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Digital Drops Blog de Brinquedo

Nova geração comprova: luzes vermelhas causam superaquecimento em consoles

Por em 20 de novembro de 2013

A nova geração de consoles finalmente chegou e, assim como o Jonathan, todos estão dançando de emoção. O PS4 é realmente uma máquina excelente e poderosa e o Xbox One, apesar de menos poderoso, também já mostra suas garras nos primeiros reviews e vídeos após o fim do embargo imposto pela Microsoft.

Lançado no dia 15 de novembro na América do Norte, o PlayStation 4, contrariando qualquer indicação e sugestão de não comprar hardware no Day One, já conseguiu a proeza de ser o maior lançamento da história da Sony, vendendo 1 milhão de unidades nas primeiras 24 horas. Isso supera o Playstation 3 que vendeu em sua estréia 980 mil cópias (no Japão).

Entretanto, a história se repete e mais uma vez um lançamento de consoles está trazendo dor de cabeça para alguns dos consumidores que compraram o aparelho no primeiro dia e o motivo é novamente as famigeradas Red Lights of Death.

RedPS4

Red Line of Death

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emIndústria Microsoft Sony

Cada PS4 pode custar US$ 381 para ser produzido

Por em 20 de novembro de 2013

playstation-4

É bastante comum vermos, por alguns anos, as fabricantes de consoles perdendo um pouco de dinheiro com cada unidade vendida, mas se a informação divulgada pela firma de pesquisa IHS estiver correta, não é isso o que está acontecendo com o PlayStation 4.

Após analisar cada um dos componentes utilizados na fabricação do aparelho, eles chegaram a conclusão de que a Sony gastaria algo em torno de US$ 381 para montar cada PS4 e desse valor, as peças mais caras seriam os 16 chips de memória, que custariam US$ 88 e o processador da AMD, por qual a empresa paga US$ 100.

Ainda sobre a CPU, o analista Andrew Rassweiler afirmou ter ficado impressionado com o seu tamanho, aproximadamente 350 mm², o que daria cerca de três vezes a medida do maior processador que já havia visto e devido a esta superfície muito grande, as chances de defeito de fabricação são maiores.

Quanto as outras peças do console, o disco óptico e o chip responsável pela conexão Wireless custariam cerca de US$ 28, o HD da Seagate outros US$ 37 e o DualShock 4 mais US$ 18, sendo que aí já estão incluídos o sensor de movimentos, o chip de áudio presente no controle e o outro responsável pelo Bluetooth.

Porém, apesar dessa diferença de US$ 18, a possibilidade da Sony estar lucrando com a venda de cada PlayStation 4 é pequena, com o dinheiro vindo mesmo do licenciamento de jogos, mas mesmo assim o cenário é muito melhor do que o visto no PS3, quando apesar de na época do lançamento ele ser vendido por US$ 599 , custava US$ 805 para ser produzido.

Fonte: Gamespot.

emRumores Sony

Apple, Microsoft e BlackBerry dão início à “Guerra Termonuclear” contra Google e Android

Por em 1 de novembro de 2013

Impossível não reutilizar essa tirinha

Quando ainda estava vivo, Steve Jobs dizia que o Android era um produto roubado e faria de tudo para aniquilá-lo, nem que isso significasse dar início a uma verdadeira guerra. O fato de que com os passar dos anos iOS e o robozinho verde copiaram um ao outro de forma flagrante é apenas um detalhe, quem tem patentes tem o poder, e é isso o que importa.

O problema é que todo mundo tem um ou outro papel apontado para suas cabeças, daí temos acordos de não-agressão entre Microsoft e Apple, ou os negócios mantidos entre Apple e Samsung no que diz respeito a processadores. No quesito interface, elas só faltam se matar. No fim, dinheiro é tudo o que manda.

E uma diferença de 100 milhões de dólares pode se tornar o estopim de um conflito gigantesco. Em 2011 um consórcio chamado Rockstar adquiriu 6.000 patentes da finada Nortel pela quantia de 4,5 bilhões de dólares, 100 milhões a mais do que Mountain View ofereceu. O grupo é constituído por Apple, Microsoft, BlackBerry, Sony e Ericsson. Ontem, dia em que o Google apresentou o Nexus 5 e o Android 4.4 KitKat, a Rockstar entrou com um processo na corte distrital do estado do Texas processando o Google e sete fabricantes: Samsung, LG, ZTE, HTC, Huawei, Asus e Pantech; em suma, praticamente todo o ecossistema Android com exceção da própria Sony, que curiosamente também é uma fabricante de Androids.

