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Eis que surge um crossover oficial entre Sonic e Zelda

Por em 27 de março de 2014

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Quando a briga entre as fabricantes de consoles se resumia a Nintendo e Sega, todos nós, moleques no auge de nossa inocência e ignorância em relação a maneira como grandes empresa funcionam, costumávamos bradar por aí que nunca veríamos os personagens das duas companhias em um mesmo jogo. O que não poderíamos imaginar é que um dia a toda poderosa casa do Sonic ruiria e as antes inimigas mortais enxergariam na situação uma ótima maneira de ganhar alguns trocados juntas, acabando assim com as convicções de toda uma geração.

Tudo bem, ver essa outrora impossível mistura há muito deixou de ser novidade, mas então surge a Sega com uma ideia que nem nos sonhos poderíamos imaginar: um DLC para o Sonic Lost World onde o ouriço azul se vestirá de Link e visitará uma fase baseada na tão adorada série The Legend of Zelda.

Conhecido como The Legend of Zelda Zone, o estágio poderá ser baixado gratuitamente por aqueles que possuem o jogo para Wii U e ao contrário do que aconteceu em um conteúdo adicional baseado no Yoshi’s Island, este se parecerá mais como uma mini-aventura, deixando a velocidade de lado e colocando o jogador para explorar o lugar.

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emNintendo

Pelo jeito os personagens do Sonic Boom seriam ainda piores

Por em 17 de março de 2014

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O anúncio de um novo jogo do Sonic costuma ser uma mistura de esperança e preocupação, e quando a Sega revelou a próxima aventura do ouriço, que será lançada para 3DS e Wii U, dois detalhes colocaram uma pulga atrás da orelha dos fãs: o fato dele estar sendo desenvolvido pela Big Red Button Entertainment e a aparência dos personagens.

O que só ficamos sabendo agora é que se um Knuckles bombadão ou um Sonic de lenço no pescoço é estranho, eles poderiam ser muito piores.

Nós experimentamos com diferentes cores e características de superfícies nos personagens, como pelos ou escamas e rapidamente o Sonic Team demonstrou desconforto com aquilo,” revelou Bob Rafei, CEO e designer de personagens da desenvolvedora. “Eles foram grandes portos seguros para que entendêssemos quando estávamos nos desviando demais dos personagens. Sem o apoio deles, o personagem poderiam ter sido muito mais alienígena e diferente daquilo pelo o que o Sonic é conhecido.

Rafei disso que um dos momentos mais importantes foi quando o responsável pelo Sonic Team, Takashi Iizuka, foi a Los Angeles ver como a produção estava indo e ao visualizar os conceitos que sua equipe havia criado, ele mal conseguia olhar para a tela, tamanha as maluquices que eles haviam idealizado. A coisa estava tão feia que o artista chegou a admitir que o japonês teve uma séria conversa com ele sobre o porque de um personagem poder ou não usar calças.

Eu não sou o tipo de pessoa que costuma reclamar de mudanças na aparência de personagens, preferindo acreditar que podem ser necessárias e que o mais importante é a jogabilidade, mas mesmo assim achei bem estranha essa nova cara que propuseram ao Sonic. O engraçado é perceber que se está ruim assim, poderia ter ficado muito, mas muito pior.

Fonte: Gamespot.

emMiscelâneas

Sega também adere ao Humble Bundle, com diversos jogos excelentes

Por em 13 de março de 2014

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Quando o pessoal do Humble Indie Bundle resolveu flexibilizar as coisas de modo a suportar também títulos de grandes empresas, muitos hipsters indies fãs de joguinhos obscuros chiaram, afinal estariam oferecendo games antigos de desenvolvedoras que já os ordenharam até secar, e ganhariam alguns tostões aliados a uma campanha beneficente. O problema é que atitudes como a da EA, que doou toda a grana para a caridade e não ficou com um tostão, acabaram por aniquilar quem reclamava dessas campanhas.

