Além de encurtar URLs, o rdd.me formata páginas para deixá-las mais legíveis
Com saudades de textos sobre encurtadores de URLs?
O rdd.me se sobressai na multidão deles por fazer mais do que simplesmente transformar endereços longos em poucos caracteres quase memorizáveis. Seu “modus operandi” é o mesmo: acesse o site, insira a URL e peça para o sistema encurtá-la.
O grande diferencial se dá na hora de exibir a página. Sendo um serviço do Readability, ao carregar o endereço ele não aponta para o site original, mas sim para a versão formatada e amigável à leitura. Para sites entupidos de anúncios ou com layout que dificulta a leitura, é uma mão na roda. Para os donos do site, pode ser um problema, visto que desde a reformulação de fevereiro, o Readability agora “puxa” o conteúdo para seus domínios antes de exibi-lo ao usuário…
O site original continua acessível pelo link no início da página, o que pode ser útil quando há vídeos (o sistema não os exibe) ou o falha na identificação do bloco de conteúdo da página, algo relativamente comum nos blogs da Gawker e seus layouts bizarros.
Readability burla negativa na App Store lançando Web app
No começo do mês passado, o Readability lançou uma versão reformulada do seu (ótimo) serviço com uma grande novidade: sistema de mensalidade com divisão de lucros entre site e autores de blogs.
Quem se registra tem acesso a algumas regalias e, em troca, paga o quanto quiser (desde que acima dos US$ 5). A divisão dos lucros fica na casa dos 30/70, sendo 30% para o próprio site e 70% para os sites mais lidos através do sistema. Para que toda essa estrutura funcione, lançaram um recurso parecido com o do Instapaper, ou seja, salvamento e formatação de textos para leitura posterior.
Readability lança modelo freemium e compartilha receita com geradores de conteúdo
Um dos meus bookmarklets favoritos é o Readability. Meu apreço por essa ferramenta se deve à simplicidade e utilidade que ela traz: com um clique, páginas com layout ruim e/ou abarrotadas de anúncios são formatadas, ganhando um visual otimizado para a leitura, sem distrações.
Dia desses o Readability ganhou uma atualização grandiosa. Agora num site próprio (readability.com) e dispondo de um modelo de negócio “freemium”. Isso significa que o serviço continua gratuito, nos moldes antigos, mas que, para quem desejar mais recursos, uma versão paga surgiu.
Esse Safari Reader é meio familiar… Oh wait!
Ocultado pelo (justificado) buzz em cima do iPhone 4, na última segunda-feira a Apple também lançou a versão final do Safari 5, seu navegador Web, para Mac OS X e Windows. As novidades, fora o lugar comum mais velocidade e desempenho, são a inclusão do Bing como opção de buscador e o tal Reader, fielmente traduzido na versão brasileira para Leitor.
O Reader é um botão que aparece na barra de endereços e, quando clicado, faz um facelift na página, deixando apenas o que importa, o texto, em destaque. Nada de anúncios, layout, nada disso: apenas texto. É um recurso bem bacana, e como tudo que vem da Apple, tem efeitos visuais bem legais e botões de controles bastante sóbrios.
Tudo legal, tudo bonito, mas… hey, eu já vi isso em algum lugar. Comentei, no Twitter, a semelhança do recurso com o Readability, um bookmarklet sensacional que faz exatamente o que o Reader do Safari faz, ou seja, extirpa o que é supérfluo da página e destaca apenas o texto. Continue lendo »


