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BOMBA! Jack Tretton deixa presidência da Sony

Por em 6 de março de 2014

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Enquanto boa parte da indústria e dos jogadores voltam sua atenção para a situação complicada da Nintendo, a Sony segue perdendo forças propondo mudanças drásticas e depois de revelar cortes em vários setores, como a venda da linha Vaio ou o fechamento de várias lojas nos Estados Unidos, uma reestruturação na sua diretoria começa a se orquestrar.

Pegando todos de surpresa, a empresa anunciou que Jack Tretton, presidente e CEO da Sony Computer Entertainment America, deixará seu cargo no dia 31 de março, numa decisão que eles alegam ter sido tomada em comum acordo. Com isso, quem assumirá a posição será Shawn Layden, então vice-presidente executivo e COO da mesma divisão.

Trabalhar na SCEA pelos últimos 10 anos foi a experiência mais gratificante da minha carreira,” declarou o executivo em um comunicado oficial. “Mesmo sentindo profundamente a falta do talento da equipe da SCEA e a paixão demonstrada diariamente por nossos fãs, estou muito empolgado em começar o próximo capítulo da minha carreira. Quero agradecer os funcionários, parceiros e clientes por seu comprometimento incansável à marca PlayStation e, é claro, aos fãs que nos levaram a um novo patamar de inovação e entretenimento ao longo das últimas duas décadas. Deixo o PlayStation em uma posição de considerável força e o futuro será ainda mais brilhante para a Nação PlayStation.

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MWC 2014: Sony apresenta smartphones Xperia Z2 e M2 e tablet Z2

Por em 24 de fevereiro de 2014

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A MWC 2014 começou a todo vapor. Enquanto grandes anúncios serão realizados durante o decorrer do dia, algumas empresas não quiseram esperar muio e já soltaram suas novidades durante a madrugada, ou até mesmo antes. A Sony foi uma das que não quis perder tempo ou disputar atenção com outras fabricantes, ao anunciar seus novos dispositivos: os smarthpones Xperia Z2 e M2, além do Z2 Tablet.

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Resenha do RoboCop 2014: é, José Padilha fez bonito na refilmagem

Por em 23 de fevereiro de 2014

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A primeira lembrança que o tio Laguna tem do RoboCop de 1987 era o humor negro com o qual o holandês Paul Verhoeven expunha a parte política do enredo, inserindo telejornais que explicavam o contexto: uma decadente cidade de Detroit controlada pelo crime onde uma grande corporação lucraria com a construção de uma nova cidade, utópica, onde robôs manteriam a lei e começariam a substituir os policiais humanos.

Assim como o Alien de 1979, RoboCop não tinha qualquer pretensão de ser um fenômeno cult: era um filme B, puro entretenimento. O marketing e o orçamento da extinta produtora Orion Pictures que o digam. O diretor Verhoeven costurou uma bela sátira num filme de ação com um roteiro bem competente para a época (a montagem lembra muito a linguagem dos quadrinhos) e a bilheteria foi excelente, acompanhando as críticas. Depois RoboCop virou seriado de TV, que veio acompanhado de uma linha de brinquedos e duas seqüências no cinema.

Aliás, a atual Hollywood carece de ideias originais e, na falta de (mais) adaptações de outras mídias, parece ter encontrado outro caminho para o lucro fácil: refazer clássicos. Ainda não tive coragem de dar uma olhada no remake de Total Recall, outro filme que originalmente era dirigido pelo Verhoeven, mas arrisquei assistir ao RoboCop de José Padilha no cinema. Como gostei dos Tropa de Elite, em especial do segundo filme, achei que o diretor brasileiro não ofenderia os fãs do clássico com um remake qualquer. E felizmente foi o que aconteceu.
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Hasselblad HV – muito por pouco, mas com classe

Por em 16 de fevereiro de 2014

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Todo mundo aqui deve conhecer a Hasselblad. A empresa ficou famosa no mundo da fotografia por conta das câmeras de médio formato que fabricava. Assim como hoje todo mundo acha que profissional tem que ter uma full frame, na época do filme fotográfico se você não tivesse uma médio formato seria desprezado por muitos fotógrafos. Mas, o tempo passou e o digital dominou o mercado, forçando empresas tradicionais a se redefinirem. Algumas conseguiram isso com grande mérito (Canon, Nikon), outras quase afundaram pela falta de visão (Kodak) e temos um terceiro grupo que, por falta de conhecimento na área, teve que se aliar a gigantes da eletrônica para trazerem suas câmeras para a nova tecnologia (Leica).

A Hasselblad continua produzindo ótimas (e caras) câmeras de médio formato, mas nos últimos anos tem colocado câmeras de menor porte no mercado, em uma parceria com a Sony. Como a coisa funciona? Simples, a Sony vende o conceito de uma de suas câmeras e a Hasselblad só coloca dentro de um corpo com sua marca, geralmente com um design futurista e um preço absurdamente alto. Aconteceu isso com a Hasselblad Lunar e todo mundo percebeu. Agora temos um novo produto no mercado seguindo essa linha. A Hasselblad HV nada mais é do que a Sony A99 com outro corpo e alguns frufrus bem bacanas. A câmera está equipada com um sensor CMOS Full Frame de 24 megapixels,  capacidade de fazer 10 fotos por segundo no modo contínuo, sistema de foco automático baseado em 19 pontos (sendo 11 em cruz) e gravação de vídeo em Full HD.

