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Digital Drops Blog de Brinquedo

Tri-Ace anuncia dois jogos para os portáteis

Por em 27 de abril de 2011

A Tri-Ace é na minha opinião um dos estúdios mais subestimados por grande parte dos jogadores. Acho curioso como mesmo tendo no seu portfólio a criação de séries como Star Ocean e Valkyrie Profile, eles não costumam ser tão idolatrados como várias empresas por aí que só emplacaram dois ou três jogos e desconfio que o fato da maioria dos seus jogos terem sido publicados pela Square tenha feito com que muitos pensassem que eles eram desenvolvidos pela criadora do Final Fantasy.

Seja isso verdade ou não, a Tri-Ace divulgou há alguns dias um impressionante vídeo (que está no final desse post) onde nos era apresentada uma embasbacante demo técnica com gráficos gerados em tempo real e desenvolvida para o Xbox 360 e Playstation 3, agora eles anunciam estarem trabalhando em parceria com a konami na criação de dois jogos, porém, nenhum deles fará uso daquela tecnologia. Lamentações a parte, vamos saber um pouco do que se tratam.

Começando por aquele cujo lançamento está mais próximo, Frontier Gate já conta com 80% do seu desenvolvimento para o PSP concluído, com previsão de chegar ao Japão lá pelo final deste ano e foi descrito como uma espécie de Monster Hunter com batalhas por turnos. Nele poderemos controlar dois personagens por vez e haverá um modo multiplayer onde até três pessoas reunirão seus seis personagens para avançar na aventura. No jogo teremos ainda a opção de configurar profundamente o nosso avatar e escolher entre quinze outros para nos acompanhar.

O segundo, este sendo criado para o 3DS, ainda não tem data prevista para lançamento e se chama Labyrinth no Kanata, algo como Beyond the Labyrinth e como nome sugere, será um típico RPG de exploração de calabouços. Por enquanto só sabemos que o seu enredo girará em torno de uma jovem garota loira que gosta de falar bastante e a sua produção estaria 60% completa.

Infelizmente nem a Konami nem a Tri-Ace confirmaram a localização desses jogos para o ocidente, mas quem sabe eles não estejam guardando a novidade para a E3?

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emNintendo Portáteis Sony

Pandora’s Tower é novo RPG para o Wii

Por em 6 de abril de 2011

Demorou, mas o Wii parece estar finalmente se tornando um bom videogame para os RPGs. Mesmo considerando que o console não conte com grandes nomes como um Mass Effect ou Final Fantasy, ele tem recebido alguns bons jogos exclusivos, pelo menos no Japão e chegou a vez de mais um, o Pandora’s Tower.

O enredo deste RPG de ação abordará a tentativa do jovem Ende de salvar a sua amiga Ceres, que foi amaldiçoada por uma fera durante uma festa no reino de Elysium, localizado num continente chamado Graecia. Após a garota de 15 anos ser detida pelo exército como uma testemunha do acontecido, o comerciante Graiai ajuda ambos a escaparem para um conjunto de torres que dá nome ao jogo e onde terão que consegui pedaços de monstros para remover a maldição. O interessante é que cada uma das torres terá uma ambientação diferente, onde devermos resolver alguns puzzles e no final delas haverá um chefe.

Pela descrição e o trailer revelado, fiquei com a sensação de que a criação do estúdio Ganbarion será mesmo muito mais voltado para a ação, parecendo uma mistura do Shadow of the Colossus, ICO, The Legend of Zelda e God of War, o que na minha opinião poderia resultar num ótimo game.

Previsto para chegar ao japão no dia 26 de maio, como de costume nada foi dito sobre o jogo ser lançado por aqui, mas depois de a Nintendo ter confirmado que trará o Xenoblade para a Europa, aumentam as chances de que este e o The Last Story possam seguir o mesmo caminho, fazendo com que o Wii seja admirado pelos fãs de RPG também deste lado do planeta.

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emNintendo

Demon’s Souls está fazendo escola

Por em 4 de abril de 2011

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Numa época onde os jogos ficam cada vez mais fáceis e acessíveis, o maior mérito da From Software não foi ter desenvolvido um ótimo jogo com o Demon’s Souls, mas tê-lo feito difícil como um passeio pelas ruas de Mazar-I-Sharif usando uma camiseta com a foto de um imbecil chamado Terry Jones e acredito até que grande parte do seu sucesso deva ser creditado a forma como o título pune (e recompensa) o jogador. Agora, pouco mais de um ano após a sua chegada no ocidente, começam a surgir produtoras afirmando que o RPG serviu como influência para suas criações.

