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25 anos sem Stevie Ray Vaughan

Por em 27 de agosto de 2015 - Nenhum Comentário

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Assim que sai de minha adolescência rebelde, comecei a prestar atenção em outros estilos musicais que estavam fora do Heavy Metal. Foi nessa fase que conheci o Queen, Eric Clapton, o Genesis e, consequentemente, o Blues como estilo musical amplo e rico. Dentro da quantidade enorme de artistas que passei a conhecer, estava um que já havia morrido, mas que possuía uma pegada matadora. Estou falando de Stevie Ray Vaughan.

Nascido em Dallas em 3 de outubro de 1954 ele veio a se tornar um dos mais importantes nomes do Texas Blues, um estilo caracterizado pelo swing e pela fusão de blues com rock. Com sua banda Double Trouble ele apareceu em diversos programas de televisão, gravou especiais para a MTV e lançou apenas 5 discos de estúdio (não estou levando em conta os discos póstumos com sobras de estúdio). Mesmo com poucos discos, foi indicado a 12 Grammys, sendo que levou 6 para casa. Todos são unanimes em apontar o garoto como um virtuoso da guitarra. Era um daqueles talentos que conseguiam cantar tanto com a guitarra quanto com as cordas vocais.

Hoje, se você me pedir uma indicação para começar a ouvir Stevie Ray Vaughan, nada melhor do que o disco de estreia com o Double Trouble, Texas Flood, lançado em 1983. O álbum explodiu nas paradas americanas e foi bem aceito tanto por quem curte blues quanto pela galera do rock.

É nele que temos o megaclássico Pride and Joy.
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Luca Turilli’s Rhapsody — Prometheus, Symphonia Ignis Divinus

Por em 21 de agosto de 2015 - Nenhum Comentário

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Foi em 1997 que o tecladista Alex Staropoli e o guitarrista  Luca Turilli uniram seus egos gigantescos e fundaram uma banda de Metal Sinfônico chamada de Rhapsody (que um tempo depois teve que mudar o nome para Rhapsody of Fire por conta de tretas legais). A fórmula não era nova. Uma mistura gigantesca de heavy metal melódico, música clássica, refrões em latim, corais épicos e um vocalista com voz de mel. A formula musical poderia não ser nova, mas era a primeira vez que uma banda lançava um disco inteiramente com essa estrutura. O disco de estreia, The Legendary Tales, foi muito bem recebido e trazia um som épico que dava vontade de pegar sua espada no guarda roupa, montar em seu cavalo e procurar um dragão para chamar de seu.

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Videoclipes online terão classificação indicativa no Reino Unido

Por em 18 de agosto de 2015 - Nenhum Comentário
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Dakota Johnson em cena do videoclipe Earned It, música tirada daquele filme… Clique na imagem, NSFW, cuidado, de nada

Todo mundo sabe que The Internet is for Pr0n, violência em segundo lugar (necessariamente nessa ordem, muitas vezes vindo juntos), e o restante do conteúdo é meio que acessório. Claro que nem todo mundo curte esse tipo de material e há a preocupação legítima em evitar que o pequeno Juan acesse sites que não condizem com sua faixa etária. Mas quando o veículo é mundialmente conhecido acessível a todos, como proceder?

Simples (mas nem tanto), você classifica o conteúdo. O Reino Unido, que está numa sanha intensa de promover a moral e os bons costumes na internet (vide o filtro anti-pr0n que teve um causo hilário, o movimento de algumas escolas em controlar o que as crianças jogam e a decisão que tornou backups pessoais ilegais) mira agora em um novo alvo: as gravadoras, mais precisamente nos videoclipes de seus artistas.

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No Reino Unido, fazer backup e programas como o iTunes agora são ilegais

Por em 7 de agosto de 2015 - Nenhum Comentário

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Existe uma verdade de que gente velha não entende como a internet funciona. Se esses anciãos ocupam posições de poder e/ou possuem alianças com gente poderosa e cheia da grana, acontecem casos absurdos como o juiz que bloqueou o YouTube no Brasil por causa da Ciccarelli ou, mais recente o caso do Nissim Miojo Ourfali.

