Participe da campanha Brasil sem Vírus

Você sabia que atualmente cerca de 80% dos computadores brasileiros estão infectados com algum vírus, o que nos coloca entre os líderes mundiais de cibercrimes, ficando atrás apenas da China, África do Sul e México? Pois foi para tentar mudar esse cenário que o Comitê para Democratização da Informática (CDI) em parceria com o TechTudo criou o Movimento Brasil sem Vírus, onde o principal intuito é conscientizar as pessoas a manterem seus computadores longe das ameaças.
O objetivo do projeto é distribuir 2,5 milhões de programas, que poderão ser baixadas gratuitamente através do site e que manterá protegido por 90 dias o computador onde for instalado e mesmo que você seja um usuário que conhece os riscos de ter uma máquina sem um bom antivírus instalado, pode (e deve!) participar da campanha divulgando-a aos seus amigos e parentes.
A iniciativa irá realizar ainda um mutirão no dia 4 de fevereiro no Copan – maior edifício residencial da América Latina – onde voluntários passarão antivírus nos 580 computadores dos mais de 2 mil moradores do local e para termos uma ideia do quão crítica a situação se tornou, a estimativa é que 77 mil brasileiros sejam vítimas de golpes online diariamente, resultando numa perda de 63 bilhões de dólares e só os bancos teriam perdido 685 milhões de reais em 2011 devido a fraudes eletrônicas.
Como a expectativa é de que nos próximos quatro anos cerca de 70% dos brasileiros terão acesso à internet, é imprescindível que todos nós façamos nossa parte, seja você alguém que gosta de tecnologia, um gamer ou que simplesmente utiliza seu computador para navegar pela internet, para que se o problema não for eliminado, o que é praticamente impossível, ao menos diminua consideravelmente e nos tire do alto de mais um indesejado ranking.
Isso que chamo de molho especial: McDonald’s borrifa DNA para combater ladrões
Imagine o drama: você está no McDonald’s com sua namorada e parceira do crime. Ela diz “te amo, abobrinha”. Você se perde no fundo daqueles olhinhos brilhantes, e em um momento de pura felicidade responde: “Te amo, coelhinha”.
Em seguida ela sobe na mesa, puxa uma Magnum 357 e ameaça executar até o último modafoca ali se alguém mexer um dedo.
Após recolher dinheiro, jóias e celulares, ambos passam pela porta de saída e recebem o que absolutamente ninguém quer ganhar em um McDonald’s; Um jato de DNA na cara.
O tal jato é (felizmente para todos os envolvidos) invisível, e não é exatamente DNA. Então, que puerra é essa? Simples: É o SelectDNA.
O produto, largamente usado na Inglaterra e agora em testes nos McDonald’s da Austrália é um líquido incolor que brilha sob luz ultravioleta, igual a DNA de verdade, como a gente vê no CSI:Buttman.
Segundo o fabricante 75% das forças policiais no Reino Unido usam a substância, e há estudos que apontam uma redução de 85% dos crimes em estabelecimentos que anunciam utilizar o SelectDNA.
Aparentemente a maioria dos ladrões não gosta da idéia de levar um money shot de DNA na cara, nem por dinheiro.
O SelectDNA é aceito como prova em tribunal e tem uma característica extra: Descaradamente inspirado em Blade Runner, a substância que brilha branca sob luz ultravioleta é composta de milhões de micropontos, microscópicos, que trazem um número de identificação único.
Assim não só a polícia pode identificar na hora que você está melado, portanto fez coisa errada, como podem identificar de quem é o DNA, ligando-o ao crime, de forma mais eficiente que o Ratinho.
Fonte: News
Pode um videogame ser atacado por vírus?

Embora a maioria das pessoas que utilizam computadores com uma certa frequência conheçam os perigos de termos vírus no sistema, ainda existe uma certa aura de mistério em relação a isso quando falamos dos videogames e em uma época em que os consoles e portáteis estão conectados à internet quase que integralmente e com ataques os sucessivos ataques as suas redes, será que corremos risco de ver nossos consoles infectados?
Para tirar essa dúvida, pedimos a Marcos Cavalhieri*, professor nos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação na Universidade Anhembi Morumbi, que preparasse uma espécie de FAQ sobre o assunto, onde ele falou sobre as chances de um vírus atingir o Xbox 360 ou Playstation 3, além das vantagens de termos os aparelhos atualizados.
Usuários da Xbox Live podem estar sendo alvo de golpe

