Digital Drops Blog de Brinquedo

Microsoft cria portal para aproximar estudantes e empresas

Por em 15 de abril de 2013

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Confesso, sinto falta de algumas partes da vida corporativa, como horas-extras, férias remuneradas e a tia do café, já outras partes eram extremamente chatas, ainda mais quando a gente tinha que avaliar candidatos. Já ouvi desaforo de uma estudante de arquitetura que havia se inscrito em TODAS as categorias do site e não entendia o motivo de estar sendo convidada para uma vaga em TI.

Também conheci uma estudante de processamento de dados que disse entender de programação “do ponto de vista do usuário”. Outro se recusou a fazer testes e se ofendeu por querermos avaliar seu conhecimento. No final foram 90 dias pra achar um programalista. Hoje um site como o Primeira Parceria, da Microsoft, teria ajudado.

O objetivo é simples: Listar de forma objetiva jovens profissionais e estudantes, com certificações Microsoft e disponibilizá-los para as empresas parceiras, que teriam um plantel de desenvolvedores jovens, entusiasmados, carimbados avaliados certificados prontos para voar.

Funciona? Sim, se conseguirem massa crítica. De cara foge da zona que se tornaram a maioria dos sites de empregos. Até hoje recebo emails de uma dessas páginas, que cismou que sou “programador HTM”.

O www.primeiraparceria.com.br é inteiramente gratuito para ambas as partes, e por ser restrito a parceiros diminui a possibilidade de você cair em arapucas, como a empresa onde todos, até a tia da limpeza eram consultores, e eu teria que, além de desenvolver, vender os produtos da empresa para minha “rede de contatos”. Quer dizer, era uma espécie de TelexFree onde além de entrar na pirâmide eu seria chicoteado se não vendesse bastante pedra.

emIndústria

Microsoft demonstra GeoFlow — Agora todo mundo pode brincar de Hans Rosling

Por em 12 de abril de 2013

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Hans Rosling é aquele médico e estatístico sueco que demonstra, através de visualizações fantásticas que nem a África é um problema insolúvel. Além de um entusiasmo incomum e uma didática impressionante, ele conta com gráficos animados que qualquer idiota entendo.

O GeoFlow é mais ou menos isso. Um add-on do Excel desenvolvido pela Microsoft Research, que aplica dados a mapas, com variação temporal. Deve ser extremamente complicado de usar para quem mexe com o Excel de forma eventual, mas os Bruxos Negros que são bons nele provavelmente acharão tranquilo.

Dá para baixar digrátis o Public Preview do GeoFlow neste link aqui. Depois baixe do mesmo lugar os bancos de exemplo. Há um do NOAA com desastres naturais no mundo, de 1973 a 2013 que é lindo e impressionante. Veja:

emSoftware

Tá barato! Nokia lança Lumia 520 no Brasil por R$ 599

Por em 9 de abril de 2013

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A Nokia e a Microsoft estão investindo pesado para consolidar o Windows Phone 8 por aqui. O Lumia 520, o smartphone mais barato da família que foi revelado em fevereiro na MWC 2013 acaba de ser lançado aqui, com preço sugerido de R$ 599.
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emHardware Mercado Microsoft Planeta Sem Fio

Gartner encarna o Capitão Óbvio e prevê que vendas de desktops vão encolher até 2017

Por em 4 de abril de 2013

Algumas coisas não dá para entender.

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Nos últimos anos todo mundo já percebeu que o mercado de desktops está cada vez menor. Eu mesmo abri mão de um novo conjunto de última geração e comprei um notebook-monstro, e ele é meu desktop, ligado num monitor e conjunto teclado/mouse sem fio.

Tirando usuários hardcore que precisam de máquinas para processamento pesado, como renderização de vídeos, modelagem 3D e similares, ou gamers hardcore que pagam uma fortuna para rodar Bioshock Infinite no máximo (que fica lindo, é verdade, mas meu PS3 me atende nisso), o usuário comum já se tocou que um note ou um ultrabook é mais do que suficiente. Muitos inclusive migraram de vez para o mundo mobile, fazendo de tablets e smartphones as únicas máquinas de que precisam. Lá fora o cenário é um pouco mais drástico, a venda de notebooks tem caído junto com a de desktops.

É por isso que eu acho um tanto sem sentido a projeção da Gartner. Com base na quantidade dos produtos enviados às lojas em 2012, ela desenhou um cenário em que o mercado como um todo terá um crescimento de 34% até 2017, onde os smartphones vão inflar em 70%, porém os desktops e notebooks vão encolher cerca de 20,4%, vendendo quase 70 milhões de unidades menos.

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Como disse, sem novidades. Tablets e smartphones terão um crescimento significativo, e um cenário ideal seria tablets e smartphones se tornarem mais baratos, mas é mais provável que os ultrabooks sejam os mais prováveis de ficarem mais acessíveis.

