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Digital Drops Blog de Brinquedo

Apesar das críticas, “The War Z” chega a 1,3 milhão de jogadores

Por em 26 de julho de 2013

infestation-survivor-stories_24.07.13

Como sempre faço, durante a promoção de verão do Steam eu fiquei acessando a loja diversas vezes por dia para ver quais títulos seriam oferecidos por preços menores e numa dessas visitas me deparei com um tal de Infestation: Survivor Stories. Por se tratar de um jogo que tentava recriar um apocalipse zumbi logo me interessei, mas ao buscar mais informações sobre ele percebi que sua jogabilidade não me era estranha e acabei descobrindo que este é na verdade o famigerado The War Z.

Como essa mudança de nomes – que segundo a desenvolvedora aconteceu devido a disputa de marcas com a obra World War Z - foi feita durante durante minhas férias, acho que acabei deixando a notícia passar batida e felizmente não adquiri o game, mas mesmo depois de ter sido alvo de tantas críticas e polêmicas, a Hammerpoint Interactive revelou alguns números alcançados pelo título.

No total o jogo já possui mais de 1,3 milhão de jogadores registrados, sendo que desses, mais de 400 mil costumam acessá-lo mensalmente e mais de 100 mil todos os dias. Também chama a atenção o fato de que o jogador mediano costuma gastar mais de 95 horas nos servidores do MMO, o que mostra que essas pessoas devem estar gostando do que lhes foi entregado.

Estamos realmente felizes em ver tamanho entusiasmo dos jogadores pelo Infestation conforme continuamos a desenvolver novos conteúdos para ele,” declarou o produtor executivo Sergey Titov. “Continuaremos comprometidos a entregar a melhor experiência de jogo para nossos fãs ao usar a resposta da comunidade para polir a jogabilidade existente e para nos ajudar a planejar conteúdo adicional, que será lançado através de uma grande atualização que chegará no final deste verão.

Sem dúvida são números bastante impressionantes, mas por mais que eu esteja louco por um jogo com as características do Infestation: Survivor Stories (DayZ, State of Decay?), nem assim acho que vale a pena dar dinheiro para um estúdio capaz de tratar tão mal seus consumidores.

[via Joystiq]

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MMO ganha sistema de castração forçada (ouch!)

Por em 23 de julho de 2013

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Os games já nos apresentaram uma série de situações bastante bizarras, mas eu não consigo me lembrar de nada que tenha chegado ao nível do que a Snail Games incluiu no jogo gratuito Age of Wushu.

Ambientado na China da Dinastia Ming, o MMO chamou a atenção de várias pessoas por focar nas artes marciais, permitindo que o jogador possa se tornar um mestre de kung fu. Nele temos várias facções para serem escolhidas e a última a ser adicionada, conhecida como Rootless Clan, é no mínimo estranha.

Como o próprio nome dá a entender, todos os membros desse clã são eunucos, mas como o jogo não dá essa opção ao criarmos o personagem, o vídeo abaixo mostra como funciona o processo de iniciação, que basicamente se resume a cinco marmanjos formarem uma equipe, encontrarem uma vítima – que deve ser poderosa – e darem início à cerimônia que poderá mutilar o jogador alvo.

Porém, tudo isso não significa que o destino do escolhido esteja selado, já que alguns NPCs tentarão defender o candidato a Varys, A Aranha e por enquanto a taxa de sucesso tem sido baixa embora a vítima invariavelmente saia bastante ferida do processo e caso tudo dê certo, ela receberá um convite para fazer parte do clã.

Para mim a coisa toda é tão surreal é que nem sei muito bem o que pensar da proposta, mas se eu fosse o Jet Li, tomaria cuidado.