Quem fez a revelação foi Tomasz Gop, produtor sênior da CD Projekt e que está trabalhando no The Witcher 2, jogo a ser lançado para o PC no dia 17 de maio e para o PS3 e Xbox 360 ainda este ano.

Nos inspiramos em muitos jogos, como qualquer desenvolvedora. Não sei dizer especificamente se foi o Heavy Rain, Demon’s Souls ou o Arkham Asylum que mais nos inspirou ao longo desses últimos anos – provavelmente foi uma mistura de todos eles. Entretanto, penso que todos encontrarão elementos do Demon’s Souls, definitivamente. Se quiser comparar com algo, o Demon’s Souls é uma boa escolha e gosto disso, é claro.

Já ao ser questionado sobre qual seria o ponto fraco do primeiro jogo da franquia, Gop disse o seguinte:

A história pode ser difícil – por exemplo, quando você ajuda alguém, os jogadores muitos novos podem não perceber as consequências de se fazer isso, o que poderá acontecer algumas horas depois dentro do jogo. Para algumas pessoas isso pode ser uma falha, mas para o público maduro, nós pensamos que seja um ponto positivo.

Isso me fez pensar em como eu eu gostaria que o mundo de TODOS os jogos pudessem ser modificados de alguma maneira de acordo com as decisões do jogador. É provável que isso nunca venha a acontecer, mas acho que tal possibilidade é o que torna os videogames realmente interativos e não apenas seguirmos por corredores onde as únicas possibilidades são matar ou morrer.

Nota mental: Fazer o dia ter 35 horas para poder começar a jogar o primeiro The Witcher (e tantos outros que estão na fila).

[via Edge]

emMiscelâneas

Vanillaware e o RPG com multiplayer sem limite de jogadores

Por em 1 de abril de 2011

A Vanillaware não é uma das mais conhecidas produtoras e os seus jogos talvez nãos sejam perfeitos, mas uma coisa não podemos deixar de dizer sobre eles, os caras são corajosos. Investir na criação de títulos em duas dimensões numa época onde os gráficos em 3D buscam o fotorrealismo não é algo que deva ser desprezado e o mais impressionante é o resultado que o estúdio tem alcançado em seus jogos. Quem viu o Odin Sphere ou o Muramasa em movimento provavelmente concorda que esses são dois dos mais belos jogos já criados em 2D e após terem alcançado uma certa relevância na indústria, eles acenam com uma nova criação.

Grand Knights History está curiosamente sendo desenvolvido para o PSP e não para o seu sucessor, garantindo assim uma sobrevida ao portátil da Sony, mas o seu grande diferencial e que tem chamado a atenção de todos é a promessa de que o seu multiplayer permitirá um  número infinito de jogadores. O diretor do game, Tomohiko Deguchi, não entrou em detalhes sobre como isso funcionará, limitando-se a dizer que o game se trata de um RPG de guerra onde os jogadores estarão em contato através da internet e que os modos online e offline estarão interligados. A explicação fica mais confusa quando ele afirma que não jogaremos sozinhos ou com nossos amigos, mas que estaremos conectados a outros jogadores durante as batalhas e a primeira ideia que me veio a cabeça foi o que a From Software fez no Demon’s Souls.

O ambicioso projeto que terá batalhas por turno está em desenvolvimento desde a conclusão do Muramasa e o seu lançamento deverá ocorrer já durante o verão do hemisfério norte, levando os gráficos e a rede do PSP ao limite. Será interessante ver como a Vanillaware se sairá com algo tão promissor e torçamos para que alguém decida publicá-lo no ocidente, que as vendas por aqui sejam boas e que os seus servidores permaneçam ligados por muito tempo.

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[via Andriasang]

emPortáteis Sony

Nintendo confirma Xenoblade para a Europa

Por em 31 de março de 2011

Vocês provavelmente se lembrarão de quando, há apenas alguns meses, o chefe da Nintendo no Reino Unido, David Yarnton, afirmou que o jogo The Last Story não seria lançado na Europa porque a localização em diversas línguas demandaria muito trabalho. A desculpa não agradou muita gente e parece menos convincente agora que o lançamento do Xenoblade (que recebeu o subtítulo Chronicles), outro guardadíssimo RPG do console, foi confirmado para o continente.