A bola da vez é a Sega, que está oferendo uma série de títulos interessante no Bundle semanal. Se você pagar qualquer quantia leva os jogos Alpha Protocol, Company of Heroes, Rome: Total War e Hell Yeah!. Se você abrir a carteira e gastar um valor acima de US$ 5,99 ganhará mais cinco títulos: The Typing of the Dead: Overkill, Binary Domain, Renegade Ops, Medieval II: Total War e Sega Genesis Classics, que contém dez títulos do saudoso Mega Drive: Altered Beast, Comix Zone, Crack Down, Ecco the Dolphin, Gain Ground, Golden Axe 1, 2 e 3, Shinobi III e Vectorman.  Agora se você estiver se sentindo generoso e quiser desembolsar mais de US$ 14,99; terá direito a Total War: Shogun 2, um dos melhores títulos de estratégia da franquia da Sega. Infelizmente o bundle não dá direito ao standalone Fall of The Samurai.

O dinheiro arrecado será convertido para as instituições Make-a-Wish Foundation, Special Effect, WDC, Willow e GamesAid. Não será possível baixar os games sem DRM, pois apenas as chaves para Steam estão sendo oferecidas, mas ainda assim é uma excelente maneira de por as mãos em uma série de games excelentes por um preço camarada, e ainda ajudar instituições de caridade, sem falar que nós do MeioBit somos fãs da Make-a-Wish. Mas corra, como se trata de um Humble Weekly Sale você só tem sete dias para adquirir o seu pacote!

Fonte: HWS.

emComputadores

Seth Rogen fará filme sobre guerra entre Sega e Nintendo

Por em 25 de fevereiro de 2014

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O comediante, roteirista e ator Seth Rogen é certamente um dos mais talentosos da sua geração e para a alegria dos apaixonados por videogames, o canadense se unirá novamente a Evan Goldberg para dar vida a um dos mais promissores filmes sobre o assunto.

Baseado no Console Wars: Sega, Nintendo, and the Battle that Defined a Generation, livro que foi escrito por Blake J. Harris e será lançado em maio, ele conta a história da ascensão da Sega, que de uma pequena empresa foi capaz de fazer frente à poderosa Nintendo e para retratar aquele período importantíssimo da indústria, o autor entrevistou mais de 200 ex-funcionários das duas companhias, incluindo o então presidente da casa do Sonic, Tom Kalinske.

Quanto ao filme que será lançado pela Sony Pictures, a dupla ficará responsável pela direção e roteiro, com a produção sendo assinada por Scott Rudin (Onde os Fracos não Têm Vez, A Rede Social) e o próprio autor do livro assumindo a produção executiva.

Na verdade, a parceria entre Rogen e Goldberg é antiga, já que ambos escreveram o roteiro dos filmes como Superbad, Ligeiramente Grávidos e É o Fim. Pelo jeito eles terão muito trabalho pela frente, pois além de um longa metragem e um documentário sobre o livro, também foram os escolhidos para adaptar para a TV a revista em quadrinhos Preacher.

Até por não se tratar de uma adaptação de um jogo específico, tenho uma enorme expectativa em relação aos dois projetos e como alguém que viveu aquela época, acho que será fantástico reviver todas as trocas de farpas que os executivos das duas empresas tanto adoravam e que hoje praticamente não existe.

Fonte: Collider.

emCultura Gamer Entretenimento Nintendo

Parece um Mega Drive, mas é o Megatron

Por em 12 de fevereiro de 2014

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Atualmente a Sega pode estar muito mais preocupada em atender os jogadores casuais, mas a empresa japonesa sabe o apelo que o Mega Drive ainda possui, especialmente no Japão, e para lucrar um pouco em cima do console, anunciou uma parceria com a fabricante de brinquedos Takara Tomy que dará origem a um item que qualquer colecionador adoraria ter.

Mesmo sem funcionar como um console real, o Mega Drive que eles venderão na verdade poderá se transformar no Megatron, o temido líder dos Decepticons, já podendo ser apontado como a melhor mistura de universos envolvendo um brinquedo dos Transformers.

Infelizmente nada foi dito sobre o preço, a data de lançamento ou mesmo se o brinquedo será vendido no ocidente, o que acho pouco provável, mas o que muitos realmente gostariam de saber é para que serve a conexão USB localizada no braço direito do robô. Quem sabe não se trata de um emulador com alguns clássicos para serem jogados no PC, não é mesmo?

