Rumor: Big Harvest pode ser a sequência de Farmville

Rumores apontam que a Zynga, gigante dos jogos sociais, estaria testando a seqüência de seu primeiro grande título – Farmville, sob o codinome Big Harvest, nas Filipinas. Uma imagem divulgada (acima) seria de uma versão de Farmville com melhores gráficos, e existiriam algumas mudanças no gameplay, como por exemplo, a possibilidade de reverter suas plantações em comida para alimentar seus animais, ou pegar ovos e leites dos animais para a produção de tortas, segundo o Techcrunch.
A Zynga não quis comentar a respeito, dizendo apenas, em nota oficial: “Nós não falamos a respeito do que podemos ou não estar fazendo. O que podemos dizer é que estamos sempre buscando os meios de levar aos jogadores a melhor experiência, ouvindo seu feedback e inovando continuamente em nossos jogos.”
Farmville ainda é o jogo mais lucrativo da empresa, representando quase 30% de seu faturamento – são cerca de 85 milhões de dólares trimestrais só com Farmville – portanto faz sentido pensar que a produtora pretende manter o interesse dos fãs, aperfeiçoando e atualizando sua maior fonte de renda online.
A Zynga tem mais de 240 milhões de usuários ativos mensalmente no Facebook, e é a responsável por alguns outros jogos sociais de sucesso, como CityVille, CastleVille, Zynga Poker, FarmVille e Empires & Allies, que estão entre os aplicativos mais utilizados da rede social. A produtora também tem jogos em outras redes, como Orkut, Google + e MySpace.
[via Gamesindustry]
Badoo – Rede Social do Sexo?

As pessoas definem o Badoo como a “rede social do sexo“, mas se esquecem que existem outras (é sério, sou um rato de internet, conheço todo tipo de rede social que você imaginar), segundo um artigo, eles são a quarta maior rede social do mundo, são cerca de 134 milhões de usuários por todo o mundo, e são cerca de 100 mil novos usuários por dia. Bem pouco comparado aos quase 800 milhões de usuários do Facebook. Só que existe um porém, além de ser uma rede social para amizade, ok e também para sexo, relacionamento, enfim, algo que toda a rede social pode ter, ele é um verdadeiro inferno de SPAM.

E o pior, quando eu fui colocar para Localizar Amigos por e-mail, ele encontrou amigos que já tinham Badoo e outros que não tinham. O que eu faço quando uma pessoa não tem uma rede social? Eu não a convido, só se ela demonstrou interesse passado, o que não ocorreu. Terminou acontecendo o seguinte: O Badoo enviou e-mail para toda a minha lista de contatos (Thassius, desculpa, não foi intencional), e até agora não encontrei como faz para ele parar de enviar esses e-mails chatos.
Sabe aquela história de Orkut Gold ou Facebook Plus? Bom, no Badoo isso é em tese verdade. Lá você tem “super poderes” que permitem visualizar as pessoas que acessaram sua página ou te adicionaram como favorito. Dica: não é de graça. A rede toda funciona como uma espécie de marketplace, em que qualquer coisa extra é considerada um add-on. Sério, se gasta uma grana boba lá dentro, até pelo celular é permitido comprar… (sim, isso é um desabafo).
A rede social fatura 100 milhões de dólares por ano e detalhe: não possui nenhuma publicidade extra. Ganha apenas com essas técnicas. Tenham uma noção, mais ou menos, de como funciona isso na imagem abaixo (cliquem que aumenta):
E o que são 100 créditos? Bom, o preço varia de acordo com a forma de pagamento (gente esperta…). 100 créditos via PayPal (pagamento mínimo) custa US$ 2, 500 créditos + 50 grátis (pagamento mínimo) via DineroMail e Boleto Bancário custa R$ 14,99, 100 créditos via telefone celular (pagamento único) custa R$ 1,40 (incluindo celular) e 100 créditos (pagamento mínimo) via Cartão de Crédito custa R$ 2,99.
Não é difícil encontra gente que tenha o tal super poderes. Mas o que são super poderes? Bom, uma assinatura de R$ 4,99 por mês em seu celular (não lembro das outras formas de pagamento). Agora façam os cálculos: R$ 5,00 por semana, 4 semanas. Dá R$ 20,00 só pelos super poderes. Mais os créditos (vamos dizer que comprei 550 créditos via Boleto Bancário) dá R$ 15,00. Todo mês, a pessoa gasta R$35,00 com a rede social. Agora multiplique isso para, pelo menos, 50 milhões de usuários. Então, né…
Uma rede social precisa de anúncios para sobreviver, ou então procura outra forma de ganhar dinheiro. Como o Badoo faz. O Tumblr, por exemplo, está precisando de formas para se sustentar. Mesma coisa o Twitter. O Facebook ganha dinheiro brincando, assim como o Orkut (sério). E assim, eu não confio muito na privacidade do Badoo, seus dados podem estar circulando em empresas que cobram 1 dólar por cada assinante (é sério isso, uma pessoa próxima a mim, trabalha em uma empresa que cada perfil de usuário vale 1 dólar. Obviamente eles possuem bancos com mais de 100 mil usuários. E vendem esses dados para várias empresas diferentes). Entendam, não existe, e acho difícil existir, uma rede social que sobreviva por mais de 3 anos com mais de 100 milhões de usuários e não possuir nenhuma receita. Falo isso, por que, eu não estaria afim de investir em uma empresa que não tivesse uma idéia de retorno do capital investido… O Twitter talvez tenha, o Tumblr eu nunca vi nada parecido, o Badoo faz isso descaradamente.
Uma informação final: o dono da rede social é russo e a rede está localizada no Reino Unido. E outra irrelevante: conheci meu namorado lá. Vai ver que nem tudo é sexo nesse mundo né, minha gente.
No Q.G. do Facebook: conheça o local onde Dr. Z trabalha para dominar o mundo
São raríssimas as exceções e praticamente nenhuma empresa oferece um ‘tour’ para candidatos, ou seja, você só conhece bem mesmo o seu ambiente de trabalho depois de contratado. Se contrado.
Existem alguns lugares na interweb onde você pode, se tiver curiosidade, saber como funcionam os grandes escritórios do mundo, como se parecem e qual seria a sensação visual de se imaginar trabalhando em algum deles.
Se o seu lance é fazer parte de um plano sinistro para dominar o mundo, então você deve enviar seu curriculum para a casa do Facebook, na Califórnia.
Mas não vá se animando muito não. A parte bonitinha do QG parece estar reservada para quem visita, não para quem trabalha lá. Veja:

