DLC Quest agora disponível pela Mac App Store

Por: em 18/05/12 na(s) categoria(s): Computadores


Uma das mais gratas surpresas que tive com os jogos indies para o Xbox 360 foi o DLC Quest. O game poderia ser considerado um típico jogo de plataforma no estilo daqueles que víamos nos 16-bits, mas o seu grande diferencial esta na maneira como o autor o utilizou para fazer uma crítica à “indústria de conteúdos adicionais por download”, já que tudo no game tudo precisa ser comprado, desde os movimentos do personagem até mesmo a trilha sonora.

A boa notícia caso você não possua o console da Microsoft mas seja o proprietário de um Mac, é que agora o jogo pode ser obtido através da Mac App Store por US$ 1,99. Na verdade o DLC Quest já podia ser adquirido para computadores pelo Desura, inclusive com uma versão para PC, mas estar disponível na loja da plataforma deixa tudo mais simples.

Embora não se trate de um jogo muito longo, sua aquisição é altamente recomendada, principalmente por nos mostrar de uma maneira engraçada, como as produtoras algumas vezes exageram no lançamentos dos DLCs (inúteis armaduras para cavalo? Sim!) e pelo menos nele as adições são compradas com moedas coletadas durante a aventura e não com dinheiro real.

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Company of Heroes chega ao Mac, mas não há o que comemorar

Por: em 24/02/12 na(s) categoria(s): Computadores


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A partir do dia primeiro e março os donos de um Mac terão a oportunidade de adquirir um dos melhores jogos de estratégia que já joguei, o Company of Heroes. Isso até poderia ser uma boa notícia, mas a chegada no computador da maçã do game que nos leva à Segunda Guerra tem tantos pontos negativos que fica difícil recomendá-lo na plataforma.

Tirando a demora na conversão, afinal estamos falando de um game de 2006, o maior problema está no fato de que este CoH: Campaign Edition, que além do original ainda trará as expansões Opposing Fronts e Tales of Valor, possui apenas o modo para um jogador, eliminando um dos pontos mais elogiados da franquia, as partidas multiplayer. Além disso, há ainda o preço, US$ 44,99, cinco dólares a menos do que a versão para PC, mas que em promoções do Steam pode ser encontrado por muito menos do que isso.

Eu até tentei entender o motivo para a Aspyr Media estar retirando as partidas online das versões de jogos para Mac (o mesmo aconteceu com o RAGE) e a menos que se trate de uma questão técnica, não há como considerar isso uma tremenda estupidez, principalemnte porque não há uma redução considerável no preço de um produto mutilado.

Portanto, cabe a você decidir se vale o investimento, mas havendo possibilidade de escolha, fique com a versão para PC.

[via Eurogamer]

Apple vendeu mais dispositivos iOS em 2011 do que Macs em 28 anos

Por: em 20/02/12 na(s) categoria(s): Apple e Mac, Meio Bit


Existem dois motivos claros para esse número ter sido superado: valor e popularidade. É mais fácil você encontrar alguém que conheça um iPhone, iPod do que alguma que conheça um Macbook Air ou Pro. Sem falar que a quantidade de “piratas” que levam o nome de IPod (assim mesmo com o i maiúsculo), é imensa, ajudando, indiretamente na popularidade do original. Só para se ter uma idéia de quantos dispositivos iOS foram vendidos (dispositivos iOS: iPhone, iPod touch e iPad) foram 156 milhões só em 2011 e durante 28 anos de existência dos notebooks e desktops da Apple, foram vendidos 122 milhões. E o número de dispositivos iOS vendidos desde o lançamento do primeiro iPhone em 2007 são de 316 milhões de produtos.

Os dados foram analisados por Horace Dedi, analista da Asymco. Outros fatos interessantes que ele reportou: O iPad demorou cerca de 2 anos para ultrapassar a marca de 50 milhões de dispositivos vendidos, o iPod touch demorou cinco anos para chegar entre os 50 e 100 milhões (está mais para 70 milhões) e o iPhone demorou cinco anos para chegar a cerca de 170, 180 milhões de dispositivos vendidos. Já o Mac foram 28 anos para chegar aos 122 milhões. E o Apple II passou 17 anos para chegar a um número irrelevante.

Isso pode demonstrar outra coisa: portabilidade. As pessoas preferem comprar um iPad ou iPhone que faça quase tudo o que seu desktop faz, para reduzir o tempo em que ficam “sentados trabalhando”. A diferença é que a pessoa está trabalhando em pé, no metrô, no carro e não percebe. Sinceramente, tem jogos, por exemplo, que foram feitos para desktop ou consoles, não me imagino jogando um Battlefield 3 em um iPad. Mas existem aplicativos que não importa qual seja o dispositivo, seu uso é parecido ou até melhor, se for feito em um tablet, por exemplo (suíte iWork, aplicativos de desenho, entre outros).

