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Civilization Online transformará série em MMO

Por em 8 de agosto de 2013

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Com seu desenvolvimento nas mãos da XLGames (ArcheAge e ArcheVille), a série Civilization ganhará um novo capítulo em breve, mas o que poderia ser motivo de alegria para os fãs provavelmente servirá para que muitos deles reclamem durante um bom tempo por causa do estilo que o jogo seguirá.

Acontece que ao contrário do que poderíamos imaginar, Civilization Online deixará de lado as partidas por turnos onde nações medem forças para entregar uma experiência típica dos MMOs, ou seja, cada jogador controlará um personagem e todos deverão se unir pelo bem do povo que estiver defendendo.

Construído com a CryEngine 3 e contando com um enorme mundo aberto gerado proceduralmente, o título nos permitirá escolher entre quatro culturas e realizar muitas das tarefas típicas do gênero, como produzir itens e entrar em batalhas, já as pessoas com as habilidades corretas poderão almejar posições de liderança na sociedade, inclusive chegando a liderar toda a facção. Outro detalhe interessante será a possibilidade de ajudarmos em construções e no caso de algo de grandes proporções, serão necessários centenas de jogadores.

Os duelos entre as civilizações acontecerão em sessões que levarão em conta algumas condições da franquia tradicional, como a supremacia militar ou o avanço científico e foi dito ainda que as facções evoluírão ao longo da história, passando por períodos como a Renascença, a era medieval e a moderna.

A promessa é de que o Civilization Online seja um game que possa ser jogado tanto sozinho quanto com a ajuda de outras pessoas e embora seja bastante diferente do que estamos acostumados a ver na franquia, acho que a ideia poderá dar certo e fiquei curioso para ver como ele funcionará na prática.

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Psicólogos pedem que desenvolvedores façam MMOs menos viciantes

Por em 7 de agosto de 2013

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Caso você já tenha parado de rir por causa do título desse post, saiba que ele não é uma brincadeira e agora me permita explicar a proposta no estudo liderado pelo Dr. Zaheer Hussain e que tem como título algo que poderia ser traduzido como “A responsabilidade social dos videogames: O que a indústria de games poderia fazer?”.

Tendo sido elaborado em conjunto com o Dr. Shumaila Yousafai da Cardiff Business School e o professor Mark Griffiths, da Universidade Nottingham Trent e diretor da Unidade Internacional de Pesquisa de Games, a ideia dos pesquisadores é mostrar que os game designers deveriam passar a criar MMOs que tenham uma estrutura que diminua as chances dos jogadores viciarem, como por exemplo oferecendo missões mais curtas ou alterando a maneira como os personagem evoluem.

De acordo com o estudo, isso evitaria a intervenção dos governos no assunto, algo relativamente comum em países asiáticos e as pesquisas realizadas constataram que 11% dos jogadores desse tipo de game podem ser considerados em estado patológico, com alguns chegando a encarar seções que duram por 90 horas.

Embora a solução apresentada por eles possa ser considerada uma piada, afinal o que qualquer estúdio mais quer é que as pessoas passem o maior tempo possível nos servidores de seus MMOs, o assunto é muito sério e em países como a Coréia do Sul chega a ser considerado como uma ameaça à população, com jogadores até sendo internados em clínicas de reabilitação.

Por outro lado, a Dra. Jo Twist, CEO da Associação Britânica de Entretenimento Interativo, disse à BBC que “não existe um diagnóstico médico que aponte o vício em games, mas que como qualquer outra coisa prazerosa da vida, algumas pessoas jogam videogame excessivamente”.

Enfim, é difícil saber quem tem razão nesta história, mas que as desenvolvedoras não irão “aliviar a dose”, isso não irão.

[via Eurogamer]

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PlanetSide 2 e a maldita falta de partidas entre plataformas

Por em 6 de agosto de 2013

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Eu sei que talvez isso nunca se torne padrão, mas não há um dia em que eu não sonhe com o tempo em que os jogos aceitarão partidas entre jogadores que estiverem em plataformas diferentes. Esse seria o fim de uma barreira que separa amigos, serviria para não nos deixar na dúvida sobre para qual plataforma compraremos um determinado jogo e numa época onde o multiplayer é tão idolatrado, me surpreende essa bandeira ainda não ter sido levantada.

Com a confirmação de que o PlanetSide 2 ganhará uma versão para o PlayStation 4 e já que o título é produzido por uma subsidiária da Sony, era de se imaginar que os jogadores do console e do PC poderiam dividir o mesmo servidor, mas isso infelizmente não acontecerá e o diretor criativo Matt Higby explicou o motivo.