As catracas de entrada utilizam um sistema de proteção à laser (isso mesmo) para perceber se você passou sem registrar sua entrada com seu cartão de funcionário. Continue lendo »
Porque os gamers old school não gostam dos jogos sociais?

O nome de Brenda Brathwaite pode não ser tão conhecido quanto o de Jade Raymond ou Roberta Williams, mas em seu currículo essa game designer que esteve afastada da indústria por alguns anos tem jogos importantes, como as séries Wizardry e Jagged Alliance, e outros não tão relevantes assim, como o Playboy: The Mansion. Trabalhando em diversos projetos no momento, como o design de um jogo ainda não anunciado de John Romero que será lançado pelo Facebook e um título próprio que deverá começar a ser desenvolvido ainda este mês, ela concedeu uma entrevista à Develop onde falou o que a incomoda na indústria atualmente.
Depois de dizer que pretende voltar a desenvolver algo mais hardcore e que adora criar jogos sociais por achar que é um desafio interessante tentar conquistar um público mais amplo, Brathwaite afirmou que passamos por um período de transição onde todos querem desenvolver jogos sociais, sendo que várias dessas pessoas sequer gostam de games, o que tem deixado muitos desenvolvedores capacitados insatisfeitos e se a sua previsão estiver correta, ainda teremos que aturar esta situação por um ou dois anos.
Acho que o comentário faz mesmo sentido e este provavelmente é o principal problema que faz com que muitos jogadores mais tradicionais detestem os FarmVilles e MafiaWars. Talvez o que esse estilo de jogo precise para nos conquistar seja exatamente isso, ser desenvolvido por um talentoso game designer que realmente goste de criar games e talvez tenhamos a resposta quando forem lançados o próprio jogo do Romero ou o Civilization World, mas se nem esses conseguirem prender a atenção daqueles que estão por aí jogando desde a década de 80, então acho que a divisão do mercado dificilmente deixará de existir, com eles de um lado e as pessoas que nunca seguraram um joystick do outro, divertindo-se com todos os WhateverVille que forem lançados.
picplz: Pictures, Please.

Não me lembro quem me disse isso uma vez, mas já ouvi que “O Instagram só existe porque a câmera do iPhone sempre foi ruim”. Eu costumava concordar, pois só mesmo envelhecendo e disfarçando a porcaria da imagem que saía do iPhone para gostar alguma coisa do resultado.
Acho que essa regra até bem valia até a chegada do iPhone 4, uma vez que muitos Nokia, Sony Ericsson e outros custavam apenas uma fração do preço e entregavam uma qualidade infinitamente superior, flash de xenon, lentes Carl Zeiss e o caramba a quatro — e ainda filmavam a 20-30 fps. Como a Apple consegue? Me diga você fanboy…
Conhece o Ffffl*ckr?

Como tudo aquilo que fica enorme pela popularidade, o Flickr também não escapou.
Uma das tarefas mais ingratas do mundo é encontrar algo que você goste logo de cara em grandes redes/sites. O sistema de tags, que muitos achavam iria salvar o mundo da “mesmicização”, mostrou rápido as suas limitações.
Não basta digitar uma palavra-chave que traduza aquilo que você procura. Outras pessoas podem atribuir a ela valores completamente diferentes e a preferência se perde na inferência. Com fotos, no Flickr então, qual a solução?
O pessoal do Ffffl*ckr apareceu com uma idéia bastante simples e singelamente funcional: um cookie artesanal que procura aquilo que você procura, enquanto você procura, no Flickr.
Explicamos.

