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Parcerias poderão trazer novos remakes ao Wii U

Por em 25 de outubro de 2013

The Legend of Zelda: The Wind Waker HD

O lançamento do The Legend of Zelda: The Wind Waker HD parece ter sido mesmo uma jogada acertada da Nintendo, fazendo inclusive com que o Wii U vendesse bem mais do que normalmente e diante de uma recepção tão positiva, Shigeru Miyamoto já disse que há boas chances de que outros títulos recebam o mesmo tratamento, embora o foco da empresa esteja em jogos novos.

Isto é certamente possível, mas a maioria dos nossos desenvolvedores estão trabalhando em novos jogos. Gostamos de tê-los trabalhando em coisas novas. Remakes em HD podem ser bons projetos para desenvolvedores parceiros, então é algo que espero poder introduzir no futuro.

Além disso, Miyamoto fez questão de dizer que o importante para eles é que esses remakes não tragam apenas gráficos melhores, aproveitando para adicionar novos elementos na jogabilidade, graças ao controle do Wii U.

Ao contrário do que muitos pensam, o GameCube recebeu vários bons jogos que permanecem desconhecidos da maioria e quem sabe a Nintendo não consiga encontrar alguma empresa dispostas a trazer versões melhoradas de um Metroid Prime, F-Zero GX ou Battalion Wars para o Wii U?

Eu já declarei algumas vezes que sou totalmente a favor do lançamento desses remakes, já que permitem que muitas pessoas tenham acesso a bons jogos em consoles mais poderosos e se o desenvolvimento deles não atrapalhará a criação de coisas novas, como é o que propõe o game designer, como não desejar que isso se torne verdade?

Fonte: CVG.

emNintendo

Mikami diz porque série Resident Evil passou a focar na ação

Por em 30 de setembro de 2013

resident-evil-remake

Embora o Resident Evil 4 seja aclamado como um dos melhores jogos da geração passada, muitos fãs da franquia olham para ele com uma certa relutância, tudo porque foi a partir deste capítulo que a série começou a deixar o terror de lado e mesmo com vários funcionários da Capcom admitindo que essa mudança de estilo aconteceu visando conquistar um público maior, só agora sabemos o que desencadeou essa estratégia.

De acordo com Shinji Mikami, criador do Resident Evil e que atualmente trabalha no The Evil Within, podemos dizer que o grande culpado por a franquia voltar sua atenção para os tiroteios foi o remake do primeiro título para o GameCube.

O remake do Residente Evil é na verdade um dos meus favoritos da série, mas ele não vendeu muito bem. Talvez não existissem muitas pessoas dispostas a aceitá-lo. Por causa da reação ao remake do Resident Evil eu decidi trabalhar em mais ação no Resident Evil 4. Ele poderia ter sido mais assustador, mais focado no horror caso o remake tivesse vendido bem.

Mikami não teve medo de admitir que com o RE4 ele pediu à sua equipe para focar na jogabilidade, fazendo com que ela fosse a mais divertida possível e como as vendas e a recepção do jogo foram excelentes, é fácil perceber porque a Capcom decidiu seguir este caminho.

Isso também explica porque os outros capítulos mais antigos da série não receberam o mesmo tratamento – o que na minha opinião, seria fantástico para o Resident Evil 2 – e só me pergunto porque a editora não arriscou lançar o remake para o PlayStation 2, onde devido a base instalada muito maior, ele poderia ter se saído bem melhor.

Fonte: IGN.

emNintendo

Remake do Day of the Tentacle esteve muito perto de existir

Por em 30 de setembro de 2013

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Como eu só fui ter o meu primeiro computador lá pelo final da década de 90, infelizmente só tive contato com s adventurespara valer muito tardiamente, o que me impediu de conhecer alguns clássicos do gênero, como por exemplo o Maniac Mansion e Day of the Tentacle.

Conforme esse tipo de jogo voltou a ganhar uma certa importância, inclusive com o lançamento de versões remasterizadas dos dois primeiros The Secret of Monkey Island, sempre tive esperança de que outros clássicos recebessem o mesmo tratamento, assim eu poderia finalmente experimentá-los, mas se isso não se tornou realidade, de acordo com o Kotaku, em relação ao Day of the Tentacle esteve bem perto de acontecer.

