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Comparação: qual seria o melhor e-reader para o público brasileiro?

Por em 14 de janeiro de 2013

A Stella Dauer fez um artigo sobre o lançamento das novas edições do Kobo pela Livraria Cultura: a Amazon chegou com uma versão básica do Kindle e temos alguns e-readers brasileiros desconhecidos no mercado. Qual seria o melhor e-reader para se comprar no Brasil? Observação: estou excluindo dessa lista os e-readers que podem ser importados e que não foram lançados no Brasil, como o Kindle Touch ou Kindle Fire.

Uma comparação entre tablets e e-readers seria injusta, tendo em vista que cada um cumpre uma função específica. Depois farei um novo artigo comparando todos os tablets existentes no mercado (inclusive os que podem ser importados para o Brasil, como o Kindle Fire HD e Nexus 10). Abaixo você confere uma descrição de cada e-reader e, ao final, um comparativo meu entre os e-readers demonstrados no artigo.

Kobo

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O Kobo Touch, vendido atualmente na Livraria Cultura e que custa R$399, é bem interessante e bonitinho: é possível comprá-lo em até quatro cores diferentes (branco, azul, prata e lilás). Ele tem uma tela de 6 polegadas, mesmo tamanho da tela do Kindle. O armazenamento do Kobo é feito via memória interna com 2 GB, sendo 1 GB para armazenamento de livros e podemos ter até 32 GB através de um cartão micro-SD.
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Amazon chegou ao Brasil trazendo Kindle a R$299! E não foi só ela: isso é demais!

Por em 6 de dezembro de 2012

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E não é que as previsões de novembro de 2011 estavam certas?

A Amazon realmente aportou em solo tupiniquim no final de 2012, como eu tinha escrito. Com tantos boatos e com tanto vai ou não vai, achei que só veríamos isso em 2013, lá pelo meio do primeiro semestre. Entretanto, a chegada de outros concorrentes fez a gigante de Jeff Bezos acelerar seus planos e parar de mimimi.

A sua chegada, na madrugada de ontem para hoje, 6 de dezembro, não foi a única: há mais de dois anos bato na tecla da Kobo, empresa canadense concorrente da Amazon, e que podemos dizer que ocupa o terceiro lugar nos Estados Unidos, após a própria Amazon e a Barnes & Noble. A discreta vinda da Kobo não significa pouca coisa. Apesar de achar que a Kobo não será líder no Brasil, acredito que ela venha a adotar o estilo Google “Don’t be evil”, como já faz em outros países. A Kobo é o equilíbrio entre tantas gigantes, e foi fechar contrato justamente com a Livraria Cultura, que é um ícone de prazer na leitura.

Há algumas semanas, já tínhamos acompanhado a chegada da iBookstore no Brasil, na surdina. De repente, lá estava ela, vendendo eBooks. Quem também chegou de forma discreta foi a Google: se você entrar na Play Store brasileira, já verá por lá os links para a compra de livros e filmes. Ou seja, de repente, de novembro para cá, temos simplesmente as quatro maiores empresas do mundo na venda de e-Books, todas vendendo exemplares em português (falta só a B&N).

Essa notícia me empolga e, creiam, é muito importante. Depois de muito blábláblá, de muita promessa, ameaças, choro por parte das editoras, agora é definitivo. O Brasil entrou na era dos livros digitais. E eles vieram para ficar e vão mudar tudo. Isso não vai acontecer do dia para a noite, pois as editoras brasileiras são extremamente tradicionais, e vão ficar agarradas ao que têm o quanto puderem. Mas que vai mudar, ah, isso vai. continue lendo

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