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Juiz decide que Gradiente não pode impedir a Apple de utilizar a marca “iphone” no Brasil

Por em 24 de setembro de 2013

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Antes de mais nada, recapitulemos: o desenrolar de toda a história se encontra nestes links: [1][2][3][4][5][6], [7] e [8].

Resumindo a história, a Gradiente bateu o pé, pegou a bola e saiu de campo, dizendo que não haveria acordo e que brigaria com a Apple nos tribunais para garantir a exclusividade da marca “iphone”, que ela deu entrada em 2000 para utilizá-lo em produtos de tecnologia. A Apple também detém um registro do nome mas só poderia utilizá-lo em artigos de vestuário, calçados e chapelaria. Cupertino teria ensaiado uma compra da marca, mas a Gradiente resolveu levar a pendenga adiante.

Entretanto para o juiz da 25ª Vara Federal do Rio de Janeiro Eduardo André Brandão de Brito Fernandes, a Gradiente não possui o direito exclusivo ao nome e por tabela, não poderá exigir que a Apple deixe de utilizar o nome “iphone” em seus produtos vendidos no território nacional.

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Gradiente tem marca “iphone” bloqueada, que pode ir a leilão. Motivo? Quase um milhão deles [UPDATE]

Por em 24 de abril de 2013

Pague o aluguel! Quer dizer, a dívida!

Vamos ser rápidos para não perder tempo: os links relativos à história inteira estão aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e por fim, aqui também.

No capítulo anterior vimos que Apple e Gradiente haviam entrado num acordo para encerrar os processo mútuos que mantinham uma contra a outra na disputa pela marca “iphone”, que a Gradiente registrou há muitos anos atrás e numa jogada esperta, lançou um produto antes de perder o registro e processou a maçã para arrancar dinheiro. Se é certo ou não o que ela fez são outros quinhentos, já que quem detém a marca tem direito a negociá-la.

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emApple e Mac Mercado

Final feliz? Apple e Gradiente ensaiam acordo pela marca “iphone”

Por em 11 de março de 2013

Trégua?

Lembram da pendenga Apple vs. Gradiente pela disputa do nome iPhone? O Meio Bit vem cobrindo o caso da “kibada do século” (copyright 2012 Cardoso, all rights reserved) desde o início, e você pode rever o desenrolar dessa pantomina aqui, aqui, aqui, aqui e finalmente aqui também.

Parece que as coisas estão caminhando para o fim, e pelo menos uma das partes envolvidas vai sair lucrando (muito) nessa história: tanto a Apple quanto a IGB Eletrônica (antiga Gradiente) suspenderam ação judicial pela disputa da marca “iphone” por 30 dias, de modo a chegar a uma solução amigável. Ambas assinaram o pedido de trégua no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro no fim de fevereiro.

De acordo com uma fonte ligada ao processo, ambas empresas devem resolver o problema numa negociação extrajudicial, ou seja: a Apple vai desenbolsar uma grana bem alta (troco de pinga pra Cupertino, é verdade, mas a ideia era não pagar um tostão sequer) para continuar usando o nome, tal como fizeram com a Cisco e a Proview anteriormente (a primeira com razão, a segunda foi sacana mesmo).

No fim das contas é triste ver uma empresa outrora importante como a Gradiente, que inclusive foi representante oficial da Nintendo no Brasil, ter se reduzido a uma mera patent troll. Não importa se a patente é antiga ou não, ela não tinha produto nenhum com a marca e lançou o G Gradiente iphone no limiar de perder o registro. Se isso não é ser mal intencionado não sei mais o que é.

Fonte: Veja na Folha.

emApple e Mac Mercado

Segue a novela: Apple quer que INPI invalide registro da marca “iphone” pela Gradiente

Por em 14 de fevereiro de 2013

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O arranca-rabo entre Apple e Gradiente pela posse da marca “iphone” vem se desenrolando há alguns meses, conforme já foi abordado aqui, aqui, aqui e aqui também. No mais recente ato dessa ópera bufa, a revista do INPI publicada ontem afirmou que o nome pertence à Gradiente, conforme registro solicitado em 2000 e concedido em 2008.

A empresa de Cupertino havia conseguido o registro do nome para uso em artigos de vestuário, calçados e chapelaria (!!!) e tão somente; todas as demais solicitações – mais de dez – foram negadas. Como o INPI não tem poder para impedir a comercialização do iPhone – isso só ocorreria se a Gradiente entrasse com uma ação judicial, mas o mais provável é que ela tente um acordo de licenciamento do nome e ganhar uma graninha – por enquanto fica tudo como está.

Claro, a Apple não vai engolir essa. Segundo a Reuters, a empresa já solicitou ao INPI que anule o registro da marca, se valendo do recurso da “caducidade” – a Gradiente não teria utilizado o nome em nenhum produto durante os cinco anos após a concessão, que expirou em janeiro passado. Se a empresa não conseguir provar que vendeu um G Gradiente iphone que seja dentro desse período, o registro deixa de valer e a Apple não vai dever um centavo sequer.

Procuradas, nenhuma das duas empresas se pronunciou a respeito. Como isso ainda vai longe, resta-nos sentar e assistir os próximos capítulos, com certeza será divertido.

Fontes: CNET e Reuters

emApple e Mac Mercado Mundo Estranho

Graças à pirataria online, teríamos vários tons de “liberdade” na internet?

Por em 30 de dezembro de 2012

O ano era 2002 e meu vizinho havia acabado de comprar um jogo para o desktop dele: Max Payne, um jogo de tiro em terceira pessoa que logo me conquistou como fã, inclusive da clássica dublagem “Sessão da Tarde” feita pela Greenleaf. Mais de oito anos depois, faço minha conta no Steam e adivinhem que jogos o tio Laguna compra numa promoção? Max Payne Bundle, um pacote com os dois primeiros jogos da franquia.

Só tem um problema: embora baratíssimo (7,49 dólares), o pacote não tinha no primeiro Max Payne a épica dublagem da Greenleaf que havia me conquistado anos atrás. Então experimento algo maluco: instalo o Max Payne do vizinho no meu desktop e extraio dessa instalação seis arquivos x_*.ras com a finalidade de substituí-los na instalação Steam desse jogo. Deu certo e desde então jogo Max Payne em português no Steam quando tenho tempo.

Supondo que meu vizinho se mude e/ou não me empreste o Max Payne dele, para fazer tal procedimento cada vez que eu precise reinstalar o Steam, eu estaria cometendo pirataria se fizer backup dos arquivos de uma versão do jogo que não possuo, embora eu tenha pago pela outra versão desse mesmo jogo? E se tivesse pego tais arquivos na internet, a situação seria diferente?

O amigo Marcel Dias já discutiu aqui sobre o uso de pirataria para não pagar por conteúdo, algo que considero errado, mas eu gostaria de discutir sobre o quanto seria errado usar de métodos que podem ser considerados como pirataria para obter algum benefício que o produto já pago infelizmente não oferece. Vejamos outra situação:
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