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O fim do mundo foi anteontem (em Minas Gerais)

Por em 21 de dezembro de 2012

Como alguns de vocês devem saber, eu estou morando em Los Angeles. E a Califórnia é muito bem conhecida por ter bastante terremoto. Comunicando-me com minha mãe que está em Recife, eu contei para ela (brincando, claro) sobre o “fim do mundo em 2012”. Hoje ela me ligou para avisar sobre o terremoto que aconteceu em Minas Gerais, chuva em São Paulo e um suposto vulcão na Rússia. Acidentes naturais acontecem todos os dias, nós apenas não prestamos atenção à eles.

Lendo um livro: “How To Get Ideas” do Jack Foster, dá para se ter uma noção do que eu estou falando. Em uma parte do livro ele diz: “Se você quer comprar um carro X, você passará a ver mais freqüentemente este carro X. Isso significa que só por que você demonstrou interesse nesse carro, o número dele aumentou? Não, os carros sempre estiveram ali, você apenas não enxergava-os”. Ocorre basicamente o mesmo com desastres naturais: por conta da atenção da imprensa, é criado todo um circo de terror em volta daquela história. A mídia deveria servir para informar as pessoas e não assustá-las.

O que aconteceu em Minas Gerais pode ter sido um caso bem isolado. Bom lembrar que todos nós estamos em cima de gigantes placas tectônicas. Algumas são mais suscetíveis à colisões, resultando em terremotos e vulcões, enquanto outras possuem leve ou moderada atividade. E sabe o que é mais engraçado? Eu peguei uma imagem em um blog chamado Gnosis Online, cujo assunto é: Fim dos Tempos.
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emGeologia Segurança

O triste fim das usinas termonucleares Dounreay e Fukushima

Por em 14 de março de 2012
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A dolorosa morte de um reator nuclear…

Reatores nucleares são grandes e robustas obras de infraestrutura que possuem prazo de validade bem definido pelos materiais utilizados e crescentes custos de manutenção: pouco mais de 30 anos.

Isso se ninguém tiver a péssima idéia de quebrar várias regras básicas de segurança como, sei lá, desligar todos os sistemas de arrefecimento do núcleo (parcialmente ativo) durante um teste numa central termonuclear ainda em construção.

O tio Laguna lembra que, a grosso modo, um reator nuclear seria como uma senhora fogueira que, depois de acesa, só “apaga” após consumir todo o material físsil… E o que fazer quando a falência desse material acaba por apagar o fogo daquela senhora?

O tio Laguna detalha a seguir os derradeiros momentos de duas centrais termonucleares.

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