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Compositor da trilha sonora original de Halo é demitido pela Bungie

Por em 16 de abril de 2014

martin-o-donnell

Se você já jogou qualquer game da série Halo, então você conhece o trabalho de Martin O’Donnell. Presente na Bungie desde antes dela ser adquirida pela Microsoft, o compositor e até então chefe do departamento de som da desenvolvedora compôs toda a trilha sonora dos games da série até Halo: Reach, quando ela se desligou de Redmond. Ainda assim a música-tema da série composta por ele permanece até hoje, é uma das canções mais icônicas da história dos games.

Entretanto isso é passado, pois sem nenhum motivo aparente a Bungie o demitiu.

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Linkin Park lança vídeo interativo criado com o Project Spark

Por em 28 de março de 2014

Guilty-All-the-Same

Houve um momento na indústria de games em que parecia que o conteúdo gerado pelos jogadores se tornaria muito mais forte do que realmente se tornou. Uma das empresas que ainda aposta nessa ideia é a Valve, seja oferecendo uma seção específica para isso em seus serviço de distribuição ou prometendo uma maior facilidade de criação com sua nova engine.

Correndo por fora temos alguns jogos que se destacaram por permitir que os jogadores criem os mais variados tipo de maluquices, como o LitllebIgPlanet ou o Minecraft e outro que pretende entrar para essa lista é o Project Spark.

Para ajudar a divulgar o game e mostrar o que poderá ser criado com ele, o pessoal do Team Dakota fez uma parceria com o Linkin Park para que a Guilty All the Same, música mais recente da banda, recebesse uma espécie de clipe feito com o jogo e o resultado pode ser visto abaixo.

Com um visual sombrio, o vídeo mostra um personagem sendo perseguido por uma assustadora criatura e embora a criação não impressione muito se consumida desta maneira passiva, o seu grande diferencial está no fato dela se tratar de três estágios que podem ser jogados como um game normal.

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emMiscelâneas

Conheça o Pono, o player de música de alta qualidade de Neil Young [UPDATE]

Por em 11 de março de 2014

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Neil Young, um dos dinossauros do rock odeia MP3. Não entendam mal, ele não é contra a distribuição digital, longe disso. Mas ele é um músico chato, principalmente com a qualidade de reprodução de áudio. E mais de uma vez ele já disse que o som de um MP3, mesmo em sua bitrate mais alta é uma m… completa. Ele havia proposto inclusive um reboot completo do formato digital (de hardware a software) em prol de promover dispositivos e formatos de melhor qualidade, algo que não vai acontecer de qualquer forma.

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Apple pressiona gravadoras a usarem o “método Beyoncé” de divulgação de álbuns digitais

Por em 4 de março de 2014

beyonce

Quando Beyoncé lançou seu quinto álbum de estúdio a princípio exclusivamente na iTunes Store, foi um Deus nos acuda. Ela própria, ao se mostrar “entediada” com a forma mecânica que a indústria da música realiza a divulgação de seus trabalhos, ela resolveu fazer algo diferente de tudo até então.

Sem alarde, sem uma nota sequer, o álbum pipocou na lojinha da Apple no dia 13/11/2013 com uma divulgação maciça, ocupando todos os cinco banners da página principal. Por uma semana inteira o álbum só poderia ser adquirido via iTunes e de forma integral, sem opções de aquisição das faixas separadamente.O resultado foi o esperado: os fãs correram para a loja e conseguiram derrubar o iTunes, e em uma semana ele vendeu mais de um milhão de cópias digitais. Apenas a partir do dia 20/11 as cópias físicas chegaram às lojas, bem como foram liberadas as faixas individuais.

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Álbum traz músicas de games interpretadas por quarteto de cordas

Por em 14 de fevereiro de 2014

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No segundo semestre de 2013 um produtor musical resolveu iniciar uma campanha no Kickstarter para tentar financiar um álbum chamado The String Arcade e não demorou até que chamasse a atenção de muita gente, já que todas as músicas que seriam gravadas faziam parte da trilha sonora de games.

A meta pretendida por eles acabou sendo alcançada e nesta semana o disco foi finalmente lançado e acredite, a qualidade do trabalho realizado pelos músicos participantes é simplesmente impressionante e como bem disse o produtor Dren McDonald, “nunca entendi porque alguém faz o cover de uma música a tocando exatamente como o artista original a tocou.

