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Digital Drops Blog de Brinquedo

CG – inFamous 2

Por em 5 de junho de 2011

Quando ouvi falar pela primeira vez do inFamous, achei a sua ideia fantástica. Embora não se trate de algo inédito, fazer um jogo de super-heróis em mundos abertos sempre chama a minha atenção e quando a sua demo foi disponibilizada, corri para testá-lo, mas a minha decepção foi enorme. Embora tivesse bons gráficos e até uma boa mecânica, as missões presentes na versão de teste eram extremamente repetitivas e sem graça e como a impressão deixada não foi boa, desisti de investir nele. Meses depois tive a oportunidade de adquirir a sua versão digital através da PSN e decidi acreditar nos elogios da maioria das pessoas que jogaram o game, mas até hoje não tive “coragem” de lhe dar uma chance.

Mesmo assim tenho acompanhado o desenvolvimento do inFamous 2, título que a Sucker Punch parece ter melhorado consideravelmente e nele o protagonista de novo será Cole MacGrath, sujeito que adquiriu a habilidade de controlar a eletricidade e que ao longo do novo jogo ganhará novos poderes para poder enfrentar alguns inimigos imensos, por vezes maiores do que prédios. Dessa vez a aventura se passará numa cidade fictícia muito parecida com Nova Orleans e apesar de alguns terem ficado desapontados com a ausência de arranha-céus, essa decisão de design foi tomada para que o foco fique nas batalhas e não nas escaladas e uma boa notícia é que partes dos cenários poderão ser destruídos, graças a versão melhorada da engine, que também garantirá gráficos mais bonitos.

O lançamento do inFamous 2 acontece já na próxima terça-feira, dia 7 de junho e entre os incentivos para a aquisição estão a localização do jogo para português e um sistema que permitirá a criação de missões, o que promete aumentar consideravelmente sua vida útil.

O vídeo de hoje não é uma CG propriamente dita e sim uma animação que imita uma revista em quadrinho em movimento e conta um pouco da história do jogo e o resultado é muito bonito.

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emGame da Semana Sony Vídeos

LotR: War in the North ganha novo trailer

Por em 3 de junho de 2011

Talvez eu seja linchado pelo o que direi a seguir, mas ao lado do Uncharted 3 e do Battlefield 3, o jogo que mais aguardo para este ano é o Lord of the Rings: War in the North. Com isso não quero dizer que ele deverá ser um dos grandes lançamentos do ano ou que estará no nível dos outros dois citados, mas como sou um grande apreciador do trabalho da Snowblind Studios e os seus Hack and slash, sempre achei que nenhuma outra empresa estaria melhor preparada do que ela para transformar o universo de Tolkien em um jogo do gênero.

Além de ter usado como fonte de inspiração tanto os filmes quanto os livros, o jogo mostrará lugares inéditos e um dos seus principais destaque deverá ser a possibilidade de jogarmos cooperativamente com mais dois amigos. Até agora os gráficos mostrados parecem muito bonitos e o sistema de batalha não deverá ficar limitado apenas ao esmagamento de botões.

Por se tratar de um estilo que não costuma receber muitos lançamentos, acredito que o LotR: War in the North conseguirá um bom destaque e se você também está ansioso para colocar as mãos no game, então recomendo não ver os vídeos abaixo, porque ficará ainda mais difícil esperar até o seu lançamento, que ainda demorará alguns meses para acontecer.

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emComputadores Microsoft Preview Sony

Gearbox: Não estamos preocupados com as notas do DN4E

Por em 2 de junho de 2011

dori_duk_02.06.11

E está chegando o grande o grande dia. Depois de 14 anos em produção, o Duke Nukem Forever está perto de ser finalmente lançado, por mais inacreditável que isso possa parecer. Como muitos de vocês já devem imaginar, por melhor que o jogo seja, não faltarão pessoas para criticá-lo e certamente choverão reclamações dizendo que esperaram tanto tempo por um jogo tão ruim.

