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Lenovo vende mais smartphones do que PCs pela primeira vez

Por em 15 de agosto de 2014

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A Lenovo tem motivos de sobra para estar empolgada a respeito de sua divisão de smartphones. Além de ter adquirido a Motorola quando o Google se desfez dela (tendo devidamente absorvido suas melhores partes), o mercado chinês de dispositivos mobile está aquecido de tal forma que proporcionou à atual maior fabricante de computadores do mundo assumir a liderança do segmento mobile no país. E a missão agora é se tornar um grande player do mercado global.

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Samsung começa a produzir em massa chips de memória RAM DDR3 de 20 nm

Por em 11 de março de 2014

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Veja só a ironia: mais cedo comentei que não engoli a alegação original para a preferência da Apple pela TSMC na produção do A8, ainda que a Samsung também fornecerá o chip: segundo contam a empresa coreana teria tido problemas na produção do chip, que utiliza um processo de litografia de 20 nanômetros.

O grande porém nessa história é que a menos que a Apple tenha pedido especificações muito estritas a Sammy já domina esse processo ao menos no que diz respeito à memórias RAM: as futuras DDR4 para PCs já estão com a produção a todo vapor e o processo foi replicado para a fabricação de chips que serão inseridos em smartphones, onde cada modulo pode comportar até 1 GB de memória.

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Bundle comemorando os 30 anos de Nobunaga’s Ambition inclui réplica de um arcabuz

Por em 14 de maio de 2013

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Nobunaga’s Ambition é uma série de games de estratégia muito popular no Japão cujo primeiro título foi lançado por lá em 1983. De lá para cá várias versões foram lançadas para diversos sistemas, mas a série é um tanto desconhecida por aqui; ela recebeu um pouco mais de atenção após o fraco crossover Pokémon Conquest, que fez o favor de limar o nome da série do título (no Japão ele se chama ‘Pokémon + Nobunaga no Yabou’).

O game foi um dos primeiros RPGs estratégicos a explorar um fundo histórico: situado durante a Era Sengoku do Japão feudal, ele reproduz as batalhas e conquistas de Nobunaga Oda, considerado um dos grandes warlords responsáveis pela unificação do Japão, assim como seus aliados Shingen Takeda e o futuro xogum Ieyasu Tokugawa (xogunato esse que cairia apenas quase 300 anos depois com a Restauração Meiji, em 1868).

Agora foi anunciado um senhor bundle para comemorar os 30 anos da série: todos os 13 games lançados para o Windows (alguns remasterizados), uma coletânea de 12 CDs com a trilha sonora, um artbook e um curioso souvenir: uma réplica de um arcabuz Tanegashima, arma introduzida pelos portugueses no Japão e muito usada nas guerras de unificação do país. O nível de detalhes é tamanho que ele possui até o brasão do clã Oda na empunhadura, além do símbolo do game, número serial e um stand para exposição. Preço? O equivalente a US$ 520.

É uma pena que nem em sonho uma peça dessas poderia ser despachada para o ocidente, os agentes alfandegários ficariam loucos. Mas para quem interessar a Tecmo Koei vai vender uma versão sem a arma por US$ 310, mas aí não tem tanta graça.

Ambas versões estarão disponíveis na loja online da Koei a partir de 20 de setembro.

Fonte: Kotaku.

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Gartner encarna o Capitão Óbvio e prevê que vendas de desktops vão encolher até 2017

Por em 4 de abril de 2013

Algumas coisas não dá para entender.

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Nos últimos anos todo mundo já percebeu que o mercado de desktops está cada vez menor. Eu mesmo abri mão de um novo conjunto de última geração e comprei um notebook-monstro, e ele é meu desktop, ligado num monitor e conjunto teclado/mouse sem fio.

