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Digital Drops Blog de Brinquedo

Fãs anunciam sucessor espiritual para o City of Heroes

Por em 8 de janeiro de 2013

O fim de um MMO provavelmente é a coisa mais triste que existe no mundo dos games. Eu nem consigo imaginar a decepção das pessoas que ainda se dedicam a um título que deixará de existir e se a maioria apenas se limita a reclamar do ocorrido, alguns fazem o possível para não deixar a sua paixão morrer.

Sem poder se aventurar pelos servidores do game desde o dia 30 de novembro passado, um grupo de jogadores do City of Heroes se reuniu para criar a Missing Worlds Media, um estúdio independente cujo primeiro trabalho será o The Phoenix Project, jogo que funcionará como um sucessor espiritual da produção da Paragon Studios.

De acordo com uma mensagem publicada no site oficial da empresa, o objetivo deles é “criar um acessível jogo de heróis, vigilantes, mercenário e vilões, trazendo tudo aquilo que adoramos em games de heróis lançados previamente e melhorando até onde a atual tecnologia permita.

No momento eles estão recrutando pessoas que queiram ajudar no projeto e por mais que a iniciativa seja louvável, acho que nem preciso dizer a enorme dificuldade que eles enfrentarão para ver tal jogo ser terminado. De qualquer forma, que tenham toda sorte do mundo e que o desenvolvimento não leve uns 40 anos para ser concluído.

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emMMO

Não! Não compre o The War Z! – Update

Por em 19 de dezembro de 2012

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Ontem publiquei aqui no MBG um texto falando sobre a disponibilização do MMO The War Z no Steam. Nele citei o preço acessível do game e como a ideia de estar em um “simulador” de apocalipse zumbi me atraia, mas após ler algumas informações sobre a produção da Hammerpoint Interactive, sinto-me na obrigação de avisá-los para não gastarem seu dinheiro com esta porcaria.

Para começar, no próprio post alguns prestativos leitores apontaram alguns problemas que tem sido duramente criticados por quase todos que investiram no jogo. Entre os principais estariam a maneira como a descrição do título no Steam pode enganar os consumidores, com muitas das características citadas não serem verdadeiras. Entre as reclamações estão o limite de 50 jogadores por servidor, um mapa muito menor ou a impossibilidade de jogarmos em servidores privados, isso sem falar na quantidade de jogadores que se valem de trapaças para terem vantagem sobre os demais e uma suposta indiferença por parte dos criadores em relação a isso.

Os responsáveis pela desenvolvedora correram para justificar as acusações, mas a declaração feita por eles passou a impressão de que nós fomos os culpados por não termos lido a descrição do game corretamente e isso não serviu para melhorar a imagem da companhia.

Todo esse cenário já era bastante preocupante, sem falar nas acusações de um antigo colaborador que garantiu que a está Hammerpoint preparada para abandonar o game caso ele não se mostre lucrativo e por mais difícil que seja de acreditar, a situação ainda poderia piorar.

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emComputadores MMO

The War Z já está disponível no Steam

Por em 18 de dezembro de 2012

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Por mais que muitos não tenham se dado conta disso, este ano vimos o nascimento de um fenômeno no mundo dos games, o Day Z, modificação para o Arma 2 que nos coloca no meio de um “realista” apocalipse zumbi e que foi responsável por fazer voltar às manchetes o até então esquecido jogo da Bohemia Interactive.

Tamanho sucesso deixou claro que haveria o surgimento de outros jogos que seguissem o mesmo estilo, como é o caso do The War Z e para tentar se destacar antes que a versão independente da modificação seja lançada, o pessoal da Hammerpoint Interactive já disponibilizou no Steam o seu MMO.

O que torna a aquisição bastante tentadora é que além do título não exigir o pagamento de mensalidade, o valor praticado no serviço de distribuição da Valve é bem inferior ao praticado no site oficial, com a versão básica saindo por apenas R$ 22,49. Há também a possibilidade de adquirimos o The War Z com pacotes de moedas para serem usadas no game, só não esqueça que se morrer perderá tudo.

