). Por tudo isso você só vai pagar a bagatela de US$ 11.500,00. Se fizer uma comparação com a Sony A99, você só vai pagar uns US$ 6.000,00 a mais pelo nome Hasselblad gravado na câmera. É caro, mas temos que admitir que é bonitinho. Acho que vou comprar umas duas.

hasslebladHV_caseFonte: Foto Actualidad

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Apple e Samsung agora dominam 120% dos lucros do mercado de smartphones (não, você não leu errado)

Por em 13 de fevereiro de 2014

No primeiro trimestre de 2013, os lucros do mercado de telefones celulares, mais especificamente o de smartphones “de verdade”, se dividiram entre Apple e Samsung de forma que a Maçã tinha 57 por cento dos lucros mundiais e a Samsung ficava com os outros 43 por cento.

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Até ali beleza, cem por cento bonitinho, mas aparentemente todo último trimestre chegam as contas malucas que incluem os prejuízos de outras empresas e essas duas gigantes juntas chegam a mais de cem por cento. Em 2012, por exemplo, a conta maluca do último trimestre deu 103%. Cento e três por cento. Apenas somando Apple e Samsung.

Enfim, entre outubro e dezembro de 2013, a Apple obteve 87,4% dos lucros mundiais no mercado de smartphones. Ok, usando a iMaginação, o resto também conhecido como Samsung mereceria os 12,6% da percentagem mas não, a sul-coreana ficou com 32,2%. Somando temos 119,6%. Quase cento e vinte por cento.
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