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Hasselblad HV – muito por pouco, mas com classe

Por em 16 de fevereiro de 2014

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Todo mundo aqui deve conhecer a Hasselblad. A empresa ficou famosa no mundo da fotografia por conta das câmeras de médio formato que fabricava. Assim como hoje todo mundo acha que profissional tem que ter uma full frame, na época do filme fotográfico se você não tivesse uma médio formato seria desprezado por muitos fotógrafos. Mas, o tempo passou e o digital dominou o mercado, forçando empresas tradicionais a se redefinirem. Algumas conseguiram isso com grande mérito (Canon, Nikon), outras quase afundaram pela falta de visão (Kodak) e temos um terceiro grupo que, por falta de conhecimento na área, teve que se aliar a gigantes da eletrônica para trazerem suas câmeras para a nova tecnologia (Leica).

A Hasselblad continua produzindo ótimas (e caras) câmeras de médio formato, mas nos últimos anos tem colocado câmeras de menor porte no mercado, em uma parceria com a Sony. Como a coisa funciona? Simples, a Sony vende o conceito de uma de suas câmeras e a Hasselblad só coloca dentro de um corpo com sua marca, geralmente com um design futurista e um preço absurdamente alto. Aconteceu isso com a Hasselblad Lunar e todo mundo percebeu. Agora temos um novo produto no mercado seguindo essa linha. A Hasselblad HV nada mais é do que a Sony A99 com outro corpo e alguns frufrus bem bacanas. A câmera está equipada com um sensor CMOS Full Frame de 24 megapixels,  capacidade de fazer 10 fotos por segundo no modo contínuo, sistema de foco automático baseado em 19 pontos (sendo 11 em cruz) e gravação de vídeo em Full HD.

Porém, como estamos falando de Hasselblad, algumas “coisinhas” precisam ser diferente. O exterior da câmera possui um design bem arrojado (não necessariamente bonito) e o corpo é todo feito em alumínio revestido de PVD. A câmera vai ser vendida com a lente CZ 24-70mm f2.8, duas baterias e um case resistente a impacto e que pode proteger a câmera de temperaturas extremas (-40ºC até 80ºC). Por tudo isso você só vai pagar a bagatela de US$ 11.500,00. Se fizer uma comparação com a Sony A99, você só vai pagar uns US$ 6.000,00 a mais pelo nome Hasselblad gravado na câmera. É caro, mas temos que admitir que é bonitinho. Acho que vou comprar umas duas.

hasslebladHV_caseFonte: Foto Actualidad

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Apple e Samsung agora dominam 120% dos lucros do mercado de smartphones (não, você não leu errado)

Por em 13 de fevereiro de 2014

No primeiro trimestre de 2013, os lucros do mercado de telefones celulares, mais especificamente o de smartphones “de verdade”, se dividiram entre Apple e Samsung de forma que a Maçã tinha 57 por cento dos lucros mundiais e a Samsung ficava com os outros 43 por cento.

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Até ali beleza, cem por cento bonitinho, mas aparentemente todo último trimestre chegam as contas malucas que incluem os prejuízos de outras empresas e essas duas gigantes juntas chegam a mais de cem por cento. Em 2012, por exemplo, a conta maluca do último trimestre deu 103%. Cento e três por cento. Apenas somando Apple e Samsung.

Enfim, entre outubro e dezembro de 2013, a Apple obteve 87,4% dos lucros mundiais no mercado de smartphones. Ok, usando a iMaginação, o resto também conhecido como Samsung mereceria os 12,6% da percentagem mas não, a sul-coreana ficou com 32,2%. Somando temos 119,6%. Quase cento e vinte por cento.
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Isso sim é show-off: Sony vende Walkman dentro de squeeze com água

Por em 13 de fevereiro de 2014

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Se tem uma coisa que a Sony gosta de se gabar é a qualidade de seus dispositivos. Também pudera, embora não estando em uma situação muito boa, o que levou a empresa a abrir mão da linha Vaio, desde sempre seu hardware foi objeto de desejo de quem quer que fosse. Vide o Walkman original (cuja história é um caso à parte), um tremendo avanço tecnológico para a época e todo mundo, sem exceções desejou ter um deles para ouvir suas fitinhas.

Hoje o modelo original não é mais comercializado, entretanto a marca Walkman ainda é muito forte: até hoje a Sony fabrica aparelhos MP3 da linha e relaciona a marca ao app de música disponível em sua linha de smartphones Xperia. Numa realidade onde todo mundo possui Androids e iPhones, manter uma linha de players de música dedicados que não se chamam iPod pode parecer insano para qualquer um, mas é a Sony e ela pode.

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Sony a6000 – novidades interessantes

Por em 13 de fevereiro de 2014

Uma coisa que me deixou surpreso na linha de mirrorless da Sony foi a qualidade aceitável, mesmo dos modelos mais simples, e do preço acessível. E olha que alguns anos atrás nem passaria pela minha cabeça elogiar uma câmera fabricada pela Sony. Aliás, esse era um sentimento que destilávamos em relação a todas as grandes empresas de eletrônicos que entraram no ramo da fotografia por conta da tecnologia digital (Samsung e Panasonic). Mas, isso são águas passadas e agora todas são concorrentes pesadas no ramo. Porém, uma coisa interessante destas empresas tecnológicas é a capacidade de inovação de alguns recursos e nas inovações.

