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WedPics — fotografia Crowdsourced se popularizando

Por em 9 de dezembro de 2014

wedpics

Essa é para você, fotógrafo profissional, que trabalha em casamentos. Uma das grandes reclamações que tenho visto dos colegas que estão na luta é a inconveniência dos convidados de casamentos, e festas em geral, que entram no frente do fotógrafo oficial do evento para registrar um momento com o seu celular ou tablet (sim meus amigos, o hábito de fotografar com tablet não começou na última conferência da Apple, isso já existe no Brasil há muito tempo). São momentos importantes do casamento que perdemos por conta destas intromissões. Eu costumo não reclamar, pois é uma realidade que vai se consolidar cada vez mais, então nos resta apenas a adaptação. Porém, uma coisa interessante em tempos de mídias sociais é que na mesma noite do casamento e no dia posterior, o Facebook é invadido por centenas (ou milhares) de fotos do evento (algumas boas e outras toscas) e que vão ser o primeiro registro que os noivos vão ver de seu casamento, já que o fotógrafo vai entregar o trabalho muito tempo depois.

Já que isso é uma corrente sem volta, então o melhor é capitalizar com essa característica. Foi o que o WedPics fez. A idéia aqui é simples. Eles criaram um aplicativo que permite o compartilhamento  das fotos que você fizer de um casamento com o seu Smartphone. Os noivos criam um cadastro e depois divulgam para os convidados a novidade. No dia seguinte, todas aquelas fotos que estariam espalhadas em vários perfis do facebook estarão disponíveis em um único lugar. A popularidade do serviço está tão grande que a empresa conseguiu um financiamento de US$ 4,25 milhões para investir em seu crescimento. E os números mostram que esse pode ser um investimento certeiro. O WedPics está adicionando entre 25 mil e 30 mil novas noivas por mês. No último verão (hemisfério norte), os 175 mil convidados dos 6 mil casamentos cadastrados compartilharam uma média de 1 foto por segundo. Atualmente o serviço conta com 400 mil casais cadastrados e um total de 2,5 milhões de usuários. Esses números não são pouca coisa.

Cadastro e compartilhamento de fotos no aplicativo são gratuitos, o que explica essa forte adesão ao produto. O WedPics tem a sua monetização ao vender cópias impressas para os noivos. Segundo Justin Miller, CEO da empresa, eles estão vendendo uma média de 20 mil cópias impressas por semana. Dois pontos interessantes aqui. Eles estão ganhando dinheiro com as fotos feitas por outras pessoas. Deve rolar um termo de cessão de direitos patrimoniais da foto na hora do cadastro no aplicativo (que pouca gente deve ler). O segundo ponto é que um serviço nascido da Era Digital e do compartilhamento de imagens turbinado pelas mídias sociais, tem como sua única fonte de renda a impressão de fotos em papel, uma prática que quase desapareceu com a fotografia digital e que agora vem ganhando força novamente. Embora o WedPics trabalhe exclusivamente com casamentos, a empresa não descarta entrar no ramos de outros eventos no futuro. Fico pensando quando uma empresa brasileira vai entrar nesse ramo.

Vejam abaixo um vídeo do produto oferecido pela empresa.

Fonte: Petapixel.

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Panasonic Lumix DMC-CM1 — Smartphone com sensor fotográfico de 1 polegada

Por em 18 de setembro de 2014

Hoje não existe maneira de separar a fotografia de nossos smartphones. Já estamos extremamente acostumados a fazer fotos de todos as situações e de todos os lugares em que nos encontramos e, ao mesmo tempo, já compartilhar com nossos amigos via redes sociais. No começo de toda essa onda, as fotos feitas pelos pequenos aparelhos eram muito ruins. E quando digo ruins, não estou brincando. Tanto que por muito tempo não acreditei que isso pudesse melhorar. Mas, e já mordendo minha língua, o desenvolvimento da tecnologia nos apresentou aparelhos que entregam uma fotografia boa e possível de ser utilizada na maior parte das situações. Apostando nessa nova tendência, algumas empresas vem dedicando uma atenção toda especial ao quesito fotografia em seus smartphones e isso é muito positivo para o consumidor e para o fotógrafo que quer um equipamento leve e com qualidade razoável para seu registro do dia a dia.

Dentro destas características, nada mais justo do que destacar o Panasonic Lumix DMC-CM1 que a empresa japonesa apresentou durante essa semana na Photokina. De um lado ele parece um smartphone tradicional e do outro uma câmera fotográfica compacta. Do ponto de vista do telefone, ele apresenta as características básicas de um celular parrudo da atualidade. Tela com 4,7 polegadas e resolução de 1080 pixels. Ele roda o sistema Android versão 4.4 e tudo funciona com um processador quad-core Qualcomm Snapdragon S801 que tem clock de 2,3 GHz. O aparelho possui uma memória interna de 16 GB, mas é compatível com cartões de memória micro-SD de até 128 GB.