Macaco velho, o chefe da Gearbox, Randy Pitchford, decidiu não esperar até as primeiras críticas por parte da mídia aparecerem e já adiantou que a sua equipe não está preocupada com as notas que o game receberá. Garantindo que se trata de uma experiência muito divertida, o executivo não teve medo de afirmar que iremos “perder um enorme ponto da história dos videogames se não participarmos do seu lançamento.

Já o diretor de relações públicas da 2K Games, Markus Wilding, foi um pouco mais comedido, mas sem deixar de mostrar apoio as palavras de Pitchford.

A média do Metacritic sempre importa, não vamos negar isso, mas acho que importa menos para o Duke Nuke do que para a maioria dos jogos existentes, porque existe tantas pessoas por aí esperando por este jogo.”

É difícil acreditar que o jogo não consiga ser considerado pelo menos bom (não excelente, bom) e é ainda mais improvável que ele não alcance um bom número de vendas e isso pode ser visto na idolatria que as pessoas tem pelo personagem, o que permite fazermos uma previsão um tanto óbvia, de que ou o DN4E será um enorme sucesso, ou um dos maiores fiascos da indústria, quando falamos de um marca deste porte, não existe meio termo.

[via Eurogamer]

emComputadores Microsoft Sony

Novo sistema de colisão deixará Fifa 12 mais real

Por em 31 de maio de 2011

Desde a versão lançada em 2008 eu me rendi ao jogo de futebol produzido pela EA Sports. O salto de qualidade foi imenso, fazendo com que a experiência oferecida superasse em quase todos os sentidos o seu maior rival, mas no ano passado eu decidi apostar no Pro Evolution Soccer. O jogo parecia estar bem melhor que a edição 2010, o preço cobrado por ele para PC era de apenas R$ 50 e eu sentia que a melhora nos Fifas eram pequenas de um ano para o outro e queria buscar novos ares, mas depois de alguns dias com o PES 2011, vi que ele ainda precisa melhorar muito para voltar à liderança. Há alguns meses eu já havia decidido que neste ano compraria o Fifa 12 e com a produtora começando a liberar as primeiras informações sobre o jogo, a minha expectativa só tem aumentado.

Para esta versão a EA promete um sistema de dribles mais preciso, melhores defensores e uma inteligência artificial mais realista, nada muito diferente do que costuma acontecer há cada ano, mas a grande inovação deste ano promete ser um avançado sistema de colisão. Graças a Player Impact Engine os contatos entre os jogadores se tornarão muito mais realista, com eles reagindo a cada toque recebido e influenciando também nas contusões, já que levará em consideração o ponto de impacto e a força exercida.

O vídeo abaixo mostra como a novidade pode melhorar o jogo, mas espero que a produtora tenha pensado naqueles zagueiros carniceiros e implemente também juízes rigorosos que punam devidamente as entradas mais violentas, caso contrário, as partidas online acabarão por excesso de jogadores contundidos.

É importante dizer esse sistema só estará presente nas versões para Playstation 3 e XBox 360 e a EA Sports garante que as partidas se parecerão mais com aquelas transmitidas pelas televisão, com uma iluminação muito melhorada, torcidas mais reais e um novo ângulo de câmera padrão.

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emComputadores Microsoft Preview Sony

Mapa é criado com as mortes no Just Cause 2

Por em 30 de maio de 2011

Quando joguei o Just Cause pela primeira vez, no Xbox 360 de um amigo, a impressão que ele me passou não foi das melhores. Apesar dos gráficos muito bonitos, o jogo me pareceu um GTA genérico e ver o personagem pular de um avião e não morrer ao bater no chão me fez acreditar que o mínimo de realismo é necessário para um personagem sem superpoderes, caso contrário a experiência pode se transformar numa grande piada.

Veio então o anúncio de que uma sequência seria lançada e não prestei a menor atenção para o jogo, até que resolvi dar uma chance à sua demo e me surpreendi com o potencial de diversão que o Just Cause 2 podia proporcionar. O protagonista continuava sendo o mesmo Rambo dos trópicos, mas dessa vez com uma pitada de Homem-Aranha, aniquilando centenas de inimigos enquanto pulava daqui para ali com o auxílio de um gancho bastante mentiroso, porém, como era prazeroso causar o caos dentro do game.

