LibreOffice em tablets iOS e Android. Mas calma, não é para agora agora…

O nome Tor Lillqvist lembra alguém para você? Se você alguma vez já usou o GIMP no lugar do Photoshop, ele é o cara a agradecer. Tor é o programador que portou o GIMP para o Windows e acabou contratado da Novell para fazer o mesmo com o Evolution.
O que ele tem a ver com o titulo do post? A Document Foundation – do LibreOffice – anunciou sua intenção de levar todo o seu projeto para as plataformas iOS e Android por meio do trabalho voluntario e de alto nível de Lillqvist.
“O objetivo é levar o LibreOffice para iPads e tablets Android e posteriormente até em aparelhos menores” — DF.
Mesmo sendo necessário mexer em toda a UI – e ainda há uma boa dose de trabalho pela frente com todos os tweaks necessários – a Document Foundation é talvez a única organização a pensar em um suíte global para tablets. A Apple lançou o iWork para iPad, claro, apenas para a sua plataforma, portanto não entraria nesse molho.
Aliás, uma das grandes reclamações dos usuários de tablets hoje, inclusive grande parte daquela que compõe o paradigma de que os tablets ainda não estão prontos para substituir os laptops, é justamente essa. A de que não se pode produzir em pads com a mesma qualidade.
Com o tempo, isso certamente mudará. Afinal de contas, quem não gostaria de um tablet e OS mobile que realmente dessem conta do recado, podendo-se assim abandonar de vez máquinas grandes sem comprometimento da produtividade? Mas essa hora ainda chega, inevitavelmente…
Todo o código do LibreOffice já está compilado, não tão quase-quase à disposição para o trabalho, mas a DF informou que o primeiro lote deve estar disponível em algum momento do final de 2012 ou início de 2013. A partir daí a disponibilização de alphas e betas deve ocorrer com mais velocidade.
Não é nada para fazer com que todos já saiam pulando de alegria, mas são de fato boas novas. O LibreOffice é uma opção gratuita ao Microsoft Office e segundo a DF, aproximadamente 500 mil usuários do OpenOffice migraram para a sua versão no último ano.
O que você achou?
E na sua opinião, para onde vai o form-factor do tablet nos próximos dois anos?
Portátil chinês é mistura entre PSP 2, Xbox 360 e Android
Existem duas coisas que algumas fábricas chinesas não parecem ter vergonha de fazer, entregar produtos de qualidade duvidosa e copiar descaradamente o design das criações dos outros e o iReadyGo é um ótimo exemplo disso. Olhar para o aparelho é o mesmo que estar vendo um NGP (também conhecido como PSP 2) branco, com exceção da ausência do touchpad na parte traseira e das cores do botões, claramente “inspiradas” no joystick do Xbox 360.
Isso a parte, até que o portátil open source possui algumas características interessantes. Ele provavelmente usará o Android, já que a fabricante está contratando seis especialista no sistema operacional, terá uma tela OLED de 5” e 800×480 pixels de resolução, além de um processador de 1GHz, provavelmente um Cortex-A8, câmera capaz de gravar imagens de 720p e a possibilidade de reproduzir vídeos de diversos formatos.
Infelizmente ainda faltam informações sobre a data de lançamento e preço, mas se você ainda tem dúvidas sobre a qualidade do portátil, tanto o seu analógico quanto o direcional digital parecem uma porcaria e repare como nas duas últimas fotos do protótipo, o botão L está quebrado, mesmo antes dele encarar uma aventura épica para para chegar na sua casa, atravessando oceanos dentro de um container apertado, passando pelas mãos ligeiras dos fiscais da alfândega e tendo de sobreviver a delicadeza dos nossos correios.
[via Engadget]
Esse Safari Reader é meio familiar… Oh wait!
Ocultado pelo (justificado) buzz em cima do iPhone 4, na última segunda-feira a Apple também lançou a versão final do Safari 5, seu navegador Web, para Mac OS X e Windows. As novidades, fora o lugar comum mais velocidade e desempenho, são a inclusão do Bing como opção de buscador e o tal Reader, fielmente traduzido na versão brasileira para Leitor.
O Reader é um botão que aparece na barra de endereços e, quando clicado, faz um facelift na página, deixando apenas o que importa, o texto, em destaque. Nada de anúncios, layout, nada disso: apenas texto. É um recurso bem bacana, e como tudo que vem da Apple, tem efeitos visuais bem legais e botões de controles bastante sóbrios.
Tudo legal, tudo bonito, mas… hey, eu já vi isso em algum lugar. Comentei, no Twitter, a semelhança do recurso com o Readability, um bookmarklet sensacional que faz exatamente o que o Reader do Safari faz, ou seja, extirpa o que é supérfluo da página e destaca apenas o texto. Continue lendo »