Porém, é na parte fotográfica que devemos nos ater mais. O CM1 possui um sensor fotográfico de 20 megapixels de resolução máxima com tamanho de 1 polegada. Pode parecer pouco para quem não entende das especificações da fotografia digital, mas estamos falando de um sensor compatível em tamanho com os das câmeras compactas premium da atualidade e nada mais do que 7 vezes maior do que o sensor dos celulares concorrentes. Só lembrando que em fotografia, quanto maior o sensor, melhor a captação de luz. Junto com o sensor temos uma lente Leica fixa equivalente a uma 28 mm com abertura de diafragma em f/2,8. O CM1 pode fotografar em RAW, grava vídeos em 4K e oferece um modo manual completo para o fotógrafo exigente. O único ponto negativo de toda essa tecnologia é que o telefone ficou com 21 mm de espessura, o que é um pouco mais do que apresenta a concorrência.

O Panasonic Lumix DMC-CM1 não possui data confirmada de lançamento, mas muitos estão apostando que as primeiras unidades devem chegar ao consumidor em alguns países da Europa em novembro por um preço sugerido de US$ 1.160,00.

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Fonte: Dpreview.

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Inafune ajudará fundo para desenvolvedores indies japoneses

Por em 29 de julho de 2014

inafune

Depois de bater na indústria japonesa por vários anos, Keiji Inafune resolveu arregaçar as mangas e colocar todo o seu conhecimento à disposição dos desenvolvedores independentes do pais, atuando como conselheiro da Inflexion Point Capital, um fundo de investimento que pretende ajudar esses pequenos estúdios.

Baseado em Singapura, o grupo terá US$ 15 milhões para investir em equipes que estejam criando jogos para dispositivos móveis e a intenção é liberar valores entre 100 e 500 mil dólares para cada um desses projetos, preferencialmente ainda nos estágios iniciais de desenvolvimento.

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Jade Raymond crítica jogos para celular

Por em 1 de julho de 2014

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Recentemente Jade Raymond esteve em uma conferência sobre games em Barcelona e um dos temas discutidos pela diretora da Ubisoft Toronto foi a maneira como boa parte dos estúdios estão criando jogos para celulares.

O mobile tem atraído mais pessoas para os games, mas não houve um boom criativo. O que passa como inovação no mobile são designs reciclados de jogos com 40 anos, com apostas do mundo real e dinheiro preso a eles.

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Diafragma Químico para seu smartphone

Por em 24 de junho de 2014

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Câmeras fotográficas estão presentes cada vez mais em dispositivos diminutos. Tanto smartphones, quanto tablets, possuem câmeras que estão cada vez menores. Embora seus componentes possam ser miniaturizados, tudo possuí um limite determinado pela atual tecnologia. O diafragma formado por lâminas sobrepostas é um deles. Os atuais dispositivos estão atingindo o limite de tamanho em que ainda serão funcionais. Tudo bem que grande parte dos dispositivos possuem poucos números f/stops e que a maior parte da exposição é controlada pelo obturador, mas um diafragma funcional possui suas vantagens.

Pensando neste problema, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Kaiserslautern está pesquisando uma possível solução para o problema e que pode ser o futuro para a fotografia mobile. A ideia é se utilizar de uma micro-íris que, ao invés de lâminas físicas, é formada por anéis químicos. Esses anéis químicos são formados por um polímero eletrocrômico chamado PEDOT que se torna opaco quando uma corrente elétrica é aplicada, e volta a se tornar transparentes quando a corrente cessa. Desta forma os anéis vão simular as diferentes aberturas de um diafragma.

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As vantagens do novo sistema são várias. A primeira é o tamanho diminuto do diafragma, que vai ter apenas 55 micrômetros de espessura. A segunda vantagem é o consumo de energia bem menor, se comparado com o sistema tradicional de diafragmas. Também será possível conseguir uma abertura de diafragma perfeitamente redonda, o que não acontece em todos os sistemas de lâminas. Porém, nem tudo são flores. O PEDOT não possui uma opacidade perfeita, afetando ainda o barramento de luz até o sensor. Porém, como a pesquisa ainda está no começo, o principal pesquisador do projeto, Tobias Deutschmann, está confiante que será possível executar um refinamento do material para propiciar a opacidade necessária.

Quem viver verá.

Fonte: Petapixel.

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Mesmo com o PS4, Sony fecha o ano fiscal de 2013 com prejuízo recorde

Por em 14 de maio de 2014

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Ainda que as vendas do PS4 estejam dando um caldo no Xbox One, o suficiente para a Microsoft tomar uma decisão drástica, é bom lembrar que a situação da Sony definitivamente não está nada boa. Nos últimos tempos ela vem tentando enxugar suas finanças a todo custo, tendo inclusive cortado fora a divisão Vaio. Agora a empresa divulgou os resultados do último ano fiscal, e como era de se esperar os números não são nada animadores.

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Quase metade do lucro dos jogos mobile vem de apenas 0,22% dos jogadores

Por em 10 de abril de 2014

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Com algumas empresas e pequenos desenvolvedores faturando verdadeiras fortunas com o desenvolvimento de jogos para dispositivos móveis, muitas pessoas tem olhado para esse mercado e visto ali uma excelente oportunidade de negócios. Porém, um estudo mostrou que ter sucesso neste ramo pode ser muito mais difícil do que aparenta.

Realizado por uma empresa chamada Swrve, a pesquisa coletou os dados de 30 jogos durante 90 dias e rastreou o comportamento de mais de 10 milhões de jogadores. No fim, eles descobriram que apenas 2,2% dessas pessoas gastaram algum dinheiro com os games e pior, 46% de todo o valor arrecadado veio de apenas 0,22% dos jogadores.

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