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Obsidian se junta a russos para criação de MMO

Por em 24 de maio de 2013

A Obsidian Entertainment pode não ser a desenvolvedora preferida dos apaixonados por RPGs, tendo criado alguns títulos que foram alvos de duras críticas, como o Dungeon Siege III ou o Alpha Protocol, mas não há como negar que seu nome tem alguma importância no cenário mundial e graças a isso que o Skyforge ganhou as manchetes nos últimos dias.

Em desenvolvimento pelos russos da Mail.ru e da Allods Team, o jogo agora contará com a ajuda da Obsidian em sua produção e segundo Feargus Urquhart, CEO do estúdio norte-americano, trata-se de um projeto interessante e promissor, além da experiência que poderão adquirir com a parceria.

Um detalhe é que embora o jogo tenha sido anunciado em 2012, poucas informações sobre ele foram reveladas e o trailer abaixo (em russo) sugere que a aventura acontecerá num mundo onde a magia e a tecnologia dividem espaço e com sorte não teremos que esperar até o ano que vem, quando o Skyforge deverá ser lançado, para saber mais detalhes.

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emMMO

South Park: The Stick of Truth será lançado ainda em 2013, segundo a Ubisoft

Por em 3 de maio de 2013

RESPECT MY AUTORITAH!

Quando a THQ faliu, um dos títulos que os fãs estavam esperando desde o anúncio em 2011 e que prometia muito era South Park: The Stick of Truth, que traria os moleques mais bocas-sujas da TV numa jornada para defender sua cidadezinha no meio do Colorado, satirizando todos os clichês possíveis e imagináveis dos RPGs. Para se ter uma ideia, as classes dos personagens se dividem em guerreiro, mago, clérigo, ladrão e… judeu.

O game seria originalmente desenvolvido pela Obsidian Entertainment e distribuído pela THQ, e quando o título foi adquirido no leilão pela Ubisoft por US$ 3,2 milhões a South Park Studio, empresa dos criadores da série Trey Parker e Matt Stone entrou com uma ação tentando melar o negócio, alegando que pelo contrato original, uma terceira empresa não poderia desenvolver o game a menos que ela consentisse.

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emIndústria

Aliens: Crucible, o jogo que poderia ter salvado a franquia (ou não)

Por em 20 de fevereiro de 2013

Ser fã da franquia Alien ultimamente não tem sido um bom negócio. Além do tão criticado Prometheus, os últimos jogos baseado no universo de ficção científica não conseguiram agradar muito e embora o Aliens vs. Predator, o Aliens: Infestation e o Aliens: Colonial Marines tenham sido desenvolvido por estúdios diferentes, todos foram publicados pela Sega.

O que muitos esquecem é que havia um quarto título que seria distribuído pela empresa japonesa e que estava sendo criado pela Obsidian Entertainment, então, aproveitando a experiência da desenvolvedora no gênero, Aliens: Crucible seria um RPG. Tudo ia bem até que em 2009, sem dar maiores explicações, a Sega decidiu cancelar a sua produção.

Por isso talvez nunca saibamos como seria encarar um RPG tendo os assustadores alienígenas como inimigos, mas para termos uma ideia de como o trabalho estava ficando, o animador de personagem Danny Garnett disponibilizou um vídeo mostrando um pouco de como os xenomorfos se moveriam e embora o trabalho ainda precisasse de alguns ajustes, neste aspecto ele parecia até melhor do que a Gearbox nos entregou recentemente.

Curiosidade: De acordo com Feargus Urquhart, CEO da Obsidian, quando a Sega cancelou o projeto o jogo estava praticamente pronto, o que pode ser visto no segundo vídeo deste post e que supostamente seria do RPG. Pois isso me faz pensar se eles não teriam desistido justamente do melhor dos quatro jogos.

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emVídeos

Projeto da Obsidian já consegue financiamento no Kickstarter

Por em 17 de setembro de 2012

Aproveitando-se do nome de figuras conhecidas da indústria como Chris Avellone, Tim Cain e Josh Sawyer, profissionais que trabalharam em títulos como Fallout: New Vegas, Baldur’s Gate, Icewind Dale e Planescape: Torment, a Obsidian Entertainment deu início a uma campanha no Kickstarter para financiar seu novo jogo, o Project Eternity e mesmo ainda faltando 29 dias para o seu encerramento, o 1.1 milhão de dólares pedido já foi conseguido.

Segundo a descrição, o jogo “tem como objetivo recapturar a magia, imaginação, profundidade e nostalgia dos RPGs clássicos que eles adoraram criar – e jogar, misturando as companhias memoráveis e a exploração épica do Baldur’s Gate com o divertido e intenso sistema de batalha do Icewind Dale e o enredo emocionante e maduro do Planescape: Torment.”  Ou seja, a promessa é de que veremos algo grandioso, o que parece ter sido o suficiente para convencer muita gente.

Mas se eles já atingiram a marca almejada, isso então significa que não devemos mais colocar nosso dinheiro no jogo, mesmo que ele nos interesse? Não necessariamente, já que o estúdio revelou uma lista com diversas adições que serão feitas conforme certos valores forem alcançados. Sendo assim poderemos ter novas raças selecionáveis para os personagens, uma história maior, a possibilidade de termos uma casa no jogo ou mesmo versões para Mac e Linux.