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emApple e Mac Computação móvel Google Internet Mercado Microsoft Planeta Sem Fio Telecom Web 2.0

OMG! Luz Vermelha da Morte no PS4! Spoiler: não, mas quase…

Por em 17 de outubro de 2013

PS4_redline_overheating_c

A Sony realizou um evento na Espanha nos últimos dias, no qual apresentou o PS4 para os clientes do país. E parece que rolou uma discussão entre los hermanos, sobre PlayStation vs Xbox, e a coisa esquentou, como não poderia deixar de ser entre por lá. Ô povo de cabeça quente (myself included).

Brincadeira, mas o console que estava em exibição mudou a cor do seu LED, que comumente é azul para indicar funcionamento normal, para um vermelho estranho, que logo foi apelidado por alguns apressados assustados de “Red Light of Death”.

A pessoa que tirou a foto acima revelou que um representante da Sony abriu o envólucro no qual o videogame estava protegido e, alguns segundos depois, a luz azul voltou a ser exibida. Tatu do bem agora, né? Ou será que está mesmo?

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emHardware Sony

Sony Cybershot RX10 – a volta das prosumers?

Por em 16 de outubro de 2013

O termo prosumer anda meio em baixa. Para quem nunca ouviu falar do termo, ele foi muito famoso no início da profissionalização dos fotógrafos para o digital. Muitos não tinham dinheiro para investir em câmeras reflex, então o que sobrava eram as prosumers. Câmeras compactas que tinham características de câmeras profissionais (sapata de flash externo, controle manual, sensor um pouco maior, e uma boa lente) e que foram o quebra galho de muita gente. Com a queda do preço das câmeras reflex essa categoria de câmera foi desaparecendo, mas de vez em quando algumas empresas ainda lançam equipamentos com essas características. E foi o que fez a Sony hoje.

Tudo bem que as grandes vedetes do dia foram as Mirrorless ful frame A7 e A7R, mas vamos dar crédito também ao lançamento da Cybershot RX10. Ela faz parte da família RX de câmeras compactas de alto desempenho e veio para ocupar um lugar de destaque entre as câmeras ultrazoom. dois fatores, dentro das perfumarias tecnológicas, devem ser destacados. O primeiro é que a câmera possui um sensor CMOS-BSI de 1 polegada com 20 megapixels de resolução máxima. O segundo fator é a existência da lente Carl Zeiss Vario Sonnar T* 24-200mm (equivalente) com abertura fixa de f/2,8  em todo comprimento focal. Duas características poderosas para tirar a câmera do meio do mar de ultrazooms que existem atualmente. Fora isso temos um corpo feito de magnésio selado contra os fatores climáticos. Uma ótima companheira para fotografia de natureza.

Fora isso, a câmera também herdou várias das características da A7/A7R. Processador BIONZ X, gravação de vídeo em full HD com 24 ou 60 fotogramas por segundo, conexão Wi-fi e NFC. A câmera pode fazer até 10 fotos por segundo no modo contínuo e possui monitor LCD de 3 polegadas com 1.228 pontos e visor EFV com 1,2 milhões de pixels.

A Sony Cybershot RX10 vai estar disponível em novembro pelo preço de US$ 1.300,00. Ninguém falou que seria barato.

sony_cybershot_RX10Fonte: PetaPixel

emDestaque Equipamentos

Sony A7 e A7R – mirrorless Full Frame

Por em 16 de outubro de 2013

E o que era boato agora se tornou verdade. E, por incrível que pareça, tudo que vazou na internet sobre essas duas câmeras se mostrou verdadeiro. A Sony chutou a porta e decidiu levar a brincadeira para outro patamar. Desse modo ela vai colocar no mercado duas câmeras mirrorless com sensor full frame. Isso mesmo, nada de fator de corte para essas duas câmeras.