Entre as faixas temos interpretações de músicas do Plants vs. Zombies, Portal 2, The Secret of Monkey Island 2, Minecraft, The Legend of Zelda e Sonic 2, só para citar alguns e os interessados poderão ainda optar por adquirir o álbuns fisicamente, o que lhe dará direito a duas músicas extras, ou digitalmente, com esta versão saindo por apenas US$ 10 no iTunes, no Loudr, no Bandcamp ou no caso da Amazon, por US$ 9.

O projeto por si só já seria o suficiente para nos fazer investir nele, mas um detalhe que torna o álbum imperdível é o fato de que todo o valor arrecadado será doado para o Alameda Music Project, um programa voltado a ensinar música a crianças que estejam no ensino fundamental no estado da Califórnia.

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Compositor do Resident Evil pagava para outra pessoa criar suas músicas

Por em 6 de fevereiro de 2014

Mamoru-Samuragochi

Esta semana o mundo dos games ficou sabendo de uma história bastante bizarra envolvendo a composição de trilhas sonoras de algumas franquias bastante adoradas, mais precisamente aquelas assinadas por Mamoru Samuragochi para jogos como Resident Evil e Onimusha.

Publicada pelo jornal Japan Times, a matéria afirma que nos jogos o músico era citado como único compositor das faixas, mas que na verdade ele dava ideias e quantias em dinheiro para que outra pessoa criasse as melodias e surpreendentemente, o compositor admitiu o erro.

O “Beethoven japonês”, como é conhecido, revelou que essa prática foi utilizada por quase duas décadas e o motivo para isso foi a perda de audição que enfrentou quando tinha 35 anos. De acordo com o seu advogado, ele “lamenta muito por ter traído seus fãs e desapontados outros,” e ainda de acordo com o porta-voz, Samuragochi sabe que não tem como se desculpar pelo ocorrido e que no momento “está mentalmente angustiado e sem condições de expressar devidamente seus pensamentos.

Para piorar ainda mais a situação, a pessoa que teria participado das criações, Tagashi Niigaki, convocou uma entrevista coletiva para contar o seu lado da história e nela fez uma dura acusação, afirmando que Samuragochi na verdade não é surdo, algo que lhe ficou claro desde a primeira vez que se encontraram.

Segundo Niigaki, inicialmente o contratante afirmava que sua audição estava diminuindo, mas que com o passar do tempo ele se mostrava completamente saudável e no total, recebeu cerca de US$ 69 mil para fazer 20 trabalhos ao longo de 18 anos.

A atitude tomada pelo músico é realmente triste e digna de todas as críticas possíveis, mas isso me fez lembrar de uma época e que as desenvolvedoras impediam que os profissionais colocassem seus nomes reais nos games e quem viveu as gerações 8 e 16 bits certamente se lembrará de muitos apelidos nos créditos, isso quando eles existiam.

Fonte: Eurogamer e CVG.

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YouTube pagou US$ 1 bi à indústria musical, e gravadoras querem mais

Por em 3 de fevereiro de 2014

youtube

Que a indústria da música é retrógrada, atrasada e faminta por grana todo mundo sabe. Não é de hoje que as gravadoras vivem pegando no pé de quem quer que seja que possa representar uma redução de seus ganhos, sejam pessoas normais compartilhando clipes e MP3 nos torrents, sejam pessoas subindo vídeos com covers (vide o que aconteceu com o Nick, que tomou três strikes dos representantes da banda Supertramp e teve seu canal do YouTube exterminado) ou mesmo o próprio Google.

Uma última pesquisa realizada pela empresa Tubular Labs revelou que de todos os vídeos hospedados no YouTube, cerca de 38,4% são de vídeo de músicas, todas com direitos autorais. A última confusão que envolveu vloggers de games se deu principalmente porque o Content ID, a ferramenta automática que identifica material com copyright detectou trechos de músicas que reclamantes pequenos, donos de empresas pequenas marcaram suas propriedades e distribuíram flags a torto e direito. Já no caso de gravadoras e grandes redes, a conversa é diretamente com quem tem grana, no caso o Google.

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