Tirando usuários hardcore que precisam de máquinas para processamento pesado, como renderização de vídeos, modelagem 3D e similares, ou gamers hardcore que pagam uma fortuna para rodar Bioshock Infinite no máximo (que fica lindo, é verdade, mas meu PS3 me atende nisso), o usuário comum já se tocou que um note ou um ultrabook é mais do que suficiente. Muitos inclusive migraram de vez para o mundo mobile, fazendo de tablets e smartphones as únicas máquinas de que precisam. Lá fora o cenário é um pouco mais drástico, a venda de notebooks tem caído junto com a de desktops.

É por isso que eu acho um tanto sem sentido a projeção da Gartner. Com base na quantidade dos produtos enviados às lojas em 2012, ela desenhou um cenário em que o mercado como um todo terá um crescimento de 34% até 2017, onde os smartphones vão inflar em 70%, porém os desktops e notebooks vão encolher cerca de 20,4%, vendendo quase 70 milhões de unidades menos.

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Como disse, sem novidades. Tablets e smartphones terão um crescimento significativo, e um cenário ideal seria tablets e smartphones se tornarem mais baratos, mas é mais provável que os ultrabooks sejam os mais prováveis de ficarem mais acessíveis.

Já os desktops sofrerão sim uma redução de vendas, mas nem de longe vão sumir do mapa. O cenário pós-PC não significa sem-PC, mas um mercado em que  há diversas opções para o usuário, em que ele terá a liberdade de escolher o dispositivo que melhor lhe atende, sem ficar preso a um hardware de forma desnecessária.

Em tempo: o Gartner também fez uma projeção de sistemas operacionais, onde aponta que o Android vai dominar o mercado e Apple e Microsoft vão disputar o segundo lugar num empate quase técnico. A RIM como sempre vai comer poeira, além de sofrer redução.

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Fonte: Gartner via AllThingsD.

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Amazon chegou ao Brasil trazendo Kindle a R$299! E não foi só ela: isso é demais!

Por em 6 de dezembro de 2012

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E não é que as previsões de novembro de 2011 estavam certas?

A Amazon realmente aportou em solo tupiniquim no final de 2012, como eu tinha escrito. Com tantos boatos e com tanto vai ou não vai, achei que só veríamos isso em 2013, lá pelo meio do primeiro semestre. Entretanto, a chegada de outros concorrentes fez a gigante de Jeff Bezos acelerar seus planos e parar de mimimi.

A sua chegada, na madrugada de ontem para hoje, 6 de dezembro, não foi a única: há mais de dois anos bato na tecla da Kobo, empresa canadense concorrente da Amazon, e que podemos dizer que ocupa o terceiro lugar nos Estados Unidos, após a própria Amazon e a Barnes & Noble. A discreta vinda da Kobo não significa pouca coisa. Apesar de achar que a Kobo não será líder no Brasil, acredito que ela venha a adotar o estilo Google “Don’t be evil”, como já faz em outros países. A Kobo é o equilíbrio entre tantas gigantes, e foi fechar contrato justamente com a Livraria Cultura, que é um ícone de prazer na leitura.

Há algumas semanas, já tínhamos acompanhado a chegada da iBookstore no Brasil, na surdina. De repente, lá estava ela, vendendo eBooks. Quem também chegou de forma discreta foi a Google: se você entrar na Play Store brasileira, já verá por lá os links para a compra de livros e filmes. Ou seja, de repente, de novembro para cá, temos simplesmente as quatro maiores empresas do mundo na venda de e-Books, todas vendendo exemplares em português (falta só a B&N).

Essa notícia me empolga e, creiam, é muito importante. Depois de muito blábláblá, de muita promessa, ameaças, choro por parte das editoras, agora é definitivo. O Brasil entrou na era dos livros digitais. E eles vieram para ficar e vão mudar tudo. Isso não vai acontecer do dia para a noite, pois as editoras brasileiras são extremamente tradicionais, e vão ficar agarradas ao que têm o quanto puderem. Mas que vai mudar, ah, isso vai. continue lendo

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