Como fazer uma campanha melhor com o Kickstarter

Por: em 10/11/11 na(s) categoria(s): Miscelâneas


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Há alguns meses atrás, o projeto brasileiro A Luz da Escuridão lançou uma campanha de arrecadação de fundos na rede social voltada a essa finalidade, Kickstarter. Felizmente a campanha conseguiu obter êxito, e agora conta com alguns dólares a mais para fomentar o projeto por mais alguns meses.

Para quem não conhece, o site Kickstarter, ele segue a fórmula do crowdfunding, ou traduzindo para o bom português, financiamento coletivo. Lá, você lança uma campanha para obter um certo valor para seu projeto através de doações, em um esquema de tudo-ou-nada, onde se, por infelicidade do destino, o seu valor estipulado não for alcançado dentro do prazo de arrecadação, as doações são devolvidas e o projeto não vê a cor do dinheiro.

Depois de algumas entrevistas com criadores que obtiveram sucesso, Andrew Hayward, jornalista freelancer, resolveu compartilhar algumas dicas e táticas de como promover o seu projeto de forma eficiente nesse serviço de crowdfunding.

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Eu não sei como chamar esse artigo. Acho que “iKeyboard sem teclado para iPad”…


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Ouvir. Aprender. Criar.

As boas novas são: há um mundo incrivelmente inventivo lá fora e a regra do jogo é “abra a cabeça” — mas, como você vai ver, não a abra tanto…

As ótimas novas, podem ser coisas como o incrível KickStarter. Um projeto que você já deve ter ouvido falar e que arrebanha quem realmente curte boas idéias e tem o intuito de materializá-las de um modo quase que social-artesanal, de fora para dentro do mainstream.

Algumas pessoas tem facilidade para escolher algo bacana entre muita coisa estranha. Um número menor ainda delas tem a habilidade de separar, rápido, o que não é legal logo de cara, deixando sobrar apenas coisas interessantes.

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Taposé promete trazer para o iPad toda a magia do lendário Courier, da Microsoft


O que justifica uma empresa atiçar consumidores com um conceito matador, fazer meio mundo desejar com força o produto fruto desse conceito e, no fim das contas, “matar” o projeto antes mesmo dele ver a luz do dia?

É difícil responder essa pergunta. O motivo mais comum é a inviabilidade técnica da tecnologia de que dispomos atualmente. Ou, ainda, custos elevados, o que daria ao resultado um preço proibitivo. Existem diversas outras razões, compreensíveis ao grande público ou não, que impedem que excelentes ideias sejam executadas, ainda que provisoriamente.

Para ilustrar esse papo introdutório, relembremos o Courier, da Microsoft. O conceito surgiu antes do iPad ser anunciado, em setembro de 2009, quando os rumores do então “iTablet” estavam fervilhando. O Courier era inovador mesmo antes de todo o segmento de tablets se formar. Com suas duas telas e uma arriscada, porém agradável interface que representa elementos reais, quase como um diário, parecia ser o companheiro ideal para organizar nossas vidas, o PIM definitivo, o sucessor espiritual das agendas de papel às quais muita gente, ainda hoje, não largam por nada nesse mundo.

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Tagli.us é uma (boa) alternativa ao Delicious

Por: em 28/01/11 na(s) categoria(s): Internet, Meio Bit


Quando apareceu o rumor de que a Yahoo! fecharia o Delicious, milhares de pessoas, inclusive eu, gritaram de medo. Afinal, o site de bookmarking ainda é um dos mais utilizados no mundo e sem dúvida, um dos melhores, não só pela sua função de favoritar, mas realizar isso tudo num jeito meio “rede social”. A melhor alternativa disponível então era paga e o seu valor aumentava de acordo com a quantidade de visitantes cadastrados.

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Diaspora: primeiras impressões são ruins…

Por: em 25/11/10 na(s) categoria(s): Internet, Meio Bit, Web 2.0


O Diaspora, a rede social criada por quatro jovens da Universidade de Nova Iorque com o objetivo de ser uma alternativa ao Facebook aberta e com foco em privacidade e liberdade, apareceu no cenário internacional com bastante pompa.

O projeto foi lançado no Kickstarter, uma plataforma onde ideias são jogadas com um valor a ser arrecadado, e quem acreditar num projeto, pode investir por ali mesmo, tudo muito rápido e dinâmico. O projeto Diaspora pediu US$ 10 mil; arrecadou US$ 200 mil.

É importante lembrar-se do contexto em que tudo isso aconteceu. Seis meses atrás, o Facebook estava enrolado com problemas de privacidade, travando uma briga contra configurações complicadas e a insatisfação de muitos usuários. Nesse cenário, o Diaspora apareceu como o salvador da pátria, a rede social na qual seus dados seriam seus de fato.

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Contra o Facebook, vá de Diaspora*

Por: em 17/05/10 na(s) categoria(s): Internet, Web 2.0


O Facebook vive um momento delicado. Enquanto se firma como a maior rede social do mundo e libera atualizações e novidades num ritmo forte, sofre com reclamações e denúncias de abusos de privacidade. Tem gente desistindo do Facebook, denúncias de atitudes… estranhas de Zuckerberg, gente mandando carta aberta a ele, e, claro, gente defendendo o Facebook.

O momento é propício para que concorrentes, ou futuros concorrentes, chamem a atenção prometendo o que o Facebook tem dificuldades em prover: privacidade. Dessa premissa, surgiu o Diaspora*, ainda longe de ser lançado, mas com uma proposta cujo foco reside justamente na segurança dos dados de seus usuários.

Quatro amigos da Universidade de Nova Iorque se reuniram para criar o Diaspora*. No papel, parecem ter tudo esquematizado, mas faltava um “detalhe”: dinheiro. Lançaram uma página no Kickstarter com o ambicioso objetivo de angariar US$ 10 mil. Conseguiram US$ 173.857,00.

Esses caras pretendem derrubar o Facebook.

Esses caras pretendem derrubar o Facebook.

A promessa é uma rede social cujo código será aberto, com compartilhamento seguro via GPG. Ao invés de servidores centrais, o Diaspora* será uma rede descentralizada, baseada em pontos/peers, onde as pessoas adicionarão seus feeds e informações de outras redes. Espera-se que um serviço mais user-friendly, baseado num registro simples numa página Web, também seja oferecido aos menos geeks, mais ou menos como acontece com os WordPress.org/.com.

Se dará certo? O quarteto começou bem, fez um buzz gigantesco na Internet e conseguiu muito mais investimentos do que sonhavam. A responsabilidade e a pressão serão grande inimigas, mas se eles realmente têm condições técnicas de fazer algo bacana, agora se veem com a faca e o queijo na mão.

Com informações do ReadWriteWeb BR.