A última piada veio do Reino Unido e sem muita surpresa, tem a ver com a indústria do copyright. Lá, a Suprema Corte derrubou uma lei que liberava a cópia de arquivos com direitos autorais para uso individual. Assim, para todos os efeitos o ato de fazer um backup — e programas que facilitam a cópia de arquivos, como o iTunes — estão infringindo a lei.

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emApple e Mac Destaques Software

Scorpions — Return to Forever

Por em 24 de julho de 2015 - 15 Comentários

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Tem gente que conhece o Scorpions no Brasil por apenas duas músicas. As baladas que fizeram parte de todas as coletâneas de rock melacueca que tivemos em território nacional nos últimos 20 anos. Estou falando de Wind of Change e Still Loving You. Mesmo que você nunca tenha comprado um disco da banda, certamente vai conhecer essas músicas. Tendo lançado seu primeiro disco em 1972, a banda alemã se destacou como um dos nomes mais fortes do Hard Rock mundial e fez a alegria de muitos jovens que queriam apenas curtir um som bacana e divertido. Aliás, essa deveria ser a fórmula de toda banda do estilo.

Embora tenha alcançado sucesso descomunal nas décadas de 1980 e 1990, o Scorpions anda meio apagado nos últimos anos. Sei que é impossível se manter no topo para sempre, mas a qualidade dos lançamentos realmente estava um pouco abaixo da média. Para termos uma ideia, o último disco com venda expressiva da banda foi o Pure Instinct de 1996. Em momentos de crise é que ideias de reaproveitamento começam a aparecer.
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Rumor: Facebook estaria desenvolvendo seu próprio serviço de streaming de música

Por em 9 de julho de 2015 - 28 Comentários

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Fato: Mark Zuckerberg quer que o Facebook, seus produtos e serviços derivados cubram todos os aspectos da vida de seus usuários. Considerando tudo o que a empresa já colocou as mãos, o que falta? Música, claro.

O setor que cada vez mais companhias veem como promissor, se considerarmos o grande número de serviços de streaming que temos disponíveis hoje não passaria batido por Zuck, pelo menos é o que diz o site Music Ally: fontes anônimas informas que o Facebook está preparando seu próprio canal de streaming.

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emSoftware Web 2.0

James Horner: um compositor que vai fazer (muita) falta

Por em 23 de junho de 2015 - 15 Comentários

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O compositor James Horner morreu ontem pilotando seu próprio avião monomotor perto de Santa Barbara, Califórnia, e todos que gostam de cinema e de trilhas sonoras vão sentir a falta deste grande artista, incluindo nós aqui do MB Pop. Horner foi o autor das trilhas de Star Trek II: A Ira de Khan, Coração Valente, além é claro, de Titanic, incluindo uma certa música que ganhou o Oscar (e o mundo). Ele também compôs as trilhas de Star Trek III, 48 Horas, Uma Mente Brilhante, Comando para Matar, O Campo dos Sonhos e tantos outros filmes memoráveis.

Em 1986, ele escreveu a trilha sonora de Aliens, O Resgate, que funciona como se fosse um personagem, e é parte essencial da trama. No mesmo ano em que escreveu esta trilha assustadora, ele também compôs a poética trilha de Fievel, Um Conto Americano, marcando a vida de duas gerações. Seu auge foram os anos 90, onde foi o responsável por grandes trilhas como Apollo 13, Lendas da Paixão, O Homem Bicentenário, Impacto Profundo e muitos outros.

O cara era tão bom que inspirou o primeiro Nerdologia de todos (eles começam a falar do Horner aos 7 minutos), no qual meus amigos Alottoni e Azaghal mostram que usava como ninguém a arte do plágio, no caso, roubando de si mesmo, já que as trilhas sempre se pareciam com as suas próprias composições. Concordo e gosto muito do vídeo, mas defendo Horner, pois ele sempre tinha um tema central original, só que para determinadas sequências dos filmes ele já sabia o que ia funcionar ali, então só adaptava seu próprio trabalho.

Seus últimos grandes trabalhos foram o remake chinês de Karatê Kid e o Espetacular Homem Aranha, mas aos 61 anos, Horner ainda estava na ativa compondo outras trilhas de filmes que ainda serão lançados, como as duas sequências do monumental sucesso Avatar para o seu velho parceiro James Cameron. Descanse em paz, James Horner, sua música vai fazer falta por aqui.

Clique abaixo para ouvir algumas de suas trilhas.
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