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Digital Drops Blog de Brinquedo

Objetivo da Microsoft com o Xbox era parar a Sony

Por em 7 de fevereiro de 2013

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Podemos dizer que existem dois tipos de funcionários, aqueles que sairão da empresa falando bem dela e aqueles que não pouparão críticas ao antigos patrões ou que não tem o menor receio de revelar informações que não deveriam vir a público. Joachim Kempin estaria mais para o segundo caso.

Ex-vice-presidente de vendas na Microsoft, Kempin lançará em breve um livro onde contará alguns detalhes da companhia e em que defende a ideia de que a saída de Steve Ballmer para que a empresa tenha sucesso, o que por si só já lhe garantiria um status de persona non grata em Redmond e durante uma entrevista falou mais um pouco sobre os bastidores, especificamente sobre o real interesse da Microsoft no mercado de consoles.

O principal motivo foi parar a Sony. Veja, Sony e Microsoft… elas nunca tiveram uma relação amigável, certo? E isso não aconteceu porque a Microsoft não queria, de uma maneira ela queria ser amiga da Sony porque sabia que havia muitas coisas em que poderiam cooperar, porque ambas eram companhias de entretenimento, sabe?

Quero dizer, pelo menos uma parte da Sony é e eles faziam muitas coisas boas, mas assim que eles surgiram com um console a Microsoft viu aquilo e disse ‘bem, temos que vencer eles, então vamos fazer o nosso próprio videogame.’

Apesar da declaração poder dar a entender que tudo não passou de birra por parte da Microsoft, ela faz sentido pois a decisão teria vindo do alto escalão da empresa e Bill Gates temia que em determinado momento os videogames poderiam se transformar num PC na sala de estar, o que poderia enfraquecer seus negócios. Além disso, lembre-se que o próprio Playstation teria nascido de um desentendimento entre Nintendo e Sony em relação ao desenvolvimento de uma drive de CD para o Super Nintendo.

Seja o relato verdadeiro ou não, o fato é que devemos agradecer a Microsoft por ter comprado a briga, caso contrário hoje poderíamos ter apenas dois competidores na disputa e a indústria poderia ser muito diferente.

[via IGN]

emIndústria

Windows 8 não será restrito a computador de PREIBÓI: Microsoft Brasil anuncia preços finais

Por em 1 de fevereiro de 2013

Graças ao Final Fantasy VII, ontem foi um dia para ser esquecido, mas hoje é o Dia do Publicitário. Como diria o concorrente que comeu da maçã maligna de Cupertino, aconteceu algo “mágico” na Microsoft Brasil: os preços definitivos simplesmente vieram menores que o esperado.

Em outra ocasião, o tio Laguna especulava que a caixinha do Windows 8 Pro seria relançada hoje por proibitivos 699 reais, mas alguém lá na Microsoft pôs a mão no coração e achou que isso seria cobrar demais, acabando por dar um belo desconto. Vejamos os preços oficiais e definitivos de tudo relacionado ao Windows 8 no Brasil:

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Early adopter só se dá mal: agora temos a caixinha branca do Windows 8 básico no Brasil!

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emDownload Microsoft Software

CORRÃO: estoques do Windows 8 Pro menos caro estão a acabar!

Por em 31 de janeiro de 2013

Hoje é dia 31 de janeiro e o medíocre FF7 completou 16 anos, então aproveite que este é o último dia em que o Windows 8 Pro permanecerá com os “preços promocionais de atualização”: R$ 29 para computadores novos com algum Windows 7 sem ser o Starter, R$ 69 para quem for comprar o Windows 8 Pro na loja online da Microsoft e R$ 269 para quem seguir o mau exemplo do tio Laguna e preferir comprar a caixinha (versão FPP).

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Baixe o quanto antes um Windows 8 Pro menos caro!

Aprendi, da pior maneira, que a caixinha nada mais é que a versão física do Windows 8 Pro vendido por download, ou seja, temos apenas uma licença e, por tal preço (R$ [2]69), a chave só pode ser ativada como atualização: há a necessidade da presença de uma versão anterior do Windows instalada na máquina pois, mesmo que você faça uma “instalação limpa”, o instalador do Windows 8 Pro parece detectar a presença (ou não) da pasta C:\Windows (esta nem precisa estar ativada) antes de formatar o HD (ou SSD) em tal tipo de instalação.

