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Square defende cobrança de mensalidade nos MMOs

Por em 27 de fevereiro de 2013

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Esta semana será dado início ao beta fechado do Final Fantasy XIV: A Realm Reborn, nova versão do MMO que pode ser considerado um dos maiores fracassos da história da Square e ao contrário do que se tornou tendência no gênero, o jogo manterá a cobrança de mensalidade e na opinião do diretor Naoki Yoshida, não é isso que faz com que um jogo seja bem sucedido ou não.

Eu não acho que exista certo ou errado em ter cobrança de mensalidade ou um modelo Free-to-Play. Jogos como o The Old Republic e o Secret World, eu não diria que esses games não poderiam ser mais bem sucedidos se tivessem sido Free-to-Play, por exemplo. O modelo de assinatura não está relacionado com o sucesso do jogo.

Com o modelo F2P você obtêm uma enorme quantidade de dinheiro num mês, mas no próximo ele se esgota. A maioria dos MOOs contam com investidores nos bastidores e a companhia usa o lucro e o divide com esses investidores, mas se o jogo não consegue fazer sucesso e não atinge o objetivo, então eles precisam mudar para o modelo Free-to-Play para tirar algum lucro dele. Entre os MMOs no mercado, apenas a Blizzard e a Square Enix conseguem fazer dinheiro sem investidores.

Como os números envolvendo o faturamento desses jogos não costumam ser divulgados, eu só posso acreditar nas palavras de Yoshida, porém, o que explicaria tantos estúdios elogiando as microtransações e afirmando que se não fosse a mudança seus jogos poderiam nem existir mais?

Enfim, o fato do Final Fantasy XI ser um dos poucos MMOs que ainda cobram mensalidade sugere que o 14º capítulo da série não deverá mudar seu modelo de cobrança tão cedo, então, se você está esperançoso por este renascimento, é bom começar a aceitar a ideia de pagar uma taxa todos os meses para poder jogar.

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emMMO

Age of Conan chega ao Steam

Por em 25 de fevereiro de 2013

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Se você gosta de MMOs e prefere manter os seus jogos no Steam, a boa notícia é que o Age of Conan: Unchained agora está disponível no serviço de distribuição da Valve, além de um pacote com alguns itens que está saindo com 35% de desconto e quem obtiver o jogo por lá ainda terá direito a uma capa exclusiva para seu personagem.

Desenvolvido pela Funcom, o RPG online baseado no universo do cimério começou cobrando mensalidade, mas depois seguiu os passos de vários outros título do gênero, tornando-se gratuito e obtendo lucro através de microtransações. Nele temos 12 classes à nossa disposição e na época do seu lançamento recebeu vários elogios por contar com um sistema de combate que não nos limita apenas a clicar no mouse e ter que esperar o personagem fazer o resto.

Há bastante tempo eu vinha pensando em dar uma chance ao Age of Conan e acho que não haveria oportunidade melhor do que esta para me aventurar pelo jogo, mas provavelmente o medo de viciar continuará me mantendo afastado de mais um MMO, mas mesmo assim preciso perguntar, alguém recomenda o game?

[via Massively]

emMMO

The Elder Scrolls Online terá visão em 1ª pessoa, mas…

Por em 22 de fevereiro de 2013

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Além de todo o universo fantástico criado pela Bethesda e da liberdade que encontramos na série The Elder Scrolls, um dos aspectos que mais ajudam a nos fazer sentir imersos nesses jogos é a visão em primeira pessoa e embora essa constatação pareça um tanto óbvia, aqueles que estiverem de olho no MMO baseado na franquia poderão ter uma bela decepção ao dar uma chance ao título.

De acordo com Matt Firor, diretor do The Elder Scrolls Online, apesar da opção de jogar com uma visão em primeira pessoa existir, ela poderá não ser tão elaborada quanto nos games  anteriores.

Ainda estamos trabalhando no sistema, mas da maneira como está no momento, teremos suporte as visões em primeira e terceira pessoa, assim como nos outros Elder Scrolls. A única diferença é que você não vê suas mãos e armas quando estiver em primeira pessoa.

A principal diferença aqui é que em um RPG online os inimigos podem surgir em em um raio de 360 graus em sua volta, especialmente no PvP. Então a visão em terceira pessoa, se você utilizar, lhe dará uma maior habilidade de enxergar inimigos que estejam atrás de você. Em muitas situações isso será a diferença entre viver ou não sobreviver a uma sequência de combates.

Tudo bem, eu aceito a justificativa, porém, custava nos deixar jogar da maneira que preferíssemos? Pois na verdade custa. Elaborar a animação de armas e membros em um jogo em primeira pessoa não é algo barato e como poucas pessoas acabariam correndo o risco de ser surpreendido, de um ponto de vista econômico não deve mesmo valer a pena para eles investir em tal recurso.

Sendo assim, a visão em primeira pessoa deverá servir apenas para apreciarmos as paisagens e para quem gosta de tirar screenshots dos jogos ela acabará tendo serventia.

[via Digital Spy]

emComputadores MMO

EVE Online e a batalha dos 2800

Por em 28 de janeiro de 2013

Eu imagino que há alguns séculos uma das maiores diversões da molecada era imaginar ou tentar recriar grandes viagens e batalhas marítimas, mas como a nossa geração cresceu com o sonho de explorar o espaço e com sorte, participar de uma batalha entre X-Wings, Tie Fighters e Cruzadores Imperiais, não é de se estranhar o fascínio que um vídeo como o que está nesse post pode nos causar.

