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Câmera do iPhone com qualidade de DSLR? Talvez sim.

Por em 16 de abril de 2015

iPhone_DSLR

Eu já falei coisas horríveis de câmeras de celulares. Já disse que elas não prestavam, que nunca chegariam perto da qualidade de uma câmera fotográfica normal e que era loucura confiar suas fotos a mecanismos que entregavam uma bela porcaria como produto. Ou seja, queimei feio minha língua. Hoje tenho que admitir que a maioria dos smartphones consegue superar as pequenas câmeras compactas, tanto que esse é um mercado que está indo literalmente para o abismo. Porém, ainda possuem gritantes limitações, principalmente na questão da profundidade de campo e ruído em situações de baixa iluminação. Porém, isso pode vir a não ser mais um obstáculo para esses equipamentos.

A Apple, em uma jogada normal do mundo da tecnologia, colocou a mão no bolso e gastou US$ 20 milhões para adquirir a LinX, uma empresa israelense que está tentando revolucionar a industria de fotografia mobile com uma câmera pequena, porém com grande poder de qualidade de imagem. A ideia é que aparelhos pequenos possam produzir imagens comparáveis com as de câmeras DSLR. O site da LinX (extremamente horrível), explica que a tecnologia da câmera é uma junção de processamento de imagem, sensor avançado e ótica desenhada especialmente para a câmera. E no pacote de processamento estão elementos como reorientação da imagem, HDR, fidelidade de cor, atraso de obturador e outras coisinhas. A câmera vai entregar imagens em 2D, mas o seu conjunto de lentes vai capturar informações de profundidade que podem ser utilizadas, via software, para modelar imagens em 3D, medir distâncias entre objetos,  ou aumentar e diminuir a profundidade de campo nas fotos.

Porém, nada disso significa que vamos ver essas inovações tão logo. Grandes empresas da área de fotografia possuem várias patentes revolucionárias que estão em desenvolvimento por anos e não possuem data prevista de lançamento. A própria LinX não tem nada prático para mostrar, apenas um projeto em desenvolvimento. Mas, pode ser o início de algo bacana com potencial para trazer uma qualidade absurda para a fotografia de pequenos dispositivos a médio prazo. Quem viver verá.

Fonte: Petapixel.

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Goodgame Studios, um gigante desconhecido

Por em 31 de março de 2015

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Você conhece uma empresa chamada Goodgame Studios? Pois eu confesso que nunca tinha ouvido falar nela e por isso imaginem minha surpresa ao descobrir que esta se tornou uma das maiores desenvolvedoras da Alemanha, um gigante que teve uma receita de US$ 220 milhões em 2014, um crescimento de 97% em relação ao ano anterior.

Fundada por Fabian Ritter e os irmãos Christian e Kai Wawrzinek, hoje o estúdio conta com mais de 1.200 funcionários e 245 milhões de usuários, muito graças a títulos como o Empire: Four Kingdoms, Shadow Kings e Goodgame Big Farm, jogos que fazem bastante sucesso nos dispositivos móveis ou com suas versões para navegadores.

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Sega adquire desenvolvedora do Marvel Puzzle Quest

Por em 20 de fevereiro de 2015

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De uma das empresas mais respeitadas e idolatradas da indústria, a Sega hoje não passa de uma caricatura da gigante que por tanto tempo duelou com a Nintendo pela liderança do mercado e a julgar pelas últimas atitudes da companhia, esse encolhimento deverá se tornar ainda mais evidente.

Primeiro veio a informação de que 300 funcionários da divisão japonesa receberam propostas de aposentadoria voluntária, o que foi seguido pelo anúncio de que o seu estúdio localizado em São Francisco, o Secret Level Inc, seria levado para o sul da Califórnia e em ambos os casos, o objetivo era cortar custos e permitir que a Sega voltasse suas forças para os tablets e smartphones.