Batizada de Foundation Release, não ficou claro se a versão do game encontrada no Steam já pode ser considerada a final, mesmo porque o beta só teve início há duas semanas, mas desde então o MMO já conseguiu chamar a atenção de bastante pessoas, alcançado 600 mil jogadores registrados e uma média de 150 mil por dia.

Enquanto escrevia esse post eu estava pensando se valeria a pena investir no jogo, mas por enquanto não consegui chegar a uma conclusão, em partes por me sentir um pouco incomodado com a semelhança com o Day Z, o que me faz temer por o game não passar de uma cópia fajuta e não oferecer nenhuma novidade. Porém, como não joguei o mod e a proposta me agrada bastante, acho que não conseguirei evitar a compra.

emComputadores MMO

Star Galaxy é o novo MMO da Square

Por em 12 de dezembro de 2012

Muitas desenvolvedoras tem o costume de publicar sites teaser sobre games que ainda não foram anunciados e recentemente a Square Enix surgiu com um falando sobre um tal Star Galaxy. As pessoas logo começaram a especular que o projeto poderia ser um jogo relacionado a série Star Ocean e sabendo agora do que se trata, desconfio que muitos ficarão decepcionados.

Star Galaxy será um simulador espacial que poderá ser jogado através do navegador e cujos servidores suportarão mais de 2000 pessoas simultaneamente. Nele assumiremos o controle de um planeta e deveremos gerenciar recursos, fontes de energia e toda a infraestrutura do lugar, tentando sobreviver aos ataques inimigos e expandir nossos exércitos.

Com o início do período de beta fechado previsto já para o próximo dia 20, por enquanto nada foi dito sobre um lançamento para o ocidente e a promessa é de que o game abrigue enormes batalhas e um enredo capaz de prender a atenção do jogador, abordando os conflitos entre as quatro facções disponíveis.

Abaixo você confere o primeiro trailer do Star Galaxy, mas saiba de antemão que infelizmente ele não mostra muita coisa.

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emMMO

The Secret World perde cobrança de mensalidade

Por em 12 de dezembro de 2012

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Eis que mais um MMO que antes exigia o pagamento de mensalidade descobre que o modelo só funciona para poucos. Dessa vez quem resolveu ceder foi a Funcom e o seu The Secret World, lançado a menos de seis meses e que se tornará um pouco mais acessível.

Porém, ao contrário do que estamos acostumados a ver, a mudança de estratégia não significa que o game se tornará totalmente gratuito, já que para jogar teremos que adquirí-lo física ou digitalmente, algo parecido com o que acontece na série Guild Wars.

Com esta mudança não há motivo para não fazer parte do The Secret World,” declarou Joel Bylos, diretor do jogo. “A maioria dos jogadores acabam encontrando bastante diversão ao se aprofundarem nos mitos e lendas do The Secret World e acreditamos que o game tenha potencial para se tornar ainda mais bem sucedido sem a barreira da assinatura.

Acho que ninguém precisa ser um gênio para perceber essa última parte do comentário, mas seja como for, quem se aventurar pelos servidores do The Secret World ainda terá a opção de continuar pagando uma assinatura de US$ 15 que obviamente lhe garantirá alguns privilégios, como desconto para a compra de itens ou a possibilidade de conseguir o dobro de experiência durante uma hora por dia.

Pouco antes do seu lançamento eu até consegui jogar um pouco do game em sua versão beta e me chamou a atenção a ambientação nos dias atuais mas com uma enorme dose de fantasia, misturando magia, cultura pop e lendas urbanas. Também achei interessante o estilo mais voltado para a ação e imaginava que ele conseguira fazer um sucesso maior, o que pode ser que aconteça agora.