Por causa do ritmo de atualizações e devido aos passos adicionais necessários para se poder lançar uma atualização na PlayStation Network, nós não poderemos manter os servidores sincronizados, então você não poderá simplesmente jogar com as mesmas pessoas. No console eles poderão estar uma semana atrasados em termos de patchs ou um dia ou o tempo que for e realmente não podemos ter isso.

O bom é que Higby revelou que eles estão estudando a possibilidade dos personagens serem utilizados em ambas as plataformas, o que ao menos nos permitiria começar o jogo no PC e continuá-lo no PS4, ou vice-versa, algo que já tentei fazer no DC Universo Online e descobri que não poderia.

Eu sei que existe a questão do controle vs teclado e mouse, mas penso que isso poderia ser facilmente resolvido se o jogo nos desse a opção de escolher jogar apenas contra quem estiver com um dispositivo de entrada semelhante ao nosso e em último caso, se fosse possível jogar com pessoas que pelo menos estejam no videogame de outra empresa. Ou vai dizer que não seria bom poder jogar uma partida do FIFA contra qualquer um, disputar uma corrida no Need for Speed contra aquele amigo que possui outro console ou encarar um coop no Saints Row mesmo sabendo que estou no Xbox 360 e meu primo no PC? Sério, já passou da hora de acabarem com esta segregação.

[via Eurogamer]

emComputadores MMO Sony

EverQuest Next pode aparecer no PS4, mas foco é o PC

Por em 5 de agosto de 2013

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Semana passada a Sony Online Entertainment fez aquilo que muitos fãs da série EverQuest esperavam e anunciou o próximo capítulo da franquia. Conhecido apenas como EverQuest Next, o jogo gratuito terá como grande diferencial ser todo construído com Voxels e assim como no Minecraft seus cenários poderão ser – teoricamente – completamente destruídos.

Como a desenvolvedora bem disse, isso deverá adicionar muitas possibilidades ao gênero e como o título nos permitirá escolher entre 40 classes ou profissões, a complexidade e conteúdo deverá permitir que o MMO nos mantenha entretidos por alguns anos, o que não é de se duvidar, mesmo porque o primeiro EverQuest está por aí há quase uma década e meia.

Mas e quanto ao PlayStation 4? Com um novo console da Sony prestes a ser lançado e a intenção de levar outros títulos da SOE para ele, como o PlanetSide 2 e o DC Universe Online, será que o EQN poderá aparecer no aparelho? Pois veja a resposta do diretor Dave Georgeson para esta pergunta.

Precisamos ter certeza de que ele será um jogo que arrebente no PC antes de fazermos qualquer outra coisa. Iremos solucionar todas as nossas dúvidas e design para que ele seja um jogo realmente bom, então falaremos sobre outras plataformas.

O bom é que um dos maiores problemas para um jogo assim num console já foi resolvido, que é a interface. Segundo Georgeson, eles nunca tiveram a intenção de fazer com que o título funcionasse com controles, mas ao reduzir o número de botões para que o jogador utilize apenas uma hotbar, sua equipe acidentalmente fez com que o EverQuest Next se tornasse jogável com um joystick.

Portanto, me parece que uma versão para o PS4 é apenas uma questão de tempo, a não ser que o título se mostre um tremendo fracasso, mas acho isso pouco provável e eu até arriscaria dizer que nunca um MMO me deixou tão empolgado quanto este.

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emMMO Sony

Apesar das críticas, “The War Z” chega a 1,3 milhão de jogadores

Por em 26 de julho de 2013

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Como sempre faço, durante a promoção de verão do Steam eu fiquei acessando a loja diversas vezes por dia para ver quais títulos seriam oferecidos por preços menores e numa dessas visitas me deparei com um tal de Infestation: Survivor Stories. Por se tratar de um jogo que tentava recriar um apocalipse zumbi logo me interessei, mas ao buscar mais informações sobre ele percebi que sua jogabilidade não me era estranha e acabei descobrindo que este é na verdade o famigerado The War Z.

Como essa mudança de nomes – que segundo a desenvolvedora aconteceu devido a disputa de marcas com a obra World War Z - foi feita durante durante minhas férias, acho que acabei deixando a notícia passar batida e felizmente não adquiri o game, mas mesmo depois de ter sido alvo de tantas críticas e polêmicas, a Hammerpoint Interactive revelou alguns números alcançados pelo título.

