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Projeto da Obsidian já consegue financiamento no Kickstarter

Por em 17 de setembro de 2012 - 3 Comentários

Aproveitando-se do nome de figuras conhecidas da indústria como Chris Avellone, Tim Cain e Josh Sawyer, profissionais que trabalharam em títulos como Fallout: New Vegas, Baldur’s Gate, Icewind Dale e Planescape: Torment, a Obsidian Entertainment deu início a uma campanha no Kickstarter para financiar seu novo jogo, o Project Eternity e mesmo ainda faltando 29 dias para o seu encerramento, o 1.1 milhão de dólares pedido já foi conseguido.

Segundo a descrição, o jogo “tem como objetivo recapturar a magia, imaginação, profundidade e nostalgia dos RPGs clássicos que eles adoraram criar – e jogar, misturando as companhias memoráveis e a exploração épica do Baldur’s Gate com o divertido e intenso sistema de batalha do Icewind Dale e o enredo emocionante e maduro do Planescape: Torment.”  Ou seja, a promessa é de que veremos algo grandioso, o que parece ter sido o suficiente para convencer muita gente.

Mas se eles já atingiram a marca almejada, isso então significa que não devemos mais colocar nosso dinheiro no jogo, mesmo que ele nos interesse? Não necessariamente, já que o estúdio revelou uma lista com diversas adições que serão feitas conforme certos valores forem alcançados. Sendo assim poderemos ter novas raças selecionáveis para os personagens, uma história maior, a possibilidade de termos uma casa no jogo ou mesmo versões para Mac e Linux.

Além de vermos o surgimento de games que talvez nunca conseguiriam o apoio de algum distribuidora, um aspecto muito legal dessas campanhas do Kickstarter é ver o surgimento de vários RPGs nesse estilo, gênero que até pouco tempo atrás parecia parecia extinto.

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emComputadores

Concorra a dois livros da série Aventuras Fantásticas

Por em 10 de setembro de 2012 - 5 Comentários

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Semana passada publiquei um post aqui no blog relembrando os livros da série Aventuras Fantásticas e após conversar com o pessoal da Jambô Editora, eles gentilmente nos ofereceram dois livros (A Cidadela do Caos e A Mansão do Inferno) para sortearmos entre os leitores e para participar é muito fácil.

A primeira coisa que você terá que fazer é seguir as contas no Twitter do Meio Bit Games e da Jambô. Depois, basta publicar a seguinte mensagem no Twitter:

Sigo o @MeioBitGames e a @jamboeditora e quero ganhar um dos livros da série Aventuras Fantástica http://kingo.to/1bhH #sorteio

Isso feito, aguarde até a próxima quarta-feira (19/9) à tarde, quando anunciaremos pelo serviço de microblog quais foram os dois vencedores e cada um deles ganhará uma das obras.

Portanto, não vá deixar passar essa excelente oportunidade de ganhar livros fantásticos, capazes de nos proporcionar mais imersão do que muito RPG de última geração e que mostram como um boa história pode ser contada.

emAnúncios Games

Aventuras Fantásticas e os livros de RPG

Por em 6 de setembro de 2012 - 11 Comentários

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Eu não sei dizer ao certo quando um RPG me chamou a atenção pela primeira vez, acho que foi numa matéria publicada por uma antiga revista brasileira de games no início da década de 90, mas o certo é que o meu primeiro contato com eles foram nos games (saudoso Phantasy Star para Master System).

Mesmo assim sempre tive curiosidade de saber como era jogar algo do gênero utilizando livros, algo que nunca fiz, quer dizer, não aqueles em que um grupo de pessoas se reúne para interpretar papéis, como GURPS ou Dungeons & Dragons, pois esta semana me lembrei de uma série de publicações que nos permitiam conhecer universos fantásticos e que só exigiam um lápis, uma folha de papel e um dado.