E lá vamos nós de novo. O blog Video Game Writers publicou um texto alertando os usuários da Xbox Live para tomarem cuidado, pois as contas de algumas pessoas teriam sido usadas para a compra de itens e jogos sem o seu conhecimento.
Segundo um leitor, ontem de manhã ele percebeu que US$ 241 foram gastos em sua conta do Paypal, que está ligada a da Live e quando ele entrou em contato com o serviço de cobrança online, o atendente lhe informou que eles já haviam recebido 19 chamados semelhantes em menos de uma hora. Já em um conversa com a Microsoft, o rapaz disse que ao relatar o problema, o funcionário da empresa nem mesmo argumentou, reconhecendo a fraude e a enviando para a equipe de investigação. A pessoa disse ainda que o método usado seria o roubo da conta, a aquisição de Microsoft Points e a posterior comprar de uma conta Gold Family, permitindo assim que os pontos sejam transferidos para outro console.
Vale lembrar que algo semelhante já havia acontecido em outubro passado, quando algumas pessoas perceberam que vários conteúdos adicionais para o FIFA foram adquiridos com suas contas, mesmo sem que elas possuíssem o jogo e embora estejamos diante de apenas uma reclamação, se os atendentes do Paypal e da Microsoft passarem mesmo essas informações, a situação pode ser bem mais abrangente.
Na dúvida, o recomendável é que todos troquem suas senhas, preferencialmente para uma mais complexa e PELO AMOR DE DEUS! Não saia clicando em tudo quanto é link disponível em emails suspeitos que você recebe, pois a situação tem mais cara de phishing do que de a Live ter sido hackeada.
MMO RIFT teve seu banco de dados invadido

A tendência mais forte nos games em 2011 não foi a confirmação de que os smartphones e tablets podem ser ótimas plataformas de games, nem a consolidação da distribuição digital, mas sim a onda de invasões em sites e serviços de empresas do ramo.
O pesadelo dos gamers começou quando a Playstation Network teve que ficar quase um mês fora do ar depois que um grupo teve acesso ao dados de milhões de usuários e continuou com a revelação de que os sites de um grande número de desenvolvedoras não eram tão seguros quanto muitos imaginavam.
Os ataques pareciam ter cessado, mas eis que a Trion Worlds divulgou que no último final de semana uma base de dados com as informações dos jogadores do RIFT foi invadida e por isso senhas, nomes de usuários, datas de aniversário, endereços de cobrança e emails podem ter caído na mão dos bandidos, além do primeiro e dos quatro últimos dígitos dos cartões de crédito.
A empresa disse no entanto que não há evidências de que esses dados tenham sido acessados, mas é claro que a invasão já foi suficiente para deixar os usuários bastantes preocupados e agora todos terão que trocar suas senhas e respostas para as perguntas secretas quando acessarem o jogo novamente.
A pergunta que volta a ser feita é sobre a segurança de termos nossos dados armazenados em jogos, sites ou redes que estão longe de ser satisfatoriamente seguras, mas o que deveríamos estar mesmo nos questionando é em relação a o que está sendo feito para tornar esses serviços mais seguros, já que apenas pedir aos usuários que tenham senhas diferentes e mais complexas parece ser pouco.
[via VG247]
Cartões de créditos de usuários do Steam podem ter sido roubados

Há alguns dias começaram a circular rumores pela internet de que o Steam teve seu fórum invadido por hackers e ontem o próprio Gabe Newell confirmou através de uma carta que o problema foi maior do que muitos poderiam imaginar.
Assim como aconteceu com a Sony recentemente, os invasores conseguiram ter acesso ao banco de dados onde estavam armazenadas muitas informações dos usuários do Steam, entre elas os números criptografados dos cartões de crédito.
De acordo com o comunicado oficial, a Valve diz não ter evidências de que os dados mais úteis caíram nas mãos dessas pessoas, mas o ideal é que você troque a sua senha e caso utilize o cartão de crédito para fazer compras por lá e não o Paypal, remova-o do serviço.
Vale lembrar que o Steam recentemente passou a utilizar um sistema de proteção chamado Steam Guard, que teoricamente elimina as chances de sua conta ser utilizada em uma máquina sem a sua autorização, portanto o maior risco seria se os números de cartões de crédito fossem descobertos, trazendo à tona novamente o risco de termos nossas informações em serviços de distribuição online.
[via IGN, indicado por @delta2kbr]