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Produtor do DCUO acha que PlayStation 4 será ótimo para MMOs

Por em 7 de junho de 2013

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Eu nunca consegui entender muito bem o motivo disto acontecer, mas a verdade é que apesar dos consoles da atual geração terem tornado padrão a conexão com a internet e até possuírem HDs, os MMOs nunca conseguiram conquistar muito espaço neles. É verdade que alguns títulos do gênero foram lançados para o Xbox 360 e PlayStation 3, mas são tão poucos que podemos dizer que tais aparelhos não são recomendados para quem procura jogos massivos online, mas ao ser questionado se este cenário poderá mudar com a chegada do PS4, Larry Liberty, produtor do DC Universe Online, disse o seguinte:

Eu espero isso, com todas as fantásticas características que foram anunciadas para o próximo PlayStation, ele será uma ótima plataforma para os MMOs. Nós provamos que poderíamos ter um MMO completo no PS3 e ele foi muito bem sucedido. A maioria dos nossos jogadores estão no PS3 e ganhamos milhares de novos jogadores todos os dias.

Além da declarada satisfação com o desempenho do jogo dos personagens da DC no PlayStation 3, a confiança de Liberty recai sobre a maneira como a Sony apresentou seu próximo console, deixando claro que os aspectos sociais terão uma grande importância e como os jogos Free-to-Play estão se tornando cada vez mais comuns, esta pode ser a oportunidade ideal para o gênero enfim invadir os videogames.

Vale lembrar que alguns títulos confirmados para a próxima geração, como o Destiny da Bungie, oferecerão mundos persistentes e tanto o PlanetSide 2 quanto o próprio DCUO tiveram seus lançamentos confirmados para o para o PS4. Como Larry Liberty afirmou que a experiência que tiveram no PS3 os ajudou a entender melhor que tipo de conteúdo os jogadores de consoles desejam e que aprenderam a otimizar seus jogos para uma plataforma que é menos flexível que o PC, penso que esta investida dos MMOs poderá ser muito boa para todos, desenvolvedoras, fabricante e principalmente, jogadores.

[via NowGamer]

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Vagando pelas terras de Defiance – Análise

Por em 7 de junho de 2013

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Uma das piores coisas que podem acontecer a um jogador é depositar uma expectativa demasiadamente grande em um título. Na maioria das vezes isso faz com que tenhamos uma enorme decepção ao encarar o jogo, mas e quando nos deparamos com o contrário? Pois posso dizer que isso aconteceu comigo em relação ao Defiance, MMO criado pela Trion Worlds e cujo grande diferencial é estar ligado diretamente a uma série para TV que estreou pouco após o lançamento do game.

A primeira coisa que me fez manter uma certa distância dele foi o seu gênero. Eu nunca gostei muito desses jogos onde a interação social é uma das principais características e quando o MMO finalmente foi lançado, os comentários que começaram a ser feito em relação ao Defiance não me pareceram muito bons. Mesmo assim me agradava a ideia de um jogo de tiro em terceira pessoa situado em um mundo persistente e após dedicar algumas horas a ele, a minha sensação é de que apesar de suas falhas, é possível encontrar muita diversão no game.

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Novo MMO da Blizzard? Provavelmente só depois de 2016

Por em 29 de maio de 2013

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Se tem algo do que a Blizzard parece não ter a menor vergonha de fazer é mudar consideravelmente a maneira como seus jogos estão sendo criados. Isso normalmente faz com que o tempo de produção demore bastante, como aconteceu com o Diablo III ou até mesmo que eles sejam cancelados, como no caso do StarCraft Ghost e outro projeto que parece ter seguido este caminho é o Titan.

Segundo uma fonte ouvida pelo blog GamesBeat, o estúdio teria recomeçado o desenvolvimento do seu tão misterioso MMO e para aqueles que estavam ansiosos para saber como será o próximo jogo do gênero feito pela empresa depois do World of Warcraft, é bom não ter muita pressa, pois se antes 100 pessoas trabalhavam nele, hoje apenas 30 estariam na equipe, com todo o resto tendo sido remanejado para outros jogos. Pra piorar, tudo isso teria feito com que o título fosse adiado para no mínimo 2016.