Como não me lembrava o nome daqueles livros, resolvi perguntar no Twitter se alguém conhecia e logo o Fernando Mucioli solucionou o mistério, tratava-se do Fighting Fantasy, que ficou conhecido no Brasil como Aventuras Fantásticas.

Criado por Steve Jackson e Ian Livingstone, este inclusive tendo trabalhado na Eidos Interactive, muitos títulos foram lançados sob o selo e o mais legal é que as temáticas variavam bastante (apesar de alguns não usarem a marca Aventuras Fantásticas), indo desde os tradicionais mundos de fantasia, com dragões, calabouços, esqueletos e magia, até universos futuristas ou de ficção científica, passando por histórias de terror, ou seja, opções para todos os gostos.

O legal é que conforme avançávamos na história, tínhamos que tomar certas decisões, que nos mandavam seguir para determinadas páginas e assim nos dando a liberdade de escolher o que fazer a seguir. Muitas situações, como a abertura de portas e lutas contras inimigos eram decididas na base da sorte, daí a necessidade de um dado. Basicamente funciona da mesma maneira que um jogo eletrônico, exceto por não termos um computador por trás realizando o “trabalho sujo”.

É claro que hoje em dia, com gráficos tão realistas, encarar um RPG apenas nos guiando através de textos pode não ser algo muito chamativo para alguns, mas se você quer conhecer (ou relembrar) algumas histórias bastantes interessantes e até mesmo atingir um grau maior de imersão, vale a pena tentar conseguir alguns desses livros, algo que se tornou mais fácil graças ao relançamento de vários deles no Brasil pela editora Jambô e uma boa fonte de informações pode ser encontrada aqui.

emMiscelâneas

Série Ultima com desconto no GOG

Por em 27 de agosto de 2012 - 9 Comentários

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Recentemente publiquei um post aqui no Meio Bit sobre a maneira como os jogos nos impõem algumas limitações, algo que estava deixando a Fatima Tardelli irritada. Na ocasião acabei esquecendo de dizer que havia indicado a ela a série Ultima, que embora eu nunca tenha jogado um dos seus capítulos, sempre ouvi muitos elogios por nos oferecer uma liberdade não encontrada em outros games.

Pode até parecer mentira, mas alguns dias depois o leitor Paulo Correia me chamou no Gtalk para falar que como eu gosto jogos que nos permita fazer quase qualquer coisa, deveria conhecer o Ultima IX: Ascension e segundo ele, o grau de imersão é tão grande que ao jogarmos é fundamental utilizarmos um caderninho, só para poder ir anotando algumas informações imprescindíveis para a aventura.

O grande problema, disse para ele, seria encontrar o jogo para comprar, por ser tratar de um título antigo, mas para minha, ou melhor, nossa sorte, na semana passada ele foi adicionado ao catálogo do GOG e ainda melhor, o serviço de distribuição iniciou uma promoção onde toda a série está com 50% de desconto. Sendo assim, ao adquirir os onze títulos pagamos apenas US$ 17,94.

Como se trata de RPGs imensos, você precisaria de alguns anos para conhecer todos eles, mas se preferir comprá-los separados, a economia será menor, mas ainda assim valendo a pena. Só corra, pois os descontos só valerão por mais dois dias.

emComputadores Museu

Eis que a Black Isle Studios ressurge das cinzas

Por em 22 de agosto de 2012 - 2 Comentários

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Nascida em 1996 como uma subdivisão da Interplay dedicada à criação de RPGs, a Black Isle Studios marcou a vida de muitos amantes do gênero graças a títulos como Fallout, Icewind Dale e Planescape: Torment, além de ter publicado a série Baldur’s Gate, até que em 2003 foi fechada, com vários de seus funcionários saindo para fundar a Obsidian Entertainment.

Parecia que a desenvolvedora permaneceria viva apenas na imaginação dos seus admiradores, mas numa atitude surpreendente, ainda mais numa época em que estúdios são fechados semanalmente, surge na internet um site registrado em nome da própria Interplay e de seu CEO Herve Caen, afirmando que a companhia está de volta e que o objetivo deles sempre foi criar os melhores RPGs. Além disso, temos ainda uma página no Facebook e uma conta no Twitter.