No total o jogo já possui mais de 1,3 milhão de jogadores registrados, sendo que desses, mais de 400 mil costumam acessá-lo mensalmente e mais de 100 mil todos os dias. Também chama a atenção o fato de que o jogador mediano costuma gastar mais de 95 horas nos servidores do MMO, o que mostra que essas pessoas devem estar gostando do que lhes foi entregado.

Estamos realmente felizes em ver tamanho entusiasmo dos jogadores pelo Infestation conforme continuamos a desenvolver novos conteúdos para ele,” declarou o produtor executivo Sergey Titov. “Continuaremos comprometidos a entregar a melhor experiência de jogo para nossos fãs ao usar a resposta da comunidade para polir a jogabilidade existente e para nos ajudar a planejar conteúdo adicional, que será lançado através de uma grande atualização que chegará no final deste verão.

Sem dúvida são números bastante impressionantes, mas por mais que eu esteja louco por um jogo com as características do Infestation: Survivor Stories (DayZ, State of Decay?), nem assim acho que vale a pena dar dinheiro para um estúdio capaz de tratar tão mal seus consumidores.

[via Joystiq]

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MMO ganha sistema de castração forçada (ouch!)

Por em 23 de julho de 2013

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Os games já nos apresentaram uma série de situações bastante bizarras, mas eu não consigo me lembrar de nada que tenha chegado ao nível do que a Snail Games incluiu no jogo gratuito Age of Wushu.

Ambientado na China da Dinastia Ming, o MMO chamou a atenção de várias pessoas por focar nas artes marciais, permitindo que o jogador possa se tornar um mestre de kung fu. Nele temos várias facções para serem escolhidas e a última a ser adicionada, conhecida como Rootless Clan, é no mínimo estranha.

Como o próprio nome dá a entender, todos os membros desse clã são eunucos, mas como o jogo não dá essa opção ao criarmos o personagem, o vídeo abaixo mostra como funciona o processo de iniciação, que basicamente se resume a cinco marmanjos formarem uma equipe, encontrarem uma vítima – que deve ser poderosa – e darem início à cerimônia que poderá mutilar o jogador alvo.

Porém, tudo isso não significa que o destino do escolhido esteja selado, já que alguns NPCs tentarão defender o candidato a Varys, A Aranha e por enquanto a taxa de sucesso tem sido baixa embora a vítima invariavelmente saia bastante ferida do processo e caso tudo dê certo, ela receberá um convite para fazer parte do clã.

Para mim a coisa toda é tão surreal é que nem sei muito bem o que pensar da proposta, mas se eu fosse o Jet Li, tomaria cuidado.

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Produtor do DCUO acha que PlayStation 4 será ótimo para MMOs

Por em 7 de junho de 2013

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Eu nunca consegui entender muito bem o motivo disto acontecer, mas a verdade é que apesar dos consoles da atual geração terem tornado padrão a conexão com a internet e até possuírem HDs, os MMOs nunca conseguiram conquistar muito espaço neles. É verdade que alguns títulos do gênero foram lançados para o Xbox 360 e PlayStation 3, mas são tão poucos que podemos dizer que tais aparelhos não são recomendados para quem procura jogos massivos online, mas ao ser questionado se este cenário poderá mudar com a chegada do PS4, Larry Liberty, produtor do DC Universe Online, disse o seguinte:

Eu espero isso, com todas as fantásticas características que foram anunciadas para o próximo PlayStation, ele será uma ótima plataforma para os MMOs. Nós provamos que poderíamos ter um MMO completo no PS3 e ele foi muito bem sucedido. A maioria dos nossos jogadores estão no PS3 e ganhamos milhares de novos jogadores todos os dias.

Além da declarada satisfação com o desempenho do jogo dos personagens da DC no PlayStation 3, a confiança de Liberty recai sobre a maneira como a Sony apresentou seu próximo console, deixando claro que os aspectos sociais terão uma grande importância e como os jogos Free-to-Play estão se tornando cada vez mais comuns, esta pode ser a oportunidade ideal para o gênero enfim invadir os videogames.

Vale lembrar que alguns títulos confirmados para a próxima geração, como o Destiny da Bungie, oferecerão mundos persistentes e tanto o PlanetSide 2 quanto o próprio DCUO tiveram seus lançamentos confirmados para o para o PS4. Como Larry Liberty afirmou que a experiência que tiveram no PS3 os ajudou a entender melhor que tipo de conteúdo os jogadores de consoles desejam e que aprenderam a otimizar seus jogos para uma plataforma que é menos flexível que o PC, penso que esta investida dos MMOs poderá ser muito boa para todos, desenvolvedoras, fabricante e principalmente, jogadores.

[via NowGamer]

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