[via Eurogamer]

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SOE quer que PlanetSide 2 dure até 2025

Por em 7 de dezembro de 2012

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Quando falamos de jogos massivos online, é relativamente comum vermos títulos que conseguem continuar despertando o interesse de milhares de jogadores mesmo vários anos após seus lançamento e é apostando nisso que a Sony Online Entertainment faz planos bastante ambiciosos para o recém-lançado PlanetSide 2.

Em um post sobre como pretendem trabalhar no jogo pelos próximos três anos, John Smedley, presidente do estúdio, foi além, dizendo que a intenção de sua equipe é fazer com o game dure até 2025, algo um tanto difícil de acreditar se levarmos em consideração por exemplo a maneira como muitos apaixonados pela série Call of Duty abandonam o capítulo que estão jogando assim que um novo é lançado, o que por sinal acontece todos os anos.

A declaração em si é um tanto impactante, mas a carta aos fãs também chama atenção pelas novidades que a empresa pretende adicionar ao título num curto prazo, como exércitos de personagens controlados pelo computador e principalmente, novos continentes vazios que poderão abrigar bases criadas pelos jogadores. Segundo o executivo, esses lugares estariam cheios de recursos, podendo ser adquiridos para a criação de novos armamentos, como num jogo de estratégia e vastos oceanos separariam esses continentes.

Bastante extenso, o texto fala ainda sobre mudanças climáticas, lançamento de uma versão para Mac, novas armas e veículos, e como a grandiosidade do PlanetSide 2 é algo que já assusta, caso eles consigam fazer tudo o que planejam poderão ter em mãos um dos títulos mais interessantes e variados do mercado, permitindo que as pessoas joguem de várias maneiras diferentes e oferecendo uma experiência praticamente única.

Eu ainda preciso encontrar um tempo para me dedicar mais ao jogo, até porque sua curva de aprendizado me pareceu um tanto intimidadora, mas pelo pouco que vi até agora, o PlanetSide 2 tem boas condições de fazer bastante sucesso e os planos para o futuro deixam tudo ainda mais interessante.

[via Rock, Paper, Shotgun]

emMMO Sony

Diretor diz que outro erro como o FFXIV destruiria a Square

Por em 28 de novembro de 2012

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Apesar do forte nome por trás e do grande sucesso alcançado na primeira tentativa da Square em criar um MMO, o Final Fantasy XIV foi um vergonhoso fracasso. Logo após seu lançamento o jogo foi alvo de duras críticas, irritou muitos fãs e a Square Enix viu-se quase na obrigação de praticamente refazer todo o jogo, com a nova versão que deverá ser lançada no início do ano que vem ganhando o sugestivo subtítulo A Realm Reborn.

Como várias pessoas ainda estão receosas de que as mudanças não serão tão grandes a ponto de corrigir tamanha decepção, o diretor Naoki Yoshida foi bastante duro ao descrever a necessidade de acertarem.

Não cometeremos novamente o mesmo erro do FFXIV, isso teria o potencial para destruir a companhia.

Quando ouvi que o jogo seria vendido da maneira como havia sido planejado, pensei que aquilo seria um grande erro. Penso que seria bom se eles tivessem tentado ver o que aconteceria se transformassem o World of Warcraft em um Final Fantasy. Porém, como tentaram apenas criar algo que fosse ‘diferente do FFXI,’ eles acabaram não conseguindo fazer nada.

Yoshida assumiu o cargo de diretor antes ocupado por Nobuaki Komoto, por isso suas críticas a maneira como a versão anterior do jogo foi desenvolvida e acredito que ele tenha exagerado um pouco ao prever um estrago tão grande caso o relançamento não se saia bem.

O curioso é que embora ele tenha dito que a empresa deveria ter prestado atenção no que tem feito com que outros MMOs obtivessem sucesso, o Final Fantasy XIV: A Realm Reborn só poderá ser jogado mediante pagamento de mensalidade, o que prontamente nos faz imaginar quanto tempo demorará até ele adotar o modelo Free-to-Play, mas como até hoje o FFXI não precisou valer-se de tal estratégia, acredito que a editora saiba o que está fazendo.

[via CVG]

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