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Facebook vai obrigar usuários a utilizarem o Messenger para conversar via mobile

Por em 10 de abril de 2014

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Quando o Facebook adquiriu o WhatsApp, muita gente se perguntou que destino o app dedicado Messenger teria. Ainda que a empresa tivesse afirmado que “nada mudaria” na administração da aplicação por ser completamente diferente da proposta da rede social, havia a possibilidade que o aplicativo dedicado exclusivamente para se conversar com amigos do Facebook poderia não ter uma vida muito longa. Afinal mesmo o app principal possui função de chat.

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John Carmack expõe seus pensamentos sobre a aquisição da Oculus VR pelo Facebook

Por em 31 de março de 2014

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A Oculus VR está passando por maus bocados desde que foi anunciada sua aquisição pelo Facebook. A turma dos financiadores paranoicos que veem em Mark Zuckerberg o próprio diabo estão enchendo o saco da startup, que pôde tirar o Oculus Rift do papel graças ao Kickstarter. O problema é que essa gente que não entende o conceito de DOAÇÃO está exigindo o dinheiro de volta e chegou ao cúmulo de ameaçar o staff e até mesmo os seus familiares de morte, exigindo a reversão do trato.

O fundador da Oculus Palmer Luckey expressou sua indignação no Reddit, dizendo que a empresa esperava tal reação negativa por parte do público “durante um curto espaço de tempo, mas nunca imaginávamos que iríamos receber tantas ameaças de morte e telefonemas que se estendem até as nossas famílias”. Ainda que muita gente que não tenha gostado do acordo concorde com Luckey que essa situação é inadmissível por envolver gente que não tem nada a ver com o acessório, por outro lado outros imbecis acham as ameaças justificáveis pela startup “ter traído seus consumidores”.

No meio desse caos todo o CTO da Oculus John Carmack, talvez um dos programadores da indústria dos games mais respeitados da história finalmente resolveu falar o que pensa acerca do negócio. Desde semana passada ele já vem tuitando que acredita que o Facebook ajudará a Oculus VR em problemas de escala graças ao gordo financiamento, mas não acredita que a companhia vá meter o nariz na startup e exercer controle abusivo, o que seria fatal para o acessório.

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Facebook anuncia compra do WhatsApp por US$ 19 bilhões

Por em 19 de fevereiro de 2014

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Por essa ninguém esperava. Enquanto o Rakuten Group adquiriu o Viber há uma semana atrás por US$ 900 milhões, o Facebook comprou o aplicativo líder em mensagens instantâneas WhatsApp pela cifra absurda de DEZESSEIS DEZENOVE BILHÕES DE DÓLARES! Segundo o anúncio feito pelo Facebook, o negócio será fechado com o pagamento de US$ 4 bilhões em dinheiro, US$ 12 bilhões em ações da companhia e mais US$ 3 bilhões para manter os funcionários da startup. Isso representa um negócio 21 vezes maior do que o que envolveu o Viber!

O que motivou esse investimento indecente de dinheiro no WhatsApp é muito provavelmente o grande número de usuários. Atualmente ele possui mais de 400 milhões de usuários, com cerca de 70% do total ativos. A quantidade de mensagens enviadas é insana: em junho o app havia registrado um total de 27 bilhões de mensagens compartilhadas num período de 24 horas, podendo estar se aproximando ou já ter ultrapassado o número total de SMS compartilhados por dia (para se ter uma ideia em 2010 foram enviados 6,1 trilhões de torpedos, o que dá uma média de 16,7 bilhões por dia).

Com a aquisição, o co-fundador e CEO do WhatApp Jan Koum passa a fazer parte do grupo de diretores do Facebook. Ele e o outro co-fundador Brian Acton eram engenheiros do Yahoo! antes de decidirem criar o app. Se analisarmos bem o modelo de negócios do WhatsApp, onde o app é vendido por US$ 0,99 no iOS e possui uma taxa anual d mesmo valor no Android e considerando a quantidade de usuários regulares, não dá para imaginar que Mark Zuckerberg vá mexer na aplicação.

Por outro lado, há algo a se considerar nessa história. Da mesma forma que Zuck pagou um bilhão pelo Instagram em busca de código fresco, fica um tanto evidente que ele desembolsou tanta grana pelo WhatsApp pelo grande número de usuários. Em nota publicada no blog do WhatsApp, a empresa afirma que “nada mudará” e que o app continuará autônomo, mas é difícil acreditar nisso. Mark Zuckerberg disse numa postagem que Facebook e WhatApp são diferentes demais, cada um direcionado a uma realidade: se comunicar com amigos próximos ou todos os seus amigos e seguidores.

A nota oficial do Facebook ressalta que o WhatsApp se aproveitará da expertise e estrutura do Facebook para crescer tal qual o Instagram, sem sofrer interferência. Eu espero realmente que seja assim, mas como se trata do Facebook, pode-se esperar qualquer coisa.

