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Blizzard revela números impressionantes do World of Warcraft

Por em 30 de janeiro de 2014

world-of-warcraft

Novembro deste ano marcará o 10º aniversário do lançamento do World of Warcraft e tendo se tornado um dos mais bem sucedidos MMOs da história, a Blizzard parece ter dado início às comemorações, lançando um infográfico que traz alguns números bem interessantes do game.

Aquele que mais chama a atenção é a revelação de que mais de 100 milhões de contas já foram criadas por lá, o que seria equivalente a toda a população da Alemanha, Bielorrússia e Suécia. Vale notar que esse número leva em consideração também aqueles que participaram apenas do trial do WoW, mas ainda assim é uma quantidade imensa de pessoas.

Também se destaca a informação de que mais de 500 milhões de personagens foram criados e que o game registrou jogadores em 244 países e/ou territórios, incluindo aí a Antártica, o que me faz pensar se eu acreditaria se esbarrasse com alguém em Azeroth que me dissesse que está jogando desde um imenso bloco de gelo.

Bom, continuando com os dados, saiba que diariamente são comercializados 2,8 milhões de itens através das casas de leilões do jogo (o dobro do registrado pelo eBay); que 11 milhões de conquistas são desbloqueadas todos os dias e diariamente acontecem 900 mil batalhas contra inimigos controlados. Quanto ao tamanho do jogo, seriam necessário 44 CDs para gravarmos todo o áudio utilizado no World of Warcraft e o texto presente nele seria equivalente 12 cópias do Senhor dos Anéis, ou seja, 6 milhões de palavras.

Tudo isso serve para termos uma ideia do monstro que a criação da Blizzard se tornou, além de indicar que ele ainda deverá permanecer por aí por mais alguns anos e tenho certeza que os fãs do MMO não reclamarão nem um pouco se isso acontecer.

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SOE anuncia morte de quatro MMOs

Por em 27 de janeiro de 2014

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Mesmo não sendo uma pessoa que se dedica a MMOs, costumo dizer que o fim de um jogo assim deve ser algo muito triste, afinal quem passa horas e mais horas num mundo virtual deve ficar bastante decepcionado ao saber que em breve não poderá continuar se aventurando por ele.

O que dizer então do caso da Sony Online Entertainment, que anunciou que não um, mas quatro dos seus jogos massivos online serão desligados nos próximos meses, deixando órfãos todos aqueles que ainda se divertiam no Free Realms, no Star Wars: Clone Wars Adventures, no Vanguard: Saga of Heroes e por fim, no Wizardy Online.

Na SOE, estamos sempre avaliando nosso portfólio para nos asseguramos de que estamos oferecendo aos jogadores a melhor experiência de jogabilidade possível,” declarou a diretora de comunicações globais da empresa, Michele Cagle. “De vez em quando, como parte deste comprometimento, temos que tomar a difícil decisão de encerrar um jogo para direcionar o foco de nossos recursos para outras áreas para o melhor interessa da companhia e dos jogadores.

Tudo isso é na verdade uma maneira mais bonita de dizer que o número de jogadores nesses títulos deixou de justificar suas existências, sendo que no caso do Free Realms essas pessoas simplesmente desapareceram e no do Clone Wars Adventures, elas cresceram, perdendo o interesse por um título que era voltado para os mais jovens.

De acordo com a desenvolvedora, a previsão é de que esses dois jogos sejam encerrados no dia 31 de março, já o Vanguard: Saga of Heroes e o Wizardry Online deverão continuar funcionando até 31 de julho, portanto, se você tinha vontade de conhecer algum desses MMOs, é bom correr, pois logo eles entrarão para a terrível lista dos games que nunca mais poderão ser jogados.

Fonte: PC Gamer.

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Ajude a financiar o novo projeto do criador do EverQuest

Por em 17 de janeiro de 2014

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Mesmo que você não conheça o nome Brad McQuaid, existe uma grande chance de já ter ouvido falar ou mesmo jogado algumas de suas criações, como o Vanguard: Saga of Heroes e principalmente, a série EverQuest. Com sua carreira praticamente toda dedicada aos MMOs, o game designer anunciou seu novo projeto e não será dessa vez que ele se arriscará por outros gêneros.