Além de vermos o surgimento de games que talvez nunca conseguiriam o apoio de algum distribuidora, um aspecto muito legal dessas campanhas do Kickstarter é ver o surgimento de vários RPGs nesse estilo, gênero que até pouco tempo atrás parecia parecia extinto.

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emComputadores

Mods deixam Fallout: New Vegas como deveria ser

Por em 20 de agosto de 2012

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Ok, podem me julgar, mas mesmo considerando o Fallout 3 um dos melhores jogos desta geração, eu ainda não o terminei, muito menos comecei a jogar suas expansões ou o Fallout: New Vegas. Por isso não pude comprovar as reclamações de muitos jogadores em relação aos inúmeros bugs ou mesmo algumas pontas soltas no roteiro da aventura que se passa numa pós-apocalíptica Cidade do Pecado, mas um modder conhecido como Moburma parece ter conseguido solucionar pelo menos uma parte dos problemas.

Em sua página no site NewVegasNexus o sujeito reuniu uma série de modificações criadas a partir de códigos encontrados no game e que pertenciam a conteúdo que deveria ter sido lançado, mas que por um motivo ou outro ($$) acabaram não sendo concluídos pela Obsidian Entertainment.

Ou seja, ao instalarmos esses arquivos ficamos com uma versão mais completa do game e que se assemelha a idealizada pelos seus desenvolvedores, adicionando bastante conteúdo à campanha e deixando o universo do game mais interessante, trazendo até mesmo consequências para algumas de nossas ações, como na  missão “We Are Legion”, que se for concluída, todos os habitantes de um acampamento serão mortos e seus corpos deixados em uma cova coletiva, com o local dias depois sendo tomado por Cazadores e se quisermos retomá-lo, teremos que dar conta das tropas da NCR.

Já falei algumas vezes aqui no blog o quanto admiro games cujos mundos podem ser modificados por nossas ações e por mais que eu tenha um grande medo de que modificações possam estragar a experiência original, estas aqui parecem só deixar tudo melhor e acho que as usarei quando for jogar o Fallout: New Vegas.

[via Rock, Paper, Shotgun]

emComputadores

Double Fine descobre (e ensina) como financiar um projeto

Por em 13 de fevereiro de 2012

dori_doub_13.02.12

Depois de sofrer para conseguir apoio para desenvolver alguns de seus projetos, a Double Fine resolveu recorrer aos fãs para tentar trazer à vida um novo jogo, um adventure, estilo que não tem tanta força quanto antigamente, mas que ainda conta com muitos fãs.

O método escolhido foi o Kickstarter, site que ajudou por exemplo o jogo brasileiro A Luz da Escuridão, mas que no caso da empresa de Tim Schafer tinha boas chances de dar errado, afinal, o objetivo era alcançar 400 mil dólares. Mas deu certo. Para falar a verdade, deu muito mais do que certo, surpreendendo até mesmo o pessoal do estúdio.

A meta foi atingida em cerca de 8 horas após o início da “vaquinha” e no momento em que escrevo esse texto, a colaboração já se aproxima da casa de 1 milhão e 700 mil dólares, sendo que ainda temos mais 29 dias até a arrecadação ser encerrada, o que de acordo com eles resultará em um melhor documentário sobre o desenvolvimento, proporcionará mais músicas e vozes, além de permitir que o jogo apareça em mais plataformas e seja traduzindo para outras línguas.

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emIndústria

Para Obsidian, distribuição digital é solução para comércio de usados

Por em 16 de dezembro de 2011

Fallout: New Vegas

Há cada dia a distribuição digital de jogos ganha mais força como a queridinha da indústria. Além de possibilitar que os consumidores adquiram os games com maior facilidade, eliminando atravessadores e supostamente permitindo que mais criatividade seja empregada nas produções, segundo Chris Avellone, game designer da Obsidian Entertainment, ela também será uma das responsáveis por frear o comércio de jogos usados.

Com certeza, uma das grandes coisas sobre a distribuição digital é que ela reduz o mercado de jogos usados. Algo que gostei ao trabalhar no Fallout: New Vegas foi que a distribuição digital de DLCs tornou as coisas mais flexíveis em termos de ter o conteúdo feito. Você não precisa se preocupar com o prazo de produção dos discos, podendo utilizar uma semana a mais caso precise ter as coisas feitas da maneira correta.

Por fim, o executivo disse que um desejo da desenvolvedora é juntar recurso suficiente para poderem lançar digitalmente seus próprios jogos, mas isso ainda demorará um pouco para acontecer.

Como tenho dito seguidas vezes aqui no MBG, a distribuição só tem vantagens, embora neste caso ela pareça existir apenas para a indústria, já que algumas defendem a ideia de que pagaram pelo jogo e por isso podem fazer o que quiser com eles. Eu ainda acredito que deveria haver uma maneira de revender nossos jogos adquiridos digitalmente, nem que uma parte do valor fosse repassado para os desenvolvedores, mas tenho dúvidas se um dia isso será possível.

[via MCV]

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