A Sony colocou seus japoneses para funcionar e agora está colocando no mercado a sua nova mirrorless, a a6000, que vem substituir a NEX-6. A primeira mudança do novo modelo é o sensor CMOS com 24 megapixels de resolução máxima. Uma bela vitaminada se levarmos em conta que a NEX-6 possuía “apenas” 16 megapixels. A câmera está equipada com o novo processador Bionz X e possui cobertura dos pontos de foco automático (impressionantes 179 pontos que trabalham em um sistema híbrido) que cobrem 92% do visor. Aliás, essa é a característica mais interessante do modelo. A quantidade de pontos de foco aliado a cobertura de 92% do visor (e com uma forcinha do processador) permitem que a câmera consiga fazer a incrível marca de 11 fotos por segundo com o foco contínuo ativado.  Por conta desta nova tecnologia, a Sony também promete que a câmera vai ter o foco automático mais rápido do mundo. Essa é uma afirmação que não teve maior aprofundamento no release oficial da empresa.

Fechando o pacote, temos a já obrigatória gravação de vídeos em Full HD (1920 x 1080 pixels com até 60 fotogramas por segundo) e a conexão Wi-Fi para descarregar fotos e a tecnologia NFC para conexão com Smartphones e Tablets. Uma característica que está sendo criticada por todos é a diminuição da resolução do view finder eletrônico, que caiu de 2,36 megapixels para 1,44 megapixels. Estranho, pois é um equipamento que trouxe várias novidades em relação ao modelo anterior e esta é a única característica que realmente piorou. Posso estar sendo um pouco antiquado, mas visores eletrônicos me causam arrepios até hoje. Então, quanto mais definição, melhor será.

A Sony a6000 deve chegar ao mercado em abril, nas cores preto e prata, e vai custar US$ 650,00 (apenas o corpo) e US$ 800,00 (equipada com a lente 16-50mm f/3.5-5.6).

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Fonte: Dpreview

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Et tu? HTC também pretende entrar na festa dos gadgets vestíveis

Por em 6 de fevereiro de 2014

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Enquanto os boatos sobre a Apple lançar ou não o tão falado iWatch, as fabricantes concorrentes correram atrás de um vapor para garantir que seus produtos chegassem antes no mercado. Com isso tivemos o Smartwatch 2 da Sony, o Galaxy Gear da Samsung e o Toq da Qualcomm. No fim das contas tivemos uma invasão de relógios espertos que tentam atender um mercado que não está preparado para eles, já que estão aquém do que esperamos deles.

E agora a HTC vai entrar na brincadeira. A empresa confirmou que pretende lançar um novo wearable até o fim do ano. Em entrevista ao Bloomberg, o CFO Chiang Chialin disse que eles começaram a olhar para wereables e smartwatches “há muito tempo atrás”, e agora a companhia se sente otimista sobre 2014 em relação ao ano passado de modo a investir nesse tipo de produto.

Em verdade a HTC não está muito bem das pernas. Fora a crise financeira ela perdeu a parceria com a Beats Electronics, e para completar comete presepadas como deixar de dar suporte a smartphones de pouco mais de 14 meses de vida. Claro que ela não pretende sair fora do mercado de smartphones, mas o ramo de gadgets vestíveis pode representar uma lufada de ar fresco nos negócios.

A previsão da HTC é que o tal gadget chegue às lojas a tempo das compras de Natal; Chialin declarou que a empresa resolveu os problemas de bateria que permitiram a viabilidade do projeto. Além disso será lançado uma nova versão do HTC One (chamado até o momento de One Plus) e passarão a investir mais em marteking, algo que inexplicavelmente a empresa não dava muita importância, nas palavra do próprio CFO.

Fonte: BB.

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Sony demite 5 mil funcionários, vende linha de PCs VAIO e transforma divisão de TVs em subsidiária

Por em 6 de fevereiro de 2014

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A coisa não está nada boa na Sony. Ao ver o mercado de tablets e smartphones devorar o de PCs cada vez mais, a empresa que outrora ostentava a linha VAIO como um símbolo de qualidade, um sonho de consumo de muita gente (e por isso mesmo seus produtos eram caríssimos) foi sendo gradativamente dilapidado. A empresa bem que tentou mas o mundo mobile não é sua praia, isso ou não lançaria coisas esquisitas como um tablet que parece uma revista e outro dobrável além do Xperia Play, um smartphone que rodava games do PSOne caríssimo e que morreu sem atualizações pouco tempo depois.

Por presepadas do tipo que a Sony viu o dinheiro escoar. Apesar de anunciar um lucro líquido de 27 bilhões de ienes (cerca de R$ 638 milhões) no terceiro trimestre fiscal de 2014 ela cortou suas projeções futuras, prevendo prejuízo de ¥ 110 bilhões (R$ 2,6 bilhões). Com isso, medidas drásticas foram tomadas de modo a manter a Sony na linha.
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Sony ignora Android 4.4 KitKat e anuncia a morte de vários smartphones

Por em 5 de fevereiro de 2014

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Quando o Google apresentou ao mundo o Android 4.4 KitKat, o principal feature introduzido nele é sua capacidade de rodar de forma suave em hardwares mais modestos, com até 512 MB de RAM. Com isso a empresa deixava claro que iria fazer de tudo para que a fragmentação, o principal motivo de comparação entre o sistema do robozinho e o iOS fosse resolvido de vez. Com isso aparelhos de entrada ou antigos receberiam o Android de chocolate e todos ficariam felizes.

Entretanto fabricantes e operadoras não pensam da mesma forma. Os primeiros querem vender aparelhos, os segundos aparelhos com planos (embora essa prática esteja com os dias contados). Manter dispositivos desatualizados faz parte da estratégia de obsolescência programada e forçam o usuário a trocar de aparelho constantemente. Foi o que a HTC fez recentemente, e agora a Sony vai pelo mesmo caminho.

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