Diante do rumor, o Polygon entrou em contanto com a Blizzard e um representante deu a seguinte declaração, que serve para confirmar a informação:

Nós sempre tivemos um processo de desenvolvimento bastante iterativo e o MMO ainda não anunciado não é uma exceção. Chegamos a um ponto em que precisamos fazer algumas grandes mudanças de design e tecnologia e usamos essa oportunidade para alterar alguns recursos para ajudar em outros projetos enquanto a equipe principal adapta nossa tecnologia e ferramentas para acomodar essas novas mudanças. Perceba que não havíamos anunciado qualquer data para o MMO.

Portanto caro leitor, o jeito será continuar dedicando seu tempo ao World of Warcraft e rezar para que a Blizzard não precise de mais uma década para concluir a produção do Titan, mas acima de tudo, que essas alterações justifiquem o tempo necessário para a produção.

[via Massively]

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Obsidian se junta a russos para criação de MMO

Por em 24 de maio de 2013

A Obsidian Entertainment pode não ser a desenvolvedora preferida dos apaixonados por RPGs, tendo criado alguns títulos que foram alvos de duras críticas, como o Dungeon Siege III ou o Alpha Protocol, mas não há como negar que seu nome tem alguma importância no cenário mundial e graças a isso que o Skyforge ganhou as manchetes nos últimos dias.

Em desenvolvimento pelos russos da Mail.ru e da Allods Team, o jogo agora contará com a ajuda da Obsidian em sua produção e segundo Feargus Urquhart, CEO do estúdio norte-americano, trata-se de um projeto interessante e promissor, além da experiência que poderão adquirir com a parceria.

Um detalhe é que embora o jogo tenha sido anunciado em 2012, poucas informações sobre ele foram reveladas e o trailer abaixo (em russo) sugere que a aventura acontecerá num mundo onde a magia e a tecnologia dividem espaço e com sorte não teremos que esperar até o ano que vem, quando o Skyforge deverá ser lançado, para saber mais detalhes.

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Rift em breve se tornará (mais) gratuito

Por em 14 de maio de 2013

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Eu estou bem longe de ser um grande admirador dos MMOs, mas se tem um game do gênero que sempre tive vontade de jogar, é o Rift. Eu não sei ao certo se essa curiosidade se deve à ótima recepção do game por parte da mídia ou devido a sua temática, que embora se valha da boa e velha fantasia medieval, tenta inovar ao introduzir o conceito de fendas dimensionais, que provocam mudanças consideráveis na mecânica do game.

Contudo, o meu interesse pela criação da Trion Worlds nunca foi grande o suficiente a ponto de me fazer pagar uma mensalidade e apesar de uma versão gratuita do Rift estar disponível desde o ano passado, nunca gostei da ideia de que a partir de um determinado momento eu não poderia continuar evoluindo, a menos que pagasse pro isso, é claro.

A boa notícia para os mão-de-vaca jogadores como eu é que a partir do dia 12 de junho o MMO passará por uma nova reformulação em seu sistema de cobrança e se tornará inteiramente gratuito, eliminando a maior parte das limitações anteriores, mas obviamente dando algumas vantagens a aqueles que compraram o jogo ou que optarem por continuar pagando a mensalidade, como por exemplo um ganho maior de experiência, a possibilidade de termos mais personagens ou de carregarmos mais itens.

De acordo com a Trion, todo mundo terá acesso a todas as áreas e missões do jogo, incluindo aí as futuras atualizações e embora ele passará a contar com uma loja interna onde poderemos adquirir montarias, pacotes de expansão e itens que modifiquem a aparência dos personagens, os itens que influenciam diretamente na jogabilidade continuarão sendo ganhos conforme jogamos.

Depois dessa eu até me empolguei a dar uma chance ao Rift, mas quer saber? Só farei isso se ele aparecer no Steam, já que por enquanto apenas a versão paga pode ser adquirida no serviço de distribuição da Valve.

[via Polygon]

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