UPDATE: diferente do anunciado anteriormente, o negócio foi fechado em US$ 19 bilhões e não US$ 16 bi, sendo que os US$ 3 bilhões de diferença serão utilizados para manter os funcionários. O texto foi atualizado para incluir essa informação.

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Confissões de Mountain View: Google+ é mais útil à empresa do que aos usuários

Por em 18 de fevereiro de 2014

 

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Então, não é novidade que o Google tem feito de tudo para empurrar o Google+ goela abaixo dos usuários há um bom tempo. Seja para comentar no YouTube, linkar o perfil com o Gmail, transferir dados do quase finado Orkut ou refinar dados de busca, a verdade é que boa parte dos serviços da empresa exigem que o usuário crie um perfil, mesmo que não vá usá-lo quase nunca. Ele está lá, um círculo geralmente vazio com quase nenhuma utilização por boa parte dos usuários mas por imposição de Mountain View, é obrigado a existir.

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Look Back: já é possível editar o vídeo dos 10 anos do Facebook

Por em 6 de fevereiro de 2014

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Os vídeos Look Back, criados para comemorar os 10 anos do Facebook, se tornaram uma verdadeira febre, invadindo as timelines de praticamente todo mundo que eu conheço. Até agora, o esquema era totalmente engessado, e quem não tinha gostado do seu vídeo, simplesmente não tinha como editá-lo. A partir de agora, isto já é possível, pois o Facebook lançou uma funcionalidade que permite a escolha das fotos e dos updates mais significativos.

Para editar o seu vídeo, basta clicar no novo botão “Editar” (não diga!) pra fazer a sua escolha. Infelizmente a liberdade não é total, e você precisa escolher dentro de algumas opções pré-definidas pelo Facebook. Também não dá pra trocar aquela música insuportável chata, mas pelo menos é possível retirar algumas fotos ou frases constrangedoras, se este era o seu caso.

Para criar ou editar o seu vídeo, é só acessar a página do Look Back. Depois de fazer suas escolhas, é só apertar o play para visualizar o vídeo com as alterações em tempo real. Na hora de compartilhar, o vídeo é salvo com as suas mudanças (o vídeo só é divulgado depois que a nova renderização fica pronta).

Se você não gosta do Look Back e não aguenta mais ver este vídeo e ouvir a tal música, saiba que também compartilho de um sentimento parecido, mas não podia deixar de contar essa novidade pra quem gostou desta brincadeira do Mark Zuckerberg e sua equipe. E se você por acaso é leitor do MB e ainda não curtiu a nossa página no Facebook, aproveite para se redimir deste erro agora mesmo.

Fonte: TechCrunch.

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Estudo que prevê o fim do Facebook até 2020 vira motivo de piada

Por em 24 de janeiro de 2014

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Tudo começou quando John Cannarella e Joshua A. Spechler, dois doutorandos da Universidade de Princeton publicaram um controverso estudo sobre um estudo acadêmico envolvendo o Facebook. Basicamente a pesquisa (que não foi revisada por pares, é bom frisar) diz que o Facebook, assim como todas as redes sociais apresentaria um momento de ápice antes de sua queda vertiginosa, e que ela estaria passando por esse momento. Com isso a previsão é que a rede do Zuckerberg perderia 80% de seus usuários em 2017 e encontraria seu fim até 2020.

O grande, enorme problema é que os dois se basearam na ascensão e queda do MySpace, a tentativa do Google em emplacar uma rede social voltada para músicos e artistas, aproximando os compositores de seus fãs. A pesquisa usou dados do Google Search e não se trata de uma pesquisa de campo, o que levanta dúvidas sobre a eficácia dessa forma de coleta de dados.

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Bandido compartilha o próprio cartaz de procurado no Facebook. Adivinha o que aconteceu?

Por em 23 de janeiro de 2014

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A gente sabe que há um fenômeno antropológico inexplicável que algumas pessoas tendem a apresentar uma redução em seu quociente de inteligência na presença de tecnologia. Não se sabe porque mas é observado que uma considerável parcela desse são de pessoas que estão do outro lado da lei, como já vimos em casos anteriores aqui e aqui.

O mais recente caso de bandido bom é bandido burro aconteceu na cidade de Freeland, no estado da Pensilvânia. Anthony James Lescowitch, um homem de 35 anos era procurado por acusações de agressão e outros crimes, e se gabava de ainda não ter sido pego. Até que ele viu seu próprio cartaz de procurado sendo compartilhado pela conta do Facebook do Departamento de Polícia de Freeland. Sim, o gênio estava na página da polícia. Como se não bastasse ele resolveu tirar uma e compartilhou a postagem:

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