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Servidores do Grid serão desligados

Por em 20 de junho de 2011

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A Codemasters deu a notícia que todos aqueles que jogam o Race Driver: GRID online não gostariam de ouvir. Após não terem entrado num acordo com a empresa que disponibilizava os servidores do jogo, as versões para PC e Playstation 3 deixarão de funcionar através da Internet. Quem comprou o game para o Xbox 360 deu mais sorte, já que no console da Microsoft o modo online continuará funcionando. A companhia pediu desculpas pelo acontecido, agradeceu o apoio dos fãs e claro, está recebendo uma série de críticas de todo os lados.

Eu sinto muita falta da época em que tinha que ir na casa dos amigos para jogar um multiplayer, da bagunça que fazíamos e da sensação de estar do lado do seu adversário enquanto tentávamos descobrir com era o melhor. Contudo, é inegável que a internet conseguiu aproximar as pessoas que moram longe e sempre fico muito chateado ao saber que a porção online de um jogo deixará de existir, mesmo sendo alguém que não dá muita atenção para ela na maioria dos jogos.

Eu sei que existe um custo para que as empresas mantenham seus jogos funcionando online e que um baixo número de jogadores pode não justificar a manutenção dos jogos, porém, considero uma tremenda falta de respeito com aqueles que compraram um jogo completo e depois de um tempo ficam com um produto capado nas mãos. Eu sinceramente não sei quais seriam as implicações técnicas para isso, mas volto a dizer, porque não permitir que as pessoas criem as partidas em suas máquinas? Se para eles não vale a pena manter esses servidores, pelo menos deixem os jogadores ficarem responsáveis por isso.

[via Eurogamer]

emComputadores Microsoft Sony

Gráficos do PS4 poderão ser parecidos com os do PS3

Por em 20 de junho de 2011

dori_ps4_20.06.11A E3 2011 passou e com exceção da Nintendo e o seu Wii U, as outras fabricantes não deram o menor indício de que estão pensando em lançar novos consoles em breve. Mesmo assim, é muito provável que elas já tenham começado o processo de desenvolvimento dos sucessores do Xbox 360 e do Playstation 3 e apesar de tanto Microsoft quanto Sony não falarem oficialmente sobre eles, durante uma entrevista ao site 3DJuegos, James Armstrong, vice-presidente da SCEE, ao ser questionado sobre que espera do “PS4”, deu a seguinte resposta:

É difícil dizer neste momento. Penso que não teremos um console com gráficos muito melhores do que aqueles que o PS3 oferece atualmente. Acredito que o futuro será oferecer experiências melhores e mais acessíveis. O objetivo será fazer com que mais pessoas entrem no mundo dos videogames e tratem de criar jogos para as mulheres.

Fizemos bastantes estudos de mercado e muitos apontam que as jogadoras gostam de jogar PlayStation tanto quanto os homens. O problema é que não existem jogos para elas, por isso penso que seja algo a se desenvolvido, tal como o online e os downloads, que também espero que evoluam consideravelmente no futuro. Mas em termos de gráficos e de ter jogos visualmente melhores aos de hoje, acho que não podemos esperar muito.

Seria neste ponto em que os sonystas que vivem criticando o Wii começam a se revoltar? Enfim, mesmo achando que estamos num período da história dos games em que os gráficos alcançaram um nível excelente, basta ver uma demo técnica como aquela da Unreal Engine 3 para perceber que muito ainda pode ser feito e caso as previsões do Sr. Armstrong estejam corretas, será interessante ver como a Sony se sairá fazendo o caminho inverso, deixando de investir na criação de um console poderoso para criar algo mais voltado para os jogadores menos exigentes tecnologicamente.

emRumores Sony

CG – F.3.A.R.

Por em 19 de junho de 2011

Mais do que conseguir levar de forma muito interessante o terror aos jogos de tiro em primeira pessoa e fazer bom uso do bullet time, na época de seu lançamento o F.E.A.R. foi capaz de oferecer uma adição ainda mais valiosa aos games, uma inteligência artificial realmente desafiadora, com os inimigos bolando estratégias e surpreendendo o jogador por diversas vezes. Uma sequência, algumas expansões e diversos adiamentos depois, no próximo dia 21 poderemos finalmente ver o que o terceiro capítulo da franquia irá nos entregar.