Porém, como estamos falando de Hasselblad, algumas “coisinhas” precisam ser diferente. O exterior da câmera possui um design bem arrojado (não necessariamente bonito) e o corpo é todo feito em alumínio revestido de PVD. A câmera vai ser vendida com a lente CZ 24-70mm f2.8, duas baterias e um case resistente a impacto e que pode proteger a câmera de temperaturas extremas (-40ºC até 80ºC). Por tudo isso você só vai pagar a bagatela de US$ 11.500,00. Se fizer uma comparação com a Sony A99, você só vai pagar uns US$ 6.000,00 a mais pelo nome Hasselblad gravado na câmera. É caro, mas temos que admitir que é bonitinho. Acho que vou comprar umas duas.

hasslebladHV_caseFonte: Foto Actualidad

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Apple e Samsung agora dominam 120% dos lucros do mercado de smartphones (não, você não leu errado)

Por em 13 de fevereiro de 2014

No primeiro trimestre de 2013, os lucros do mercado de telefones celulares, mais especificamente o de smartphones “de verdade”, se dividiram entre Apple e Samsung de forma que a Maçã tinha 57 por cento dos lucros mundiais e a Samsung ficava com os outros 43 por cento.

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Até ali beleza, cem por cento bonitinho, mas aparentemente todo último trimestre chegam as contas malucas que incluem os prejuízos de outras empresas e essas duas gigantes juntas chegam a mais de cem por cento. Em 2012, por exemplo, a conta maluca do último trimestre deu 103%. Cento e três por cento. Apenas somando Apple e Samsung.

Enfim, entre outubro e dezembro de 2013, a Apple obteve 87,4% dos lucros mundiais no mercado de smartphones. Ok, usando a iMaginação, o resto também conhecido como Samsung mereceria os 12,6% da percentagem mas não, a sul-coreana ficou com 32,2%. Somando temos 119,6%. Quase cento e vinte por cento.
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Isso sim é show-off: Sony vende Walkman dentro de squeeze com água

Por em 13 de fevereiro de 2014

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Se tem uma coisa que a Sony gosta de se gabar é a qualidade de seus dispositivos. Também pudera, embora não estando em uma situação muito boa, o que levou a empresa a abrir mão da linha Vaio, desde sempre seu hardware foi objeto de desejo de quem quer que fosse. Vide o Walkman original (cuja história é um caso à parte), um tremendo avanço tecnológico para a época e todo mundo, sem exceções desejou ter um deles para ouvir suas fitinhas.

Hoje o modelo original não é mais comercializado, entretanto a marca Walkman ainda é muito forte: até hoje a Sony fabrica aparelhos MP3 da linha e relaciona a marca ao app de música disponível em sua linha de smartphones Xperia. Numa realidade onde todo mundo possui Androids e iPhones, manter uma linha de players de música dedicados que não se chamam iPod pode parecer insano para qualquer um, mas é a Sony e ela pode.

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Sony a6000 – novidades interessantes

Por em 13 de fevereiro de 2014

Uma coisa que me deixou surpreso na linha de mirrorless da Sony foi a qualidade aceitável, mesmo dos modelos mais simples, e do preço acessível. E olha que alguns anos atrás nem passaria pela minha cabeça elogiar uma câmera fabricada pela Sony. Aliás, esse era um sentimento que destilávamos em relação a todas as grandes empresas de eletrônicos que entraram no ramo da fotografia por conta da tecnologia digital (Samsung e Panasonic). Mas, isso são águas passadas e agora todas são concorrentes pesadas no ramo. Porém, uma coisa interessante destas empresas tecnológicas é a capacidade de inovação de alguns recursos e nas inovações.

A Sony colocou seus japoneses para funcionar e agora está colocando no mercado a sua nova mirrorless, a a6000, que vem substituir a NEX-6. A primeira mudança do novo modelo é o sensor CMOS com 24 megapixels de resolução máxima. Uma bela vitaminada se levarmos em conta que a NEX-6 possuía “apenas” 16 megapixels. A câmera está equipada com o novo processador Bionz X e possui cobertura dos pontos de foco automático (impressionantes 179 pontos que trabalham em um sistema híbrido) que cobrem 92% do visor. Aliás, essa é a característica mais interessante do modelo. A quantidade de pontos de foco aliado a cobertura de 92% do visor (e com uma forcinha do processador) permitem que a câmera consiga fazer a incrível marca de 11 fotos por segundo com o foco contínuo ativado.  Por conta desta nova tecnologia, a Sony também promete que a câmera vai ter o foco automático mais rápido do mundo. Essa é uma afirmação que não teve maior aprofundamento no release oficial da empresa.

Fechando o pacote, temos a já obrigatória gravação de vídeos em Full HD (1920 x 1080 pixels com até 60 fotogramas por segundo) e a conexão Wi-Fi para descarregar fotos e a tecnologia NFC para conexão com Smartphones e Tablets. Uma característica que está sendo criticada por todos é a diminuição da resolução do view finder eletrônico, que caiu de 2,36 megapixels para 1,44 megapixels. Estranho, pois é um equipamento que trouxe várias novidades em relação ao modelo anterior e esta é a única característica que realmente piorou. Posso estar sendo um pouco antiquado, mas visores eletrônicos me causam arrepios até hoje. Então, quanto mais definição, melhor será.

A Sony a6000 deve chegar ao mercado em abril, nas cores preto e prata, e vai custar US$ 650,00 (apenas o corpo) e US$ 800,00 (equipada com a lente 16-50mm f/3.5-5.6).

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Fonte: Dpreview

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