Citando uma fonte anônima próxima ao projeto, o blog afirma que tal jogo estava sendo refeito no estúdio da LucasArts localizado em Singapura e embora o seu desenvolvimento estivesse em aproximadamente 80% quando a empresa fechou (obrigado por nada, Disney!), não havia garantia de que ele seria lançado, já que a alta cúpula não estaria interessada em continuar lançando esse tipo de produto.

Para muitos envolvidos este era um projeto dos sonhos, mas infelizmente, como muitos muitos jogos da LucasArts em desenvolvimento, este nunca viu a luz do dia,” declarou uma das pessoas que trabalhou no Day of the Tentacle HD.

Entre os tais jogos citados temos obviamente vários baseados na franquia Star Wars, um deles no estilo do FarmVille e outro onde gerenciaríamos uma Estrela da Morte, mas algo que eu realmente lamentei foi saber que a LucasArts planejava lançar seu próprio sistema de distribuição digital. Mesmo sendo mais um daqueles que preferem ter seus jogos num mesmo lugar, acho que esta seria uma excelente maneira deles disponibilizarem seus clássicos.

Agora, com o fim da empresa, a única coisa que resta é rezar para que um dia algum executivo da Disney decida que vale a pena voltar a vender alguns daqueles adventures tão elogiados, mesmo que seja com a aparência original.

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Remake do Flashback chegará ao Steam em 1º de outubro

Por em 25 de setembro de 2013

flashback

Mesmo tendo passado longe de fazer sucesso junto a critica, eu imagino que existem muitas pessoas por aí que ainda querem ver como ficou o remake do espetacular Flashback: The Quest for Identity e a boa notícia é que a parir do dia 1º de outubro ele deixará de ser exclusivo para o Xbox 360, finalmente recebendo uma versão para PC.

Já em pré-venda no Steam, o jogo custa apenas R$ 20 e assim como aconteceu no console da Microsoft, trará legendas em português, mas graças ao maldito uPlay não terá conquistas no serviço de distribuição digital da Valve, apenas no da Ubisoft.

Sobre esta nova versão, feita com a Unreal Engine 3, as maiores reclamações recaem sobre os controles, bugs e no conteúdo adicional que aparentemente não recebeu a atenção que merecia. Eu até concordo com essas críticas, mas posso dizer que tive uma boa experiência ao encarar o jogo e mesmo que ele não esteja a altura do original, conseguiu me divertir.

O que realmente me deixou chateado foi constatar que o original, presente no remake, só pode ser jogado através de um fliperama localizado no menu principal, o que nos impede de aproveitar aquele jogo espetacular em tela cheia e ouvir direito todos os efeitos sonoros que ele trazia. Na minha opinião, este foi um tremendo vacilo da VectorCell, até por desincentivar a nova geração a conhecer o clássico como deveria.

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Produtora indie russa fazendo remake de clássico baseado no próprio trânsito: Rock ‘n Roll Racing

Por em 19 de agosto de 2013
Carros disparando foguetes e rock 'n roll, não tem como dar errado.

Carros disparando foguetes e rock ‘n roll, não tem como dar errado.

Vamos admitir que em termos de trânsito, os russos são os caras mais rock ‘n roll da face da terra, quiçá do universo conhecido. Os vídeos com batidas, atropelamentos,  capotagens e (por Deus) até vacas rolando espalham-se em profusão pela internet. Então você deve entender a minha animação ao saber que um estúdio russo, o Yard Team, está trabalhando em um remake 3D para o título clássico de 1993 que saiu para Mega Drive e Super Nintendo. Carros disparando mísseis, batidas iradas, pistas insanas e tudo regado ao melhor do rock ‘n roll clássico, que nas versões originais incluía Steppenwolf, Black Sabbath e Deep Purple. Na nova versão, os desenvolvedores prometem um recurso matador: Você poderá substituir as músicas do jogo (15 originais) pelas suas preferidas (Hey, Deep Purple original, mais alguém tendo espasmos além de mim?). Além disso, até mesmo as vozes narradas, que virão originalmente em inglês e russo, poderão ser substituídas.

