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Digital Drops Blog de Brinquedo

China acaba com ban de consoles, mas censura segue firme e forte

Por em 23 de abril de 2014

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Que a China é um país bipolar todo mundo já está careca de saber. Apesar de seu uma das economias que mais cresce no mundo a rigor é uma nação socialista, que abomina o consumismo mas se alimenta e lucra com ele. Se analisarmos a fundo o fato do país ser o grande pólo produtor de tecnologia do mundo não faz o menor sentido se sua própria população não pode consumir o que fabrica. A Apple levou muito tempo para conseguir vender os iPhones que a Foxconn produz lá.

Quando analisamos o mercado de games então as coisas ficam ainda mais bizarras: desde 2000 o governo chinês possuía um banimento formal do consumo de consoles de videogame no país, como forma de “proteger a juventude e evitar que eles desperdicem suas vidas”. Por outro lado Sony, Microsoft e Nintendo fabricam seus consoles no país. Somente agora Pequim suspendeu totalmente o ban, mediante transferência das empresas para o pólo industrial de Xangai. Entretanto o governo não afrouxou a coleira tanto assim, pois sem nenhuma surpresa os games terão que ser avaliados pelos censores antes de serem vendidos.

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Eis como o Dropbox bloqueia compartilhamento de material com copyright sem olhar os arquivos

Por em 31 de março de 2014

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O Dropbox há algum tempo se envolveu numa baita polêmica quando um doutorando apresentou uma reclamação formal à FTC dizendo que ela mentiu sobre a total criptografia dos arquivos, que eles estavam 100% seguros e não poderiam ser identificados por ninguém. De acordo com a acusação, de posse de uma lista com arquivos declarados ilegais ela poderia identificar automaticamente e impedir seu compartilhamento, permitindo apenas o armazenamento na conta do usuário. Mas como ela faria isso?

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Ex-funcionário da Microsoft é preso por vazar segredos do Windows 8

Por em 20 de março de 2014

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Uma coisa sobre honestidade no mundo corporativo que ninguém comenta, mas que todo mundo sabe: você não pode comentar assuntos internos da empresa fora dela, com quem quer que seja. Se o colaborador tiver acesso a informações privilegiadas então, pior ainda. Um professor outrora contou um causo em que um funcionário de uma grande empresa pegou um táxi para chegar ao trabalho, e começou a comentar sobre pormenores da empresa com o taxista.

Para seu azar o taxista atendia também o diretor da empresa, do qual era bem próximo. Após o funcionário descer ele entrou em contato com o executivo, dizendo que o contratado com cérebro de passarinho fez uma série de comentários que não convinham a um ambiente externo. Tão logo o diretor desligou o telefone ele ordenou que o língua solta tivesse o acesso à rede imediatamente cortado e fosse escoltado para fora das dependências da empresa.

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Sistema que bloqueia celulares não-homologados no Brasil já está em funcionamento [UPDATE]

Por em 17 de março de 2014

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Foi no fim de 2012 as operadoras brasileiras colocaram em prática um plano no mínimo controverso: em prol de defender o consumo de smartphones e tablets vendidos em território nacional e banir de uma só vez aparelhos xing-lings baratos que congestionam as redes, o Sistema Integrado de Gestão de Aparelhos (resumindo, SIGA) entraria em ação para num rimiro momento impedir que novos aparelhos não-homologados pela Anatel sejam ativados e num cenário posterior, celulares que já funcionam seriam até mesmo desativados.

O SIGA entrou em funcionamento nesta segunda-feira, entretanto donos de aparelhos  comprados no exterior não precisam arrancar os cabelos: nessa primeira fase a Anatel apenas catalogará quantos aparelhos piratas estão ativos, para só então decidir o que fazer.

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YouTube pagou US$ 1 bi à indústria musical, e gravadoras querem mais

Por em 3 de fevereiro de 2014

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Que a indústria da música é retrógrada, atrasada e faminta por grana todo mundo sabe. Não é de hoje que as gravadoras vivem pegando no pé de quem quer que seja que possa representar uma redução de seus ganhos, sejam pessoas normais compartilhando clipes e MP3 nos torrents, sejam pessoas subindo vídeos com covers (vide o que aconteceu com o Nick, que tomou três strikes dos representantes da banda Supertramp e teve seu canal do YouTube exterminado) ou mesmo o próprio Google.

Uma última pesquisa realizada pela empresa Tubular Labs revelou que de todos os vídeos hospedados no YouTube, cerca de 38,4% são de vídeo de músicas, todas com direitos autorais. A última confusão que envolveu vloggers de games se deu principalmente porque o Content ID, a ferramenta automática que identifica material com copyright detectou trechos de músicas que reclamantes pequenos, donos de empresas pequenas marcaram suas propriedades e distribuíram flags a torto e direito. Já no caso de gravadoras e grandes redes, a conversa é diretamente com quem tem grana, no caso o Google.

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Morde e assopra: Prince desiste de processo por pirataria de shows

Por em 30 de janeiro de 2014

 

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Prince, O Artista Antes Conhecido por um símbolo indecifrável é um músico excepcional tanto quanto é um chato de galocha. Assim como Elton John, que chegou a declarar que a internet deveria ser fechada por cinco anos para salvar a indústria fonográfica (leia-se evitar que ele continuasse perdendo dinheiro), ele não gosta de ver outras pessoas compartilhando material referente a suas produções, não importando a natureza deles.

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Se for ao cinema, deixe o Google Glass em casa

Por em 22 de janeiro de 2014

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Em uma bela noite de domingo (ou de quarta-feira, quando os ingressos são mais baratos), você decide ir ao cinema com a sua dona digníssima esposa. Chegando lá, depois de enfrentar uma longa fila para comprar as entradas e outra para o refri e a pipoca, entram na sala de exibição e aguardam o início do filme. O som alto e de qualidade, juntamente com a tela espetacularmente grande, criam todo um clima.

Uma hora após o início, um cidadão para ao seu lado e, quando você se vira para ver quem é, dá de cara com o brasão da Polícia Federal. O agente público retira os seus óculos e pede, educadamente, que você e sua esposa o sigam para fora da sala de exibição. Do lado de fora, entre cinco e dez policiais, além dos seguranças do shopping, estão esperando.

O relato feito nos dois primeiros parágrafos deste texto, obviamente contextualizado à realidade brasileira, ocorreu em Columbus, no estado americano do Ohio. O agente público era do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos. Os óculos em questão eram o Google Glass. O motivo da retirada era a suspeita de que o cidadão estava utilizando o gadget para fazer uma gravação não autorizada do filme em questão.

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