Apesar do desenvolvimento ter ficado a cargo dos desconhecidos da Day 1 Studios, que além das versões para PS3 e Xbox 360 do primeiro capítulo da série também criaram o Fracture, a participação de John Carpenter na criação das cenas cinematográficas e o roteiro escrito por Steve Niles, autor do quadrinho 30 Dias de Noite, ajudam a passar a sensação de que a produção será de alta qualidade.

Um dos principais destaques desta versão deverá se a possibilidade de encararmos toda a ventura com a ajuda de um amigo e como os personagens terão poderes distintos, a cooperação será muito importante. Porém, será interessante ver como os criadores fizeram para que o terror característico da marca fosse mantido durante uma seção em que não estaremos sozinhos, mas eles prometeram que os momentos de sustos acontecerão em trechos diferentes dos estágios, garantindo assim uma vida útil maior ao jogo F.3.A.R. (como eu odeio esses nomes cheios de pontos e números).

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emComputadores Game da Semana Microsoft Sony

Assessoria ameaça sites que criticaram DN4E

Por em 15 de junho de 2011

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Eu já imaginava que após o lançamento do Duke Nukem Forever surgiriam muitas críticas sobre a qualidade do game e o tempo em que ele esteve em desenvolvimento e isso deve ter ficado evidente nos diversos textos que escrevi sobre ele nos últimos meses, mas eu confesso que não imaginava que ele apanharia tanto e de tanta gente.

Se dermos uma olhada no Metacritics, que sempre serve como um bom termômetro para sabermos o que a mídia achou de algum produto, veremos que no PC e no PS3 o jogo está com média 56, enquanto que no Xbox 360, versão que foi enviada para a maioria dos sites avaliarem, o tão aguardado jogo só alcançou uma nota 48. Entre as maiores reclamações estão os gráficos ultrapassados, a jogabilidade simples e entediante e um estilo de jogo que seria muito legal, caso tivesse sido lançado há 14 anos.

Tudo isso poderia ser considerado apenas como um grande fracasso para os envolvidos na produção do game e uma enorme decepção para os fãs do personagem, mas o que ninguém esperava era que a empresa responsável pela assessoria de imprensa da 2K Games, o Redner Group, conseguiria piorar ainda mais a situação. Através da sua conta no Twitter, a empresa fez uma ameaça aberta aos sites que falassem mal do jogo se já ficamos sabendo outras vezes de companhias que não gostaram de ver seus games sendo criticados e prometerem boicotes, essa foi a primeira vez que vimos veículos sendo ameaçados publicamente de entrarem numa lista negra.

Muitas pessoas foram longe demais em suas análises… Estamos avaliando, com base no veneno destilado hoje, quem receberá jogos na próxima vez e quem não receberá. Notas baixas tudo bem. Análises cheias de maldade… isso é completamente diferente.

Como era de se esperar, a mensagem logo foi apagada da conta da agência e no lugar estão pedidos de desculpas, afirmando que a 2K Games nada tem a ver com o comentário e a responsabilidade é toda do Redner Group. Por mais que as vendas de um título como esse não sejam profundamente atingidas pelas notas baixas, o que já havia sido dito pela Gearbox, o caso coloca mais uma mancha na história do DN4E, que para muita gente deveria ter permanecido como vaporware.

Felizmente eu nunca passei por uma situação como essa e torço para que nunca aconteça, mas quanto ao Duke Nukem Forver, mesmo com as críticas eu ainda pretendo jogá-lo, só que irei esperar que ele esteja custando bem barato para lhe dar uma chance.

Update: A 2K confirmou que o Redner Group não representa mais a companhia. Talvez agora eles pensem duas vezes antes de usar o Twitter.

[via Epicenter]

emComputadores Indústria Microsoft Sony

E3 2011 • Dust 514, a integração entre MMO e FPS

Por em 10 de junho de 2011

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Durante a sua apresentação na E3 deste ano a Sony anunciou um título exclusivo que não chamou a atenção de muita gente, mas que tem potencial para se tornar um dos principais multiplayer do Playstation 3, o Dust 514. Embora possa parecer apenas mais um FPS futurista, o jogo que usa a Unreal Engine 3 e está sendo desenvolvido pelo estúdio chinês da CCP Games tem como grande diferencial a sua integração com o EVE Online, um dos mais conceituados MMOs da atualidade. Mas quando falo em integração, não estou me referindo a usar o enredo ou personagens do seu irmão mas velho e sim o desenrolar de um afetar diretamente o do outro.

