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Digital Drops Blog de Brinquedo

Livros de arte do Dead Space e Halo são lançados para iPad

Por em 10 de maio de 2013

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Quem gosta de artes conceituais sabe que os livros são uma boa fonte para ter acesso a esse tipo de material e numa época em que os tablets estão sendo cada vez mis utilizados para as pessoas lerem, a Titan Books seguiu o caminho óbvio e decidiu lançar duas de suas criações na App Store, uma dedica à franquia Dead Space e a outra à Halo.

Contando com ilustrações em alta resolução que ficam lindas numa Retina Display, os livros que também podem ser adquiridos fisicamente possuem alguns extras que só a tecnologia pode proporcionar, como vídeos onde os artistas falam um pouco sobre suas criações, assim como trechos da jogabilidade que servem para termos uma noção real de como tais criações se comportam quando levadas a um ambiente tridimensional.

Além disso, os leitores encontrarão algumas imagens marcadas com um sinal “+” e ao clicar clicar nelas, serão levados para uma galeria, sem falar é claro na possibilidade de aumentar o zoom nos desenhos e tudo isso torna a aquisição recomendada mesmo para quem já possui os livros fisicamente.

Caso tenha se interessado, tanto o The Art of Dead Space quanto o Awakening: The Art of Halo 4 já estão disponíveis na loja virtual do iOS e cada um dos ebooks pode ser adquirido por US$ 9,99, tendo o tamanho de 1,05GB e 925MB, respectivamente.

[via The Verge]

emCultura Gamer

Cultura corre na frente da Amazon e lança novos e-readers da Kobo

Por em 14 de janeiro de 2013

A partir do final de 2012, o mercado de e-books começou a esboçar reação por aqui. Tivemos, quase que em uma tacada só, a chegada das lojas da Apple, Amazon, Google e Kobo, em parceria com a Livraria Cultura.

O que estava faltando, veio junto: além de o acervo de e-books estar crescendo exponencialmente a cada dia, trouxeram também e-readers de qualidade, três vezes mais barato e dez vezes melhor do que o que tínhamos disponível oficialmente por aqui. Com preços a partir de R$ 299, você já pode ter um aparelho especial para leitura em sua mochila. Eles também têm mais qualidade e trazem todo um ecossistema junto a eles, facilitando a vida do consumidor.

Kobo Glo

Kobo Glo (crédito: divulgação)

Isso tudo se confirma agora em 2013, onde estamos vendo que, realmente, agora a coisa vai. A Kobo informou em release oficial que, a partir da meia noite de hoje, estarão disponíveis no site da Livraria Cultura dois novos modelos de sua linha de e-readers, o Kobo Glo e o Kobo Mini. São nova opções de tela monocromática, em formatos que, literalmente, cabem no bolso.
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emMiscelâneas

Amazon chegou ao Brasil trazendo Kindle a R$299! E não foi só ela: isso é demais!

Por em 6 de dezembro de 2012

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E não é que as previsões de novembro de 2011 estavam certas?

A Amazon realmente aportou em solo tupiniquim no final de 2012, como eu tinha escrito. Com tantos boatos e com tanto vai ou não vai, achei que só veríamos isso em 2013, lá pelo meio do primeiro semestre. Entretanto, a chegada de outros concorrentes fez a gigante de Jeff Bezos acelerar seus planos e parar de mimimi.

A sua chegada, na madrugada de ontem para hoje, 6 de dezembro, não foi a única: há mais de dois anos bato na tecla da Kobo, empresa canadense concorrente da Amazon, e que podemos dizer que ocupa o terceiro lugar nos Estados Unidos, após a própria Amazon e a Barnes & Noble. A discreta vinda da Kobo não significa pouca coisa. Apesar de achar que a Kobo não será líder no Brasil, acredito que ela venha a adotar o estilo Google “Don’t be evil”, como já faz em outros países. A Kobo é o equilíbrio entre tantas gigantes, e foi fechar contrato justamente com a Livraria Cultura, que é um ícone de prazer na leitura.