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Os games e os muitos milhões gastos no Super Bowl

Por em 3 de fevereiro de 2015

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Na noite do domingo passado a maior nação do planeta parou e isso não aconteceu por causa de um apagão, por algum escândalo envolvendo o presidente ou a declaração de que eles estavam entrando em guerra. O motivo para milhões e milhões de americanos terem sentado diante da TV por algumas horas foi uma partida de futebol (o deles), mais precisamente a final da liga nacional, o famoso Super Bowl.

Com um número recorde de telespectadores, chegando a 47,5% das TVs ligadas, ter o seu nome vinculado ao Super Bowl é algo tão importante que especula-se que este ano a cantora Katy Perry chegou a pagar para se apresentar durante o intervalo do jogo e as empresas que quisessem ter seus anúncios exibidos durante os intervalos precisavam pagar impressionantes US$ 4,5 milhões por peças de apenas 30 segundos de duração.

Até por se tratar do espaço mais caro da TV mundial, a coisa é levada tão a sério que existe até uma lista que aponta os melhores e os piores comercias divulgados durante aquelas horas e por mais incrível que possa parecer, três jogos para dispositivos móveis resolveram apostar na divulgação desta forma.

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WedPics — fotografia Crowdsourced se popularizando

Por em 9 de dezembro de 2014

wedpics

Essa é para você, fotógrafo profissional, que trabalha em casamentos. Uma das grandes reclamações que tenho visto dos colegas que estão na luta é a inconveniência dos convidados de casamentos, e festas em geral, que entram no frente do fotógrafo oficial do evento para registrar um momento com o seu celular ou tablet (sim meus amigos, o hábito de fotografar com tablet não começou na última conferência da Apple, isso já existe no Brasil há muito tempo). São momentos importantes do casamento que perdemos por conta destas intromissões. Eu costumo não reclamar, pois é uma realidade que vai se consolidar cada vez mais, então nos resta apenas a adaptação. Porém, uma coisa interessante em tempos de mídias sociais é que na mesma noite do casamento e no dia posterior, o Facebook é invadido por centenas (ou milhares) de fotos do evento (algumas boas e outras toscas) e que vão ser o primeiro registro que os noivos vão ver de seu casamento, já que o fotógrafo vai entregar o trabalho muito tempo depois.

Já que isso é uma corrente sem volta, então o melhor é capitalizar com essa característica. Foi o que o WedPics fez. A idéia aqui é simples. Eles criaram um aplicativo que permite o compartilhamento  das fotos que você fizer de um casamento com o seu Smartphone. Os noivos criam um cadastro e depois divulgam para os convidados a novidade. No dia seguinte, todas aquelas fotos que estariam espalhadas em vários perfis do facebook estarão disponíveis em um único lugar. A popularidade do serviço está tão grande que a empresa conseguiu um financiamento de US$ 4,25 milhões para investir em seu crescimento. E os números mostram que esse pode ser um investimento certeiro. O WedPics está adicionando entre 25 mil e 30 mil novas noivas por mês. No último verão (hemisfério norte), os 175 mil convidados dos 6 mil casamentos cadastrados compartilharam uma média de 1 foto por segundo. Atualmente o serviço conta com 400 mil casais cadastrados e um total de 2,5 milhões de usuários. Esses números não são pouca coisa.

Cadastro e compartilhamento de fotos no aplicativo são gratuitos, o que explica essa forte adesão ao produto. O WedPics tem a sua monetização ao vender cópias impressas para os noivos. Segundo Justin Miller, CEO da empresa, eles estão vendendo uma média de 20 mil cópias impressas por semana. Dois pontos interessantes aqui. Eles estão ganhando dinheiro com as fotos feitas por outras pessoas. Deve rolar um termo de cessão de direitos patrimoniais da foto na hora do cadastro no aplicativo (que pouca gente deve ler). O segundo ponto é que um serviço nascido da Era Digital e do compartilhamento de imagens turbinado pelas mídias sociais, tem como sua única fonte de renda a impressão de fotos em papel, uma prática que quase desapareceu com a fotografia digital e que agora vem ganhando força novamente. Embora o WedPics trabalhe exclusivamente com casamentos, a empresa não descarta entrar no ramos de outros eventos no futuro. Fico pensando quando uma empresa brasileira vai entrar nesse ramo.

