Games
Games
Digital Drops Blog de Brinquedo

Diretor diz que outro erro como o FFXIV destruiria a Square

Por em 28 de novembro de 2012

dori_ff14_28.11.12

Apesar do forte nome por trás e do grande sucesso alcançado na primeira tentativa da Square em criar um MMO, o Final Fantasy XIV foi um vergonhoso fracasso. Logo após seu lançamento o jogo foi alvo de duras críticas, irritou muitos fãs e a Square Enix viu-se quase na obrigação de praticamente refazer todo o jogo, com a nova versão que deverá ser lançada no início do ano que vem ganhando o sugestivo subtítulo A Realm Reborn.

Como várias pessoas ainda estão receosas de que as mudanças não serão tão grandes a ponto de corrigir tamanha decepção, o diretor Naoki Yoshida foi bastante duro ao descrever a necessidade de acertarem.

Não cometeremos novamente o mesmo erro do FFXIV, isso teria o potencial para destruir a companhia.

Quando ouvi que o jogo seria vendido da maneira como havia sido planejado, pensei que aquilo seria um grande erro. Penso que seria bom se eles tivessem tentado ver o que aconteceria se transformassem o World of Warcraft em um Final Fantasy. Porém, como tentaram apenas criar algo que fosse ‘diferente do FFXI,’ eles acabaram não conseguindo fazer nada.

Yoshida assumiu o cargo de diretor antes ocupado por Nobuaki Komoto, por isso suas críticas a maneira como a versão anterior do jogo foi desenvolvida e acredito que ele tenha exagerado um pouco ao prever um estrago tão grande caso o relançamento não se saia bem.

O curioso é que embora ele tenha dito que a empresa deveria ter prestado atenção no que tem feito com que outros MMOs obtivessem sucesso, o Final Fantasy XIV: A Realm Reborn só poderá ser jogado mediante pagamento de mensalidade, o que prontamente nos faz imaginar quanto tempo demorará até ele adotar o modelo Free-to-Play, mas como até hoje o FFXI não precisou valer-se de tal estratégia, acredito que a editora saiba o que está fazendo.

[via CVG]

emMMO

SOE lança versão final do PlanetSide 2

Por em 21 de novembro de 2012

Em 2003 a Sony Online Entertainment lançou para PC um jogo que realizava o sonho de muitos jogadores, permitir que dezenas, centenas de pessoas se enfrentassem online. Abordando a guerra entre três facções que tentavam dominar o planeta Auraxis, PlanetSide brilhava por contar com mapas gigantescos que permitiam disputas entre toda essa gente, sendo considerado ainda hoje um dos poucos MMOFPS do mercado.

O tempo passou, muitos outros FPS foram lançados desde então, mas poucos, ou nenhum conseguiu recriar a sensação de estarmos num imenso campo de batalha e por isso existia uma grande expectativa para ver como sua continuação ficaria e felizmente agora já podemos ter acesso a versão final, que para deixar tudo ainda melhor, pode ser baixada gratuitamente através do Steam.

Eu tive acesso ao beta do PlanetSide 2 e embora tenha jogado pouco, a impressão que ele me deixou foi a melhor possível. Grosseiramente falando, o jogo me pareceu uma mistura entre o multiplayer do Halo com o a série Battlefield e não tenho medo de afirmar que nunca vi mapas tão grandes como os presentes ali.

Na verdade temos um enorme continente onde os confrontos acontecem e conforme os exércitos avançam, regiões passam a ser controladas por uma das facções, funcionando quase como um grande jogo de estratégia. Para ter noção da grandiosidade do game, dê uma olhada no trailer de lançamento abaixo e saiba que a SOE garante que até 2000 jogadores poderão estar presentes num mesmo continente e que algumas lutas podem durar dias ou até mesmo semanas para serem concluídas.

continue lendo

emComputadores MMO

Holandês Hackeia MMO e pode ir para a cadeia

Por em 19 de novembro de 2012

dori_out_19.11.12

Durante 2007 e 2008 Anil Kheda uniu-se a algumas outras pessoas para fazer algo que poderá mudar completamente sua vida. Naquela ocasião o holandês de 24 anos e seu grupo conseguiu invadir os servidores do MMO Outwar, onde fizeram a festa, reativando as contas de jogadores que haviam sido banidos, acumulando pontos ilegalmente, roubando o código fonte do jogo e lançando um clone, o que culminou na chantagem dos criadores do jogo original.