Há algumas semanas, já tínhamos acompanhado a chegada da iBookstore no Brasil, na surdina. De repente, lá estava ela, vendendo eBooks. Quem também chegou de forma discreta foi a Google: se você entrar na Play Store brasileira, já verá por lá os links para a compra de livros e filmes. Ou seja, de repente, de novembro para cá, temos simplesmente as quatro maiores empresas do mundo na venda de e-Books, todas vendendo exemplares em português (falta só a B&N).

Essa notícia me empolga e, creiam, é muito importante. Depois de muito blábláblá, de muita promessa, ameaças, choro por parte das editoras, agora é definitivo. O Brasil entrou na era dos livros digitais. E eles vieram para ficar e vão mudar tudo. Isso não vai acontecer do dia para a noite, pois as editoras brasileiras são extremamente tradicionais, e vão ficar agarradas ao que têm o quanto puderem. Mas que vai mudar, ah, isso vai. continue lendo

emAcessórios Destaques Indústria Internet

iBooks: Uma nova plataforma, um novo formato

Por em 20 de janeiro de 2012

Você nem bem se acostumou aos novos formatos do livro digital e já chegou mais um, o iBooks. Não poderia vir de ninguém menos do que da Apple, aquela que adora ignorar os formatos padrão e criar suas próprias coisas, além de decidir quando algo vai ser extinto – a exemplo de disquetes, CDs, DVDs, ZIPs, entre outros.

Todos estávamos acostumados a pensar que um livro digital teria que ser em PDF. Mas, fora na tela do computador, ele praticamente não tem uso. É uma porcaria ler um PDF em um eReader, smartphone e até em um tablet. Aí surgiu o ePub, um formato aberto baseado em HTML e CSS cujas especificações são decididas por grandes empresas. Logo ele se tornou o formato padrão, usado por quase todos – Apple inclusa –, menos a teimosinha da Amazon, que insistiu no Mobi, um formato bem mais pobre.

Bem, a Amazon usa o Mobi, mas estava tudo bem com o ePub, já que a Apple o utilizava, e isso significava um bom futuro, mesmo com a empresa de Jobs não ligando muito para eBooks. Daí, resolveram inventar. Surgiu o ePub layout fixo, que só poderia ser lido no aplicativo iBooks da Apple. Opa.

Daí, ontem, em um grande evento no museu Guggenheim em Nova Iorque, a Apple resolveu que era hora de “revolucionar a educação”. Não revolucionou exatamente, mas deu o start para que novas coisas surjam. Mas está tudo bem? Quais são as implicações nessa sugestão de modelo da Apple? Há mais erros ou acertos? Vamos dar uma olhada.

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emApple e Mac Artigo Meio Bit

Quando o bolso (e o mercado) fala: a história de um tecnófobo

Por em 9 de dezembro de 2011

Como em pelo menos metade das ficções científicas, o futuro é distópico. Com pilhas de livros sendo queimados, e a população cada vez mais imbecilizada e cruel que vem de brinde neste cenário. A paixão pelo conhecimento e pela leitura o tiram da matrix, mas Eles não o querem fora da matrix. Um tema interessante, mas que de tão recorrente, acaba por se tornar um cliché. É basicamente disso que se trata a obra Fahrenheit 451, clássico do gênero publicado em 1953 que recentemente obteve permissão para ser publicado digitalmente em fins de novembro passado.

E esse texto não existiria se o assunto tivesse acabado aí, e isso seria uma não-tícia. A parte interessante vem agora: Ray Bradbury, o autor do livro, resistiu o quanto pôde a ver sua obra habitar leitores digitais de todo o mundo. A justificativa, dada em 2009, que mais parece a defesa de uma parafilia à defesa de livros enquanto suporte de conhecimento, era de que um livro digital “[...] não tem significado; não é real… Está no ar em algum lugar”. Muita gente ainda pensa isso a respeito e gosta de cultivar suas estantes e mantê-las sempre atualizadas, mas o mesmo Bradburry disse dez anos atrás que a internet não passava de um grande golpe das fabricantes de computador. E sobre os telefones celulares e computadores conectados, que “temos de nos livrar dessas máquinas”. Não lembra-me vagamente um certo camarada do início do século XIX?