Lembro-me também de um boato que o Windows 8 Pro poderia ser instalado em até cinco computadores diferentes utilizando um mesmo serial, pura balela: você tem sim que comprar uma chave válida para cada computador, não importando se é versão 32 ou 64 bits do sistema operativo.

Uma mesma conta caseira pode sincronizar as configurações em até cinco máquinas simultâneas com o Windows 8 instalado e online, mas cada aparelho precisa ter sua própria chave única, ativada na Microsoft: compre o Windows 8 Pro o mais rápido que puder, é menos caro só até hoje!

ATUALIZAÇÃO: Microsoft Brasil divulgou os preços definitivos do Windows 8.

emDicas Download Microsoft Software

Windows Phone dá tela azul e pede CD de instalação: ex-chefão da Microsoft usa iPhone

Por em 21 de janeiro de 2013

Se você queria uma prova de que o Windows Phone 8 possui o mesmo kernel da versão desktop do Windows 8, digamos que ambos compartilham uma clássica função dos sistemas operacionais da Microsoft: a tela azul da morte (BSoD).

A situação acima foi obtida num aparelho da HTC, o Windows Phone 8X, de forma provavelmente semelhante ao processo que conseguiu chegar à tela de erro abaixo, que pede para inserir o CD do Windows num desses celulares com Windows Phone 8:
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emMicrosoft Mundo Estranho Software

Analista prevê fracasso da marca Xbox (e da Microsoft)

Por em 21 de janeiro de 2013

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Ao contrário do que quase todos poderiam prever no início dessa geração, há uma grande possibilidade do Xbox 360 terminá-la em último lugar entre os consoles mais vendidos e de acordo com Adam Hartung, analista de negócios e contribuidor da Forbes, a espiral descendente em que a marca teria entrado não deixará a Microsoft com outro opção além de vendê-la.

A divisão de entretenimento será desmembrada, vendida para alguém como a Sony ou a Barnes & Noble, ou reduzida dramaticamente. Incapaz de obter lucro, ela será vista como uma distração na batalha por salvar o Windows – e a liderança da Microsoft há muito tem mostrado que eles não tem ideia de como aumentar o lucro dessa unidade.

Além disso, Hartung também disse acreditar que nos próximos três anos a gigante de Redmond sofrerá com um número massivo de demissões e devido ao grande investimento no combate ao iOS, sua divisão online deverá ser fechada. Segundo ele, atualmente cerca de 75% do faturamento da companhia vem da dupla Windows + Office, com o restante vindo dos servidores. Sendo assim, tanto a parte online quanto a de games não lhe renderia nada.

O analista termina garantindo que o fracasso é inevitável e que no estágio atual, nem mesmo um novo CEO conseguirá mudar a situação e fez um aviso, “se você mantiver seu dinheiro investido na Microsoft, ele desaparecerá junto com a companhia.

Não é de hoje que tenho lido artigos apontando os problemas e riscos em se manter um console, dificuldade que diga-se, não seria exclusiva da Microsoft, no entanto, há muito tempo tenho visto pessoas decretando o fim do Windows, da sua fabricante, da Apple, dos consoles, do mundo e de qualquer outra coisa que não lhes agrade e por isso eu não consigo levar a ameaça tão a sério, ainda mais ao constatar o sucesso que a marca Xbox faz nos Estados Unidos e por não entender como a Barnes & Noble (WTF!?) seria uma potencial compradora.

[via MCV]

emMicrosoft Microsoft

Executivo da Microsoft fala sobre o SteamBox

Por em 17 de janeiro de 2013

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Sejamos sinceros. Eu amo a Valve, você ama a Valve e até quem não joga no PC ama a Valve, mas será mesmo que devemos ficar tão empolgados com o SteamBox? É verdade que ainda faltam mais informações sobre como o “console” dos criadores do Half-Life será realmente, porém, até o momento não vi nada que justifique o investimento nele e não em um PC normal e para Phil Harrison, vice-presidente da divisão europeia da Microsoft e ex-mandachuva da Sony Europa, aqueles que se arriscarem no mercado de hardware devem estar preparados para muitas dificuldades.