A ação fez com que o game ficasse duas semanas fora do ar, custando cerca de 100 mil dólares aos cofres da Rampid Interactive devido ao pagamento de salários e manutenção dos servidores, além de mais 1,5 milhão de dólares por causa da perda de exclusividade do código fonte.

Não contente em cometer tantos erros, Kheda ainda tentou extorquir a desenvolvedora após sua conta ter sido cancelada, exigindo que eles a reativassem ou então lhe pagasse 1.500 dólares e ameaçou que se não respondesse o email, desejariam ter escolhido uma das opções dada anteriormente.

Já sobre as pessoas que teriam ajudado “Master Anil”, foi citado apenas um adolescente britânico conhecido como “xPimpster1337″, o que nos dá a ideia de que o holandês poderá ter que segurar o rojão sozinho e com a investigação sendo comandada pelo FBI, tenho quase certeza de que o sujeito deve estar bastante arrependido da besteira que fez, ainda mais se for condenado aos sete anos de prisão que a legislação norte-americana prevê.

[via Polygon]

emMMO

Jogador perde carga valiosíssima no EVE Online

Por em 24 de outubro de 2012

dori_eve_24.10.12

Em se tratando da maneira como as pessoas levam um MMO a sério, talvez nenhum jogo consiga superar o EVE Online. Com uma comunidade extremamente ativa e um sistema de politica e economia tão complexo quanto o do mundo real, vez ou outra ficamos sabendo de alguma história incrível ocorrida no game e a dessa vez foi protagonizada por um jogador conhecido como ”stewie Zanjoahir”.

Aquele poderia ter sido um dia comum para o capitão de uma pequena e desprotegida fragata espacial que deveria levar uma carga de blueprints até os confins do universo. O problema é que o rapaz parece não ter se dado conta do risco que seria transportar o carregamento avaliado em 213.000.000.000 ISK e no meio do caminho, adivinha o aconteceu? Sim, a nave foi atacada, destruída e sua carga perdida.

Mas então você, que não conhece muito bem o jogo, deve estar se perguntando quanto isso deve representar em dinheiro real e a resposta é digna de deixar qualquer um com vontade de enfiar a cabeça num buraco. Como o dinheiro virtual do EVE Online pode ser utilizado para o pagamento da mensalidade, com essa quantia seria possível comprarmos 367 Plex, os códigos de nos dão direito a 30 dias de jogo e se você for pagar por tudo isso, teria que gastar US$ 6.422,50, ficando mais de 30 anos sem se preocupar com a assinatura.

Ao ser revelada a tragédia, muitas pessoas duvidaram de sua veracidade, mas esse site registrou a morte e a própria CCP Games confirmou a história através da sua página no Facebook, fazendo desta a maior perda já registrada na história do MMO e possivelmente em todo o gênero.

Acho que ninguém gostaria de estar na pele de Zanjoahir ao ver uma quantia tão grande de dinheiro desaparecer e depois dessa, morrer no último chefe do Battletoads ou perder o save de um RPG a qual dedicamos dezenas de horas nem parece algo tão doloroso.

[via Massively]

emMMO

Dragon’s Prophet, o MMO que agora chamará sua atenção

Por em 23 de outubro de 2012

Muito se fala dos jogos de tiro em primeira pessoa, mas se tem um gênero onde também é complicado conseguir destaque, é o dos MMOs. Tentando pegar carona no sucesso do World of Warcraft e principalmente, do modelo Free-to-Play, muitas são as empresas que tem investido na criação de jogos massivos online. Por isso, ter o apoio de uma gigante é praticamente fundamental para não fracassar e pelo menos essa façanha o pessoal da Runewaker Entertainment já conseguiu.

Depois de conquistar a atenção de alguns jogadores com o Runes of Magic, a empresa anunciou uma parceria com a SOE para a publicação do seu próximo lançamento, o Dragon’s Prophet. Com a aventura se passando no reino de Auratia, um lugar onde os dragões dominam os céus, o grande destaque do jogo deverá ser a possibilidade de capturamos um deles, podendo submeter os monstros a treinamento e lógico, voarmos em suas costas.