Já os desktops sofrerão sim uma redução de vendas, mas nem de longe vão sumir do mapa. O cenário pós-PC não significa sem-PC, mas um mercado em que  há diversas opções para o usuário, em que ele terá a liberdade de escolher o dispositivo que melhor lhe atende, sem ficar preso a um hardware de forma desnecessária.

Em tempo: o Gartner também fez uma projeção de sistemas operacionais, onde aponta que o Android vai dominar o mercado e Apple e Microsoft vão disputar o segundo lugar num empate quase técnico. A RIM como sempre vai comer poeira, além de sofrer redução.

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Fonte: Gartner via AllThingsD.

emArtigo Computação móvel Hardware Mercado

Windows 8 vai rodar na mesma resolução do iPad Mini; Barnes & Noble produziria “reader Microsoft” em parceria

Por em 29 de março de 2013
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Imagem meramente ilustrativa escolhida aleatoriamente

Há algum tempo atrás mencionei num post a intenção da Microsoft em portar o Windows 8 para aparelhos menores que os atuais tablets no mercado, em uma aparente reação ao iPad Mini. Agora Redmond fez um movimento no mínimo curioso: em recente newsletter, a empresa flexibilizou o desenvolvimento de dispositivos a rodarem o sistema operacional, reduzindo a exigência mínima de resolução para 1024×768 pixels contra a original de 1366×768 pixels, mas “a Microsoft não incentivará o desenvolvimento em resoluções menores”.

A Microsoft nem de longe quer que o Windows 8 ou o WP8 virem a bagunça que é o Android, com várias especificações de hardware e aparelhos mid-low tão problemáticos que ajudam a prejudicar a imagem da marca, portanto pode ser que esse movimento não seja para 3rd parties. 1024×768 é a mesma resolução do iPad Mini, o que pode indicar que um Surface de 7 ou 8 polegadas pode estar no forno. Ed Bott do ZDNet inclusive apontou que uma provável parceira seria a Barnes & Noble, já que há cerca de um ano elas abriram uma joint venture, a NewCo, cuja missão seria criar “um reader Microsoft”. Será?

Fonte: Engadget.

emMicrosoft Software

Nokia e Microsoft lançam (finalmente) Windows Phone 8 no Brasil

Por em 21 de fevereiro de 2013

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Dia 20, depois de um longo e tenebroso inverno e medo, com a súbita virtual morte da HTC, o Brasil respirou aliviado ao ver que não ficaremos de fora dos planos na Microsoft e da Nokia para o mercado mobile.

Com pompa, circunstância, champã e trilha sonora de Indiana Jones, foram lançados de uma vez os três principais aparelhos da linha Windows 8 da Nokia.

Chegaram os Nokias 920, 820 e 620, todos rodando o Windows 8 com performance consistente e decente, evitando uma primeira impressão ruim em equipamentos entry-level, coisa que prejudicou bastante o Android.

Vejamos as principais características deles:

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emCelular Destaque Destaques Microsoft

Analista que não conhece muito iPad diz que Microsoft pode vender US$ 2,5 bi em Office para iPad

Por em 18 de fevereiro de 2013

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Vendo apenas os números brutos a análise de Adam Holt, da Morgan Stanley faz sentido. Ele projetou que se a Microsoft lançar uma versão do Office para ipad, coisa aliás que ela VAI fazer em algum momento, poderia angariar 30% dos usuários da plataforma.

Em 2014 isso representaria 200 miilhões de usuários. É uma meta viável? Eu acho que sim. Estatisticamente ninguém tem Mac, comparado com quem tem Windows. O Pages é excelente mas faz muito mais sentido, inclusive do ponto de vista corporativo, diminuir o número de fornecedores. Duas aplicações do mesmo fabricante têm mais chance de dar menos problema entre si.

O problema aqui é que o Adam Holt puxou de onde o Sol não brilha uma estimativa de US$60,00 por licença. EU SEI que é barato comparado com a licença desktop, mas tablets não são desktops. Essa lição já deveria ter sido aprendida. O usuário de tablet não tem a mesma percepção de valor que o do desktop. Ele NÂO vai pagar US$60 por uma Office, ainda mais com um iWork custando US$30,00.

A própria discussão pode ser acadêmica, com a Microsoft investindo pesado no Office 365 e vendendo portabilidade como fator de decisão de compra, mas se o grosso das vendas do Office migrarem para tablets, a Microsoft VAI ter que meter a faca nos preços, a menos que emplaque o Surface Pro e outros ultrablets (você leu primeiro aqui) semelhantes, já que o consumidor os enxerga como computadores “de verdade” e portanto seus softwares podem ter preços “de verdade”.

Fonte: ATD

emMeio Bit