Os produtores prometem manter a jogabilidade 2D original e pelo vídeo divulgado estão cumprindo a promessa em alto estilo. Além da visão clássica isométrica, eles ainda incluíram um inútil (bite me!) modo com visão em terceira pessoa de trás do veículo. As melhorias prometem não ser apenas nos gráficos, pois incluem uma versão multiplayer do jogo, o que certamente tornará a jogatina ainda mais interessante. Para os gamers mais loucos, o jogo virá com um editor de mapas e nós sabemos que quando este tipo de recurso está disponível, alguém sempre acaba fazendo coisas insanas e divertidas nos jogos.

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Levine escreverá roteiro do remake do Fuga do Século 23

Por em 31 de julho de 2013

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Em 1976 o diretor Michael Anderson levou aos cinemas o filme Fuga do Século 23 (Logan’s Run), uma interpretação de um romance escrito por George Clayton Johnson e William F. Nolan que retratava um futuro distópico onde os habitante de uma cidade controlada por um governo autoritário só podiam viver até os 30 anos.

Embora não seja tão popular quanto outras produções de ficção-científica da época, o longa conquistou vários fãs, entre eles o game designer Ken Levine, que após algumas especulações confirmou que ajudará no roteiro do remake que terá Nicolas Winding Refn como diretor, mas recentemente perdeu Ryan Gosling como protagonista.

Aquela foi a primeira história de distopia que vi e se você conhece meus jogos, sabe que ela obviamente teve um grande impacto em mim. Então eu na verdade conversei com a Warner Bros. e meio que os forcei a me darem o trabalho, porque lhes disse que não haveria outra pessoa na Terra que tenha passado mais tempo pensando sobre o Fuga do Século 23 e gastado mais em sua carreira fazendo coisas que vieram daquela experiência.

Quero fazer coisas que não sejam particularmente populares ou interessantes para as pessoas… Acho que há uma história ali, uma boa história que precisa ser contada e que certamente inspirou toda a minha carreira.

Vale lembrar que antes de se tornar game designer Levine queria trabalhar como roteirista, o que serve para mostrar porque os enredos de seus jogos são tão elogiados e como ele mesmo disse ser um apaixonado pelo filme original, será interessante ver o que sairá desse seu novo projeto e quem sabe um bom trabalho não lhe abra portas para finalmente vermos um BioShock nas telonas?

[via Gamespot]

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Homeworld 1 e 2 ganharão remakes

Por em 22 de julho de 2013

homeworld_22.07.13

Quando a Gearbox anunciou há alguns meses que havia aproveitado o desmanche da THQ para adquirir os direitos da série Homeworld, os fãs da franquia ficaram empolgados e curiosos para saber qual destino ela teria e durante uma apresentação na PAX Australia a desenvolvedora revelou o que está por vir.

Ao contrário do que muitos poderiam imaginar, a criadora do Borderlands não está trabalhando em um novo jogo que nos colocará no controle de uma frota de espaçonaves, mas sim em versões remasterizadas dos títulos desenvolvidos pela Relic Entertainment e já adiantou que a ideia é vendê-los para PC através de serviços de distribuição digital (alguém aí também pensou no GOG?).

Tendo custado 1,35 milhão de dólares, a franquia teria sido adquirida principalmente devido a admiração do diretor de criação da Gearbox, Brian Martel, que nunca escondeu sua vontade de tornar tais jogos acessíveis às novas gerações, mas há dois aspectos curiosos relacionados à marca e que acho que merecem ser mencionados.

O primeiro deles é que durante o leilão da THQ o estúdio responsável pelo Homerworld foi adquirido pela Sega, então eu imagino que os fãs teriam achado melhor se a série tivesse ido junto com eles. Lamentações a parte, o outro detalhe é que no início desse mês foi encerrada uma campanha no Kickstarter que pretendia conseguir o financiamento de um jogo chamado Void Destroyer e que funcionará como sucessor espiritual do clássico jogo de estratégia. A julgar pelo valor arrecado os fãs estão dispostos a dar seu dinheiro para algo não oficial e agora o objetivo do game designer Paul Zakrzewski é conseguir uma votação suficiente para ter sua criação vendida no Steam.

Sendo assim, o que você prefere? Encarar um jogo inspirado no original ou esperar o lançamento de versões remasterizadas e descobrir como eles envelheceram?

[via Joystiq]

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