O futuro pode até ser mobile, mas eu duvido que ele seja totalmente mobile. Um iPhone, iPad, iPod touch nunca vai substituir um desktop ou notebook ou um console. Quem sabe, daqui pro futuro, o que Steve já planejou nesses “produtos que ele criou antes de falecer, mas que ninguém sabe o que é”, se torne uma plataforma móvel, mas com mesmos recursos de processamento e gráfico de um desktop ou console.

E antes que me chamem de macfag, tenho um Android e gosto muito dele. Na verdade, até prefiro ele em algumas ocasiões do que o iPhone 4S.

Com informações do PhoneArena.

Lançado o VLC 2.0 para Windows, Mac e Linux

Por: em 20/02/12 na(s) categoria(s): Meio Bit, Software


Existem dois players que eu mais uso no meu Mac: MPlayerX e o VLC, esse último por apresentar uma interface bem feia, para falar a verdade, é o menos utilizado. Até agora. A nova versão do VLC possui uma interface muito mais bonita, com suporte a mais formatos, além de multi-core CPU e aceleração por GPU, novos formatos em HD, processador de áudio de alta qualidade, filtros de vídeo melhorados e uma função experimental para a leitura de discos blu-ray.

Novo VLC 2.0

Novo VLC 2.0

A versão para Mac possui cerca de 23MB e o custo é gratuito. A organização se sustenta por doação, ou seja, quem quiser doar é só entrar no site do VideoLAN e fazer a sua doação. E aqui está o link para download do programa para qualquer plataforma. Vou ver se passo a usar mais ele do que o MPlayerX.

Mac OS X Mountain Lion: Mais do iOS, no Mac

Por: em 16/02/12 na(s) categoria(s): Apple e Mac, Meio Bit


É, realmente acho que a Apple está tentando matar diversos apps que conhecemos, como o Evernote e ferramentas de listas de tarefas, entre outros. O novo Lion, o Mountain Lion, vem com diversas novidades que são bem parecidas, ou melhor, conhecidas no mundo do iOS. As citadas até agora: iCloud, Messages, Reminders, Notes, Notification Center, Twitter, Game Center e AirPlay. É claro que eles incluíram novas funcionalidades e algumas que eu posso até chamar de: “cuidado, isso está virando um monopólio”, como a GateKeeper.

A integração com o iCloud já era presente no Lion e agora parece ser bem mais presente. Na primeira vez que você se logar em sua conta do MobileMe iCloud, ele já sincronizará todos os documentos, e-mails, calendários, contatos, entre outros, com a nuvem da Apple. Tudo sincronizado, entre iPods, iPhones, iPads e Macbook.

O Messages que permite que você converse com iPads, iPhones e iPods que tenham wi-fi ou 3G, sem pagar nada por isso, chega ao MacBook. Permitindo ao usuário conversar com um outro indivíduo sem precisar usar seu dispositivo móvel. Não diria que isso seria o fim do iChat, mas o início do fim. Afinal, até usar câmera via Facetime, o Messages permite. Ah, sim, ele já está disponível em fase beta para quem quiser baixar (creio que só seja compatível com Lion ou Mountain Lion). E se você estiver no meio de uma conversa e precisar sair do computador, você pode continuar a conversa no seu iOS.

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iCleanMemory – Programa para liberar memória do Mac

Por: em 10/01/12 na(s) categoria(s): Apple e Mac, Meio Bit, Software


Por uma razão ou outra, o Mac às vezes deixa grande parte da memória em estado inativo ou “wired”. Por isso, mesmo que você não esteja usando nenhum aplicativo pesado, você vai notar uma certa lentidão no uso normal do sistema.

Procurando aplicativos diversos (sério, às vezes fico olhando a App Store para ver se encontro algum aplicativo legal), encontrei o iCleanMemory que com o clique de um botão “libera” memória para o seu Mac, deixando ele um pouco mais rápido, o programa tem apenas 600kb e custa US$1,99. É, eu sei, “existem soluções que fazem isso de graça”, só que eu não achei, então, se você souber de um, coloca aí nos comentários.

O bom desse programa é que além de liberar a memória, ele possui um sistema de monitoramento e notifica, através do Growl, se a memória chegou em um limite abaixo do definido pelo usuário (no meu caso 300MB). A interface dele é bem simples, e ao clicar no ícone da notificação, ele exibe essa tela:

iCleanMemory

iCleanMemory

Nessa mesma tela, é possível “otimizar memória”. O programa ainda possui 4 modos de “limpeza” de memória: Normal, Rápido (conserta esses “travamentos”, liberando memória. Mas não libera tanta memória, já que faz de uma forma rápida), Profundo (libera mais memória do que o modo Normal, mas também demora mais) e o modo Desenvolvedor (se você tiver o Xcode instalado, ele executa o comando para liberar memória [dica: não vejo utilidade nisso]).

Agora cuidado: dependendo da forma com que você clicou em otimizar a memória ou não esperou o programa “receber seu comando”, e se ele entender que é parar liberar a memória duas vezes, podem ocorrer problemas. No meu caso, o sistema respondia, mas respondia muito lento, tendo que reiniciar. A dica que eu dou é: só use o aplicativo se a memória estiver insuficiente e esteja atrapalhando o uso normal do sistema.