De acordo com os desenvolvedores, aqueles que estiverem jogando no PC poderão, por exemplo, contratar mercenários nos consoles para que invadam e dominem um planeta que tenham interesse e como  EVE possui sistemas de política e economia extremamente elaborados, o sucesso ou fracasso numa batalha poderá mudar completamente o que será feito a seguir no MMO e se essa cooperação entre os jogos for tão bem executada quanto promete, podemos estar diante de uma tendência que seria muito legal para os jogos, com estilos e plataformas diferentes interagindo e ajudando a criar uma imersão muito maior.

Mas com um número tão grande de jogadores no PC, não faria mais sentido a CCP tentar levar o seu jogo de tiro em primeira pessoa a mais plataformas, tornando assim a experiência mais dinâmica? Então porque ele será lançado apenas para o PS3? A resposta, segundo o produtor Thomas Farrer, estaria estaria no fato de a Sony ser mais aberta ao experimento que eles estão tentando com o jogo. Além disso, a empresa acredita que trabalhar em apenas uma plataforma é melhor por garantir um relacionamento mais próximo com ela.

A princípio as batalhas no jogo serão com até 32 pessoas, mas segundo Farrer, a tecnologia adotada por eles permitiria exércitos com até cinco mil soldados e será interessante ver como ele os jogadores encararão a ideia depois que ele chegar ao mercado.

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emMMO Sony

E3 2011 • Em NfS: The Run sairemos do carro

Por em 10 de junho de 2011

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No ano passado com o Hot Pursuit a Criterion Games conseguiu fazer algo que eu julgava muito difícil, resgatar o espírito da série Need for Speed. Como para a edição deste ano a responsabilidade ficaria a cargo da Black Box, um estúdio da Electronic Arts, eu não criei muita expectativa, até saber que o Need for Speed: The Run nos colocaria para atravessar os Estados Unidos de costa a costa. Embora possa parecer uma informação boba, isso me fez lembrar do fantástico Test Drive II e imaginei que disputar uma longa corrida passando por diversas cidades poderia ser algo muito divertido.

Veio então a conferência da EA na E3 e descobri que os desenvolvedores tiveram a ridícula ideia de fazer com que o personagem que controlamos pela primeira vez na série saísse do carro e na hora, mesmos sem acreditar muito na novidade, torci para que estivesse errado, até ver o trailer mostrando a jogabilidade.

Ao contrário do que se pode imaginar, o eles não transformaram o jogo num Grand Theft Auto e nos trechos a pé não temos total controle sobre o protagonista e sim agimos em determinados momentos através de Quick time Events, ou seja, basta apartar o botão que aparecerá na tela. Com isso eles pretendem adicionar um ar de dramaticidade à história e apesar de ter odiado tanto o conceito quanto a execução, acho que o problema está justamente em tentarem colocar um enredo no game. Caramba, o NfS é um jogo de corrida e na minha opinião jogos de corrida deveriam ser exatamente sobre isso, saber quem estará em primeiro quando cruzarmos a linha de chegada e quanto menos o enredo atrapalhar, quando existir, melhor.

Enfim, eu até acho que a Black Box é uma boa desenvolvedora, já tendo nos entregue jogos como o Most Wanted e a série Skate, mas algo me diz que dessa vez eles estão fadados a fracassar como no NfS: ProStreet e Undercover (faz sinal da cruz).

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emComputadores Microsoft Sony Vídeos

E3 2011 • Outro belo trailer do From Dust

Por em 10 de junho de 2011

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Eu odeio criar uma expectativa muito grande em relação a uma game, ainda mais quando não sabemos muito bem como ele funcionará e ainda por cima saiu da mente brilhante de alguém que admiro, mas a cada foto divulgada, a cada vídeo publico From Dust, mais vontade eu sinto de pôr as mãos na criação de Eric Chahi.

Desde que ele foi exibido pela primeira vez, durante a E3 do ano passado, pouco foi mostrado sobre a sua jogabilidade, mas pelo o que foi dito até agora, no jogo assumiremos o papel de uma espécie de deus que deve, modificando o terreno, salvar uma tribo nômade, algo parecido com o clássico Populous, de Peter Molyneux, nos obrigando a ficar de olho nos shamans que nos avisarão sobre catástrofes naturais, como tsunamis, terremotos e explosões vulcânicas.

O seu destaque está não apenas no estilo inovador,nos belos gráficos e direção artística, mas também na física realista e quando ele for lançado para o Steam, PSN e Xbox Live, o que deverá acontecer nas próximas semanas, pode ter certeza que irei adquirir uma das versões.

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