Evolve, o serviço que tentará unir os jogadores de PC

Por: em 11/01/12 na(s) categoria(s): Computadores


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Ao contrário do que acontece nos consoles, quem joga no PC sabe que existe uma grande quantidade de redes disponíveis para os gamers e manter contato com nossos amigos em cada uma delas é algo bastante complicado. Para tentar resolver esse problema foi criado o Evolve, serviço que funciona como uma uma espécie de rede social que visa facilitar as partidas em grupos e que aproveita algumas das melhores ideias presentes no Steam, no X-Fire ou Raptor, como a possibilidade de tirarmos fotos dos jogos, gravarmos vídeos das partidas ou termos acesso a IMs como o Gtalk ou Windows Messenger.

Com ele podemos ainda criar reuniões (ou parties, como preferir), ter um registros das nossas conquistas, conversar com amigos, seja por textos ou por voz e ainda criar redes para jogar online alguns títulos mais antigos, como se estivéssemos em uma LAN, além de podermos acessar o navegador enquanto jogamos, tudo graças a um overlay parecido com o da loja da Valve.

Segundo seus criadores, o principal motivo para o Evolve existir é permitir que os jogadores não tenham dificuldade em encontrar amigos para jogar um determinado game e o que os diferencia dos demais é a possibilidade de acessarmos uma grande variedade de funções sem termos que abandonar a partida ou precisarmos de diversos programas para isso.

Por enquanto o sistema está em período de beta aberto e muito ainda precisa ser melhorado,  principalmente em se tratando dos jogos suportados, mas já gostei da ideia de poder ter acesso em um único lugar às conquistas desbloqueadas no Steam, embora nem todas estejam sendo mostradas na minha página e seria legal ter o registro das obtidas em outras redes, como a Windows Live. De qualquer forma, deixarei o cliente instalado no meu computador para ver se o negócio cai no gosto dos jogadores e caso queira me adicionar por lá, basta utilizar este link.

[via Rock, Paper, Shotgun]

Flash 11 terá suporte à Unreal Engine 3

Por: em 05/10/11 na(s) categoria(s): Computadores, Entrevista, Games


Se bons gráficos é o que falta para convencer os jogadores hardcore de que o Facebook pode ser uma ótima plataforma de jogos, o problema está perto de ser resolvido. Em um evento realizado ontem pela Adobe o diretor técnico da Epic Games, Tim Sweeney, anunciou que a mais nova versão do Flash poderá rodar a poderosa Unreal Engine 3, teoricamente tornando possível que jogos com uma qualidade visual semelhante a de um Gears of War ou Batman: Arkham City rodem direto do navegador.

Com a UE3 e o Flash os jogos feitos para os consoles de alto desempenho podem rodar na web ou como um aplicativo para o Facebook, alcançando uma enorme base de usuários. Isso muda completamente as regras de jogo para as desenvolvedoras que querem distribuir amplamente seus jogos e lucrar com eles,” declarou Sweeney.

Como o Flash 11 a Adobe afirma que os jogos poderão ser renderizados, tanto em 2D quanto em 3D, cerca de mil vezes mais rápido do que com a versão anterior do player, permitindo que as empresas exibam milhões de objetos com uma taxa de atualização de 60 quadros por segundo e de fato isso poderá mudar toda a indústria.

É verdade que para um computador rodar um jogo assim ele ainda precisará de uma boa configuração, mas a possibilidade das desenvolvedoras poderem entregar jogos Free-to-Play pelo browser com uma qualidade gráfica tão absurda é algo que pode ser muito bom para Adobe, poder mostrar que o Flash ainda tem lenha para queimar e para a Epic, provando novamente a flexibilidade da sua engine.

Ainda é cedo para dizermos o que esse anúncio representará, mas novamente podemos estar diante de um acontecimento que abrirá muitas possibilidades.

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Para Activision rede social nos jogos se tornará padrão

Por: em 30/09/11 na(s) categoria(s): Indústria


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Durante muito tempo especulou-se na indústria que a Activision lançaria um Call of Duty focado nas partidas multiplayer e que exigiria o pagamento de uma mensalidade. O rumor não se concretizou, mas a empresa estava sim trabalhando numa maneira de lucrar mais um pouco com a franquia e isso acontecerá através do CoD Elite, uma espécie de rede social que permitirá aos usuários se comunicarem, gerenciar clãs e ter acesso as estatísticas avançadas de sua partidas.

A ideia é muito legal, mas algumas pessoas não gostaram de saber que a rede só poderá ser aproveitada em sua plenitude se pagarmos uma mensalidade, mas de acordo com Jamie Berger, vice presidente da área digital da Activision, em breve serviços como esse serão obrigatórios para os jogos.

