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Digital Drops Blog de Brinquedo

Série Ultima com desconto no GOG

Por em 27 de agosto de 2012

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Recentemente publiquei um post aqui no Meio Bit sobre a maneira como os jogos nos impõem algumas limitações, algo que estava deixando a Fatima Tardelli irritada. Na ocasião acabei esquecendo de dizer que havia indicado a ela a série Ultima, que embora eu nunca tenha jogado um dos seus capítulos, sempre ouvi muitos elogios por nos oferecer uma liberdade não encontrada em outros games.

Pode até parecer mentira, mas alguns dias depois o leitor Paulo Correia me chamou no Gtalk para falar que como eu gosto jogos que nos permita fazer quase qualquer coisa, deveria conhecer o Ultima IX: Ascension e segundo ele, o grau de imersão é tão grande que ao jogarmos é fundamental utilizarmos um caderninho, só para poder ir anotando algumas informações imprescindíveis para a aventura.

O grande problema, disse para ele, seria encontrar o jogo para comprar, por ser tratar de um título antigo, mas para minha, ou melhor, nossa sorte, na semana passada ele foi adicionado ao catálogo do GOG e ainda melhor, o serviço de distribuição iniciou uma promoção onde toda a série está com 50% de desconto. Sendo assim, ao adquirir os onze títulos pagamos apenas US$ 17,94.

Como se trata de RPGs imensos, você precisaria de alguns anos para conhecer todos eles, mas se preferir comprá-los separados, a economia será menor, mas ainda assim valendo a pena. Só corra, pois os descontos só valerão por mais dois dias.

emComputadores Museu

Eis que a Black Isle Studios ressurge das cinzas

Por em 22 de agosto de 2012

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Nascida em 1996 como uma subdivisão da Interplay dedicada à criação de RPGs, a Black Isle Studios marcou a vida de muitos amantes do gênero graças a títulos como Fallout, Icewind Dale e Planescape: Torment, além de ter publicado a série Baldur’s Gate, até que em 2003 foi fechada, com vários de seus funcionários saindo para fundar a Obsidian Entertainment.

Parecia que a desenvolvedora permaneceria viva apenas na imaginação dos seus admiradores, mas numa atitude surpreendente, ainda mais numa época em que estúdios são fechados semanalmente, surge na internet um site registrado em nome da própria Interplay e de seu CEO Herve Caen, afirmando que a companhia está de volta e que o objetivo deles sempre foi criar os melhores RPGs. Além disso, temos ainda uma página no Facebook e uma conta no Twitter.

Ao ser questionados sobre um possível envolvimento com o ressurgimento, o pessoal da Obsidian garantiu ter nada a ver com o assunto e tanto Brian Fargo, fundador da Interplay, quanto Chris Avellone, game designer na Black Isle, negaram saber qualquer detalhe sobre esse renascimento.

Aparentemente nenhum ex-funcionários está de volta à Black Isle, o que deixa uma grande dúvida se apenas o seu nome será suficiente para garantir boas criações. Vamos aguardar então os próximos capítulos desta novela, mas já prevejo o lançamento de várias campanhas no Kickstarter para tentarem financiar continuações para algumas de suas franquias.

[via Joystiq]

emIndústria

Um jogo sobre… sidequests

Por em 15 de junho de 2012

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Você já parou para pensar no quão absurdas são as sidequests nos RPGs? Quero dizer, não que ajudar um habitante de alguma cidade a encontrar sua filha perdida seja algo desprezível, porém, você não acha um pouco estranho o mundo estar a beira da destruição e ainda assim deixarmos tudo de lado apenas para procurarmos itens comuns para algum NPC?

Pois foi através de um web game que os criadores do Side Quest resolveram fazer uma crítica a essas missões na maioria das vezes inúteis e que só servem para aumentar um pouco a duração de um jogo. Nele basicamente só ficaremos andando para lá e para cá coletando alguns objetos, quando na verdade deveríamos estar gastando nosso tempo realizando tarefas, digamos, mais importantes.

O jogo é curtinho e no fundo nem podemos fazer muitas coisas nele, mas ainda assim é possível nos deparar com algumas situações bastante engraçadas e que nos fazem refletir sobre a preguiça de algumas equipes na hora de desenvolverem títulos de grande porte.

[via IndieGames]

emWeb Games

Sakaguchi defende estilo diferente dos RPGs japoneses

Por em 23 de março de 2012

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RPGs feitos no Japão ou deste lado de cá do planeta? Para algumas pessoas parece não haver muito espaço para que os dois estilos convivam harmoniosamente e ninguém melhor do que Hironobu Sakaguchi, criador da série Final Fantasy, para explicar o que fez com que os ocidentais perdessem o encanto pelos jogos do gênero criados na Terra do Sol Nascente. A resposta foi dada em uma entrevista publicada pelo site Computer and Videogames.