Devido ao anúncio, a expectativa dos fãs é de que a ideia dê origem a outras fusões entre videogames e Transformers, mas não tem jeito, se o vilão da série foi adaptado no console da Sega, todos querem ver o Super Nintendo virando o Optimus Prime.

Enfim, a missão agora é tentar encontrar uma maneira de importar um Mega Drive Megatron destes, mesmo sabendo que isso poderá nos custar um rim e que basicamente só servirá para ficar decorando uma estante.

Fonte: MCV.

emCultura Gamer Museu

Mobile e distribuição digital salvam ano da Sega

Por em 10 de fevereiro de 2014

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Algumas das previsões mais defendidas na indústria de games nos últimos anos é de que a distribuição digital veio para ficar e que o mercado de dispositivos móveis pode ser muito mais lucrativo que o de consoles. Alguns poderão argumenta que essas “regras” não se aplicam a todas as empresas, mas no caso da Sega, 2013 mostrou que a desenvolvedora deverá focar nessas tendências.

Ao divulgar um relatório com os rendimentos dos três primeiros trimestre do ano fiscal que termina no dia 31 de março de 2014, os japoneses revelaram que apesar do lançamento de títulos de peso como o Sonic Lost World e Football Manager 2014, as vendas físicas tem caído ano após ano e por mais difícil que seja de acreditar, durante todo este período venderam apenas pouco mais de 6 milhões de cópias desta maneira.

Se fosse só por elas, a Sega certamente estaria numa situação extremamente complicada, mas graças às vendas digitais e aos jogos mobile, a receita gerada foi de US$ 2,9 bilhões, um aumento de 47% em relação ao período anterior e que lhes garantirá uma renda operacional de US$ 430 milhões.

De acordo com o documento, os principais responsáveis por esse sucesso foram jogos como o Phantasy Star Online 2 para PC e títulos de menor porte para celulares e tablets, como o Chain Chronicle e o Puyopuyo!! Quest, que somente em janeiro deste ano foram foram baixados dois e seis milhões de vezes, respectivamente.

Contando atualmente com mais de 40 títulos para dispositivos móveis, o desempenho dos últimos meses provavelmente fará com que a Sega aumente sua atuação neste mercado, mas curiosamente, o ramo em que eles mais conseguiram retorno de 2013 para cá foi na fabricação de máquinas caça-níqueis para cassinos, o que lhes redeu algo em torno de US$ 157 milhões.

Conclusão, embora ainda certamente veremos a lendária empresa lançando jogos para consoles, como por exemplo o recém anunciado Sonic Boom, infelizmente parece que estamos cada vez mais perto de chegarmos ao ponto em que a Sega, outrora uma respeitada fabricante de videogames, não faça nem jogos para eles.

emCelulares Indústria

Apple, sobre o Tegra K1: “obrigado, mas não, obrigado”

Por em 9 de fevereiro de 2014

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A Apple leva a máxima “em time que está ganhando, não se mexe” bem a sério em seu hardware. Os fãs da AMD, por exemplo, já desistiram de ver processadores centrais diferentes dos da Intel nos MacBooks. Com relação aos processadores gráficos x86, há até boas chances de vermos GPUs Radeon equipando as máquinas da Maçã, o Mac Pro que o diga, mas a preferência é pela nVidia: esta e a Apple mantém boas relações e quase todo ano vemos algum rumor sobre tal relacionamento se estender aos iGadgets.

Bom, se tinha algum fã da nVidia achando que veríamos o Tegra K1 no próximo smartphone (iPhone 6?), ele já pode tirar o cavalinho da chuva: a Maçã renovou os acordos de licenciamento das tecnologias de processamento gráfico mobile (ARM) com a britânica Imagination Technologies. Ou seja, o próximo system-on-a-chip (Apple A8?) que equipará os iGadgets continuará tendo uma bela PowerVR como GPU.

É um tanto nostálgico lembrar que o Dreamcast usava um ancestral (embora não direto) da atual PowerVR G6430, que equipa o Apple A7. Vocês não acham incrível que, em 15 anos, a tecnologia tornou possível vermos uma GPU 25 vezes mais potente que a de um clássico console agora equipando smartphones e tablets?
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