Nele podemos ver o registro do que deve ser a maior disputa já travada em um jogo massivo online, onde mais de 2800 pessoas (o número teria chegado a 3161 participantes) se dirigiram ao sistema Asakai no EVE Online para tentar ajudar o seu lado a sair vitorioso. Alguns jogadores também aproveitaram o momento para tirar alguns screenshots e se você quiser tentar entender o que estava acontecendo ali, pode dar uma olhada nas imagens aqui.

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emComputadores MMO Vídeos

Star Wars: The Old Republic terá relacionamentos do mesmo sexo, mas…

Por em 16 de janeiro de 2013

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Seja online ou offline, uma das características mais interessantes dos RPGs é permitir que as pessoas possam viver suas vidas virtuais da maneira que quiserem. Infelizmente nem sempre essa liberdade é tão ampla quanto gostaríamos e aqueles que jogam o Star Wars: The Old Republic estão percebendo isso.

Desde que o game foi lançado um dos pedidos mais feitos é que ele permitisse relacionamento entre personagens do mesmo sexo e depois de muito adiar essa opção, a BioWare revelou que ela finalmente está chegando, porém, de uma forma que tem deixado muitas pessoas indignadas.

Para começar, só poderão ter namoros homossexuais aqueles que adquirirem o conteúdo adicional Rise of the Hutt Cartel, que custará entre 10 e US$ 20, dependendo da assinatura que o jogador tiver. No entanto, aquilo que tem sido o real motivo de reclamação é o fato de que esses relacionamentos só poderão acontecer em um planeta chamado Makeb, o que é claro, virou motivo para alguns afirmarem que a desenvolvedora tomou uma atitude discriminatória e segregadora.

De acordo com Jeff Hickman, produtor executivo do SW:TOR, tal limitação se deve a dificuldades técnicas, como a adição de dublagem e animações, e em um post publicado recentemente no blog do jogo, ele afirmou que o estúdio é “totalmente favorável aos romances entre personagens do mesmo sexo.

Acho importante ressaltar essa última parte pois quem jogou o Dragon Age ou o Mass Effect sabe que os games nos dão a opção de ter relacionamentos homossexuais, o que reforça o comentário de Hickman e me faz acreditar que eles não correriam o risco de entrar numa polêmica sem motivos.

[via Forbes]

emMiscelâneas MMO

Fãs anunciam sucessor espiritual para o City of Heroes

Por em 8 de janeiro de 2013

O fim de um MMO provavelmente é a coisa mais triste que existe no mundo dos games. Eu nem consigo imaginar a decepção das pessoas que ainda se dedicam a um título que deixará de existir e se a maioria apenas se limita a reclamar do ocorrido, alguns fazem o possível para não deixar a sua paixão morrer.

Sem poder se aventurar pelos servidores do game desde o dia 30 de novembro passado, um grupo de jogadores do City of Heroes se reuniu para criar a Missing Worlds Media, um estúdio independente cujo primeiro trabalho será o The Phoenix Project, jogo que funcionará como um sucessor espiritual da produção da Paragon Studios.

De acordo com uma mensagem publicada no site oficial da empresa, o objetivo deles é “criar um acessível jogo de heróis, vigilantes, mercenário e vilões, trazendo tudo aquilo que adoramos em games de heróis lançados previamente e melhorando até onde a atual tecnologia permita.

No momento eles estão recrutando pessoas que queiram ajudar no projeto e por mais que a iniciativa seja louvável, acho que nem preciso dizer a enorme dificuldade que eles enfrentarão para ver tal jogo ser terminado. De qualquer forma, que tenham toda sorte do mundo e que o desenvolvimento não leve uns 40 anos para ser concluído.

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emMMO

Não! Não compre o The War Z! – Update

Por em 19 de dezembro de 2012

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Ontem publiquei aqui no MBG um texto falando sobre a disponibilização do MMO The War Z no Steam. Nele citei o preço acessível do game e como a ideia de estar em um “simulador” de apocalipse zumbi me atraia, mas após ler algumas informações sobre a produção da Hammerpoint Interactive, sinto-me na obrigação de avisá-los para não gastarem seu dinheiro com esta porcaria.

Para começar, no próprio post alguns prestativos leitores apontaram alguns problemas que tem sido duramente criticados por quase todos que investiram no jogo. Entre os principais estariam a maneira como a descrição do título no Steam pode enganar os consumidores, com muitas das características citadas não serem verdadeiras. Entre as reclamações estão o limite de 50 jogadores por servidor, um mapa muito menor ou a impossibilidade de jogarmos em servidores privados, isso sem falar na quantidade de jogadores que se valem de trapaças para terem vantagem sobre os demais e uma suposta indiferença por parte dos criadores em relação a isso.

Os responsáveis pela desenvolvedora correram para justificar as acusações, mas a declaração feita por eles passou a impressão de que nós fomos os culpados por não termos lido a descrição do game corretamente e isso não serviu para melhorar a imagem da companhia.

Todo esse cenário já era bastante preocupante, sem falar nas acusações de um antigo colaborador que garantiu que a está Hammerpoint preparada para abandonar o game caso ele não se mostre lucrativo e por mais difícil que seja de acreditar, a situação ainda poderia piorar.

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emComputadores MMO