Ao ser questionados sobre um possível envolvimento com o ressurgimento, o pessoal da Obsidian garantiu ter nada a ver com o assunto e tanto Brian Fargo, fundador da Interplay, quanto Chris Avellone, game designer na Black Isle, negaram saber qualquer detalhe sobre esse renascimento.

Aparentemente nenhum ex-funcionários está de volta à Black Isle, o que deixa uma grande dúvida se apenas o seu nome será suficiente para garantir boas criações. Vamos aguardar então os próximos capítulos desta novela, mas já prevejo o lançamento de várias campanhas no Kickstarter para tentarem financiar continuações para algumas de suas franquias.

[via Joystiq]

emIndústria

Um jogo sobre… sidequests

Por em 15 de junho de 2012 - 1 Comentário

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Você já parou para pensar no quão absurdas são as sidequests nos RPGs? Quero dizer, não que ajudar um habitante de alguma cidade a encontrar sua filha perdida seja algo desprezível, porém, você não acha um pouco estranho o mundo estar a beira da destruição e ainda assim deixarmos tudo de lado apenas para procurarmos itens comuns para algum NPC?

Pois foi através de um web game que os criadores do Side Quest resolveram fazer uma crítica a essas missões na maioria das vezes inúteis e que só servem para aumentar um pouco a duração de um jogo. Nele basicamente só ficaremos andando para lá e para cá coletando alguns objetos, quando na verdade deveríamos estar gastando nosso tempo realizando tarefas, digamos, mais importantes.

O jogo é curtinho e no fundo nem podemos fazer muitas coisas nele, mas ainda assim é possível nos deparar com algumas situações bastante engraçadas e que nos fazem refletir sobre a preguiça de algumas equipes na hora de desenvolverem títulos de grande porte.

[via IndieGames]

emWeb Games

Sakaguchi defende estilo diferente dos RPGs japoneses

Por em 23 de março de 2012 - 7 Comentários

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RPGs feitos no Japão ou deste lado de cá do planeta? Para algumas pessoas parece não haver muito espaço para que os dois estilos convivam harmoniosamente e ninguém melhor do que Hironobu Sakaguchi, criador da série Final Fantasy, para explicar o que fez com que os ocidentais perdessem o encanto pelos jogos do gênero criados na Terra do Sol Nascente. A resposta foi dada em uma entrevista publicada pelo site Computer and Videogames.

Em se tratando particularmente dos gráficos, os jogos ocidentais tiveram avanços surpreendentes. Sinto que os jogos japoneses estavam a frente quando o 3D foi usado pela primeira vez, como no Final Fantasy VII, mas agora talvez você possa dizer que os RPGs japoneses não estão sendo muito elogiados pelos seus gráficos. Além disso, o estilo dos seus sistemas de jogos são diferentes. Muitos dos RPGs ocidentais focam em criar um mundo e premiar o jogador com muita liberdade, ao invés de terem como foco a história. Acho que o interesse nos RPGs japoneses baseia-se em como as pessoas se sentem em relação a diferença de estilo.

No entanto, Sakaguchi declarou acreditar que ainda é possível fazer bons jogos usando os elementos tradicionais dos RPGs japoneses, pois da mesma maneira que temos dramas de época e atuais, também podemos ter diversas maneiras de fazer com que um diferentes tipos de jogo sejam divertidos.

Tenho que admitir que da geração passada para cá perdi um pouco do interesse por JRPGs, embora ainda os continue os comprando e penso que isso aconteceu por gostar mais da liberdade oferecida por títulos criados pela BioWare ou Bethesda. Só não concordo muito com a ideia de que se um game oferece ao jogador um leque maior de opções de como desenvolver a aventura, logo ele não pode ter um bom enredo.

emIndústria