Acreditamos que estratégias de serviços em tempo integral que aumentem a experiência para além de apenas jogar se tornarão uma necessidade. No momento são uma opção, mas entre três ou cinco anos não serão mais. Para suportar uma base de jogadores diversificada você precisa ter serviços e uma contínua estratégia de conteúdo. Não vejo como os jogos funcionarão sem isso.

Elite é sobre o Call of Duty se tornar maior do que nunca pelos próximos cinco anos e no momento estamos preparando a base para que isso aconteça.

Muito do que o Elite propõe, como as estatísticas, compartilhamento de screenshots, vídeos e a facilidade de organizarmos partidas já pode ser visto numa grande quantidade de jogos, como a série Halo, o serviço Autolog criado pela Electronic Arts ou o segundo Uncharted, porém, o que me incomoda é a ideia das empresas cobrarem por isso. Quer dizer, é justo elas tentarem ganhar um pouco mais e se haverá uma mensalidade é porque existem pessoas dispostas a pagar, mas o preço dos lançamentos já é tão alto e se o Elite cair no gosto do público, o que provavelmente acontecerá, podem esperar que outras empresas sigam o (mau) exemplo.

[via VG247]

Molo.Me: Instagram para Symbian OS

Por: em 14/08/11 na(s) categoria(s): Fotografia, Internet, Meio Bit, Mobile


Molo

Essa história de compartilhar pequenos momentos através de imagens filtradas à gosto do cliente realmente se provou uma grande mania na rede.

No começo, eram os consumidores mais pancackes e hipsters que davam o impulso necessário para que o Instagr.am pudesse deslanchar.

Isso porque o privilégio de uma rede social bem feitinha e à base de fotografias pessoais em um projeto redondo só era possível para os usuários de iPhone. De preferência do 3GS para cima.

Assim que a idéia se inflamou, começaram a surgir os clones. Uns 5-estrelas de ruins e que meramente estragam bem a sua fotografia, antes de a espalhar que nem música do Apocalypso para todo canto .

Mas nem tudo se perdeu no mar de tranqueiras. Projetos alternativos e bem legais como o PicPlz levaram a parte boa do conceito também para usuários de Android OS.

De quebra, o PicPlz oferece um website todo interativo e capaz de compartilhar imagens até mesmo sem um smartphone – o Instagr.am por exemplo não permite isso. Aliás, sem um iPhone você só vê a foto alheia. E somente por links – sem website público.

Mas e quanto aquelas pessoas cujo celular é o líder real (em quantidades) no mundo? Sim, os felizes porém meio deslocados donos dos honestos Nokias?

Recentemente descobri um outro projeto, no mesmo molde, que pretende não deixar esses usuários de fora e que se chama Molo.Me. Segue o mesmo conceito que os dois outros projetos mencionados acima e funciona muito bem para o Symbian OS.

No geral, sem grandes novidades, pois trata-se de um website-rede que recebe as fotografias enviadas a partir dos celulares de seus usuários, organizando e compartilhando tudo por aí.

Tem também o lance dos tais filtros estragadores de imagem e uns estragam mais melhorzinho que outros. Tive que pegar emprestado um Nokia para poder avaliar e a proposta bate com a entrega. Funfa.

Disponível na OviStore, gratuitamente.

Abaixo, um vídeo todo gracioso, no estilo preferido do Cardoso: com japinhas. [niiice! - cardoso]

Pesquisadores identificam pessoas em menos de 3 segundos em uma pesquisa envolvendo o Facebook e questionando a segurança da informação.

Por: em 02/08/11 na(s) categoria(s): Internet, Meio Bit


Pittpatt

PittPatt - protocolo de reconhecimento facial criado pela Universidade de Pittsburgh

Mais uma para adicionar ao rol de polêmicas Made in Facebook.

Pesquisadores conseguiram constatar que 1 em cada 3 pessoas pode ser identificada utilizando apenas uma fotografia no Facebook.

Os cientistas tiraram uma fotografia de 93 voluntários e tentaram rastrea-los na rede social com a ajuda de softwares facilmente disponíveis na internet.

Eles conseguiram identificar os usuários no Facebook através das suas imagens ‘taggeadas’ e de perfil em 3 segundos, além de serem capazes de predizer os primeiros cinco dígitos do seus SSNs (número de seguro social, o nosso CPF) em 27% das tentativas. #spooky Continue lendo »

Adicione RSS ao seu perfil no Google+ e deixe-o mais parecido com um blog

Por: em 20/07/11 na(s) categoria(s): Blog, Dicas, Internet, Meio Bit, Web 2.0


Kevin Rose fez. Aqui, o Renê Fraga, do Google Discovery, também. E, acredite: muita gente ainda fará.

Estou falando do uso do Google+ como blog pessoal. A flexibilidade e, principalmente, o feedback instantâneo e em grandes quantidades têm feito muito macaco velho da web, gente que cresceu com blogs, deixar Blogger, WordPress e tantos outros para trás em prol da nova rede social da Google.

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