As novas A7 e A7R são quase idênticas em seu interior e exterior, mas os pequenos detalhes é que vão fazer uma custar um pouco mais do que a outra. A Sony A7 possui sensor CMOS de 24,3 megapixels com filtro antialiasing. A câmera possui 117 pontos de autofocus padrão e mais 25 para detecção de fase. A câmera pode fazer 5 fotos por segundo no modo contínuo e está equipada com o novo processador BIONZ X, o que também permite a geração do arquivo RAW com 14 bits. A câmera possui um visor LCD de 3 polegadas articulado e o EFV tem a resolução de 2,4 milhões de pixels. Assim como não podia deixar de ser (pelo menos na atualidade) a câmera tem conexão Wi-Fi (está vendo Nikon?) e NFC, e pode gravar vídeos em Full HD com 60 ou 24 fotogramas por segundo. O corpo da câmera é selado contra fatores climáticos e, além de robusto, possui 9 botões personalizáveis com até 46 funções programáveis segundo as preferências do fotógrafo.

A Sony A7 chega ao mercado custando US$ 1.700,00 (somente o corpo) e US$ 2.000,00 com a lente FE 28-70mm f/3.5-5.6 OSS.

Sony_A7

Já a Sony A7R é quase idêntica à sua irmã menor com pequeninas diferenças. Para começar, ela está equipada com um sensor CMOS Full Frame de 36,4 megapixels sem o filtro antialiasing, ou seja, mais nitidez nas imagens e com o perigo de aparecimento do efeito moiré. A câmera tem uma construção um pouco mais robusta, a velocidade do modo contínuo fica em 4 fotos por segundo e não há o sistema de autofocus por detecção de fases. Fora isso, as outras especificações são idênticas entre as duas câmeras.

A Sony A7R vai chegar ao mercado custando US$ 2.300,00 apenas o corpo. Não existe kit para a câmera, o que vai obrigar aos futuros donos a investir separadamente em uma lente. Falando em lente, a Sony colocou algumas novas opções a disposição que foram projetadas justamente para as novas câmeras. Estou falando da  Sony Vario-Tessar T * 24-70mm f/4  OSS ZA (US$ 1.200,00), da Sony FE 35mm f/2.8 ZA (US$ 800,00) e da Sony FE 55mm f/1.8 ZA  (US$ 1.000,00). Essa última com valor bem salgado em minha opinião.

Sony_A7R

E, provando que a coisa vai ser o carro chefe a partir de agora, a Sony também lançou adaptadores para que a câmera possa usar lentes da linha E (US$ 200,00) e um adaptador para a linha de lentes E de espelhos translúcidos (US$ 350,00) e um Grip vertical que vai servir para as duas câmeras (US$ 300,00).

Ou seja, uma baciada de coisa. Agora resta saber se o formato vai pegar. Eu espero que sim.

emDestaques Equipamentos

“Beyond: Two Souls”: como contar várias histórias de forma bela, envolvente e interativa na mesma obra

Por em 15 de outubro de 2013
Eu, eu mesma e Aiden.

Eu, eu mesma e Aiden.

Eu terminei este “jogo” às 3:30 da manhã do último sábado. Fui para a cama com lágrimas nos olhos e pensando em cada decisão que tomei durante a história. Eu ainda penso nelas, mesmo agora enquanto escrevo estas palavras. O Beyond: Two Souls é transcendente. Ele transcende tanto videogames quanto filmes para se tornar algo ainda maior e mais envolvente do que qualquer uma das mídias conseguiria ser sozinha. Eu vou me lembrar deste jogo por anos, o que é bem mais do que eu posso dizer da maioria das obras de ficção, sejam elas filmes ou jogos, com que eu já tive contato.

Se você procura um jogo com uma história rica, profunda, envolvente, emocionante e não se importa com a falta de “controle” (que é sempre ilusório de qualquer forma, pois os jogos sempre tem limitações na forma de jogar) este é o título para você, no mesmo patamar de qualidade de The Last of Us, pois pequenos erros de continuidade e roteiro podem ser facilmente ignorados quando vistos da perspectiva do todo.

De qualquer forma, talvez o maior elogio que eu posso fazer a esta obra é que ela diverte. Não só diverte como envolve. Quando eu paro para pensar que alguma escolha durante o jogo que poderia ter feito a história caminhar para um final diferente ou ao menos com notáveis mudanças na linha narrativa, eu fico tomado pelo peso da responsabilidade das escolhas que eu fiz. Afinal de contas, Jodie era eu e eu era Jodie. Ele faz pensar, faz a emoção aflorar e é um exemplo perfeito de que jogos, assim como cinema e literatura, pode ser usados para divertir e transformar (ao contrário do que algumas pessoas do nosso governo parecem pensar).

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