Agora, mesmo que você ainda não o tenha jogado (como eu, está lá no Steam esperando), dê uma olhada no fantástico vídeo abaixo. Ele foi criado com um ponto sendo colocado em cada lugar que alguém morreu, mas não com qualquer tipo de morte. O gerente de operações online da produtora, Jim Blackhurst, levou em consideração “apenas” as 11.3 milhões de mortes por impacto com o solo ou contra objetos e o resultado é impressionante, não só visualmente, mas também por mostrar o nível de controle que a empresa possui sobre o jogo.

Sempre achei muito legal esse tipo de informação sobre um determinado título, algo que a Valve domina há tempos, e quando o JC2 completou seis meses de vida, a Avalanche Studios já havia liberado um gráfico trazendo um monte de detalhes sobre o jogo e além de serem curiosos para nós, esses dados servem para fazer com que as próximas criações deles sejam melhores e estejam de acordo com o gosto do consumidor.

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emComputadores Microsoft Sony Vídeos

PS3 pode ganhar remake do AitD: The New Nightmare

Por em 27 de maio de 2011

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A vida da série Alone in the Dark não tem sido nada fácil. Depois de surgir como a criadora do gênero survival horror, inspirando-se nas história de H. P. Lovecraft, logo ela viu o seu reinado ser roubado pelos Resident Evil e a cada jogo a sua popularidade ia diminuindo, até que no último lançamento a franquia conseguiu chegar ao fundo do poço.

Porém, se você gostou do episódio The New Nightmare, lançado em 2001 para o primeiro Playstation, Dreamcast, Game Boy Color, PC e depois para o PS2, acaba de surgir a possibilidade do jogo estar sendo refeito para o console atual da Sony. A pista foi dada pelo ESRB, órgão responsável pela classificação etária nos Estados Unidos e que listou o game. Como ele teve uma versão para o PSOne, poderíamos pensar que se trata apenas de um relançamento através da PSN, mas como os jogos daquele videogame também rodam no PSP, o natural seria que o portátil também aparecesse na página, o que pode significar apenas um erro, já que não deixa de ser estranho a própria Sony ser citada como a distribuidora.

Certa vez, passeando por uma livraria eu dei de cara com este jogo para PC, todo em português sendo vendido por pouco mais de R$ 20 e não pensei duas vezes em comprá-lo. Mesmo não tendo chegado ao seu final, gostei do que vi e apesar da sua jogabilidade ser um tanto dura, poder escolher entre os personagens Edward Carnby e Aline Cedrac foi algo muito legal, ainda mais porque cada um deles possui um estilo bem diferente do outro, com o primeiro voltado mais para o confronto com inimigos e quando controlamos a moça o jogo passa a ser focado mais na solução de quebra-cabeças.

Mas mesmo preferindo que os dois primeiros jogos da série fossem refeitos com os gráficos da atual geração, até que seria legal poder jogar uma versão melhorada do Alone in the Dark: The New Nightmare.

[via Joystiq]

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Análise – Marvel vs Capcom 3

Por em 25 de maio de 2011

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Por mais contraditório que isso possa parecer, eu sempre encarei os jogos de luta como algo mais casual. Mesmo gostando bastante deles, nunca tive muito reflexo, disciplina, nem paciência para me tornar um bom jogador em nenhum deles e quando coloco as mãos em algum, costumo me dedicar a eles até conseguir encontrar um personagem cujo estilo eu consiga me adaptar melhor, disputo algumas partidas contra a máquina e outros jogadores e logo os encosto.

Mesmo assim eu estava bastante ansioso para ver o que a Capcom havia conseguido com o Marvel Vs. Capcom 3: Fate of Two Worlds e embora ele não tenha conseguido me fazer mudar a visão que tenho desse tipo de jogo, a diversão que ele tem me proporcionado foi tão grande ou até superior a dos títulos anteriores da franquia.

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