Conhecido como Pantheon: Rise of the Fallen, o game foi descrito como um RPG online onde o foco estará na criação de grupos, nos oferecendo ainda uma jogabilidade desafiadora onde poderemos bloquear ou rebater os ataques e nos esquivarmos, além de um enorme mundo de fantasia para ser explorado, com a promessa de que o aspecto social será muito valorizado.

Porém, para que o título seja feito a Visionary Realms precisa conseguir pelo menos US$ 800 mil através de uma campanha no Kickstarter, um valor que pode parecer alto, mas que provavelmente não será suficiente para bancar a criação de algo tão grandioso. De qualquer forma, mesmo ainda estando longe de atingir a meta, o estúdio já deu início à produção e por isso podemos ver alguns trechos do jogo no vídeo abaixo.

Olhando para as características do game ele não me parece muito diferente daquilo que encontramos em outros títulos do gênero, mas como estamos falando de algo criado por alguém com uma vasta experiência na área, não ficarei surpreso se a campanha conseguir arrecadar um valor bem superior ao desejado e com sorte veremos algum sopro de inovação sendo entregue.

Caso tenha se interessado, o valor mínimo para garantir uma cópia caso a campanha tenha sucesso é de US$ 45, o que te dará direito a um mês de mensalidade e é bom que você tenha bastante paciência, pois a previsão de lançamento do Pantheon: Rise of the Fallen é janeiro de 2017.

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Lord of the Rings Online não ganhará novas dungeons

Por em 16 de janeiro de 2014

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De todos os MMOs que já joguei – e diga-se a verdade, foram poucos e por pouco tempo – o único que conseguiu me agradar para valer foi o Lord of the Rings Online. Não sei dizer se foram seus belos gráficos, a ambientação bacana ou a jogabilidade simples, mas o fato é que perdi algumas horas no game e por isso espero voltar a me dedicar a ele.

Hoje porém fiquei sabendo de algo um pouco desanimador, pois a menos que uma reviravolta aconteça, de acordo com a Turbine Entertainment o game não deverá receber novas áreas ou raids, algo que deverá fazer diminuir bastante o interesse dos jogadores mais experientes.

Além disso, o gerente de comunidade Rick Heaton disse que devido a “significantes problemas técnicos” eles estão sendo impossibilitados de unificar os servidores, outra medida que poderia contribuir muito para deixar o jogo mais povoado e sabemos que em um MMO isso é fudnamental.

Mas tudo isso significa que o estúdio estaria abandonando o LoTRO? Aparentemente não, já que de acordo com o próprio Heaton, a equipe ainda estuda a possibilidade de continuarem trazendo atualizações para as áreas já existentes. Além disso, outro funcionário da Turbine afirmou que os direitos sobre a licença foram estendidos para 2017, indicando que o título permanecerá online por um bom tempo.

Tomara que este não seja o início do fim de um bom jogo e só acho uma pena ele não estar disponível para os brasileiros através do Steam.

Fonte: Massively.

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Jack Black refará mockumentary sobre MMOs

Por em 16 de janeiro de 2014

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Você sabe o que é um mockumentary? Essa expressão foi criada para classificar aqueles documentários filmados como se fossem reais, mas que pelo menos boa parte dos que nos é mostrado foi encenado previamente e alguns exemplos bem conhecidos do gênero são A Bruxa de Blair, Cloverfield e Borat.

Em 2012 três ingleses – Socrates Adams, Joe Stretch e Chris Killen – aproveitaram o estilo para criar o Wizard’s Way, um longa-metragem assim que se destacou em vários festivais no ano passado, com previsão de ser exibido no próximo final de semana no Slamdance Film Festival e todo esse “sucesso” chamou a atenção de Jack Black.

Através de sua produtora, a Electric Dynamite, o ator assinou um contrato para ser o produtor executivo do comentário e ainda adquiriu os direitos para refazê-lo, quando deverá inclusive atuar como um dos personagens.