Desenvolvido pela Monolith Soft, mesma criadora da trilogia Xenosaga, o jogo deverá chegar as lojas até o final deste ano e terá dublagens em inglês e japonês, além de legendas em inglês, francês, alemão e espanhol. O site oficial também trouxe um trailer onde podemos ver alguns dos belíssimos cenários do jogo e que serve para atiçar a vontade de todos que sonharam em jogar o game.

Infelizmente nada foi mencionado sobre o título ser lançado também nos Estados Unidos, o que é claro, seria uma tremenda burrice caso não acontecesse, porém, vale lembrar que o jogo Disaster: Day of Crisis de 2008, também desenvolvido pela Monolith e lançado na Europa e na Austrália, até hoje não apareceu na terra do Tio Sam, então, talvez seja uma boa ideia não criar muitas expectativas, mas será possível que a Nintendo cometerá um equívoco desses?

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emNintendo

Danny Bilson: Mass Effect é uma coletânea de clichés

Por em 11 de março de 2011

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Atenção fãs da série Mass Effect, podem carregar suas metralhadoras e apontá-las lá para os lados da THQ, pois o chefão da empresa, Danny Bilson não poupou palavras para criticar os jogos criados pela BioWare. O comentário a seguir foi feito durante uma entrevista publicada na edição número 226 da revista Edge e nele vemos que o executivo não gostou muito da história do jogo.

Comecei o primeiro Mass Effect e pensei, maldição, eles possuem o melhor sistema para se contar uma história, mas para mim, que adorei o Knights Of The Old Republic, eles não contam uma boa história desde então.

Esses Mass Effect possuem todos os clichés dos filmes de ficção científica juntos. Gostei da progressão dos jogos e existem vários personagens que gostei, mas não existe nada ali do que me lembre. Honestamente, eu mal consigo me lembrar do enredo. Já vi cada parte desses jogos em centenas de filmes de ficção, mas não me entenda errado, sou um grande fã da BioWare – Irei jogar todos os games que eles lançarem.

Ele disse ainda que apesar de existirem alguns bons momentos quando o assunto são as histórias contadas nos games, até hoje nenhum enredo fez com que “sua cabeça explodisse” e que os jogos eletrônicos não são primariamente sobre histórias, mas sobre experiências interativas e usou como exemplo o Ico, que embora o considere arte, quando separamos seu enredo do jogo, ele não parece tão fantástico.

Quanto ao Mass Effect eu até concordo que ele esteja cheio de ideias reaproveitadas e inclusive já falei sobre isso anteriormente, mas não diria que sua história é ruim, pelo contrário. Se fosse me escorar apenas na sua jogabilidade, eu nunca teria encarado dezenas de horas no jogo, até porque boa parte delas passamos conhecendo pessoas e a mitologia da série e tenho certeza que foi o universo criado pela BioWare que conquistou a maior parte dos jogadores.

Talvez eu esteja apenas sendo chato, tão chato quanto o Sr. Bilson, mas vocês não acham estranho quando algum alto executivo crítica duramente o produto de outra empresa? Não sei explicar ao certo o motivo, sei que muitas dessas pessoas também são jogadores como nós e portanto seria natural que não gostassem de um determinado jogo, mas por outro lado penso que seus cargos fazem com que seus comentários ganhem muita força e no fim das contas, acho que esses reclamações acabam sendo um pouco anti-éticas.

[via CVG]

emMiscelâneas

Dragon Age II ganha patch para alta definição

Por em 8 de março de 2011

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Se você optou por comprar a edição para PC do Dragon Age II e possui um PC parrudo, a BioWare disponibilizou uma atualização opcional que deixará o game com gráficos muito mais bonitos através de uma opção de alta definição que aparecerá no menu de configuração. O download que tem 1.08GB poderá ser feito através do site da produtora e como as maiores melhorias só serão notadas quando o jogo estiver rodando com DirectX 11, a sua placa de vídeo deverá ter suporte a tecnologia, além de no mínimo 1024MB de memória.

Infelizmente não se trata de um acréscimo que poderá ser aproveitado por todos, mas para aqueles que reclamaram da qualidade gráfica do antecessor, no segundo jogo não haverá do que reclamar, desde que o seu computador segure o tranco, é claro. Eu só não consigo entender porque tal opção já não veio direto com o jogo, mas pelo menos eles não resolveram cobrar pela atualização.

[via VG247]

emComputadores