Entrar no negócio de hardware é algo realmente difícil. Você precisa ter muita firmeza para estar nesse negócio, precisa ter bolso profundos e um balancete bastante forte.

Nem todos os estreantes no ramo de hardware conseguirão atingir uma larga escala. Eles poderão conseguir sucesso em baixa escala, mas é raro um novo participante conseguir algo grande e eu me refiro a dezenas ou centenas de milhões de unidades. Há poucas companhias que conseguiriam fazer isso e não se trata apenas de ter uma grande marca ou grande experiência com software, mas sim de ter uma corrente de abastecimento, um modelo de distribuição, capacidade de fabricação e todas as coisas atreladas.

O comentário de Harrison certamente pode ser estendido a outras empresas, como a nVidia e o seu Shield, mas mesmo que alguns reconheçam uma certa dose de medo nas palavras do executivo, acho que ele está correto e muitas foram as poderosas companhias que fracassaram nessa tentativa de lançar um console.

Tudo bem que os tempos são outros, o mercado mudou muito e no caso específico da Valve, talvez eles nem sejam tão afetados, afinal poderão continuar vendendo seus jogos como antigamente, mas ainda assim acho que ninguém gostaria de ver uma empresa tão querida amargar um fracasso como este.

[via Eurogamer]

emComputadores Indústria

Kodak [ainda não] morreu, mas Apple e Google já pediram juntas o cadáver no cardápio

Por em 12 de dezembro de 2012

Neste final de semana, Apple e Google uniram-se num consórcio que pretende (quase) tirar a Kodak do fundo do poço: eles oferecerão pouco mais de US$ 500 milhões por 1.100 patentes na tecnologia de captação das imagens digitais. O consórcio inclui várias outras empresas presentes no time da Apple (Microsoft) ou da Google (Samsung, HTC e outras fabricantes asiáticas de smartphones Android) que desejavam manter baixos os custos relacionados à tais tecnologias.

Cada time oferecia bem menos de 500 milhões de dólares à Kodak pois ninguém queria pagar muito mais que tal patamar e, ao invés de a Apple e Google disputarem algum tipo de leilão valorizando a Kodak, todos preferiram fazer o acordo entre cavalheiros: dessa maneira, todas essas empresas conseguiram diluir ainda mais os investimentos e evitarão futuras guerras de patentes no ramo da fotografia digital. Outra vantagem é poderem pagar, em conjunto, uma melhor esmola à infeliz empresa de fotografia, fundada por George Eastman lá em 1889.

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Entrada do Kodak Theatre em 2002, agora Dolby Theatre

O tio Laguna fica a imaginar como a Eastman Kodak Company recuperar-se-á depois de encerrar a produção de filmes fotográficos, deixando também de fabricar câmeras digitais e, ainda por cima, vender todas essas patentes. Simplesmente não vai: a empresa vale 5,1 bilhões de dólares e possui dívidas de US$ 6,5 bilhões, sendo que 950 milhões de dólares dessas dívidas eram para serem pagas com a venda das patentes e, em teoria, tirar a empresa do Eastman da concordata. A Kodak achou que teria o mesmo “final feliz” da Nortel ou Motorola e conseguiria no mínimo 1 bilhão de dólares pelas patentes de fotografia digital, mas terá sorte se arrecadar mais da metade desse desejado valor.

Nunca tive uma câmera da Kodak, mas me lembro que, durante minha infância e adolescência na fotografia analógica, eu comprava rolos 35 mm da Kodak de 36 poses na Abafilm (loja especializada em fotografia aqui de Fortaleza) para a minha câmera compacta Yashica alguma coisa… Achei triste ver a Kodak sendo substituída pela Dolby no nome do teatro onde acontece a festa de premiação do Oscar: estamos apenas ouvindo à cruel e dolorosa morte de uma gigante que nos ajudou a preservar tantas lembranças visuais.

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