No longa acompanhamos os dois jovens cineastas Joe e Chris na busca por pessoas que queiram participar de um reality show e ao se depararem com Julian “Windows” Andrews, um dos maiores jogadores do datado MMO que empresta o nome ao título, percebem que o rapaz e seu amigo Barry Tubbulb podem render um material interessante, ainda mais quando souberem de algo que provavelmente mudará completamente suas vidas.

Confesso que desconhecia a existência de tal produção e agora fiquei curioso em assistí-la, mas como encontrar uma cópia não deverá ser nada fácil, acho que infelizmente terei que esperar a versão feita por Black, o que poderá demorar bastante para acontecer.

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SOE estuda mensalidade unificada para seus jogos

Por em 9 de janeiro de 2014

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Devido ao aumento na oferta de jogos massivos online, tem se tornado cada vez mais difícil encontrarmos pessoas que estejam dispostas a pagar mensalidades para aproveitar os títulos do gênero e a Sony pode ter encontrado uma maneira bastante interessante para incentivar seus consumidores a investir em suas criações.

Através de um texto publicado na área dedicada ao PlanetSide 2 no Reddit, quem falou sobre o assunto foi John Smedley, presidente da SOE:

Estamos considerando (e provavelmente avançaremos em direção a isso) um plano que significa que se você assinar um dos nossos jogos, passará a ser assinante de todos os outros. Esse é um benefício que a maioria das companhias simplesmente não podem oferecer, porque não possuem um portfólio como o nosso. O objetivo seria deixar que você obtivesse um item em cada um dos títulos que joga.

Tal iniciativa a princípio seria vantajosa apenas para quem joga mais de um game do estúdio, mas de acordo com Smedley, há muitos outros que estão para chegar ao mercado, como o EverQuest Next e o executivo ainda fez questão de dizer que devido a ausência do Station Cash nos consoles (a moeda utilizada nos jogos da SOE), essa assinatura unificada só deverá valer para o PC.

Como essa ideia poderá representar uma senhora economia para alguns jogadores, é claro que gostei muito dela e penso até que ela poderá fazer com que muitas pessoas passem a se dedicar a vários títulos da desenvolvedora que os agradavam, mas que não jogavam por não quererem ter a experiência prejudicada pelas limitações de suas versões gratuitas.

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Você poderá ser o imperador do The Elder Scrolls Online

Por em 7 de janeiro de 2014

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Os RPGs online não costumam ser lembrados por grandes inovações em suas mecânicas e acho sinceramente que o The Elder Scrolls Online não deverá fugir muito a esta regra, porém, a Zenimax revelou detalhes de uma função que me chamou a atenção, que é a possibilidade de nos tornarmos imperador do mundo virtual que eles estão criando.

Na verdade, para alcançarmos tal status nos servidores bastará conquistarmos o que eles chamam de Alliance Points, que poderão ser adquiridos ao vencermos batalhas contras outros jogadores, ajudarmos aliados que estejam em perigo, conseguir experiência e realizamos todo tipo de ação no game, no entanto, os desenvolvedores garantem que chegar a este patamar não será nada fácil.

Como uma parte fundamental deste processo será a tomada de pontos estratégicos em torno da Cidade Imperial, com o grande líder sendo aquele que conseguir a maior pontuação na equipe vencedora, os responsáveis pelo TESO pensaram também naqueles que estarão a nossa volta, afinal não se constrói um império sozinho e por isso os aliados do escolhido também ganharão alguns bônus.

Mas e ao ser coroado imperador, teremos apenas um título bacaninha? Pois é aí que entre a grande sacada do estúdio. Aqueles que tiverem o privilégio de se tornar o grande nome de Cyrodiil terão direito a uma nova árvore de habilidades e o detalhe é que ela ficará atrelada ao personagem para sempre, mesmo que a pessoa perca o trono para outro jogador. Neste caso, os poderes perderão um pouco de sua força, mas permanecerão disponíveis.

Será esta ideia responsável por revolucionar os MMOs? Provavelmente não, mas ainda assim é uma novidade que considero interessante e mesmo admitindo que nunca chegarei a tal posto, é legal saber que haverá uma pessoa no servidor em que eu estiver que será conhecida como o principal jogador do lugar.

Fonte: OXM.

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