O que fez o carrancudo e quase centenário senhorzinho mudar de idéia? A mesma coisa que faz todos os seres humanos mudarem de idéia nos mais variados assuntos: o bolso. O agente de Bradbury teve de explicar que os direitos de publicação de suas obras estavam expirando e ele precisava urgentemente fazer novos contratos com as editoras. O problema é que nenhuma das oito editoras que o procuraram interessadas nas obras de Ray aceitou fechar um contrato sem direito a explorá-las no meio digital. A solução foi aceitar.

Por mais que tente, não consigo imaginar postura idêntica em relação a eBooks de algum dos membros da Santíssima Trindade (Dick/Asimov/Clarke). Eu até entendo quando algum ficcionista, cuja profissão o obriga a tentar adivinhar o que vem por aí, vê com reservas os possíveis usos da inteligência artificial ou o uso de embriões em pesquisa com células-tronco, provavelmente algumas das grandes questões do nosso tempo, tanto quanto foi o suicídio em outros. Mas ver com maus olhos a difusão do conhecimento, seja por quais meios forem? Ranzinzice. Ou velhice, e geralmente os dois vêm juntos.

Mais um confundindo meio e mensagem. Logo essa geração morre e só vai ter livro em estantezinha de verdade quem quiser se exibir pros amigos. Porque estantezinhas virtuais pra exibir – e pessoas escolhendo cuidadosamente o que botar lá pra não afugentar seus pares -, já tem.

Fonte: io9 [via Luciana Santos, valeu Lu!].

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Amazon Deve Aportar no Brasil Até o Final de 2012

Por em 26 de novembro de 2011

A notícia esperada por muitos chegou na surdina. Há dois dias atrás, em uma vídeo-conferência na Feira do Livro de Santiago no Chile o diretor de conteúdo do Kindle Pedro Huerta disse ao povo que fica, ou que chega. De acordo com ele, em 18 meses, Argentina, Chile e Brasil terão a sua própria loja virtual da Amazon.

As informações são quase nulas, e não dá para saber se, além dos eBooks, a Amazon irá comercializar outros produtos por aqui. Todos esperam por eletrônicos, games, brinquedos e outros, mas o mais provável é que, de início, fiquemos apenas nos eBooks e livros impressos, mesmo. Não dá para saber nem se o Kindle Fire virá.

Em expansão visível, em 2011 a Amazon já abriu lojas oficiais na Espanha, Japão, Itália, França, Canadá, China, Alemanha e Reino Unido. Uma notícia recente mostrou que agora, na home da Kindle Store, há links diretos para acervos de cinco idiomas, incluindo o português. As novas versões dos softwares Kindle para eReaders e aplicativos também estão em novos idiomas. Quatro desses idiomas atendidos – francês, italiano, espanhol e alemão – já possuem lojas da Amazon.

Aqui no Brasil, francamente, essa notícia ainda não tem qualquer efeito. Para a internet e para a tecnologia, 18 meses são uma eternidade – a não ser que a Amazon esteja blefando para organizar alguma estratégia. Em 18 meses a Kobo já deve estar por aqui e vendendo eReaders e eBooks.

Outro fator bem importante são as editoras brasileiras. Ao contrário do que aconteceu com as editoras americanas, que aderiram em peso ao esquema controlador do site, as editoras brasileiras são um pouco mais marrentas, e ouvem-se rumores de que já teriam recusado diversos acordos com a Amazon. Esse problema pode ser um dos principais no que tange à chegada da empresa por aqui.

Mais um obstáculo se encontra no acervo digital que o Brasil possui. Com pouco mais de 5 mil títulos na loja da Amazon, a língua portuguesa não é das mais populares por lá. Fora os títulos de Paulo Coelho e o de algumas editoras famosas, boa parte desse pequeno catálogo é formado por obras de domínio público e de autores independentes.

Para chegar com força e vender horrores por aqui, a Amazon precisa ter obras à venda. E, para isso, o mercado editorial brasileiro tem que se mexer. Parece um círculo vicioso sem solução aparente, mas em 18 meses muita coisa pode – e deve – mudar…

Com informações do site FayerWayer e alt1040.

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