De acordo com a desenvolvedora, ao todo serão mais de 300 tipos diferentes dragões e o nosso personagem ainda poderá pertencer a quatro classes distintas, tudo em um mundo vasto e detalhado. Além disso, eles prometem um inovador sistema de batalha que deverá as deixar mais dinâmicas e interessantes devido a mira automática.

Caso tenha se interessado, o jogo deverá ser lançado apenas durante o nosso outono do ano que vem, mas você já pode fazer sua inscrição para o beta do Dragon’s Prophet através dessa página.

continue lendo

emMMO

Compre um item com dinheiro real e o perca se morrer

Por em 13 de setembro de 2012

dori_warz_10.09.12

Com previsão de ser lançado durante a nossa primavera, o MMO The War Z vem tentando se destacar com a promessa de nos colocar num mundo devastado por um vírus que transforma as pessoas em mortos-vivos, trazendo um estilo bastante parecido com o do mod DayZ, onde a jogabilidade será mais voltada para a simulação e sobreviver naquele ambiente hostil será uma tarefa muito complicada.

Com a intenção de tornar a experiência ainda mais realista e forçar os jogadores a tentarem se manter vivos a todo custo, o porta-voz da Hammerpoint Interactive, Alex Josef revelou uma característica um tanto curiosa – e controversa – do jogo:

Sim, você perderá tudo o que tiver na sua mochila quando morrer – tanto nos modos Normal quanto Hardcore. E sim, se você tiver comprado algo usando dinheiro real, também perderá esse item. Esse é o preço que terá que pagar.

Nós discutimos isso bastante e no fim decidimos que isso fornecerá um ótimo incentivo para os jogadores serem supercautelosos enquanto estiverem jogando ou simplesmente não gastarem muito dinheiro no jogo, em vez disso tentando encontrar itens que estejam no mundo do game.

Perder aquela arma em que gastamos alguns dólares sem dúvida será algo digno de nos deixar indignados, mas concordo que perder tudo o que conseguimos será uma maneira de nos deixar tensos e atentos a tudo que estiver a nossa volta. Só acho que eles poderiam fazer com que os itens ficassem caídos no local em que morremos, o que seria uma maneira de fazer com que outros jogadores fossem ao local e que poderia gerar várias missões memoráveis em busca de suprimentos.

[via StrategyInformer]

emMMO

Quando nem o F2P salvou o City of Heroes

Por em 5 de setembro de 2012

dori_coh_04.09.12

Depois de empresas como a SOE e a Turbine, Inc. terem mostrado ao mundo que era possível aumentar o lucro ao transformarem seus MMOs em jogos gratuitos, instaurou-se na indústria a ideia de que o modelo seria a solução para o gênero, que sofria com a dura concorrência do World of Warcraft. Talvez isso seja mesmo verdade, mas NCsoft acaba de nos provar que eliminar a cobrança de mensalidade não é a única coisa para garantir a entrada de dinheiro no caixa.

Pouco mais de um ano após anunciar que o City Of Heroes se tornaria um Free-to-Pay, a empresa noticiou o fechamento da Paragon Studios, assim como o encerramento do jogo, que funcionará apenas até o dia 30 de novembro.

De acordo com Lincoln Davies, diretor corporativo de comunicações, a decisão foi tomada devido a restruturação interna por qual está passando a NCSoft e o suporte à franquia não se encaixa mais nos objetivos a longo prazo da companhia.

Tudo bem que o jogo já possui 8 anos de vida, mas para um MMO isso não chega a ser um tempo tão grande e temos exemplos de vários outros títulos com idade superior que continuam fazendo um relativo sucesso. Acho que já disse isso anteriormente, mas fico imaginando o quão deve ser emocionante para aqueles que se dedicaram ao game o último dia de atividade nos servidores, vendo o mundo virtual onde passaram tanto tempo ser desligado.

Enfim, para quem procura um MMO que tenha super-heróis como tema, boas opções são o DC Universe Online e Champions Online, e caso vá começar a jogar, só torça para a brincadeira não ser interrompida antes do que gostaria.

[via Eurogamer]

emMMO