Em se tratando particularmente dos gráficos, os jogos ocidentais tiveram avanços surpreendentes. Sinto que os jogos japoneses estavam a frente quando o 3D foi usado pela primeira vez, como no Final Fantasy VII, mas agora talvez você possa dizer que os RPGs japoneses não estão sendo muito elogiados pelos seus gráficos. Além disso, o estilo dos seus sistemas de jogos são diferentes. Muitos dos RPGs ocidentais focam em criar um mundo e premiar o jogador com muita liberdade, ao invés de terem como foco a história. Acho que o interesse nos RPGs japoneses baseia-se em como as pessoas se sentem em relação a diferença de estilo.

No entanto, Sakaguchi declarou acreditar que ainda é possível fazer bons jogos usando os elementos tradicionais dos RPGs japoneses, pois da mesma maneira que temos dramas de época e atuais, também podemos ter diversas maneiras de fazer com que um diferentes tipos de jogo sejam divertidos.

Tenho que admitir que da geração passada para cá perdi um pouco do interesse por JRPGs, embora ainda os continue os comprando e penso que isso aconteceu por gostar mais da liberdade oferecida por títulos criados pela BioWare ou Bethesda. Só não concordo muito com a ideia de que se um game oferece ao jogador um leque maior de opções de como desenvolver a aventura, logo ele não pode ter um bom enredo.

emIndústria

Square quer lançamentos mais frequentes para série Final Fantasy

Por em 24 de novembro de 2011

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Se você gosta da série Final Fantasy, mas se incomoda com o longo tempo de produção de novos capítulos, saiba que isso também tem incomodado pessoas importantes de dentro da própria Square Enix, como o produtor da franquia Yoshinori Kitase, que tem feito o possível para mudar esse cenário.

Para a atual geração de consoles o Final Fantasy XIII foi o primeiro game da série e pessoalmente acho que demoramos demais para lançá-lo. Quando você pensa nos títulos AAA ocidentais como Call of Duty, Battlefield e Assassin’s Creed, eles funcionam com prazos mais curtos, trazendo um novo jogo a cada um ou dois anos. Isso é algo que precisamos copiar, porque parece ser a melhor maneira de manter nossas fãs interessados na franquia.

Tal esforço poderá ser visto já com o Final Fantasy XIII-2, que levará “apenas” dois anos para chegar ao mercado desde que seu desenvolvimento foi iniciado, embora ele se trate de um spin-off, mas de qualquer forma, o certo é que não deverá demorar muito até que um novo jogo chegue ao mercado.

Eu até faria uma piadinha, dizendo que se com um longo tempo de produção eles não conseguem acertar, não será em poucos meses que o farão, mas aí o pessoal que não aceita brincadeira aparecerá nos comentários me xingando, então deixarei a oportunidade para vocês.

[via VG247]

emIndústria

As coletâneas que eu gostaria de ver por aí

Por em 29 de setembro de 2011

Apesar de a ideia de relançar jogos antigos seja usada há bastante tempo, foi na geração passada que as produtoras começaram a investir mais pesadamente na criação de coletâneas que ressuscitavam suas criações, provavelmente por que foi provavelmente nesta época que os jogadores começaram a criar uma consciência de que não vivemos só de gráficos ultrarrealistas e que além de mantermos viva a história dos jogos eletrônicos, é possível encontrar muita diversão naquilo que outrora foi considerado o ápice da indústria.

Saudosista convicto, vez ou outra invisto meu dinheiro em alguns daqueles títulos que me deram tanta alegria quando era mais novo e uma boa maneira de economizar nessas horas é adquirindo essas coleções e foi pensando na dificuldade em se obter alguns games que eu resolvi fazer uma lista com algumas coletâneas que eu gostaria que fossem produzidas. Veja só:

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emDestaque Miscelâneas Museu

Richard Garriott gostaria de trabalhar em novo Ultima

Por em 5 de setembro de 2011

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Acho que é seguro dizer que poucos são os jogos ocidentais que possuem uma influência tão grande na indústria japonesa quanto a série Ultima. Criada por Richard “Lord British” Garriott, muitos dos seus conceitos foram aproveitados por RPGs orientais, como a mistura de ficção científica com fantasia, viagens no tempo e a utilização de grupos de personagens nas batalhas.

Atualmente a marca não conta mais com a importância de antigamente, mas durante uma entrevista o game designer afirmou estar cheio de ideias para novos jogos da franquia e que gostaria muito de trabalhar nelas, porém, ao ser questionado se isso está perto de acontecer, a resposta não foi nada animadora.

Podíamos estar abertos a isso. Na verdade, conversamos com o que chamo de alto escalão, mas os indivíduos que atualmente controlam a propriedade intelectual não parecem muitos interessados nisso, então veremos. Quem sabe? Você nunca sabe o que acontecerá no futuro… a porta estará sempre aberta se eles estiverem interessados.

Apesar de sempre ter ouvido muitos elogios à franquia, curiosamente nunca tive a oportunidade de jogá-la, mas mesmo não esquecendo do fracasso que foi o Tabula Rasa, acredito que com a atual tecnologia Garriott poderia entregar jogo cuja imersão seria imensa, característica que sempre foi apontada como a principal da franquia.

PS: Não posso deixar de dizer que um pacote com os três primeiros títulos da série Ultima estão à venda no Good Old Games e o quarto pode ser obtido gratuitamenteno mesmo site.

[via Eurogamer]

emMiscelâneas