Vejam abaixo um vídeo do produto oferecido pela empresa.

Fonte: Petapixel.

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Panasonic Lumix DMC-CM1 — Smartphone com sensor fotográfico de 1 polegada

Por em 18 de setembro de 2014

Hoje não existe maneira de separar a fotografia de nossos smartphones. Já estamos extremamente acostumados a fazer fotos de todos as situações e de todos os lugares em que nos encontramos e, ao mesmo tempo, já compartilhar com nossos amigos via redes sociais. No começo de toda essa onda, as fotos feitas pelos pequenos aparelhos eram muito ruins. E quando digo ruins, não estou brincando. Tanto que por muito tempo não acreditei que isso pudesse melhorar. Mas, e já mordendo minha língua, o desenvolvimento da tecnologia nos apresentou aparelhos que entregam uma fotografia boa e possível de ser utilizada na maior parte das situações. Apostando nessa nova tendência, algumas empresas vem dedicando uma atenção toda especial ao quesito fotografia em seus smartphones e isso é muito positivo para o consumidor e para o fotógrafo que quer um equipamento leve e com qualidade razoável para seu registro do dia a dia.

Dentro destas características, nada mais justo do que destacar o Panasonic Lumix DMC-CM1 que a empresa japonesa apresentou durante essa semana na Photokina. De um lado ele parece um smartphone tradicional e do outro uma câmera fotográfica compacta. Do ponto de vista do telefone, ele apresenta as características básicas de um celular parrudo da atualidade. Tela com 4,7 polegadas e resolução de 1080 pixels. Ele roda o sistema Android versão 4.4 e tudo funciona com um processador quad-core Qualcomm Snapdragon S801 que tem clock de 2,3 GHz. O aparelho possui uma memória interna de 16 GB, mas é compatível com cartões de memória micro-SD de até 128 GB.

Porém, é na parte fotográfica que devemos nos ater mais. O CM1 possui um sensor fotográfico de 20 megapixels de resolução máxima com tamanho de 1 polegada. Pode parecer pouco para quem não entende das especificações da fotografia digital, mas estamos falando de um sensor compatível em tamanho com os das câmeras compactas premium da atualidade e nada mais do que 7 vezes maior do que o sensor dos celulares concorrentes. Só lembrando que em fotografia, quanto maior o sensor, melhor a captação de luz. Junto com o sensor temos uma lente Leica fixa equivalente a uma 28 mm com abertura de diafragma em f/2,8. O CM1 pode fotografar em RAW, grava vídeos em 4K e oferece um modo manual completo para o fotógrafo exigente. O único ponto negativo de toda essa tecnologia é que o telefone ficou com 21 mm de espessura, o que é um pouco mais do que apresenta a concorrência.

O Panasonic Lumix DMC-CM1 não possui data confirmada de lançamento, mas muitos estão apostando que as primeiras unidades devem chegar ao consumidor em alguns países da Europa em novembro por um preço sugerido de US$ 1.160,00.

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Fonte: Dpreview.

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Inafune ajudará fundo para desenvolvedores indies japoneses

Por em 29 de julho de 2014

inafune

Depois de bater na indústria japonesa por vários anos, Keiji Inafune resolveu arregaçar as mangas e colocar todo o seu conhecimento à disposição dos desenvolvedores independentes do pais, atuando como conselheiro da Inflexion Point Capital, um fundo de investimento que pretende ajudar esses pequenos estúdios.

Baseado em Singapura, o grupo terá US$ 15 milhões para investir em equipes que estejam criando jogos para dispositivos móveis e a intenção é liberar valores entre 100 e 500 mil dólares para cada um desses projetos, preferencialmente ainda nos estágios iniciais de desenvolvimento.

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